Fabrizio Fasano: Colecionador de Sonhos
O Bom Uísque Se Conhece no Dia Seguinte
Uísque importado ou nacional mesmo? Esta frase, dita por todos os garçons de bares, boates ou
restaurantes era corriqueira naqueles anos 1960, quando a maioria dos bebedores de uísque pertencia à
classe média e média alta, sem falar nos muito ricos. “A diferença”, lembra Fabrizio, “não estava apenas no preço, mas essencialmente na qualidade. Os que podiam importar, tomavam o legítimo scotch. Muitos,
querendo se mostrar, diziam assim mesmo, ‘scotch’, ainda que muitos uísques viessem dos Estados
Unidos. Era comum, entre os que tinham posses, ter seu fornecedor pessoal (a palavra personal ainda não
estava em uso, mas podia ser aplicada). Outros se orgulhavam de seu contrabandista, numa época em que
também era comum ter o seu doleiro, aquele que vendia os dólares do mercado paralelo (eufemismo para
o mercado negro cambial). Marcas de um tempo, de um país com o mercado e a economia fechados.
Durante anos vivendo a noite, Fabrizio Fasano ouvia os bebedores reclamarem: “Se vou tomar uísque
importado, tenho de reduzir as doses pela metade, o preço é uma loucura. Só que o nacional ninguém
consegue beber.” Homem da noite, bom bebedor, ele remoía essa situação na cabeça. “Devia haver uma
solução.” Fabrizio Júnior acrescenta: “Não era preconceito, nem esnobismo, a verdade é que o uísque
nacional dava dor de cabeça, não tinha jeito. Aquilo era um martelar incessante na cabeça de meu pai,
que adorava desafios e estava sempre a procura de uma brecha, um nicho ainda não explorado. Tinha de
haver uma solução, dizia ele, e esta seria a produção de um uísque brasileiro de qualidade. Era um momento em que a industrialização avançava, o Brasil descobria que não podia ficar dependente de tudo.
Se você trouxesse a matéria prima de fora e produzisse aqui, tornaria o preço mais acessível, ele
avaliava.”
Fabrizio conversava com importadores, distribuidores, bebedores, barmen, questionava, pesquisava,
pedia literatura sobre o assunto, discutia com amigos que indagavam: “Por que essa obsessão? Onde
você quer chegar?” Emilio Bildner, amigo de Fabrizio no Rotary Club, era sócio de Mário Amato e
Emidio Dias Carvalho na produção do Drury’s, então o mais conhecido uísque brasileiro. Numa conversa
que parecia informal, Fasano perguntou a Amato e a Bildner, como quem não quer nada:
– Vocês fariam um uísque para mim?
– Um uísque? Vai entrar no ramo de bebidas?
– Se eu pensasse, vocês me mandariam algumas amostras?
Recebi as amostras, experimentei, pensei, perguntei, consultei, não só eu conhecia uísque como tinha amigos ao meu redor que eram experts. Decidi por um que, envelhecido por oito anos, teria certamente
boa cor, aroma e sabor ótimos. O uísque é aquela bebida especial que não passa despercebida, cada um
desce de uma maneira, há o aveludado, o cremoso, o doce, uma infinidade. Aquele de ‘oito anos’ me
parecia o mais adequado ao paladar brasileiro. Eram anos e anos tomando uísque, vivendo na noite,
provando.
Havia uma lacuna entre o uísque importado e o principal nacional, o Drury’s, envelhecido quatro ou
cinco anos. Consegui convencer Mario Amato a entrar na operação. Eu importaria da Escócia metade do
malte, a outra metade era produção nacional, vinda do sul. Aquele malte de oito anos que eu tinha
aprovado. Faria o blend aqui e a Drury’s engarrafaria para mim. Eu não tinha linha de produção, de
engarrafamento, nada, só um nome e uma marca. Nunca fui industrial. Demoramos até acertar preços e
condições, eles se resguardando, eu me resguardando deles, é normal. Em 1966, fundei a Fabrizio Fasano
Companhia Ltda, com sede no Bráz, e consegui lançar um produto de alta qualidade superior,
envelhecido oito anos, mas precisava descobrir um processo para colocá-lo no mercado com rapidez.
