Questões sociocientíficas na prática docente: ideologia, autonomia e formação de professores

Referências bibliográficas

 

ABD-EL-KHALICK, F. Socioscientific Issues in Pre-college Science

Classrooms: the Primacy of Learners’ Epistemological Orientations

and Views of Nature of Science In: ZEIDLER, D. (org.). The Role of

Moral Reasoning on Socioscientific Issues and Discourse in Science

Education. The Netherlands: Kluwer Academic Publishers, 2003.

p.41-61.

 

ACEVEDO, J. La formación del profesorado de enseñanza

secundaria y la educación CTS. Una cuestión problemática. Revista

Interuniversitaria de Formación del Profesorado. [S.l.], n. 26, p.131-

44, 1996. Disponível em: <http://www. campus-

oei.org/salactsi/acevedo9.htm>. Acesso em: 15 jun. 2008.

 

ACEVEDO, J. Cambiando la práctica docente en la enseñanza de

las ciencias a través de CTS. Revista Borrador. n. 13, p.26-30, 1996.

Disponível em: <http://www.campusoei.org/salactsi/acevedo2.htm>.

Acesso em: 15 jun. de 2008.

 

__________. Algunas creencias sobre el conocimiento científico de

los profesores de educación secundaria en formación inicial.

Bordón. [S.l.], v.52, n. 1, p.5-16, 2000. Disponível em:

<http://www.oei.es/salactsi/acevedo18.htm>. Acesso em: 15 jun.

2008.

 

__________.; VÁZQUEZ, A.; MANA SSERO, M. Evaluación de

actitudes y creencias CTS: diferencias entre alumnos y profesores.

Revista de Educación. [S.l.], n. 328, p.355-82, 2002. Disponível em:

<http://www.campus-oei. org/salactsi/acevedo14.htm>. Acesso em:

20 jun. 2008.

 

__________. et al. Persistencia de las actitudes y creencias CTS en

la profesión docente. Revista Electrónica de Enseñanza de las

Ciencias. [S.l.], v.1, n. 1, 2002a. Disponível em:

<http://www.saum.uvigo.es/reec/volumenes/volumen1/Numero1/Art1

.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2008.

 

__________. et al. Actitudes y creencias CTS de los alumnos: su

evaluación con el cuestionario COCTS. Revista Iberoamericana en

Ciencia, Tecnología, Sociedad e Innovación. [S.l.], n. 2, 2002b.

Disponível em: <http://www.oei.es/

revistactsi/numero2/varios1.htm>. Acesso em: 25 jun. 2008.

 

__________. et al. Aplicación de una nueva metodología para

evaluar las creencias del profesorado sobre tecnología y su relación

con la ciencia. Educación Química. [S.l.], v.16, n. 3, p.372-82, 2005.

 

ADORNO, T. et al. La disputa del positivismo en la sociología

Alemana. Barcelona: Grijalbo, 1972a. 326p.

 

__________. Introducción. In: . et al. La disputa del positivismo en la

sociología Alemana. Barcelona: Grijalbo, 1972b. 326p.

 

__________. Sociología e investigación empírica. In: . et al. La

disputa del positivismo en la sociología Alemana. Barcelona:

Grijalbo, 1972c. 326p.

 

__________. Sobre la lógica de las ciencias sociales. In: . et al. La

disputa del positivismo en la sociología Alemana. Barcelona:

Grijalbo, 1972d. 326p.

 

__________. ; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. Rio

de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1985. 254p.

 

__________. Teoria da semicultura. Educação e Sociedade. [S.l.], n.

56, ano XVII, p.388-411, 1996.

 

AIKENHEAD , G. What is STS Teaching? In: SOLOMON , J.; AIKEN

HEAD , G. (orgs.). STS Education: International Perspectives on

Reform. New York: Teachers College Press, 1994. p.47-59. __________. Whose Scientific Knowledge? The Colonizer and the

Colonized. In: ROTH, M e DÉ SAUTE LS, J. Science Education

as/for Sociopolitical Action. New York: Peter Lang Publishing, 2002a.

p.151-66.

 

__________. The Educo-politics of Curriculum Development.

Canadian Journal of Science, Mathematics and Technology

Education, [S.l.], v.2, n. 1, p.49-57, 2002b.

 

__________. Educación ciencia-tecnología-sociedad (CTS): una

buena idea como quiera que se le llame. Educación Química. [S.l.],

v.16, n. 2, p.114-24, 2005a.

 

__________. Research Into STS Science Education. Educación

Química. [S.l.], v.16, n. 3, p.384-97, 2005b.

 

__________. ; FLEMIN G, R. Science: A way of knowing. Canadá:

Curriculum Studies, University of Saskatchewan, 1975.

 

ALMEIDA , M. Entrevista e representação na memória do ensino de

Ciências: uma relação com a concepção de linguagem. In: NARDI ,

R. (org.). A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns

recortes. São Paulo: Escrituras Editora, 2007. p.117-30.

 

AMERICAN CHEMICAL SOCIETY. Chemistry in to Community,

2.ed. Dubuque: Kendall- Hunt, 1993.

 

AMORIN, A. Discutindo um novo contexto para o ensino de ciências

– as relações entre ciência/tecnologia/sociedade. Educação e

Ensino. [S.l.], v.1, n. 2, p.81-98, 1996.

 

APPLE, M. Educação e poder. Porto Alegre: Artmed, 1989.

 

__________. Conhecimento oficial: a educação democrática numa

era conservadora. 2.ed. Tradução Maria Isabel Edelweiss Bujes.

Petrópolis: Vozes, 1999a. 267p.

__________. Poder, significado e identidade: ensaios de estudos

educacionais críticos. Tradução Ana Paula Barros e Cecília Mendes.

Lisboa: Porto Editora, 1999b. 271p.

 

__________. Repensando ideologia e currículo. In: MOREIRA, A.;

SILVA, T. Currículo, cultura e sociedade. 7.ed. São Paulo: Cortez,

2002a. p.39-57.

 

__________. A política do conhecimento oficial: faz sentido a ideia

de um currículo nacional? In: MOREIRA, A.; SILVA, T. Currículo,

cultura e sociedade. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2002b. p.59-91.

 

__________. Educar “como Dios manda”. Mercados, niveles,

religión y desigualdad. Tradução Genís Sánchez Barberán.

Barcelona: Paidós, 2002c. 303p.

 

__________. Ideologia e currículo. 3.ed. Tradução Vinicius Figueira.

Porto Alegre: Artmed, 2006. 288p.

 

ARAGÃO, L. Razão comunicativa e teria social crítica em Jürgen

Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1992. 146p.

 

AULER, D.; BAZO, W. Reflexões para a implementação do

movimento CTS no contexto educacional Brasileiro. Ciência &

Educação. [S.l.], v.7, n. 1, p.1-3, 2001.

