Educação nova: as bases, o corpo da criança
Taille Moyenne Des Portugais Contemporains, Distribués Par Provinces
[45] Cf. Alfredo da Costa, Quelques renseignements statistiques sur la maternité provisoire de Lisbonne, Lisboa, 1906.
[46] Cf. Relatórios dos serviços médicos e farmacêuticos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, anos económicos de 1907-1908 a 1912-1913, seis fascículos.
[47] Sobre as medidas pedométricas, a que se referem os n.os 6, 7, 8, 9 e 10, cf. o nosso livro, cit. O crescimento da criança portuguesa.
[48] Cf. E. J. Marey, La méthode graphique dans les sciences expérimentales, Paris, 1885; E. Claparède, Psychologie de l'enfant et pédagogie expérimentale, Genève, 1916.
[49] Cf. Anthropométrie ou mésure des différentes facultés de l'homme, Bruxelles, 1871.
[50]
TAILLE MOYENNE DES PORTUGAIS
CONTEMPORAINS, DISTRIBUÉS PAR PROVINCES
TAILLE
(Caractères Hommes Femmes Provinces
démonstratifs) Moyenne Basse Moyenne Haute Millimètres
M=Minho 1627.95 Jusqu'à De Au TM=Trás-os- 1645.53 1520 1521mm dessus Montes de jusqu'à
D=Douro 1620 mm 1621 1652.64
BA=Beira Alta 1630.15
BB=Beira Baixa 1646.83
E=Estremadura 1634.55
A=Alentejo 1625.34
Alg=Algarve 1633.20
IA=Ile des
Açores
1651.45
IM=Ile de
Madère
33.33% 54% 12.67%
Moyenne 1639 générale
Envergure
1673 100.00
générale
[51] Cf. Th. Ruyssen, Essai sur l'évolution psychologique du jugement, Paris, 1904, pág. 72.
[52] Cf. Psychologie de l'enfant et pédagogie
expérimentale, cit., pág. 419.
[53] Cf. Dr. A. Aurélio da Costa Ferreira, O peso do corpo da criança (lição de encerramento do curso de pedologia, na escola normal de Lisboa no ano lectivo de 1914-15) apud Archivo de anatomia e anthropologia, Lisboa, 1915, vol. 3.º, n.º 2.
[54] O perímetro torácico ultrapassa, em média, a metade da altura, no adulto; e fica inferior a essa metade, na criança, cuja idade se ache compreendida entre os sete e os dezasseis anos.
[55] Cit. por Stanley Hall, ob. cit., vol. 1, pág. 99.
[56] Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, Paris, 1911; A. Marro, La puberté chez l'homme et chez la femme, Paris, 1901.
[57] Cf. P. Godin, La croissance pendant l'âge scolaire, cit.; E. Apert, Les enfants retardataires, Paris, 1902.
[58] Cf. Dr. E. Apert, Les enfants retardataires, Paris, 1902, páginas 10 e segs., donde se extraíu esta fotogravura.
[59] Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, cit., P. Godin, ob. cit., Stanley Hall, ob. cit.
[60] Étude sur les rapports anthropométriques en général et sur les principales proportions du corps (Mém. de la Soc. d'Anthrop. de Paris, 1902, vol. II, 3.ª série, fasc. 3.º).
[61] Cf. Der Körper des Kindes, Stuttgart, 1909.
[62] Segundo Deniker, a puberdade faz a sua aparição, nos países quentes, entre os onze e os catorze anos; nos países frios, entre os quinze e os dezoito; e nos países temperados, entre os treze e os dezasseis; acrescentando, porêm, que é mistér contar com as influências étnicas, género de vida, regime alimentar, etc. Cf. Les races et les peuples de la terre, pág. 132.
[63] P. e A. exprimem a eclosão pilar do púbis e das axilas. A mudança da voz e, no sexo feminino, o fluxo menstrual tambêm são características da puberdade. Os expoentes referem-se à quantidade.
[64] Confrontem-se os dados antropométricos inscritos na figura n.º 12, com as tabelas que exprimem as médias de quatro mil mensurações feitas por Variot e Chaumet, em escolas e creches da cidade de Paris. Cf, págs. 54 e 58 dêste trabalho.