“O nome? O mais óbvio? Envelhecido quantos anos? Oito. Portanto, Old Eight. Claro que teria de ter um nome inglês sonoro, fácil de dizer, de ser lembrado. Veio a etapa seguinte, essencial, a de colocar no
mercado. Tudo pelo método empírico, pelo instinto e pelas dicas de amigos. Eu conhecia quase todo
mundo que trabalhava com a noite e a gastronomia. Contratei vinte vendedores que saíram a campo com
garrafas e copinhos de plástico, visitando as principais boates e bares. Durante dois anos, a operação
funcionou dessa maneira, no corpo a corpo. Vendíamos vinte caixas por dia. Mas havia o resto do Brasil,
eu não podia me limitar a São Paulo.
Logo passei a vender dez vezes mais uísque que a Drury’s e me tornei o maior cliente dela, que cuidava da infraestrutura, comprava as garrafas, imprimia os rótulos. Eu pagava em dia, nunca atrasei.
Amato só aceitou com a condição de que eu vendesse por um preço igual ao que custava o Drury’s, não
por menos. Não só concordei, mas inverti a aceitação, dobrei o meu preço. Se o Drury’s custava 10, eu
vendia por 20. E o que aconteceu? Fui pegando imagem, prestígio.”
Poucos sabem como o Old Eight cresceu e dominou o mercado. Primeiro, o nome era curto, simpático,
e o rótulo, atraente. A qualidade completou. Ninguém acredita quando a história vem à tona. Também
Fabrizio estava naquele corpo a corpo. Seu filho mais velho, Fabrizio Júnior, lembra-se de que “via
muito pouco o pai, sempre viajando, viajando, para todas as partes do país. Dando duro, mas feliz,
hiperativo. Maleta na mão (claro, é uma força de expressão), meu pai enchia o carro de ‘amostras’ e saía
pela noite, a distribuir seu uísque. Que muitos pronunciavam ‘Óld Eight’, abrindo a vogal inicial.
Conversas e mais conversas com cada maître, gerente, garçom, conhecia a maioria. Muitos deles tinham
trabalhado nos Fasanos ao longo dos anos, e tanto meu avô Ruggero quanto meu pai eram muito queridos,
a relação entre patrões e empregados sempre foi especial nas casas. Lembremos que a certa altura, em meados da década de 1960, mais de mil tinham deixado as casas e se espalhado por São Paulo e pelo
Brasil. Era (e é) comum o garçom indicar:
– Olha, saiu um vinho novo, um uísque novo, o senhor quer experimentar?
Cada qual, a sua maneira, se tornou um representante do novo uísque. Estavam sempre empurrando o
Old Eight.”
A partir de 1968, o Old Eight entrou forte no comércio, graças a uma estratégia particular que escoava
as 200 mil caixas produzidas por ano. A campanha de vendas era verdadeira peregrinação. On the road.
Não havia, para Fabrizio, discriminação. Rodava sem parar, do granfino Michel ao Oasis, ao Cave, ao
Som de Cristal, a melhor gafieira da cidade, ao Avenida e ao Maravilhoso, taxi-dancings (casas noturnas
que desapareceram, onde você tirava as mulheres para dançar e recebia um cartão que era picotado de
tempos em tempos; ao final pagava pelos minutos dançados), assim como mais tarde entrava no Djalma,
no Zum Zum e Stardust, frequentados pela sociedade paulistana. Assim como descia a Santos para frequentar os cabarés da região portuária, passava semanas no Rio de Janeiro, frequentando o Golden
Room do Copa, o Bife de Ouro, o Beco das Garrafas, os bares da Lapa e do porto.
Mas penetrava também nos “inferninhos”, palavra que não existe mais, desapareceu no final dos anos
1970. Eram casas noturnas em que havia um grupo de belas jovens sempre à disposição. Você entrava,
sentava, pedia uma bebida e indicava com a cabeça a jovem de preferência, que vinha, bebia e ia fazer
seu programa. A jovem e a cafetina empurravam o uísque “escocês”, o mais caro. Mas a conversa, o
preço, a maneira de Fabrizio convencer levaram muitos a trocar o falso scotch pelo Old Eight,
eliminavam-se os perigos da fiscalização e as multas altas, quando não o fechamento da casa.