 

__________.; DELIZOICOV, D. Alfabetização científico-tecnológica

para quê? Ensaio. [S.l.], v.3, n. 1, p.105-15, 2001.

 

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 3.ed. Tradução Maria

Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 421p.

 

BAKHTIN , M.; VOLOCHINO V. Marxismo e filosofia da linguagem.

4.ed. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi. São Paulo: Hucitec,

1988. 196p.

 

BARET, S.; PEDRETI, E. Contrasting Orientations: STSE for Social

Reconstruction or Social Reproduction? School Science and Mathematics. [S.l.], v.106, p.237-47, 2005.

 

BAUER, M.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem

e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

 

BEAUCHAMP, T.; CHILDRESS, J. Princípios de ética biomédica.

Tradução Luciana Pudenzi. São Paulo: Loyola, 2002.

 

BERKOWITZ, M.; SIMMONS, P. Integrating Science Education and

Character Education: the Role of Peer Discussion. In: ZEIDLER, D.

(org.). The Role of Moral Reasoning on Socioscientific Issues and

Discourse in Science Education. The Netherlands: Kluwer Academic

Publishers, 2003. p.117-38.

 

BERNARDO , J.; VIANA , D.; FONTOURA, H. Produção e consumo

da energia elétrica: a construção de uma proposta baseada no

enfoque ciência-tecnologia-sociedade-ambiente (CTSA). Ciência &

Ensino. [S.l.], v.1, n. especial, [s.d.]. Disponível em:

<http://www.ige.unicamp.br/ojs/index. php/cienciaeensino/index>.

Acesso em: jan. 2008.

 

BLIKSTEIN, I. Intertextualidade e polifonia: o discurso do plano

“Brasil novo”. In: BAROS, D.; FIORIN, J. (orgs.). Dialogismo,

polifonia, intertextualidade. 2.ed. São Paulo: Editora da Universidade

de São Paulo, 1999. p.45-8.

 

BODNER, G.; MCISAAC, D. A Critical Examination of Relevance in

Science Education Research. In: ASSOCIATION RESEARCH IN

SCIENCE TEACHING. The Annual Meeting of the National, San

Francisco. 1995.

 

BOLÍVAR, A. El conocimiento de la enseñanza: explicar,

comprender y transformar. Mimesis. [S.l.], v.25, n. 2, p.17-42, 2004.

 

BRAIT, B. As vozes bakhtinianas e o diálogo inconcluso. In: BAROS,

D.; FIORIN, J. (orgs.). Dialogismo, polifonia, intertextualidade. 2.ed.

São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999. p.11-27. BRISCOE, C. The Dynamic Interactions Among Belief, Role

Metaphors and Teaching Practices. A Case Study of Teacher

Change. Science Education. [S.l.], v.14, n. 3, p.349-61, 1991.

 

BUSTAMANTE, G. Estándares curriculares y autonomía. Revista

Colombiana de Educación. [S.l.], n. 44, p.64-80, 2003.

 

BYBE, R. Science Education and the Science-technology-society (S-

T-S) Theme. Science Education. [S.l.], v.71, n. 5, p.667-83, 1987.

 

CACHAPUZ, A. et al. (orgs.). A necessária renovação do ensino de

ciências. São Paulo: Cortez, 2005. 263p.

 

CACHAPUZ, A. et al. Estado da arte da pesquisa em educação em

Ciências: linhas de pesquisa e o caso “Ciência-Tecnologia-

Sociedade”. Alexandria, Revista de Educação em Ciência e

Tecnologia. [S.l.], v.1, n. 1, p.27-49, 2008.

 

CAMARGO, S. Discursos presentes em um processo de

reestruturação curricular de um curso de licenciatura em física: o

legal, o real e o possível. Bauru, 2007. Tese (Doutorado) Faculdade

de Ciências da Universidade Estadual Paulista. Disponível em:

<http://www2.fc.unesp.br/BibliotecaVirtualPDF/TES_DOUT/TES_DO

UT20070810_CAMARGO%20SERGIO. pdf>. Acesso em: 27 jun.

2009.

 

__________. ; NARDI , R. Estudando o processo de reestruturação

curricular de um curso de licenciatura em Física. In: BASTOS, F.;

NARDI , R. Formação de professores e práticas pedagógicas no

ensino de ciências: contribuições da pesquisa na área. São Paulo:

Escrituras, 2008. p.53-80.

 

CAMPOS, A. Pensamiento crítico: técnicas para su desarrollo.

Bogotá: Cooperativa Editorial Magisterio, 2007.

 

CAPECCHI, M.; CARVALHO, A.; SILVA, D. Argumentação dos

alunos e discurso do profesor em uma sala de física. Ensaio. [S.l],

v.2, n. 2, p.189-208, 2000.

CARDONA , M. Introducción a los métodos de investigación en

educación. Madrid: EOS, 2002. 223p.

 

CARMO, A.; CARVALHO, A. Construindo a linguagem gráfica em

uma aula experimental de física. Revista Ciência & Educação. [S.l.],

v.15, n. 1, p.61-84, 2009.

 

CARR, W. Una teoría para la educación: hacia una investigación

educativa crítica. Tradução Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1996.

173p.

 

__________. Calidad de la enseñanza e investigación-acción. 2.ed.

Tradução Angel Martínez Geldboff. Sevilla: Díada, 1997. 177p.

 

__________.; KEMMIS, S. Teoría crítica de la enseñanza: la

investigación-acción en la formación del profesorado. Tradução J. A.

Bravo. Barcelona: Martínez Roca, 1988. 244p.

 

CARSON, R. Primavera silenciosa. 2.ed. São Paulo:

Melhoramentos, 1969. 305p.

 

CARVALHO, A. M. Enseñar física y fomentar una enculturación

científica. Alambique. [S.l.], n.51, p.66-75, 2007a.

 

__________. Habilidades de los profesores para fomentar la

enculturación científica. Tecné, Episteme e Didaxis. [S.l.], n. extra,

p.9-22, 2007b.

 

__________. Uma metodologia de pesquisa para estudar os

processos de ensino e aprendizagem em salas de aula. In:

SANTOS, F.; GRECA. I. A pesquisa em ensino de ciências no Brasil

e suas metodologias. Ijuí: Unijuí, 2006. p.13-48.

 

CARVALHO, W. Cultura científica e cultura humanística: espaços,

necessidades e expressões. Ilha Solteira, 2005. Tese (Livre-

Docência), Universidade Estadual Paulista.

CASTELLS, M. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra,

1999.

 

CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a

educação. 4.ed. Ijuí: Unijuí, 2006. 438p.

