Brizola

Clóvis Brigagão · Capítulo 27 de 30

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Brizola

Agradecimentos

 

Foram muitos e muitos os amigos e colaboradores anônimos que contribuíram

para que estas memórias fossem escritas.

Em primeiro lugar, nossa gratidão às assistentes e aos estudantes que

participaram, em vários momentos, e colaboraram de diferentes formas para o

andamento de nosso trabalho: Maria Carolina Arruda, graduada em Relações

Internacionais pela Universidade Candido Mendes, que iniciou a organização do

livro e preparou as entrevistas; Isabelle Balthazar, graduada em História pela

Universidade Candido Mendes, que organizou as referências a Brizola feitas na

coluna de Carlos Castello Branco no Jornal do Brasil (1963-1993); Ana Cristina

Correa de Matos, graduada em Relações Internacionais pela Universidade Candido

Mendes, que pesquisou os arquivos de O Globo sobre fatos e notícias que

enriqueceram o livro. Finalmente, somos gratos a Nianuy Carteado, pela

reorganização dos arquivos e entrevistas, pela revisão dos textos originais, pela

primeira organização das fotos, e pela seleção das referências na coluna de Carlos

Castello Branco. Um agradecimento também a Fernanda Fernandes, que ajudou

nas várias etapas deste trabalho. A todas elas, a nossa maior gratidão.

A todos os amigos, pesquisadores, fotógrafos, profissionais dos meios de

comunicação que tornaram possível e facilitaram o nosso trabalho. Também aos

correligionários do PDT, sempre de boa vontade para contar novas histórias sobre a

vida de Leonel Brizola.

Às nossas famílias, esposas, filhos e netos, que suportaram a carga – às vezes

emocional, outras de “enervação” – e sempre nos apoiaram durante esta jornada.

Agradecimentos pessoais a todos os que, de uma forma ou de outra,

colaboraram com o nosso trabalho, em especial:

Ao ex-prefeito César Maia, por ter contribuído, através da Secretaria Municipal

da Cultura, com a única ajuda financeira para o início do livro e viagem à Europa

(Londres – Internacional Socialista; Amsterdã – Instituto Internacional de História

Social; e Lisboa – Fundação Mário Soares).

A Ana Guimarães, pelas informações, acompanhamento e pelas fotos cedidas.

A Ascânio Seleme e sua equipe na Direção de Redação de O Globo, por sua

inestimável ajuda na cessão de clippings e fotos que ajudaram muito a montar o

livro.

Ao caro amigo Daniel Berman, que localizou o Sr. Cheek – encarregado de

Negócios da Embaixada dos EUA em Montevidéu quando Brizola recebeu asilo do

presidente Carter – e possibilitou que o entrevistássemos, além de ter fornecido

muitos informes sobre as relações dos EUA com Brizola.

À querida Kathryn Taverna, sempre disposta a ceder seu loft, em Nova York,

para reuniões de Brizola e seus colaboradores nos anos 1978-79.

A Muñoz Ledo, embaixador do México na ONU, em 1978-79 que apoiou

integralmente a presença de Brizola nos EUA.

A Brady Tyson, sempre íntegro e disposto, admirável apoiador, assim como a

Sra. Fay Haussman, da Universidade da Columbia (NY), figura humanista ímpar na

defesa dos direitos humanos e que sempre apoiou, sem pestanejar, a figura e a

obra de Brizola.

Ao assistente de Carter, Robert Pastor (University of Maryland) e ao próprio ex-

presidente Carter, que abriu as portas dos EUA à entrada de Brizola.

A Alex Souza, Eunice de Oliveira e Saulo Saija, companheiros desde os primeiros

momentos em Nova York.

A Vera Mathias, sempre companhia e companheira nos círculos da IS.

A toda a equipe da VARIG, pela carinhosa demonstração de solidariedade e

companheirismo durante a estada do casal Brizola em Nova York.

A Pedro de Barros Cassal, do Hotel de La Paix, em Paris, que acolheu, além do

casal Brizola, uma verdadeira turba que passava dia e noite em seu simpático

hotel.

A Edison Luis Silva Martins, do Arquivo da TV Guaíba, por nos ceder cópia do

debate entre Brizola e Pedro Simon.

Ao fotógrafo Aguinaldo Ramos.

A Gilberto Araújo, que nos contou a história do coronel Dagoberto Rodrigues

com Henry Kissinger.

A Ephim Schluger, pela foto do comício de encerramento da campanha de

Brizola ao governo do Estado do Rio na Cinelândia.

A Dione Khun, jornalista da Zero Hora, que nos cedeu a série de artigos “O Baú

do Brizola”, reportagens que revelam muitas intimidades e fatos desconhecidos

pelo público.

Aos funcionários, exemplares, do Instituto Internacional de História Social

(IISH), em Amsterdã, que nos abriram todos os arquivos da Internacional Socialista

sobre a formação do PTB e o papel de Brizola.

Ao querido amigo ex-deputado Matheus Schmidt, por sua conduta exemplar na

política.

A todos os amigos portugueses, de Mário Soares aos militantes do Partido

Socialista Português (entre eles, Bernardino Gomes, que, na campanha ao governo

do Estado do Rio de Janeiro em 1982 previu, em relatório a Mário Soares e aos

dirigentes da IS, a vitória de Brizola, quando ainda muito poucos acreditavam em

seu sucesso), que nos abriram os braços e nos acolheram com grande carinho, o

nosso afetuoso agradecimento.

À Editora Paz e Terra, seus editores e funcionários.

Rio de Janeiro,

Maio de 2015.