Brizola
Agradecimentos
Foram muitos e muitos os amigos e colaboradores anônimos que contribuíram
para que estas memórias fossem escritas.
Em primeiro lugar, nossa gratidão às assistentes e aos estudantes que
participaram, em vários momentos, e colaboraram de diferentes formas para o
andamento de nosso trabalho: Maria Carolina Arruda, graduada em Relações
Internacionais pela Universidade Candido Mendes, que iniciou a organização do
livro e preparou as entrevistas; Isabelle Balthazar, graduada em História pela
Universidade Candido Mendes, que organizou as referências a Brizola feitas na
coluna de Carlos Castello Branco no Jornal do Brasil (1963-1993); Ana Cristina
Correa de Matos, graduada em Relações Internacionais pela Universidade Candido
Mendes, que pesquisou os arquivos de O Globo sobre fatos e notícias que
enriqueceram o livro. Finalmente, somos gratos a Nianuy Carteado, pela
reorganização dos arquivos e entrevistas, pela revisão dos textos originais, pela
primeira organização das fotos, e pela seleção das referências na coluna de Carlos
Castello Branco. Um agradecimento também a Fernanda Fernandes, que ajudou
nas várias etapas deste trabalho. A todas elas, a nossa maior gratidão.
A todos os amigos, pesquisadores, fotógrafos, profissionais dos meios de
comunicação que tornaram possível e facilitaram o nosso trabalho. Também aos
correligionários do PDT, sempre de boa vontade para contar novas histórias sobre a
vida de Leonel Brizola.
Às nossas famílias, esposas, filhos e netos, que suportaram a carga – às vezes
emocional, outras de “enervação” – e sempre nos apoiaram durante esta jornada.
Agradecimentos pessoais a todos os que, de uma forma ou de outra,
colaboraram com o nosso trabalho, em especial:
Ao ex-prefeito César Maia, por ter contribuído, através da Secretaria Municipal
da Cultura, com a única ajuda financeira para o início do livro e viagem à Europa
(Londres – Internacional Socialista; Amsterdã – Instituto Internacional de História
Social; e Lisboa – Fundação Mário Soares).
A Ana Guimarães, pelas informações, acompanhamento e pelas fotos cedidas.
A Ascânio Seleme e sua equipe na Direção de Redação de O Globo, por sua
inestimável ajuda na cessão de clippings e fotos que ajudaram muito a montar o
livro.
Ao caro amigo Daniel Berman, que localizou o Sr. Cheek – encarregado de
Negócios da Embaixada dos EUA em Montevidéu quando Brizola recebeu asilo do
presidente Carter – e possibilitou que o entrevistássemos, além de ter fornecido
muitos informes sobre as relações dos EUA com Brizola.
À querida Kathryn Taverna, sempre disposta a ceder seu loft, em Nova York,
para reuniões de Brizola e seus colaboradores nos anos 1978-79.
A Muñoz Ledo, embaixador do México na ONU, em 1978-79 que apoiou
integralmente a presença de Brizola nos EUA.
A Brady Tyson, sempre íntegro e disposto, admirável apoiador, assim como a
Sra. Fay Haussman, da Universidade da Columbia (NY), figura humanista ímpar na
defesa dos direitos humanos e que sempre apoiou, sem pestanejar, a figura e a
obra de Brizola.
Ao assistente de Carter, Robert Pastor (University of Maryland) e ao próprio ex-
presidente Carter, que abriu as portas dos EUA à entrada de Brizola.
A Alex Souza, Eunice de Oliveira e Saulo Saija, companheiros desde os primeiros
momentos em Nova York.
A Vera Mathias, sempre companhia e companheira nos círculos da IS.
A toda a equipe da VARIG, pela carinhosa demonstração de solidariedade e
companheirismo durante a estada do casal Brizola em Nova York.
A Pedro de Barros Cassal, do Hotel de La Paix, em Paris, que acolheu, além do
casal Brizola, uma verdadeira turba que passava dia e noite em seu simpático
hotel.
A Edison Luis Silva Martins, do Arquivo da TV Guaíba, por nos ceder cópia do
debate entre Brizola e Pedro Simon.
Ao fotógrafo Aguinaldo Ramos.
A Gilberto Araújo, que nos contou a história do coronel Dagoberto Rodrigues
com Henry Kissinger.
A Ephim Schluger, pela foto do comício de encerramento da campanha de
Brizola ao governo do Estado do Rio na Cinelândia.
A Dione Khun, jornalista da Zero Hora, que nos cedeu a série de artigos “O Baú
do Brizola”, reportagens que revelam muitas intimidades e fatos desconhecidos
pelo público.
Aos funcionários, exemplares, do Instituto Internacional de História Social
(IISH), em Amsterdã, que nos abriram todos os arquivos da Internacional Socialista
sobre a formação do PTB e o papel de Brizola.
Ao querido amigo ex-deputado Matheus Schmidt, por sua conduta exemplar na
política.
A todos os amigos portugueses, de Mário Soares aos militantes do Partido
Socialista Português (entre eles, Bernardino Gomes, que, na campanha ao governo
do Estado do Rio de Janeiro em 1982 previu, em relatório a Mário Soares e aos
dirigentes da IS, a vitória de Brizola, quando ainda muito poucos acreditavam em
seu sucesso), que nos abriram os braços e nos acolheram com grande carinho, o
nosso afetuoso agradecimento.
À Editora Paz e Terra, seus editores e funcionários.
Rio de Janeiro,
Maio de 2015.