 

COBERN, W.; AIKENHEAD, G. Cultural Aspects of Learning

Science. In: FRASER, B.; TOBIN, K. (orgs.). International Handbook

of Science Education. Great Britain: Kluwer Academic Publisher,

1998. p. 39-52.

 

COLÔMBIA. Constituição (1991). Constitución Política de Colombia.

Disponível em: <http://www.cna.gov.co/cont/legislacion/index.htm>.

Acesso em: 8 maio 2007.

 

__________. Lei 115 de 8 de fevereiro 1994 dispõe a lei geral de

educação. Ley 115. 1994 Diário Oficial n, 41.214 Disponível em:

<http://www.cna.gov.co/cont/ legislacion/index.htm>. Acesso em: 3

fev. 2007.

 

__________. Estándares básicos de competencias en Ciencias

Naturales y Ciencias Sociales: formar en ciencias el desafío. Serie

Guias n.7. Bogotá: Ministerio de Educación, 2004.

 

CONTRERAS, J. A autonomia de professores. Tradução Sandra

Tabucco Valenzuela. São Paulo: Cortez, 2002. 296p.

 

CORTE LA. B.; NARDI , R. Formadores de professores de física:

uma análise de seus discursos e como podem influenciar na

implantação de novos currículos. Tecne, Episteme y Didaxis. [S.l.],

v.16, n. 1, 2004, p.1-15.

 

CORTI , A.; FREITA S, M.; SPOSITO, M. O encontro das culturas

juvenis com a escola. São Paulo: Ação Educativa, 2001.

 

__________. ; SOUZA, R. Diálogos com o mundo juvenil: subsídios

para educadores. São Paulo: Ação Educativa, 2005.

CROSS, R.; PRICE, R. Science Teachers’ Social Conscience and

the Role of Controversial Issues in the Teaching of Science. Journal

of research in science teaching. [S.l.], v.33, n. 3, p.319-33, 1996.

 

DELIZOICOV, D. La educación en Ciencias y la perspectiva de

Paulo Freire. Alexandria Revista de Educação em Ciência e

Tecnologia. [S.l.], v.1, n. 2, p.37-62, 2008.

 

DEL RINCON, D. et al. Técnicas de investigación en Ciencias

Sociales. Madrid: Dykinson, 1995. 427p.

 

DENZIN, N.; LINCOLN, Y. Introdução: a disciplina e a prática da

pesquisa qualitativa. In: DENZIN, N.; LINCOLN, Y. (orgs.). O

planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. 2.ed.

Tradução Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.

432 p.

 

EDWARDS, M. et al. La atención a la situación del mundo en la

educación científica. Enseñanza de las ciencias. [S.l.], v.22, n. 1,

p.47-64, 2004.

 

EIJKELHOF, H.; KORT LAND, K. Broadening the Aims of Physics

Education. In: FENSHAM, P. (org.). Development and Dilemmas in

Science Education. London: Falmer Press, 1988. p.282-305.

 

ELLIOT, J. La investigación-acción en educación. 3.ed. Tradução

Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1997. 334p.

 

ENNI S, R. A Taxonomy of Critical Thinking Dispositions and

Abilities. In: BARON, J.; STERNBERG, R. (orgs.). Teaching Thinking

Skills. New York: Freeman and Company, 1987. p.9-26.

 

FAIRCLOUGH, N. Critical Discourse Analysis: Papers in the Critical

Study of Language. London; New York: Longman, 1995.

 

__________. Discurso e mudança social. Coordenadora da

tradução Izabel Magalhães. Brasília: Editora Universidade de

Brasília, 2001a. 316p.

__________. Language and Power. 2.ed. Harlow: Pearson

Education Limited, 2001b. 226p.

 

__________. Analyzing Discourse: Textual Analysis for Social

Research. London; New York: Routledge, 2003a. 270p.

 

__________. El análisis crítico del discurso como método para la

investigación en ciencias sociales. In: WODA K, R.; MEYER, M.

Métodos de análisis crítico del discurso. Tradução Tomás Fernández

e Beatriz Eguibar. Barcelona: Gedisa, 2003b, p.179-203.

 

__________.; WODA K, R. Critical Discourse Analysis. In: VAN

DIJK, T. (org.). Discourse Studies: a Multidisciplinary Introduction.

v.2. Londres: Sage, 1997. p.258-84.

 

FERNÁNDEZ, I. et al. Visiones deformadas de la ciencia

transmitidas por la enseñanza. Enseñanza de las Ciencias. [S.l.],

v.20, n. 3, p.477-88, 2002.

 

FLECK, L. La génesis y el desarrollo de un hecho científico.

Tradução Luis Meana. Madrid: Alianza, 1986.

 

FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. Tradução Luiz Felipe Baeta

Neves. 3.ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1987. 239p.

 

__________. A ordem do discurso. Tradução L. Sampaio. São

Paulo: Loyola, 1996.

 

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática

educativa. 22.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 146p.

 

__________. Educação como prática da liberdade. 27.ed. Rio de

Janeiro: Paz e Terra, 2003. 158p.

 

__________. Pedagogia do oprimido. 46.ed. Rio de Janeiro: Paz e

Terra, 2007. 213p.

 

FREITA G, B. A teoria crítica, ontem e hoje. São Paulo: Brasiliense,

1986.

FURNA HAM, A. Lay Understanding of Science. Studies in Science

Education. [S.l.], n. 20, p.29-64, 1992.

 

GALLEGO, R.; PÉREZ, R.; TORES, L. Formación inicial de

profesores de Ciencias en Colombia: un estudio a partir de

programas acreditados. Ciência & Educação. [S.l.], v.10, n. 2, p.219-

34, 2004.

 

GALLEGO, R. et al. La formación inicial de profesores de Ciencias

en Colombia: construcción de fundamentos. Bogotá: Universidad

Pedagógica Nacional, 2004.

 

GAMBOA , S. A dialética na pesquisa em educação: elementos de

contexto. In: FAZENDA , I. (org.). Metodologia da pesquisa

educacional. São Paulo: Cortez, 1997. p.91-116.

 

GARCÍA-DÍAZ, J. Hacia una teoría alternativa sobre los contenidos

escolares. Sevilla: Diada Editora, 1998.

 

GARITZ, A. Ciencia-tecnología-sociedad: a diez años de iniciada la

corriente, 1994. Disponível em: sala de lecturas CTS+I

<www.campus.oei.org>. Acesso em: 17 ago. 2008.

 

GARITZ, A.; TRINIDAD , R. El Conocimiento Pedagógico del

Contenido. Educación Química. [S.l.], v.15, n. 2, p.1-6, 2004.

 

GAUCHE, R. et al. Melhorando a própria atividade docente por meio

da pesquisa: o mestrado profissionalizante e os impactos em

contexto escolar. In: ZANON , L.; MALDNER, O. (orgs.).