[65] Aida nasceu em 14 de dezembro de 1903. Estatura do pai, 1,474; da mãe, 1,579. Doenças: 1) sarampo
(aos 2 1 ⁄ anos); 2) coqueluche (aos 3 anos); 3) 2
bronquite aguda 1 (aos 3 ⁄ anos); 4) enterites freqùentes 2
(dos 6 até aos 11 anos); 5) variola benigna (aos 8 anos); 6) trasorelho (aos 8 anos); 7) escarlatina (aos 11
1 anos). Duas ⁄ quedas, aos 5 anos. Como o gráfico 2
indica, o crescimento, em altura, a partir dos seis anos, diminue de intensidade, para não recrudescer, senão, pelo aparecimento da puberdade.
Aos onze anos (dezembro de 1914), desenvolvimento dos seios 1 , e P.. Em 10 de março de 1915, primeiras regras 2 3 1 , e P. . Em setembro, do mesmo ano, P. A..
[66] Na organização dos cânones antropométricos, temos de acumular esta lacuna, considerando, provisòriamente, valores estrangeiros, que serão substituídos por valores nacionais, quando os houver apurados.
[67] Cf. Prof. Alfredo da Costa, Quelques renseignements, etc., cit., pág. 96, donde são extraídos os elementos desta tabela.
[68] O F designa o diâmetro occipito-frontal (ântero-posterior máximo, da glabela à parte posterior occipital).
B P significa o diâmetro bi-parietal (a maior distância que separa transversalmente as duas bossas parietais).
S O F representa a circunferência do crânio, à altura das bossas frontais.
[69] Cf. ob. cit., pág. 95.
[70] Cf. Mies, Le poids du cerveau des nouveau-nés, apud Revue d'anthropologie, 1889. Dr. G. Paul-Boncour, Anthropologie anatomique, § 3.º. Volume et capacité du crâne. Indice cubique, pág. 261 e segs.
[71] Cf. Quelques considérations sur les dimensions de la tête du foetus à terme, apud Compte-rendu du Congrès intern. de méd., Lisbonne, pág. 277 e segs.
[72] O índice cefálico varia, durante a infância e na puerícia: a sua fixidez não se estabelece, senão a partir dos nove anos. «Ordináriamente, ao nascer, diz J. Deniker, as crianças parecem mais dolicocéfalas, do que os adultos da sua raça; mas, a partir do primeiro mês, a cabeça cresce mais de-pressa, em largura, do que em comprimento...». «As nossas investigações pessoais convencem de que a cabeça do infante aumenta, a princípio, em largura, para chegar, em seguida, gradualmente, à forma definitiva, que se estabelece, pelos dez, doze ou quinze anos, segundo as raças». Races et peuples de la terre, Paris, 1900, págs. 88 e 89.
[73] Cf. Contribuição para o estudo da bacia na mulher portuguesa, Pôrto, 1916, pág. 72 e segs. [74] Cf. Contribuição para o estudo da bacia, etc., cit.
[75] Cf. Elementos elucidativos sôbre a relação dos índices cefálicos e da estatura com a capacidade craniana, apud O Instituto, 1900, mês de setembro.
[76] Cf. Crânios portugueses, Coímbra, 1906.
[77] Índices cefálicos dos portugueses, Coímbra, 1898.
[78] Estudo de antropometria portuguesa, Lisboa, 1898.
[79] Notas sôbre Portugal, Lisboa, 1908, tomo I.
[80] Cf. Fonseca Cardoso, ob. cit., pág. 66. Cf. tambêm sobre êste assunto, Bento Carqueja, O Povo Português, págs. 47 e segs.
[81] Em França, H. Muffang, professor do liceu de Saint-Brieuc, procedeu, em vários estabelecimentos de ensino do seu país, a investigações cefalométricas, no intuito de verificar, se as leis da antropo-sociologia são ou não aplicáveis a determinados grupos de população; e se existe alguma relação entre as aptidões intelectuais das crianças e as suas dimensões cranianas, ou seu índice cefálico. As conclusões que formulou são as seguintes: «Il semble qu'il existe une rélation entre les formes du crâne et certaines tendances, novatrices ou conservatrices, en matière d'enseignement, et une rélation entre les succés scolaires et les dimensions absolues du crâne. Une plus forte longueur cranienne semble coïncider soit avec plus d'énergie, soit avec plus d'aptitude intellectuele». Cf. Études d'anthropo-sociologie, Paris, 1897, págs. 2 e 3.
