Tecnologia e o mundo da vida: do jardim à terra

Índice

 

Ackermann, Robert

Adams, Henry

Adams, Preston

Aristóteles

Sto. Agostinho

Aveni, A. T.

 

Bacon, Francis

Barthes, Roland

Bell, Alexander G.

Bennett, David H.

Bennett, William

Bhutto, Presidente Ali

Bhutto, Primeiro Ministro Benazair

Bichat, Xavier

Bleier, Ruth

Bloom, Alan

Bogart, Humphrey

Boorstein, Daniel

Buchwald, Art

Bunge, Mario

Burke, James

 

Callas, Maria

Carson, Rachel

Cassidy, David

Catlin, George

Cheng Ho

Cianchi, Marco

Colombo, Cristóvão

Copérnico, Nicolau

Cotton, Charles Crick, Francis

Cuvier, Georges

 

da Vinci, Leonardo

Darwin, Chales

Datini, Francesco

Demócrito

Descartes, René

Devaney, Robert L.

Dewey, John

Disney, Walt

Dreyfus, Hubert

Dubos, Rene

Durbin, Paul

 

Einstein, Albert

Elisenteins, Sergei

Ellul, Jacques

Ericson, Leif

Erlich, Paul

 

Faraday, Michael

Feebleman, James

Feyerabend, Paul

Ford, Henry

Fossey, Dian

Foucault, Michael

Franklin, Rosalind

 

Galilei, Galileu

Gandhi, Mahatma

Gladwin, Thomas

Goodall, Jane

Gupta, Brijen

 

Hacking, Ian

Haraway, Donna

Harding, Sandra Heelna, Patrick

Hegel, W. G. F.

Heidegger, Martin

Heim, Michael

Heisenberg, Wener

Heron de Alexandria

Ho, Cheng

Hrdy, Sarah Blaffer

Hughes, J. Donald

Husserl, Edmund

 

Il Moro, Ludovico

 

Jencks, Charles

Jonas, Hans,

Joyce, James

 

Kapp, Ernest

Kepler, Johannes

Kiell, Matthew

Kierkegaard, Søren

Kuhn, Thomas S.

 

Lakatos, Imre

Land, Arnheim

Lauden, Rachel

Lee, Bruce

Lévi-Strauss, Claude

Levinas, Emmanuel

Levinson, Paul

Lewin, Roger

Lewis, David

Lo, Imperador Yung

Lucrécio

Lumière, Irmãos (Louis e Auguste)

 

Marcuse, Herbert

Marx, Karl McCarthy, Mary

McCorduck, Pamela

Mead, Margaret

Merleau-Ponty, Maurice

Montagu, George

Mournier, Emmanuel

Mumford, Lewis

 

Needham, Joseph

Nehru, Jawaharlal

Nietzsche, Friedrich

Nobel, Alfred

 

Oppenheimer, Robert

Orego, Iris

Oresmus, Nicholas

 

Pascal, Blaise

Peitgen, Heinz-Otto

Perry, Admiral Matthew

Peterson, Ivars

Platão

Picasso, Pablo

Popper, Karl

Price, Derek de Solla

Proust, Marcel

Psimopoulos, M.

Ptolomeu

 

Rapp, Friedrich

Reeves, Richard

Remington, Frederic

Richards, Steward

 

Segal, Aaron

Sellars, Wilfred

Simon, Paul

Simpson, Louis Spallanzani, Lazzaro

Su Sung (Astrólogo Imperial)

 

Taylos, Frederick

Theocharis, T.

Turing, A. M.

 

Vacanson, Jacques

Vitellio, Andrea

 

Warhol, Andy

Watson, James

Wheelwright, Philip

White, Lynn Jr.

Whitehead, Alfred North

Wilkins, Maurice

Winner, Langdon

Wright, Frank Lloyd

 

Yung Lo, Imperador

 

Zia-ul-Haq, Genernal Mohammad

Notes

 

Prefácio

 

1. BUNGE, Mario. “Five Buds of Techno-Philosophy,” Technology

in Society 1, 1979, p. 68.