Fundamentos e propostas de ensino de química para a educação

básica no Brasil. Ijuí: Unijuí, 2007, p.211-17.

 

GIL-PÉREZ, D. et al. Por uma imagem não deformada do trabalho

científico. Ciência & Educação. [S.l.], v.7, n. 2, 2001, p.125-53.

 

GIMENO, J.; GÓMEZ, A. Compreender e transformar o ensino.

Tradução Ernani F. da Fonseca Rosa. 4.ed. Porto Alegre: Armet,

1998. 396p.

GIMENO, J. O currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise

prática? In: GIMENO, J.; GÓMEZ, A. Compreender e transformar o

ensino. Tradução Ernani F. da Fonseca Rosa. 4.ed. Porto Alegre:

Armet, 1998. p.119-48.

 

GIROUX, H. Os professores como intelectuais: rumo a uma

pedagogia crítica da aprendizagem. Tradução Daniel Bueno. Porto

Alegre: Artmed, 1997. 270 p.

 

__________. Cruzando as fronteiras do discurso educacional: novas

políticas em educação. Tradução Magda França Lopes. Porto

Alegre: Artmed, 1999.

 

__________. Pedagogía y política de la esperanza: teoría cultura y

enseñanza: una antología crítica. Buenos Aires: Amorrortu, 2003a.

382p.

 

__________. La Escuela y la lucha por la ciudadanía: pedagogía

crítica de la época moderna. 3.ed. México, D. F.: Siglo XXI, 2003b.

333p.

 

__________. Atos impuros: a prática política dos estudos culturais.

Tradução Ronaldo Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2003c.

178p.

 

__________. Estudios culturales, pedagogía crítica y democracia

radical. Madrid: Popular, 2005. 218p.

 

__________. ; MCLAREN, P. A educação de professores e a política

de reforma democrática In: . Os professores como intelectuais: rumo

a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Tradução Daniel Bueno.

Porto Alegre: Artmed, 1997. 270 p.

 

__________. ; PENA , A. Educação social em sala de aula: a

dinâmica do currículo oculto. In: . Os professores como intelectuais:

rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Trad. Daniel

Bueno. Porto Alegre: Artmed, 1997. p.56-77.

__________. ; SIMON, R. Estudo curricular e política cultural. In: .

Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da

aprendizagem. Tradução Daniel Bueno. Porto Alegre: Artmed, 1997.

p.165-78.

 

GONZÁLEZ, M.; LÓPEZ, J.; LUJÁN, J. Ciencia, tecnología y

sociedad: una introducción al estudio social de la ciencia y la

tecnología. Madrid: Tecnos, 1996. 324p.

 

GRAMSCI, A. Gli intellettuali e l’organizzazione della cultura. Roma:

Riunit, 1971. 259p.

 

GUERA, T.; VEIGA, F. Autonomia profissional dos professores.

Revista da Universidade dos Açores: Arquipélago – Ciências da

Educação. [S.l.], n. 8, p.39-58, 2007.

 

GUESS-NEWSOME, J.; LEDERMAN, N. Biology Teachers’

Perceptions of Subject Matter Structure and its Relationship to

Classroom Practice. Journal of Research in Science Teaching. [S.l.],

n. 32, p.301-25, 1995.

 

HABERMAS, J. Teoría analítica de la ciencia y dialéctica. In:

ADORNO, T. et al. La disputa del positivismo en la sociología

Alemana. Tradução Jacobo Muñoz. Barcelona: Grijalbo, 1972a.

 

__________. Contra un racionalismo menguado de modo positivista.

In: ADORNO, T. et al. La disputa del positivismo en la sociología

Alemana. Tradução Jacobo Muñoz. Barcelona: Grijalbo, 1972b.

 

__________. Conhecimento e interesse. Tradução José N. Heck.

Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. 367p.

 

__________. Teoría de la acción comunicativa II: racionalidad de la

acción y racionalización social. Tradução Manuel Jiménez Redondo.

Madrid: Taurus, 1992. 618p.

 

__________. Teoría de la acción comunicativa I: racionalidad de la

acción y racionalización social. Tradução Manuel Jiménez Redondo. Madrid: Taurus, 1999. 517p.

 

__________. Técnica e ciência como “ideologia”. Tradução Artur

Morão. Lisboa: Edições 70, 2006. 149p.

 

HALPERN, D. Teaching Critical Thinking for Transfer Across

Domains. American Psychologist. [S.l.], v.53, n. 4, p.449-55, 1998.

 

HALPERN, D. Critical Thinking Assessment Using Everyday

Situations: Background and Scoring Standards (2nd Report).

Unpublished manuscript. Claremont, CA: Claremont McKenna

College, 2006.

 

HANRAHAN, M. Highlighting Hybridity: A Critical Discourse Analysis

of Teacher Talk in Science Classrooms. Science Education. [S.l.],

v.90, n. 1, p.8-43, 2006.

 

HODSON, D. Seeking Directions for Change: The Personalisation

and Politicisation of Science Education. Curriculum Studies. [S.l.], n.

2, p.71-98, 1994.

 

__________. Time for Action: Science Education for an Alternative

Future. International Journal of Science Education. [S.l.], v.25, n. 6,

p.645-70, 2003.

 

HURD, P. Science, Technology and Society: New Goals for

Interdisciplinary Science Teaching. The Science Teacher. [S.l.], v.42,

n. 2, p.27-30, 1975.

 

IBARA, A.; LÓPEZ, J. (orgs.). Desafíos y tensiones actuales en

ciencia, tecnología y sociedad. Madrid: Biblioteca Nueva-OEI, 2001.

314p.

 

KEMMIS, S. El currículum: más allá de la teoría de la reproducción.

2.ed. Tradução Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1993. 175p.

 

KINCHELOE, J. Critical Research in Science Education. In:

FRASER, B.; TOBIN, K. (orgs.). International Handbook of Science Education. London: Kluwer Academic Publishers, 1998. p.1191-205.

 

KING, J. Critical and Qualitative Research in the Teacher Education:

a Blues Epistemology for Cultural Well-being and a Reason for

Knowing. In: MCLMTYRE, D.; COCHRAN-SMITH, M.; FEIMAN-

NEMSER, S. (eds.). Handbook of research on teacher education:

enduring questions in changing contexts. New York: Third Edition,

2008.

 

KORTLAND, K. An STS Case Study About Students’ Decision

Making on the Waste Issue. Science Education. [S.l.], v.80, n. 6,

p.673-89, 1996.

 

KRAMER, S. Linguagem, cultura e alteridade: para ser possível a

educação depois de Auschwitz, é preciso educar contra a barbárie.

