Um contemporâneo do Infante D. Henrique
elles [69].
[69] D. Leonor Telles, quando passou do marido para o rei D.
Fernando, ou ainda ia pejada ou pouco antes havia dado á luz este filho legitimo. O pai, João Lourenço da Cunha, voltou á patria quando D. Fernando morreu, e pediu ao Mestre de Aviz que reconheoesse Alvaro da Cunha como herdeiro de todos os seus bens, o que foi concedido.
[70] Descendente, como todos os outros Pessanhas, do nautico
genovez Manoel Pezagno, que o rei D. Diniz chamou ao serviço de Portugal, e nomeou almirante da sua frota. O appellido Pezagno aportuguezou-se em Pessanha. E o almirantado ficou na familia.
[71] Nouvelle biographie universelle, tom. II, pag. 170.
[72] O primeiro Antão que apparece na familia de Alvaro Vaz de
Almada é um seu neto, segundo filho de D. Fernando de Almada, segundo conde de Avranches.
[73] Os chronistas portuguezes dizem—João de Montferrat. Froissart,
porém, chama-lhe Guilherme de Montferrant.
[74] «... mas foi desde o tempo de João I que multiplicados laços
uniram estreitamente as duas casas e os dois Estados (Portugal e Inglaterra). O antigo tratado de commercio e de alliança de 12 de abril de 1372, que era apenas uma extensão do precedente, foi renovado a 15 de abril de 1386; ainda no mesmo anno (9 de maio) uma alliança defensiva foi concluida com o rei Ricardo de Inglaterra, confirmada solemnemente no anno seguinte (12 de agosto) e reconfirmada ainda a 16 de fevereiro de 1404 por Henrique IV, successor de Ricardo. O casamento de João com a filha do duque de Lancaster (2 de fevereiro de 1387) sellou ainda estes laços de amizade com a corôa de Inglaterra, garantiu e assegurou os tratados de diversa natureza que existiam entre os portuguezes e os inglezes».
Schæfer—Historia de Portugal. (Reinado de D. João I).
[75] Les chroniques de sire Jean Froissart, tom. III, part. I, cap. XXXVII.
[76] Os doze de Inglaterra, artigo do snr. João Teixeira Soares, na Era
Nova, pag. 448.
[77] Snr. Teixeira Soares, artigo citado.