Um contemporâneo do Infante D. Henrique
[58].
[58] Pina, Chronica, cap. CX.
[59] Portugal, pag. 88.
[60] Pina, Chronica, cap. CXVIII.
[61] Pina, Chronica, cap. CXX.
[62] Pina, mesmo capitulo.
[63] Combateu pelo infante D. Pedro em Alfarrobeira. Era quinto filho
de Lopo Dias de Azevedo.
[64] Frei Luiz de Sousa, Historia de S. Domingos, 1.ª parte, liv. VI, cap.
XV.
[65] Mariz, Dialogos de varia historia; Major, The life of Prince Henry of
Portugal.
[66] Um codice da Torre do Tombo (21-F-17) confunde este João Vaz
de Almada com o pai, que tinha o mesmo nome. O filho é que foi védor da fazenda de D. Affonso V, como claramente diz Ruy de Pina. É verdade que o mesmo codice, suppondo que João Vaz de Almada, pai do conde de Avranches, era védor em 1451, encarrega-se de evidenciar o equivoco, noticiando que falleceu em Londres logo depois do casamento de D. Beatriz, com o conde de Arundel, casamento que se realisou em 1405! A chronologia dos nobiliarios é uma cousa escurissima.
O pai do conde de Avranches figura com a moradia de 12:000 livras na
casa de D. João I.
O bastardo, além de védor, foi rico-homem e cavalleiro do conselho de
Affonso V.
[67] Diz Duarte Nunes que em Inglaterra se cantavam romances
populares em honra de Pedro Vaz de Almada por um feito de armas que praticára, e que fôra muito louvado dos inglezes. Os ossos de D. Pedro, que falleceu solteiro, foram trazidos a Portugal por um criado, que se chamava Rolão Vaz.
[68] Visconde de Castilho, Julio, Lisboa antiga, vol. I.