Enrahonar. [S.l.], n. 31, p.149-59, 2000.

 

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. 6.ed. São Paulo:

Perspectiva, 2001. 257p.

 

__________. O caminho desde a estrutura: ensaios filosóficos 1970-

1993. Tradução de Cesar Mortari. São Paulo: Editora Unesp, 2006.

402p.

 

LEAL, M. Consciência linguística crítica e mudança nas

características da identidade docente. In: MAGALHÃES, I.; LEAL, M.

Discurso, gênero e educação. Brasília: Plano Editora; Oficina

editorial do Instituto de Letras da UnB, 2003. p.139-58.

 

__________.; ROCHA, M. Ensino de Química, cultura escolar e

cultura juvenil: possibilidades e tensões. In: PETRUCCI, M.; ROSSI,

A. Educação química no Brasil: memórias, políticas e tendências.

Campinas: Átomo, 2008. p.183-215.

 

LEMKE, J. Aprender a hablar ciencia: lenguaje, aprendizaje y

valores. Tradução vários autores. Barcelona: Paidós, 1997. 273p. __________. Analysing Verbal Data: Principles, Methods and

Problems. In: FRASER, B.; TOBIN, K. (orgs.). International

Handbook of Science Education. London: Kluwer Academic

Publishers, 1998. p.1175-189.

 

LINCOLN, Y.; GUBA, E. Controvérsias paradigmáticas, contradições

e confluências emergentes. In: DENZIN, N.; LINCOLN, Y. (orgs.). O

planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. 2.ed.

Tradução Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artes médicas, 2006.

p.169-92.

 

LOPES, A. Currículo e epistemologia. Ijuí: Editora Unijuí, 2007.

 

LÓPEZ, J. Ciencia, tecnología y sociedad: el estado de la cuestión

en Europa y Estados Unidos. Revista Iberoamericana en Educación.

[S.l.], n. 18, p.41- 68, 1998.

 

LÓPEZ, J., GONZÁLEZ, M.; LUJÁN, J. Las raíces de la

controversia. In: __________. Políticas del bosque. Madrid:

Cambridge University Press, 2002. p.97-117.

 

MAAR, W. Educação crítica, formação cultural e emancipação

política na Escola de Frankfurt. In: PUCCI, B. (org.). Teoria crítica e

educação. 2.ed. Petrópolis: Vozes; São Carlos: Edufiscar, 1997.

 

MADOCK, M. Science Education: An Anthropological View Point.

Studies in Science Education. [S.l.], n. 8, p.1-26, 1981.

 

__________. Research Into Attitudes and the Science Curriculum in

Papua New Guinea. Journal of Science and Mathematics Education

in Southeast Asia. [S.l.], v.6, n. 1, p.23-35, 1983.

 

MAGALHÃES, I. Por uma abordagem crítica e explanatória do

discurso. D. E. L. T. A. [S.l.], v.2, n. 2, p.181-205, 1986.

 

__________. Eu e tu: a constituição do sujeito no discurso médico.

Brasília: Thesaurus, 2000. 184p.

__________. Discurso, ética e identidade de gênero. In: . ; LEAL M.

Discurso, gênero e educação. Brasília: Plano Editora; Oficina

editorial do Instituto de Letras da UnB, 2003, p.71-96.

 

__________. Introdução: a Análise de Discurso Crítica. In: D. E. L.

T. A. [S.l.], v.21, n. especial, p.1-11, 2005.

 

MAINGUENEAU, D. Novas tendências em análise do discurso. 3.ed.

Tradução Freda Indursky. Campinas: Pontes; Unicamp, 1997.

 

MAIZTEGUI, A. et al. Papel de la tecnología en la educación

científica: una dimensión olvidada. Revista Iberoamericana de

Educación. [S.l.], n. 28, p.129-55, 2002.

 

MALDANER , O. A formação inicial e continuada de professores de

química: professores pesquisadores. Ijuí: Unijuí, 2000.

 

__________. Situações de estudo no ensino médio: nova

compreensão de educação básica. In: NARDI , R. (org.). A pesquisa

em ensaio de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo:

Escrituras, 2007. p.239-53.

 

__________. ; ZANON, L.; AUTH, M. Pesquisa sobre ensino de

ciências e formação de professores. In: SANTOS, M.; GRECA, M.

(orgs.). A pesquisa em ensino de ciências no Brasil e suas

metodologias. Ijuí: Unijuí, 2006. p.49-88.

 

MANA SSERO, M.; VÁZQUEZ, A. Creencias del profesorado sobre

la naturaleza de la ciencia. Revista Interuniversitaria de Formación

del Profesorado. [S.l.], n. 37, p.187-208, 2000.

 

MARCELO, C. Formação de professores: para uma mudança

educativa. Tradução Isabel Narciso. Portugal: Porto, 1999. 272p.

 

MARTÍNEZ , L. A abordagem de questões sociocientíficas na

formação continuada de professores de ciências: contribuições e

dificuldades. Bauru, 2010. Tese (Doutorado) Faculdade de Ciências

da Universidade Estadual Paulista.

__________. Enseñanza constructivista sobre conceptos de cinética

en la formación inicial de profesores de química. Educación

Química. [S.l.], v. 20, n.3, p.383-92, 2009.

 

__________.; LOBOA , D. Componentes y características de una

propuesta pedagógica y didáctica para la enseñanza de las ciencias

naturales desde la pedagogía crítica. Trabajo de grado. Universidad

Pedagógica Nacional. 2002.

 

__________.; ROJAS, A. Estrategia didáctica con enfoque ciencia,

tecnología sociedad y ambiente, para la enseñanza de tópicos de

bioquímica. Tecné, Episteme y Didaxis. [S.l.], n. 19, p.44-62, 2006.

 

__________.; PEÑA, D.; VILLAMIL, Y. Relaciones Ciencia,

Tecnología, Sociedad y Ambiente, a partir de casos simulados: una

experiencia en la Enseñanza de la Química. Ciência & Ensino. [S.l.],

v.1, n. especial, 2007. Disponível em:

<http://www.ige.unicamp.br/ojs/index.php/cienciaeensino/index>.

Acesso em: 15 jan. 2008.

 

__________.; CATT UZZO, F.; CARVALHO, W. O papel da

discussão entre pares no ensino de ciências com foco na educação

para a cidadania: o uso do álcool como fonte de energia. 2008. In:

XIV ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE QUÍMICA. Curitiba.

Atas... Disponível em:

<http://www.quimica.ufpr.br/eduquim/eneq2008/>. Acesso em: 15

jan. 2009.

 

MARTIN S, I. Dados como diálogo: construindo dados a partir de

registros de observação de interações discursivas em salas de aula

de ciências. In: SANTOS, F.; GRECA, I. (orgs.) A pesquisa em

ensino de ciências no Brasil e suas metodologias. Ijuí: Unijuí, 2006.

p.297-321.