↩

 

Introdução: nível básico

 

2. Cf. James Burke, Connections. Boston: Little, Brown and Co.,

1978 e Lynn White, Jr., Medieval and Technology and Social Change. Oxford: Oxford University Press, 1962. O primeiro popularizado, o segundo segue um conjunto de conexões históricas usualmente acidentais ao longo da histórica da tecnologia Ocidental em uma série de documentários na televisão pública. Eu devo utilizar algumas vezes ilustrações a partir de documentários e fontes de áudio amplamente disponíveis para servirem como elementos ilustrativos sobre contextos familiares. Documentários de alta qualidade são, de fato, uma parte essencial do modo corrente para a popularização da ciência e serve para ilustrar muito tal investigação.

↩

3. BURKE, 1978, p. 52-54.

↩

4. ELLUL, Jacques. The Technological order: Proceedings of the

Encyclopedia Britannica Conference, ed. Carl E. Stones, Wayne: Wayne Sate University Press, 1963, p. 10.

↩

5. JONAS, Hans. “Responsibility Today: The Ethics of an

endangered Future,” Social Research 43, 1976, p. 84.

↩

6. Citado em Hubert Dreyfus, What Computers Can’t Do. New

York: Harper and Row Publishers, 1972, p. xxviii.

↩

 

1 Do Jardim à Terra

 

1. DUBOS, René. The Wooing of Earth. New York: Charles

Scribner’s Sons, 1980, p.14.

↩

2. DUBOS, 1980, p. 15.

↩

 

2 Tecnologia e o Mundo da Vida

 

1. Lacuna presente no texto original, o que também ocorre em

outras partes.

↩

2. HUSSERL, Edmund. The Crisis in European Sciences and

Transcendental Phenomenology; trans, David Carr. Evanston: Northwestern University Press, 1970, p. 375.

↩

 

3 Mundo da Vida: práxis e percepção

 

1. Martin Heidegger, Being and Time, trans. John Macquarrie and

Edward Robinson. New York: Harper and Row, 1962, p. 95.

↩

2. Ibid, p. 97.

↩

3. Ibid., p. 97.

↩

4. Ibid. p. 99.

↩

5. Ibid,. p. 102.

↩

6. Ibid,. p. 102.

↩

7. Ibid., p. 101

↩

8. Ibid., p. 101

↩

9. HUSSERL, 1970, p. 375.

↩

10. Ibid., p. 27.

↩

11. Ibid., p. 25.

↩

12. Ibid., p. 26.

↩

13. Ibid., p. 33.

↩

14. Ibid., p. 35.

↩

15. Ibid., p. 36; itálicos meus.

↩

16. Ibid., p. 49.

↩

17. Ibid., p. 50, 52.

↩

18. MERLEAU-PONTY, Maurice. Phenomenology of Perception,

trans Colin Smith. New York: The Humanities Press, 1962, p.52-53.

↩

19. Ibid., p. 252

↩

20. Ibid., p. 252.

↩

21. Ibid., p. 250.

↩

22. Ibid., p. 143.

↩

23. Ibid., p. 143.

↩

24. MERLEAU-PONTY, Maurice. The Visible and the Invisible, trad.

Alphonso Lingis. Evanston: Northewestern University Press, 1968, p. 212.

↩

 

4 Adão e Galileu

 

1. Nota do Tradutor: Poquott é uma vila litorânea localizada na

cidade de Brookhaven, na costa norte de Long Island, parte da área metropolitana da cidade de Nova Iorque, NY, Estados Unidos.

↩

2. GALILEI, Galileo. On Motion, trans. I. E. Drabkin. Madison:

University of Wisconsin Press, 1960, p. 48.

↩

3. PRICE, Derek de Solla. “Notes Towards and Philosophy of the

Science/Technology Interaction,” in The Nature of Technological Knowledge: Are Models of Scientific Change Relevant? ed. Rachel Laudan. Dordrecht: D. Reidel Publishing Co., 1984, p. 106-107.

