Eu Acho que Amo Você

Allison Pearson · Capítulo 26 de 27

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Eu Acho que Amo Você

Agradecimentos

Agradecim entos

 

Escrever um rom ance é um a tarefa longa e solitária. Certas pessoas conseguem torná-la m enos solitária. Joanna Lewis foi um a inspiração côm ica constante e um a lem brança do país onde am bas tivem os a sorte de nascer. Enquanto eu estava no País de Gales, venerando David Cassidy, Sharon Dizenhuz beij ava sua foto em Cincinnati, Ohio. A perspectiva am ericana de Sharon e sua incrível perspicácia e sabedoria foram essenciais para m e aj udar a dar o pontapé inicial. Quando parecia que eu nunca m ais ia parar, Louise Swarbrick m e m ostrou a linha de chegada com absoluta firm eza de caráter.

Caroline Michel, da PFD, teve um a paciência incrível e nunca deixou de acreditar. Não sei como ela consegue. Jordan Pavlin, da Knopf, exercitou sua m ágica editorial e transform ou esse livro no m elhor que poderia ser. O m esm o aconteceu com Clara Farm er, da Chatto & Windus, que conteve seus nervos – e os m eus.

Quero agradecer a David Cassidy por seu gentil encoraj am ento. Sua autobiografia, C’mon Get Happy, foi um a inestim ável fonte de inform ação. Tam bém agradeço aos fãs de Cassidy que com partilharam suas m em órias, particularm ente Judith Fram e. Adoraria receber notícias de m ais fãs pelo m undo. Vocês podem entrar em contato com igo pela página Allison Pearson, no

Facebook, no Twitter @allisonpearson, ou enviando e-m ail para allison.pearson@virgin.net.

Minha gratidão especial a Barry McCann, um a enciclopédia am bulante da cultura popular. O e-m ail de Barry, “Swearing in the Seventies”, m erece um livro por si só. Tim de Lisle, outro especialista da área, levou-m e até Bill. Muitos outros ofereceram apoio e sugestões valorosas: m inha agente am ericana, Joy Harris, Cara Stein, Alison Sam uel, Miranda Richards, Em m a Robarts, Catherine Hum phries, Jane Bird, Christobel Kent, Naom i Benson, Belinda Bam ber, David Bam ber, Julia Bam ber, Lisa Collins, Caroline Dunn, Mary Hitch, Carolina Gonzalez-Carvaj al, Philippa Lowthorpe, Laura Morris, Daniel Newell, Ysenda Maxtone Graham , Jane McCann, Anne McElvoy, Isolde Ivens, professor Jon Parry, Anne Polhill Walton, Hilary Rosen, Christine Ford, Jeffrey Carton e Natasha Walter. No País de Gales, preciso agradecer a m inha m ãe, que fez esse livro se tornar possível, e saudar a m em ória de sua am iga, Jean Thom as, excelente artista e m ulher m aravilhosa. Tam bém sou m uito grata a Eiry Ewans e Edna e Dafy dd Jenkins. Cymru am byth!

Nicola Jeal propiciou um a visão fascinante sobre o m undo das revistas. No Daily Mail, Toby n Andreae e Maureen O’Donnell ofereceram um serviço cinco estrelas a essa autora, em m eio aos seus percalços.

O caso de Ashley, escrito por Petra, foi puram ente ficcional, m as m e baseei no notável Case Studies in Music Therapy (Estudo de casos na m usicoterapia), editado por Kenneth E. Bruscia (Barcelona), e, do m esm o editor, Psychodynamic Music Therapy, editado por Susan Hadley .

Com relação ao ensino e à arte de tocar violoncelo, devo tudo à grande violoncelista Natalie Clein. Trevor Robbins, professor de neurociência cognitiva em Cam bridge, com partilhou ideias estim ulantes sobre m úsica e o cérebro. O incrível Centro Nordoff Robbins, em Londres, m e aj udou a entender o poder de transform ação da m usicoterapia.

Em casa, m inha m usicoterapia era fornecida pelos pássaros cantantes, Evie e Thom as Lane. “Você j á term inou seu livro, m ãe?” Agora sim , e sou toda de vocês.

Enquanto passava por dificuldades para escrever esse rom ance, Pat Kavanagh m orreu inesperadam ente. Pat teria sido um a m ulher notável em qualquer século. Não apenas porque ela era linda, em bora fosse realm ente linda, m as porque não tem ia a verdade e a dizia constantem ente. Senti falta do seu j ulgam ento im parcial, seus elogios, m ais preciosos ainda por serem difíceis de conseguir, e o eco de diversão naquela agradável voz baixa.

Por fim , tenho sorte de ter acesso a um dos m aiores críticos do m undo. Sorte e azar. Anthony Lane tem padrões altos. Jam ais poderei retribuir seu am or, encoraj am ento e as anotações furiosas nas m argens.

Ser exigente é sem pre bom .

Allison Pearson

Cam bridge, Páscoa de 2010