 

MARTIN S, I. Quando o objeto de investigação é o texto: uma

discussão sobre as contribuições da Análise Crítica do Discurso e

da Análise Multimodal como referenciais para a pesquisa sobre

livros didáticos de ciências. In: NARDI , R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras,

2007. p. 95-16.

 

MARTIN S, I.; VILANOVA, R. Discursos sobre saúde na educação

de jovens e adultos: uma análise crítica da produção de materiais

educativos de ciências. Revista Eletrônica de Ensino de Ciências.

[S.l.], v.7, n. 3. p.506-23, 2008.

 

MELLADO. V.; GONZÁLEZ, B. La formación inicial del profesorado

de Ciencias. In: PERALES, F.; CAÑAL, P. Didáctica de las Ciencias

Experimentales: tema y práctica de la Enseñanza de las Ciencias.

Alcoi: Marfil, 2000. p.507-33.

 

MEMBIELA, P. Ciencia-tecnología-sociedad en la enseñanza-

aprendizaje de las Ciencias Experimentales. Alambique. [S.l.], n. 3,

monográfico CTS, p.7- 11, 1995.

 

__________. Una revisión del movimiento educativo ciencia-

tecnología-sociedad. Enseñanza de las Ciencias. [S.l.], v.15, n. 1,

p.51-7, 1997.

 

__________. Reflexión desde la experiencia sobre la puesta en

práctica de la orientación CTS en la enseñanza científica. Educación

Química. [S.l.], v.16, n. 3, p.404-9, 2005.

 

MION, R.; ALVES, J.; CARVALHO, W. Implicações da relação entre

Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente: subsídios para a

formação de professores de física. Experiências em Ensino de

Ciências. [S.l.], v.4, n. 2, p.47-59, 2009.

 

MONTEIRO, M. Um estudo da autonomia docente no contexto do

ensino de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental. Bauru,

2006. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência). Universidade

Estadual Paulista, Faculdade de Ciências.

 

MOREIRA, A.; SILVA, T. (orgs.). Currículo, cultura e sociedade. 7.ed.

Tradução de Maria Aparecida Baptista. São Paulo: Cortez, 2002.

154p.

MORTI MER, E.; SCOT, P. Atividade discursiva nas salas de aula de

ciências: uma ferramenta sociocultural para analisar e planejar o

ensino. Investigações em Ensino de Ciências. [S.l.], v.7, n. 3, p.283-

306, 2002.

 

__________. et al. Uma metodologia para caracterizar os gêneros

de discurso como tipos de estratégias enunciativas nas aulas de

ciências. In: NARDI , R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no

Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras, 2007. p. 53-94.

 

NEWTON, P.; DRIVER, R.; OSBORNE, J. The Place of

Argumentation in the Pedagogy of School Science. International

Journal Education. [S.l.], v.21, n. 5, p.553-76, 1999.

 

NIAZ , M. Progressive Transitions in Chemistry Teachers’

Understanding of Nature of Science Based on Historical

Controversies. Science & Education. [S.l.], n. 18, p.43-65, 2009.

 

OBACH, D. El proyecto SATI S. Alambique Didáctica de las Ciencias

Experimentales. [S.l.], n. 3, ano II, 1995, p.39-44.

 

O’LOUGHLIN, M. Rethinking Science Education: Beyond Piagetian

Constructivism Toward a Sociocultural Model of Teaching and

Learning, Journal of Research in Science Teaching. [S.l.], n. 29,

p.791-820, 1992.

 

OLIVEIRA, M. Alteridade e construção de identidades pedagógicas:

(re)visitando teorias dialógicas. In: MAGALHÃES, I; GRIGOLETO,

M; CORACINI, M. Práticas identitárias: língua e discurso. São

Carlos: Claraluz, 2006. p.27-44.

 

OLSON, D. El mundo sobre el papel. Barcelona: Gedisa, 1999.

 

ORQUIZA, L.; CARVALHO, W. Interação universidade-escola e as

invasões do sistema no mundo da vida. In: 29a REUNIÃO ANUAL

DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E

PESQUISA EM EDUCAÇÃO. Anais... Rio de Janeiro: ANPEd, 2006.

Disponível em: <http://www.anped.org.br/

reunioes/29ra/trabalhos/trabalho/gt08-2614--int.pdf>. Acesso em: 12

set. 2007.

 

OSORIO, C. La educación científica y tecnológica desde el enfoque

en ciencia, tecnología y sociedad. Revista Iberoamericana de

Educación. [S.l.], n. 28, p.61-81, 2002.

 

PAREJO, C. El proyecto Ciencia a través de Europa. Alambique

Didáctica de las Ciencias Experimentales. [S.l.], n. 3, monográfico,

p.45-52, 1995.

 

PARGA, D. Diez años de investigación didáctica en el departamento

de Química. Tecné, Episteme y Didaxis. [S.l.], n. 22, p.171-83, 2007.

 

PEDRETI, E. Teaching Science, Technology, Society and

Environment (STSE) Education: Preservice Teachers’ Philosophical

and Pedagogical Landscapes. In: ZEIDLER, D. (org). The Role of

Moral Reasoning on Socioscientific Issues and Discourse in Science

Education. The Netherlands: Kluwer Academic Publishers, 2003.

p.219-39.

 

__________.; HODSON, D. From Rhetoric to Action: Implementing

STSE Education Through Action Research. Journal of Research in

Science Teaching. [S.l.], v.32, n. 5, p.463-86, 1995.

 

__________. Septic Tank Crisis: A Case Study of Science,

Technology and Society Education in an Elementary School.

International Journal of Science Education. [S.l], v.19, n. 10, p.1211-

30, 1997.

 

__________.; SMITH, J.; WOODROW, J. Technology, Text and Talk:

Students’ Perspectives on Teaching and Learning in a Technology-

Enhanced Secondary Science Classroom. Science Education. [S.l.],

n. 82, p.569-89, 1998.

 

__________. et al. Promoting Issues-based STSE: Perspectives in

Science Teacher Education: Problems of Identity and Ideology.

Science & Education. [S.l.], v.17, n. 8-9, p.941-60, 2008. PÉREZ-GÓMEZ, A. A função e formação do professor/a no ensino

para a compreensão. In: GIMENO, J.; GÓMEZ, A. Compreender e

transformar o ensino. Tradução Ernani F. da Fonseca Rosa. 4.ed.

Porto Alegre: Armet, 1998. p.353-75.

 

PORLÁN, R. Construtivismo y escuela: hacia un modelo de

enseñanza-aprendizaje basado en la investigación. 4.ed. Sevilla:

Díada, 1997. 194p.