↩

4. Ibid., p. 107.

↩

5. Ibid., p. 107.

↩

6. Ibid., p. 107-108.

↩

7. Ibid., p. 108.

↩

8. Ibid., p. 108-109.

↩

9. Ibid., p.109.

↩

10. Ibid., p. 110.

↩

11. Ibid., p. 105.

↩

12. Ibid., p. 106.

↩

13. Ibid., p. 110.

↩

14. Nota do Tradutor: Toda perspectiva (cônica ou paralela) que

adote o observador muito acima da linha do horizonte como se estivesse a mirar o chão, é chamada de voo de pássaro ou olho de pá-ssaro.

↩

15. MUMFORD, Lewis. Technics and Civilization. New York:

Harcour, Brace and Co., 1962, p. 14.

↩

16. Ibid., p. 12.

↩

17. Martin Heidegger, 1962, p. 466.

↩

18. Ibid., p. 467.

↩

19. Ibid., p. 468.

↩

20. Ibid., p. 468

↩

21. Ibid., p. 468.

↩

22. WHITE JR, Lynn. “Cultural Climates and Technological Advance

in the Middle Ages”, Viatot 2, 1971, p. 171.

↩

23. Ibid., p. 125.

↩

24. TURING, A. M. “Computing Machines and Intelligence”, Minds

and Machines, ed. Alan Ross Anderson. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1964, p. 11.

↩

 

5 Programa Um: A Fenomenologia da

 

Técnica

 

1. EIRESTEIN, Sergei. Film Form: Essays in Film Theory, ed. and

trans. Jay Leyda. New York: Harcour, Brace and World, 1949, p. 29.

↩

2. Esta ilustração é minha versão de uma versão similar elaborada

por Patrick Heelan em sua noção mais totalmente hermeneutizada da percepção no HEELAN, Patrick. Space Perception and the Philosophy of Science, Berkeley: University of California Press, 1983, p. 193.

↩

3. HACKING, Ian. Representing and Intervening. Cambridge:

Cambridge University Press,1983, p. 195. Hacking desenvolve uma história excelente e sugestiva sobre o uso dos microscópios. Seu foco, no entanto, é sobre as propriedades técnicas que foram resolvidas antes que os microscópios pudessem ser úteis para as ciências. Heelan e ele, no entanto, com Robert Ackermann, estão entre os pioneiros que tratam da percepção e instrumentalização nos instrumentos. Cf. também o meu Technics and Praxis (Dordrecht: Reidel Publishers, 1979).

↩

4. MOURNIER, Emmanuel. Be Not Afraid, trans. Cynthia Rowland.

London: Rockcliffe, 1951, p. 195.

↩

5. Burke, 1978, p. 106.

↩

6. Ibid., p. 107.

↩

7. DESCARTES, René. Meditações Metafísicas, Segunda

Meditação, § 14. São Paulo: Nova Cultural, 1991.

↩

8. LEVINSON, Paul. “Toy, Mirror and Art: The Metamorphosis of

Technological Culture,” in Philosophy, Technology and Human Affairs, ed. Larry Hickman. College Station: Ibis Press, 1985, p. 163.

↩

9. Ibid., p. 165.

↩

10. Ibid., p. 167.

↩

11. Burke, Connections, p.5.

↩

12. WHITEHEAD, Alfred North. Science and the Modern World.

New York: New American Library, 1963, p. 107.

↩

13. HUGHES, J. Donald. Ecology in Ancient Civilizations.

Albuquerque: University Press of New Mexico, 1975, p.1.

↩

14. Uma discussão mais completa sobre a especificidade da ética

aborígene pode ser encontrada em BENNET, David H. “Inter-Species Ethics: A Brief Aboriginal and Non-Aboriginal Comparison” Discussion Papers in Environmental Philosophy, No. 7, Australian National University, 1985.

↩

 

6 Programa Dois: Hermenêuticas

 

culturais

 

1. WHITE JR., Lynn, 1971, p. 176.

↩

2. Ibid, p. 183-85.

↩

3. McCARTHY, Mary. The Stones of Florence. New York: Harcourt,

Brace, Jovanovich, Publishers, 1959, p. 68.