Os “inferninhos” eram centenas, do centro à periferia mais remota, e representavam um mercado para o
comércio de bebidas. Alguns eram luxuosos, como o Holliday, que tinha as mulheres mais belas e caras
da cidade. Foi um dos lugares preferidos de Tony Curtis, quando visitou São Paulo, e também de Sammy
Davis Jr. Outros inferninhos famosos foram o Paris Bar, o Galo Vermelho, o Snobar, La Licorne, que
reunia os homens de dinheiro, antecessor do Café Photo.
O nosso vendedor de porta em porta conheceu todos os hotéis cinco estrelas do Brasil, mas hospedou-
se também em pousadas menos categorizadas, desde que ali houvesse um bar frequentado. Visitou
cabarés de beira de estrada escondidos e clandestinos, ainda que recomendados por amigos. Foi da
célebre Casa da Eni, em Bauru, um bordel sofisticado que ocupava uma quadra inteira e era o ponto de
políticos e empresários do Brasil inteiro, até a Casa dos Espelhos da Monica em Porto Alegre, famosa
pelos tetos que refletiam as camas.
Brasília, praticamente recém-nascida, era povoada por milhares de bares e boates repletos de gente com muito dinheiro. Lobistas, empresários, políticos, numa cidade sem divertimentos, faziam o quê?
Bebiam. A capital do Brasil, em seus tempos pioneiros, consumia milhares de caixas do Old Eight.
Reminiscências de um passado em que o romantismo se misturava ao erotismo, a sensualidade, ao
proibido. Tempos de boleros, samba-canções, letras de Lupicínio Rodrigues, Herivelto Martins, Dalva
de Oliveira.
Tranquilamente, Fabrizio entrava, vendia e partia. Divertia-se quando, muitas vezes, chegava à tarde
em uma casa e via o frasco de um uísque vagabundo vindo do Paraguai aberto e um sujeito com uma
seringa, transplantando a bebida para as garrafas escocesas, que seriam vendidas aos incautos à noite.
Começava o boca a boca, por que não um bom uísque legítimo, com um bom custo benefício etc, etc. Às
vezes, custava a tarde toda, mas ganhava-se um cliente. “Para se ter ideia de como era a coisa, muitas
vezes eu chegava em uma boate, e das boas, e via o pessoal enchendo garrafas de água mineral na
torneira da pia. Era um mercado maluco, informal, por um lado, sem fiscalização eficiente, pelo outro;
quem garante que não compravam meu uísque para injetar nas garrafas de scotch. O que vi e soube mais tarde me ajudou.”
“Portanto, não posso garantir que não se tenha bebido Old Eight com o rótulo estrangeiro”, ironiza
Fabrizio. “Durante um bom tempo, minha vida foi aeroporto, hotel, bar, restaurante, boates, cabarés. Um
saltimbanco da bebida. Então, o uísque pegou no tranco e ganhou velocidade, ajudado por campanhas que
cobriam o Brasil. O slogan foi uma das coisas mais felizes e criativas da época. Entre os bebedores e os
vendedores de uísque circulava um chavão, quase um provérbio, naqueles tempos da implantação do Old
Eight:
– Pode tomar esse que não vai dar nada amanhã.
Baseado nisso, cheguei um dia no Enio Mainardi, o publicitário, cuja agência fazia nossa campanha.
Perguntei:
– O que você acha desta frase? O bom uísque se conhece no dia seguinte?
Ele me olhou:
– Pronto! Já temos o slogan, a definição, tudo. O bom uísque se conhece no dia seguinte.
A frase correu o Brasil, dita e repetida, entrou na linguagem coloquial, usava-se para tudo e para todos,
para comida, perfume, mulher, roupa. Eu tinha feito um rabisco do rótulo, a agência terminou, deu o
acabamento, ainda hoje é praticamente o mesmo, simples, direto. Mandei imprimir, entreguei ao Mario
Amato.”