[82] Cf. L'homme dans la nature, Paris, 1891, pág. 149.
[83] Cf. G. de Lapouge, Les lois de l'anthropo-sociologie, apud Revue Scientifique, fasc. de outubro de 1897.
[84] Êste diâmetro é o sacro-púbico.
[85] Cf. H. Vierordt, Anatomische, physiologische und physikalische Daten und Tabellen, Iena, 1906.
[86] Alêm das mensurações, que temos indicado, existem outras, pertencentes à Escola de alunos marinheiros do Norte, sobre perímetros do braço, do antebraço, da côxa, da perna, do pescôço, da bacia; sobre a distância inter-mamilar, e outras; sobre a capacidade vital; fôrça muscular, etc.
[87] O índice torácico, que calculamos para cada idade, é o que exprime a relação do diâmetro transverso máximo, multiplicado por 100, com o diâmetro ântero-posterior máximo.
[88] Em Campolide, tambêm se empregava esta mesma técnica. No livro das mensurações, a oitava coluna tinha a seguinte rubrica:
«Diâmetros xifoidianos (transversal e ântero-posterior) tomados durante a inspiração, a expiração e o tempo médio.»
[89] Cf. A. Soulié, Précis d'anatomie topographique, Paris, 1911, pág. 8-12; Godin, ob. cit., P. Topinard, L'anthropologie, págs. 311 e segs.
[90] Proporções de Topinard.
[91] Os valores métricos absolutos dos segmentos são referidos à m m estatura (1 ,66, no homem ; 1,54, na mulher).
[92] Do Vértex ao Queixo.
[93] Do Queixo à Fúrcula esternal.
[94] [95] [96] e Da Fúrcula esternal à base da Bacia.
[97] (Espádua, braço e cotovêlo) do acrómion ao cotovêlo; (antebraço, punho e mão) do cotovêlo à apófise estilóide.
[98] (Anca, côxa e joelho) da base da bacia ao centro do joelho; (Perna e tornozêlo) do joelho ao tornozêlo; (Pé) do tornozêlo ao solo.
[99] Circunferência máxima.
[100] Perímetro xifoidiano.
[101] [102] [103] [104] Sobre estas medidas, cf. P. Godin, ob. cit., págs. 252 e 253.
[105] No plano compreendido entre o ponto metópico e a convexidade occipital (a parte mais saliente).
[106] Entre os parietais, ubicumque inveniatur, de modo a obter o máximo afastamento das pontas do compasso.
[107] Ao nível da extremidade inferior do esterno. É o diâmetro esterno-vertebral.
[108] Ao nível da 8.ª costela.
[109] Sacro-púbico.
[110] Biilíaco (distância entre as cristas ilíacas).
[111] Fórmula do índice pélvico:
Diâmetro sacro-púbico da
Bacia x 100
Índice
=
Distância entre as cristas
ilíacas
[112] Cf. L'homme dans la nature, cit., pág. 126.
[113] O desenho destas figuras pertence ao sr. Eduardo Ferraz, que o executou, sob a nossa direcção.
[114] Cf. António Arroio, O povo português, apud Notas sôbre Portugal, t. II, págs. 73 e segs.; Marques Braga, Ensaio sôbre a psicologia do povo português, Coimbra, 1902.
[115] Cf. J. Augusto Coelho, Evolução geral das sociedades ibéricas, Lisboa, 1908, t. II.
[116] As percentagens e os valores métricos são referidos à m altura média do recêm-nascido (0,50).
[117] Quási a quarta parte da altura.
[118] Quási dois terços da altura.
[119] Braço, antebraço, mão.
[120] Côxa, perna, pé. Pouco mais de um têrço da altura.
[121] Êste índice exprime a relação do diâmetro transverso, multiplicado por 100, com o diâmetro ântero-posterior.
[122] Êste 2.º índice exprime a relação do perímetro torácico, multiplicado por 100, com a altura do corpo.