↩

4. BOORSTEIN, Daniel J. The Discoverers. New York: Vintage

Books, 1985, p. 76. Este livro é uma obra admirável sobre a históriadas invenções tecnológicas e o papel que elas desempenham, não apenas no Ocidente, mas também em culturas mundiais.

↩

5. SEGAL, Aaron. Learning by Doing: Science and Technology in

the Developing World. Boulder: Westview Press, 1987, p. 2-3.

↩

6. GUPTA, Brijen apud SEGAL, 1987, p. 189.

↩

7. Ibid., p. 192.

↩

8. Ibid., p. 199-200.

↩

9. Ibid., p. 205.

↩

10. Science, 3 de abril, 1987, p. 36.

↩

11. HEIDEGGER, Martin. “The Question Concerning Technology,”

Basic Writings, ed. David F. Krell. New York: Harper and Row, Publishers, 1977, p. 295-96.

↩

12. Ibid., p. 303.

↩

13. Ibid., p. 304.

↩

14. Richard Reeves no The New Yorker, 01/10/1984, p. 50.

↩

15. Ibid., p. 68.

↩

16. Ibid., p. 51.

↩

17. HEIM, Michael. Electric Language: A Philosophical Study of

Word Processing. New Haven: Yale University Press, 1987, p. 192.

↩

18. Sobre isto, ver especialmente o livro de HARDING, Sandra. The

Science Question in Feminism.Ithaca: Cornell University Press, 1986.

↩

19. Ver meu livro anterior Experimental Phenomenology.Albany:

SUNY Press, reprinted 1986. Lá, eu esboço uma teoria muito mais completa da multiestabilidade visual da qual aqui derivei apenas alguns exemplos sugestivos.

↩

20. Práticas observacionais e instrumentais da astronomia antiga e

navegação estão particularmente bem descritas em AVENI, A. T. “Tropical Archeoastronomy”, Science, 10 de julho de 1981, Vol. 213, p. 4505. Arqueoastronomia é uma das muitas disciplinas híbridas surgindo a partir dos interesses da ciência e das humanidades nas práxis passadas.

↩

21. David Lewis, ele próprio um navegador fervoroso, tornou os

modos de navegação do Pacífico Sul conhecidos através do seu We the Navigators (Honollulu: University of Hawaii Press, 1972) e depois de um modo mais popular na National Geographic, bem como em reproduzir as viagens em televisão pública. Um estudo muito detalhado da navegação puluwateana foi feita por Thomas Gladwin em East is a Big Bird (Cambridge: Harvard University Press, 1970).

↩

22. BOORSTEIN, 1985, p. 190.

↩

23. Ibid., p. 190.

↩

24. Ibid., p. 192.

↩

25. Ibid., p. 193.

↩

26. Nota do Tradutor: Alusão à logomarca do Mcdonalds.

↩

 

7 Programa Três: Contornos do

 

Mundo da Vida

 

1. NT: William John Bennett (1943), é um político conservador dos

Estados Unidos, foi Secretário de Educação do país no Governo Reagan e Diretor do Escritório de Política Nacional do Controle de Drogas da Administração Bush.

↩

2. Para uma discussão das descobertas antigas similares veja

Humanities, publicado pelo National Endowment for the Humanities, Vol 7, No. 5, Outubro de 1986.

↩

3. KIELL, Matthew. “The Magnetometer That Found Santa

Catalina,” Humanities, p. 22.

↩

4. JENKS, Charles. What is Postmodernism? London: Academy

Editions, 1987, p. 50,52. Eu descobri este ensaio estimulante depois de ter feito o trabalho básico sobre este capítulo e fui surpreendido por descobrir quantas das propriedades do Zeitgeist que nós, independentemente, havíamos atingido. Jencks, é claro, toma o que estou caracterizando como uma espécie de “superfície” do final do século XX no gosto e na moda e o torna muito mais generalista como sendo uma característica de toda a cultura.

↩

5. Ibid., p. 52-54.

↩

6. HEIM, 1987, p. 211.

↩

7. Ibid., p. 192.

↩

8. Ibid, p. 191.

↩

9. PEITGEN, Heinz-Otto, apud PETERSON, Ivars “Compositions

in Chaos”, Bostonia Magazine 59, no. 2, 1985, p. 35.