As relações entre Fabrizio e Mario eram as de dois italianos típicos, fortes, cada um na sua, se
pegando. Mario se orgulhava de ser sempre o primeiro a chegar à fábrica. Se Fabrizio chegasse antes,
pronto, criava caso, o outro questionava:
– O que está fazendo aqui? Não tem nada que fazer aqui! A esta hora? Chegou antes do dono...
Fabrizio tinha de fingir humildade.
– Preciso de você, pensei que, chegando antes, não interrompia seu expediente.
– O que você quer? – já mais manso.
– Preciso de mil caixas de Old Eight para depois de amanhã.
– Mil caixas? Não dá. Nem pensar.
Fabrizio ficava por ali, de vez em quando cutucava, como é, Mario, e as mil caixas? O outro ia
amansando, lá pelas dez e meia, ou quase onze, cedia.
– Está bem, te mando mil caixas para depois de amanhã. Mas isso não se faz. Não precisa chegar mais
cedo do que eu... Ligue, nos acertamos.
“O que ele não sabia”, diz Fabrizio, “é que eu tinha encurtado o prazo. Dizia depois de amanhã, mas
tinha cinco dias pela frente. Meu uísque vendia sem parar, expedíamos centenas de caixas para todo o Brasil. Por um bom tempo, só deu Old Eight na noite, eu tinha conseguido ocupar o nicho do uísque de
luxo nacional.”
Poucos anos depois veio outro sucesso, o Bell’s. Os jornais vinham repletos de anúncios de meia
página ou página inteira, nos quais se via uma garrafa deitada e os títulos em letras garrafais (sem
trocadilho, usando apenas uma velha gíria da imprensa):
IMPORTAMOS
O UíSQUE MAIS VENDIDO DA ESCÓCIA.
MAS DEIXAMOS A GARRAFA LÁ.
BELL’S,
O legítimo scotch whisky engarrafado no Brasil.
Em seguida, a empresa de Fabrizio passou a importar uísques como o Buchanan’s, o Black and White e
o JB. “Uísques são sazonais quanto a marca”, diz Fabrizio. “Em determinado período foi o Old Parr
(mais anos 1950), depois o Black and White, famoso como ‘o dos cachorrinhos’, o Ballantine’s, o
Teacher’s, o Chivas Regal, o Cutty Sark, com seu veleiro, o Grant’s. Hoje, reinam os Johnnie Walker Preto, Azul, Verde, Vermelho. No bar, basta pedir Red, que já se sabe. Há também os Glen: Glenlivet,
Glenfiddich, Glendullan, Glen Moray e dezenas de outros. Naqueles anos pioneiros, o Old Eight entrou
com uma força devastadora, trouxe muito dinheiro e mudou minha vida.”
Vittorio, Marieta e família: o início
Fabrizio Fasano
(Fabrizio escreveu seu número de telefone no verso desta foto e o entregou
para Daisy no primeiro encontro)
Os irmãos Fábio e Fabrizio, em 1937
Ruggero Fasano, aos 40 anos, trabalhava
no Mercado Central
Fábio e Fabrizio: elegância juvenil
Ruggero Fasano, na época em que iniciou o Fasano na Vieira de Carvalho
Aos 21 anos, Fabrizio já vivia nos Estados Unidos. Na época, jovens se deixavam fotografar como galãs de cinema.
Daisy, aos 19 anos, com Fabrizio, Ruggero
e Ida, no Jardim de Inverno Mara
(antigo nome do Jardim de Inverno Fasano)
Fabrizio e Daisy, o casal 20 do baile
de formatura, no Hotel Esplanada
Fabrizio na Universidade do Texas,
já apaixonado por carros
Ruggero, Ida e os netos Rogério,
Andrea e Fabrizio Júnior, em 1962
Juscelino Kubistchek e Ruggero,
no Fasano da Paulista
Joaquim da Costa, Ruggero, Freddy,
Ruby e Fabrizio
Donato Sassi e Ruggero
Ruggero e Ida: a elegância altiva
da ex-modelo sempre permaneceu
Daisy Fasano, no casamento, em 1960. Não houve recepção; se convidassem todos, encheria um estádio.