 

__________. ; RIVERO, A. El conocimiento de los profesores: una

propuesta formativa en el área de ciencias. Sevilla: Díada, 1998.

213p.

 

__________. ; RIVERO, A.; MARTÍN . R. El conocimiento del

profesorado sobre la ciencia, su enseñanza y aprendizaje. In:

PERALES, F.; CAÑAL, P. Didáctica de las Ciencias Experimentales:

tema y práctica de la Enseñanza de las Ciencias. Alcoi: Marfil, 2000.

p.507-33.

 

PRAIA, J.; GIL-PÉREZ, D.; VILCHES, A. O papel da natureza da

ciência na educação para a cidadania. Ciência & Educação. [S.l.],

v.13, n. 2, p.141-56, 2007.

 

PUCCI, B. A teoria da semicultura e suas contribuições para a teoria

crítica da educação. In: ZUIN, A.; PUCCI, B.; OLIVEIRA, N.

Educação danificada: contribuições à teoria crítica da educação.

2.ed. Petrópolis: Vozes; São Paulo: UFSCar, 1998. p.89-115.

 

RAMSEY, J. The Science Education Reform Movement: Implications

for Social Responsibility. Science Education. [S.l.], v.77, n. 2, p.235-

58, 1993.

 

RAT CLIFFE, M. Pupil Decisionmaking about Socioscientific Issues

Within the Science Curriculum. International Journal of Science

Education. [S.l.], v.19, n. 2, p. 167-82, 1997.

 

__________.; GRACE M. Science Education for Citizenship:

Teaching Socio-Scientific Issues. Maidenhead: Open University Press, 2003.

 

REIS, P. Controvérsias sociocientíficas: discutir ou não discutir?

Percursos de aprendizagem na disciplina de ciências da Terra e da

vida. Lisboa, 2004. Tese (Doutorado). Faculdade de Ciências,

Universidade de Lisboa. Disponível em:

<http://pwp.netcabo.pt/PedroRochaReis/>. Acesso em: 3 nov. 2007.

 

__________. ; GALVÃO, C. Os professores de ciências naturais e a

discussão de controvérsias sociocientifícas: dois casos distintos.

Revista Electrónica de Enseñanza de la Ciencias. [S.l.], v.7, n. 3,

p.746-72, 2008.

 

RESENDE, V.; RAMALHO, V. Análise do discurso crítica. São Paulo:

Contexto. 2006. 158p.

 

REYES, L.; SALCEDO L.; PERAFAN, A. Acciones y creencias:

tesoro oculto del educador. Tomo I. Santa Fe de Bogotá:

Universidad Pedagógica Nacional, 1999. 100p.

 

ROY, R. S-S/T/S Project: Teach Science Via Science, Technology

and Society Material in the Pre-college Years. University Park, PA:

Pennsylvania State University, 1984.

 

RODRÍGUEZ, G.; GIL, J.; GARCÍA, E. Metodología de la

investigación cualitativa. Málaga (Es): Aljibe, 1999. 378 p.

 

ROTH, M.; MCGINN , M. unDE LETE science education:

/lives/work/voices. Journal of Research in Science Teaching.[S.l.], n.

35, p.399-421, 1998.

 

__________.; LAWLESS, D. Science, Culture and the Emergence of

Language. Science Education. [S.l.], v.86, n. 3, p.368-85, 2002.

 

SADLER, T.; CHAMBERS, F.; ZEIDLER, D. Students

Conceptualizations of the Nature of Science in Response to a

Socioscientific Issue. International Journal of Science Education.

[S.l.], 26, p.387-410, 2004.

SANCHES, M. A autonomia dos professores como valor

profissional. Revista de Educação. [S.l.], v.5, n. 1, p.42-63, 1995.

 

SANTOS, W. Aspectos sociocientíficos em aulas de química. Belo

Horizonte, 2002. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação,

Universidade Federal de Minas Gerais.

 

__________. Educação científica humanística em uma perspectiva

freiriana: resgatando a função do ensino de CTS. Alexandria Revista

de Educação em Ciência e Tecnologia. [S.l.], v.1, n. 1, p.109-31,

2008.

 

__________. ; MORTI MER, E. Tomada de decisão para ação social

responsável no ensino de ciências. Ciência & Educação. [S.l.], v.7,

n. 1, p 95-111, 2001.

 

__________.; .; SCOT, P. A argumentação em discussões

sociocientíficas: reflexões a partir de um estudo de caso. Revista

Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. [S.l.], v.1, n. 1,

p.140-52, 2001.

 

__________. ; . Uma análise de pressupostos teóricos da

abordagem C-T-S (Ciência -Tecnologia-Sociedade) no contexto da

educação brasileira. Ensaio. [S.l.], v.2, n. 2, p.1-23, 2002.

 

__________.; . Abordagem de aspectos sociocientíficos em aulas

de ciências: possibilidades e limitações. Investigações em Ensino de

Ciências. [S.l.], v.14, n. 2, p.191-218, 2009.

 

__________. ; SCHENETZ LER , R. Educação em química:

compromisso com a cidadania. 3.ed. Ijuí: Unijuí, 2003.

 

SCHÖN, D. Formar professores como profissionais reflexivos. In:

NOVOA , A. (org.). Os professores e sua formação. Tradução

Cunha, Hespanha, Afonso, Tavares. Lisboa: Publicações Dom

Quixote, 1997, p.77- 91.

__________. Educando o profissional reflexivo: um novo design

para o ensino e aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

256p.

 

SHÄFER, L.; SCHNELL, T. Introducción a la teoría del estilo de

pensamiento y del colectivo de pensamiento. In: FLECK, L. La

génesis y el desarrollo de un hecho científico. Tradução Luis Meana.

Madrid: Alianza, 1986.

 

SHULMAN , L. Those who Understand: Knowledge Growth in

Teaching. Educational Researcher. [S.l.], v.15, n. 2, p.4-14, 1986.

 

__________. Knowledge and Teaching: Foundations of the New

Reform. Harvard Educational. Review. [S.l.], v.57, n. 1, p.1-22, 1987.

 

SIMMONS, M.; ZEIDLER, D. Beliefs in the Nature of Science and

Responses to Socioscientific Issues. In: ZEIDLER, D. (org.). The

Role of Moral Reasoning on Socioscientific Issues and Discourse in

Science Education. The Netherlands: Kluwer Academic Publishers,

2003. p.81-94.

 

SNOW, C. As duas culturas e uma segunda leitura: uma versão

ampliada das duas culturas e a revolução científica. Tradução de

Geraldo Gerson de Souza/ Renato de Azevedo Resende Neto. São

Paulo: Edusp, 1995. 129p.