↩

10. Ian Hacking, 1983, p. 193.

↩

11. Ivans Peterson, 1985, p. 35.

↩

12. WHEELWRIGHT, Philip. The Presocratics. New York: Odyssey

Press, 1966, p. 182.

↩

13. N.T.: A National Audubon Society é uma organização não

governamental de conservação da natureza, fundada em 1905 na cidade de New York. Conhecida simplesmente por Audubon, é uma das mais antigas organizações dedicadas à temática da conservação da natureza recorrendo à ciência e ao ativismo ambiental. O nome homenageia John James Audubon, um ornitólogo franco-americano que se notabilizou pela publicação da obraBirds of America entre 1827 e 1834.

↩

14. N.T.: A Associação Nacional de Rifles da América (National

Rifle Association of America), ou NRA, é uma organização norte-americana sem fins lucrativos que lista, como seus objetivos, a proteção da segunda emenda da Constituição dos Estados Unidos da América e a promoção dos direitos dos proprietários de armas de fogo, a proteção da caça e da autodefesa nos Estados Unidos. Foi estabelecida em 1871 na cidade de New York. Seu primeiro presidente foi o ex-senador e famoso general Ambrose Burnside.

↩

 

8 Epílogo: A Terra Herdada

 

1. CIANCHI, Marco. Leornardo da Vinci’s Machines. Becocci

Editore, 1988, p. 17-18.

↩

2. David Cassidy, um historiador, esta escrevendo agora a história

definitiva de Heisenberg durante os anos de Guerra. Ele me forneceu cópias de materiais, que anteriormente eram confidenciais, de autoria de Heisenberg, incluindo correspondências e o Probleme der Kernphysik (Schriften der Deutschen Akademie der Luftfahrforschung, 1943).

↩

3. N.T.: Alusão ao livro de Langdon Winner, The Whale and the

Reactor: A Search for Limits an Age of High Technology, Chicago: University of Chicago Press, 1986.

↩

4. René Dubos,1980, p. 33.

↩

5. Ibid., p. 41.

↩

6. WINNER, Langdon. The Whale and the Reactor: A Search for

Limits an Age of High Technology. Chicago: University of Chicago Press, 1986, p. 165-66.

↩

7. LEWIN, Roger. “No Dinosaurs This Time”, Science, vol. 221,

September 16, 1983, p. 1168.

↩

8. N. T.: NSF ou National Science Foundation é uma agência

independente do governo dos Estados Unidos que oferece suporte fundamental para a educação e pesquisa em todos os campos não médicos das ciências e engenharias. Foi fundada em 1950 “Para promover o progresso da ciência; para melhorar a saúde, prosperidade e bem-estar da nação; e para assegurar a segurança nacional”. Em 2016 o orçamento da NSF foi de US$7.724 bilhões.

↩

9. N. T.: NEH ou National Endowment for the Humanities é uma

agência independente federal do governo dos Estados Unidos, estabelecida pela National Foundation on the Arts e pelo Humanities Actde 1965, dedicado a dar suporte à pesquisa, educação, preservação e programas públicos nas

humanidades. Em 2016 o orçamento da NEH foi de aproximadamente US$ 147.949.000 milhões.

↩

10. N. T.: NEA ou National Endowment for the Arts é uma agência

independente do governo dos Estados Unidos que oferece suporte e custeio para projetos de exibição artística de excelência. Ela foi criada por um ato do Congresso Americano em 1965 como sendo uma agência independente do governo federal. Em 2016 o orçamento da NEA foi de aproximadamente US$ 147.949.000 milhões.

↩

11. Como os dólares militares no Campus distorcem a pesquisa

científica. Fonte: TUCKER, Jonathan B. “Scientists and Star Wars”, em Union of Concerned Scientists, Empty Promise. Boston: Beacon, 1968; e HARTUNG, William; NIMROODY, Rose. “Star Wars: Pentagon Invades Academia”, CEP Newsletter, Council on Economic Priorities, January 1986, Tabela 1.