Em pé, o sucesso americano Roy Hamilton, de “Unchained Melody”; à esquerda dele estão Fabrizio e o pai, Ruggero
A Vogue usava a casa dos Fasano para lançar produtos, como o Fiat de luxo. Na foto, Virginia Fontanelli Salles, Daisy e Ida.
Fabrizio na fazenda São Roque, na cidade de Maristela. Ele tentou investir no agronegócio, mas a “queda econômica” frustrou o
sonho.
Daisy nos anos 1970,
na época da dolce vita
Confeitaria Fasano, Barão de Itapetininga
Fasano da Barão
de Itapetininga, ultrachique
Salão de Festas do Fasano da Paulista, para mil pessoas
Jardim de Inverno
na Brigadeiro Tobias
Fasano da praça Antonio Prado
Inauguração do Jardim de Inverno da Paulista
Antigo Jardim de Inverno da Paulista
Terraço na Brigadeiro Tobias
Fasano da Barão de Itapetininga
Fasano da São Gabriel
Fachada do Fasano na avenida Paulista,
o império no seu auge
A logo Fasano, marca de prestígio
Praça Antonio Prado: aqui
o Fasano nasceu, e para cá voltou
As festas colossais da rua Gália: Flávio Cavalcanti, um habitué.
Ao centro: Luiz Paulo Izzo, Nancy Izzo e Paulo Bastos.
À direita, Fabrizio, Carlinhos Lazzaro e Luiz Paulo Izzo
As festas eram insuperáveis,
com mais de mil pessoas
Hebe Camargo e seu marido,
Lélio Ravagnani,
com Carlos Armando Fiorino
Fabrizio e Luis Carta: negócio e prazer
O bom uísque: Fabrizio e Mr. Bell’s
na Escócia
Abelardo Figueiredo,
o homem dos grandes shows da noite, e Salomão Schwartzman,
o homem da informação
Gelsomino e Francesco
Hélène Matarazzo, Sergio Mendes,
Daisy Fasano e Emerson Fittipaldi,
o brasileiro mais veloz do mundo
Álvaro Luiz Assumpção, o Meninão, jornalista mais bem relacionado
de São Paulo
Márcia Kubitschek e Fernando Bujones, o bailarino, na casa da rua Gália. Ambos morreram muito cedo
Ronnie Von com a esposa, Luiz Paulo
e Nancy Izzo
Andrea (Deca), Fabrizio, Sérgio Mendes, Daisy e amigos
Carlinhos Lazzaro,
Emerson Fittipaldi, amigos,
Virginia Fontanelli Salles
e Andrea (Deca)
Fabrizio Fasano, Baby Pignatari
e a esposa. Baby, industrial e milionário, frequentava muito pouco a sociedade,
só ia à casa de quem gostava
Andreia Moroni, das mais belas e elegantes, sempre na listas dos colunistas sociais, era considerada uma das locomotivas da
sociedade
Sentado, o designer e artista plástico revolucionário Wesley Duke Lee,
e Vera Moura Andrade (Veroca)
Carlinhos Stefano, empresário,
com a esposa e Fabrizio
A informação passava por eles: Meninão e Walter Bouzan, repórter da Manchete, marido da colunista Alik Kostakis
Alex Periscinoto, papa da propaganda, e Paulo Bastos
Walter Loschiavo
e Fabrizio Júnior
Carlos Lazzaro, Arnaldo Diniz,
Fabrizio Fasano e Enio Marinardi,
que fez campanhas para o Old Eight
Luxo só: Sérgio Mendes dando
uma canja na rua Gália
Fabrizio Fasano, anos 2000
Presidente da Stock e Fabrizio:
o mundo das bebidas
Andrea, Rogério, Fabrizio Júnior e Fabrizio: uma dinastia
Fabrizio na Enoteca Fasano,
na altura de 2010
Daisy e Fabrizio Júnior, o Fá
Fabrizio e Andrea
Os irmãos: Fabrizio Júnior, Andrea e Rogério
Rogério, Andrea e Fabrizio