 

SOLBES, J.; VILCHES, A.; GIL, D. El enfoque CTS y la formación

del profesorado In: MEMBIELA, P. (org.). Enseñanza de las ciencias

desde la perspectiva ciencia, tecnología y sociedad. Formación

Científica para la ciudadanía. Madrid: Narcea, 2001. p.163-75.

 

__________. ; . Papel de las relaciones entre ciencia, tecnología,

sociedad y ambiente en la formación ciudadana. Enseñanza de las

Ciencias. [S.l.], v.22, n. 3, p.337-48, 2004.

 

SOLOMON, J. Science in Social Context. Oxford: Basil Blackwell,

1983.

__________. Teaching Science, Technology and Society.

Buckingham, U. K.: Open University Press, 1993.

 

__________. El estudio de la tecnología en la educación,

Alambique. [S.l.], n. 3, monográfico CTS, p.13-8, 1995.

 

__________. STS in Britain: Science in a Social Contex. In: YAGER,

R. (org.). Science/Technology/Society as Reform in Science

Education. New York: State University, 1996. 339p.

 

__________. Desenvolvimento profissional de professores: prática

evolucionária, reforma curricular e mudança cultural. Educar. [S.l.],

n. 14, p.137-50, 1998.

 

STENHOUSE. L. La investigación como base de la enseñanza.

Tradução Guillermo Solana. Madrid: Morata, 1987. 183p.

 

SUTZ, J. Ciencia, Tecnología y Sociedad: argumentos y elementos

para una innovación curricular. Revista Iberoamericana de

Educación. [S.l.], n. 18, p.145-69, 1998.

 

TARDI F, M. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos

universitários: elementos para uma epistemologia da prática

profissional dos professores e suas consequências em relação à

formação para o magistério. Revista Brasileira de Educação. [S.l.],

n. 13, p.5-24, 2000a.

 

__________. Os professores enquanto sujeitos do conhecimento:

subjetividade, prática e saberes no magistério. In: CANDA U, V.

(org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro:

DP&A, 2000b. p.112-28.

 

__________. Saberes docentes e formação profissional. 6.ed.

Tradução Francisco Pereira. Petrópolis: Vozes, 2006. 325p.

 

TERRAZZAN , E. Inclusão escolar e pesquisa sobre formação de

professores. In: NARDI , R. (org.). A pesquisa em ensaio de ciências

no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras, 2007. p.146-92. THOMPSON, J. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na

era dos meios de comunicação de massa. Tradução Grupo de

Estudos do Instituto de Psicologia da PUCRS. Petrópolis: Vozes,

2000. 427p.

 

TOLLER, U. Teaching/Learning Styles, Performance and Students’

Teaching Evaluation in S/T/E/S-focused Science Teacher Education:

A Quasiquantitative Probe of a Case Study. Journal of Research in

Science Teaching. [S.l.], v.28, n. 7, p.593-607, 1991.

 

TORES , J. As culturas negadas e silenciadas no currículo. In:

SILVA, T. (org.). Alienígenas na sala de aula: uma introdução aos

estudos culturais em educação. 3.ed. Tradução Tomaz Tadeu da

Silva. Petrópolis: Vozes, 2001. p.159-77.

 

YAGER, R.; CASTEL, J. The University of Science and Culture

Project. School Science and Mathematics. [S.l.], v.67, n. 5, p.412-6,

1968.

 

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA NACIONAL (UPN). Departamento

de Química. Programa de Maestría en Docencia de la Química.

Bogotá: Universidad Pedagógica Nacional (UPN), 1999.

 

VACCAREZA, L. Ciencia, Tecnología y Sociedad: el estado de la

cuestión en América Latina. Revista Iberoamericana en Educación.

[S.l.], n. 18, p.13-40, 1998.

 

VAN DI JK, T. La multidisciplinariedad del análisis crítico del

discurso: un alegato a favor de la diversidad. In: WODA K, R.;

MEYER, M. Métodos de análisis crítico del discurso. Barcelona:

Gedisa, 2003, p.143.

 

VILLANI, A.; FREITA S, D.; BRASILIS, R. Professor pesquisador: o

caso rosa. Revista Ciência & Educação. [S.l.], v.15, n. 3, p.479-96,

2009.

 

WATT S, M. et al. Event-Centred-Learning: in Approach to Teaching

Science Technology and Societal Issues in Two Countries. International Journal of Science Education. [S.l.], v.19, n. 3, p.341-

51, 1997.

 

WODA K, R. De qué trata el análisis crítico del discurso (ACD):

resumen de su historia, sus conceptos fundamentales y sus

desarrollos. In: __________.; MEYER, M. Métodos de análisis crítico

del discurso. Barcelona: Gedisa, 2003a. p.17-34.

 

__________. El enfoque histórico del discurso. In: .; . Métodos de

análisis crítico del discurso. Barcelona: Gedisa, 2003b. p.101-42.

 

ZANON, L.; MALDNER, O. (orgs.). Fundamentos e propostas de

ensino de química para a educação básica no Brasil. Ijuí: Unijuí,

2007. 224p.

 

ZEICHNER, K. Para além da divisão entre professor-pesquisador e

pesquisador acadêmico. In: GERALDI, C.; FIORENTINI, D.;

PEREIRA, E. (orgs.). Cartografias do trabalho docente: professor(a)-

pesquisador(a). Tradução Elisabete Monteiro de Aguiar. Campinas:

ALB, Mercados e Letras, 1998. p.207-236.

 

ZEICHNER, K; DINIZ-PEREIRA, J. Pesquisa dos educadores e

formação docente voltada para a transformação social. Cadernos de

Pesquisa. [S.l.], v.35, n. 125, p.63-80, 2005.

 

ZEIDLER, D.; KEEFER, M. The Role of Moral Reasoning and the

Status of Socioscientific Issues in Science Education: Philosophical,

Psychological and Pedagogical Considerations. In: . (org.). The Role

of Moral Reasoning on Socioscientific Issues and Discourse in

Science Education. The Netherlands: Kluwer Academic Publishers,

2003. p.7-38.

 

__________. et al. The Role of Argument During Discourse about

Socioscientific Issues In: . (org.). The Role of Moral Reasoning on

Socioscientific Issues and Discourse in Science Education. The

Netherlands: Kluwer Academic Publishers, 2003. p.97-116. __________. et al. Beyond STS: A Research-Based Framework for

Socioscientific Issues Education. Science & Education. [S.l.], n. 89,

p.357-77, 2005.

 

ZIMAN, J. Teaching and Learning About Science and Society.

Cambridge: Cambridge University Press, 1980.

 

ZUIN, A.; PUCCI, B.; OLIVEIRA, N. Adorno: o poder educativo do

pensamento crítico. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 191p.