↩

12. THEOCHARIS, T.; PSIMOPOULOS, M. “Where Science Has

Gone Wrong”, Nature 329, October 15, 1987, p. 595.

↩

13. Ibid., p. 595.

↩

14. Ibid., p. 597.

↩

15. TEOCHARIS; PSIMOPOULOS, Nature 333, June 2, 1988, p.

309.

↩

16. N. T.: Association for the Advancement of Science.A

‘Associação para o Avanço da Ciência’ é uma organização americana internacional sem fins-lucrativos com o objetivo de promover cooperação e interação entre os cientistas Foi fundada em 20 de setembro de 1848 e atualmente conta mais de 120 mil membros.

↩

17. RICHARDS, Steward. Philosophy and Sociology of Science

(New York: Shocken Books, 1984), p. 157. Aqui se encontram outras razões prováveis pelas quais o público esta perdendo o entusiasmo pelo financiamento ilimitado e acrítico a projetos científicos: O vazamento da usina britânica em Windscale foi descrita como incontornável, e o Mar da Irlanda é agora tido por alguns como sendo o mais radioativo do mundo. Alguns resíduos permanecerão letais por dezenas de milhares de anos e a tecnologia para a sua eliminação ainda não foi desenvolvida.

↩

18. WINNER, 1986, p. xi.

↩

19. “Traidores da verdade? Da esquerda para direita: Karl Popper,

Imre Lakatos, Thomas Kuhn and Paul Feyerabend”.

↩

20. RICHARDS, 1984, p. 148.

↩

21. HARDING, 1986, p. 69.

↩

22. BLEIER, Ruth (ed.). Feminist Approaches to Science. Madison:

University of Wisconsin Press, 1968, p.6-7.

↩

23. Ibid., p. 7.

↩

24. LAUDAN, 1984, p. 10.

↩

25. RICHARDS, 1984, p. 118.

↩

26. HRDY, Sarah Blaffer. “Empathy, Polyandry, and Myth of the Coy

Female,” Feminist Approaches to Science, New York: Pergamon Press, 1986, p. 118.

↩

27. Ibid. p. 125.

↩

28. HARAWAY, 1968, p. 78.

↩

29. Ibid., p. 78.

↩

30. Ibid., p. 79.

↩

31. Ibid., 79.

↩

32. HARDING, Sandra. The Question in Feminism, Ithaca: Cornell

University Press, 1986, p. 114.

↩

33. “Tecnologias apropriadas” é um movimento ideológico

abrangendo escolha tecnológica e aplicação em pequena escala, descentralizada, intensiva em mão-de-obra, eficiente em temos energéticos, ecologicamente correta e localmente autônoma. Foi originalmente articulado pelo economista E. F. Schumacher em seu trabalho “Small is Beautifull”. O termo é usualmente utilizado para enfatizar as tecnologias centradas nas pessoas. (N. do T.)

↩

34. “Pequeno é belo” é uma expressão popularizada a partir do livro

“Small is Beautiful: A Study of Economics As if People Mattered” (1973) do economista britânico E. F. Schumacher. A frase “pequeno é belo” é usada normalmente para indicar que pequenas, “tecnologias apropriadas” que se acredita empoderam as pessoas mais, em contraste a frases tais como “maior é melhor”.(N. do T.)

↩

35. SDI – Strategic Defense Initiative (Iniciativa Estratégica de

Defesa): A Iniciativa Estratégica de Defesa, também conhecida como Star Wars, é o programa militar do governo dos Estados Unidos proposto pelo Presidente Ronald Reagan, para construir um sistema defensivo de armas espaciais capazes de impedir um ataque nuclear contra o território dos Estados Unidos.

↩

36. HARDING, 1986, p. 72.

↩

37. Trompe-l’oeil termo francês que significa ‘enganar os olhos’. É

uma técnica artística que, com recursos de perspectiva, cria

uma ilusão de ótica que faz com que formas de duas dimensões aparentem possuir três dimensões.

↩

38. HEIDEGGER, 1977, p. 296.

↩

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