[123] Ambos os sexos.
[124] Cf. Charlton Bastian, Le cerveau organe de la pensée, t. II, cap. 1.º.
[125] Cf. Ch. Letourneau, La psychologie ethniqne, Paris, págs. 25 e segs.
[126] Cf. Bernard Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911, págs. 10 e segs.
[127] Cf. P. Hachet-Souplet, De l'animal à l'enfant, Paris, 1913, pág. 127 e segs.
[128] Cf. P. Hachet-Souplet, ob. cit., pág. 127.
[129] cm cm Altura total do corpo: 83 (s. m.); 81 (s. fem.).
[130] J. J. Rousseau, Émile, ou de l'éducation, 4 vols., La Haye, 1762.
[131] Cf. Th. Ruyssen, Essai sur l'évolution
psychologique du jugement, cit., págs. 67 e segs.
[132] Cf. P. Hachet-Souplet, ob. cit., págs. 70 e segs.
[133] Cf. Ed. Cramaussel, Le premier éveil intellectuel de l'enfant, Paris, 1911.
[134] cm cm Altura total do corpo: 114 ,5 (s. m.); 106 (s. fem.).
[135] me Cf. M. Necker de Saussure, L'éducation progressive, L. II, cap. IV; Fr. Queyrat, La logique chez l'enfant, Paris, 1907; B. Perez, L'enfant de trois a sept ans, Paris, 1907.
[136] Cf. Le développement mental chez l'enfant et dans la race, trad. fr., págs. 15 e 16.
[137] Cf. E. Claparède, Psychologie de l'enfant et pedagogie expérimentale, Paris, 1916, págs. 515 e segs.
[138] cm cm Altura total do corpo: 154 ,8 (s. m.); 152 (s. fem.)
[139] Cf. L'âme de l'adolescent, cit., pág. 21.
[140] Cf. Adolescence, etc., cit., t. II, págs. 75 e segs.
[141] «L'adolescence est l'âge de la puberté, l'âge où la sexualité s'établit définitivement, où le garçon devient homme, où la fille devient femme. Et personne ne saurait contester que la puberté marque une étape importante et décisive dans le cours de la vie humaine». Cf. G. Compayré, L'adolescence, Paris, 1909, pág. 5.
[142] Cf. J. Laumonier, La physiologie générale cit.
[143] Cf. Paul-Boncour, Anthropologie anatomique, cit., pág. 56 e segs.
[144] Cf. Topinard, L'anthropologie, cit.; Quételet, Anthropométrie, Paris, 1871; Paul-Boncour, Ob. cit., pág. 60.
[145] Cf. J. Deniker, Les races et les peuples de la terre, Paris, 1900.
[146] Lannois depois de explicar essa transformação, pelo estudo das modificações estruturais que a lâmina cartilaginosa sofre, a partir do seu centro para o ôsso diafisiário, desde o tecido hialino típico, até à zona osteóide ou de ossificação, escreve: «assim se forma o tecido ósseo, primitivamente esponjoso, que se juxtapõe e assimila ao do corpo e da extremidade dos ossos. O modo de ossificação indicado é activo e contínuo, prosseguindo, durante a infância, e exagerando-se na adolescência, muitas vezes, por forma brusca, determinando um crescimento mais ou menos rápido; que, todavia, definitivamente se extingue, dos vinte aos vinte e cinco anos. Se, então, examinarmos a região que corresponde à faixa cartilagínea juxta-epifisiária, nenhuns vestígios encontraremos dela: a cartilagem substituíu o ôsso, sendo completa a fusão da epífise com a diáfise». Cf. Études biologiques sur les géants, cit., págs. 333, 334 e 335.
[147] Cf. L'Anthropologie, cit., pág. 143; cf. mais: Papillaut, L'homme moyen à Paris, apud Bull. et Mém. de la Soc. d'Anthrop., 1902; P. E. Launois, Causes et consèquences de la prolongation de l'ossification des cartilages de conjugaison, apud Compt. rendus de l'association des anatomistes, Liège, 1903; Alexis Julien, Loi de l'apparition du premier point épiphysaire des os longs, 1892.
[148] Cf. Dr. G. Paul-Boncour, Anthropologie anatomique, cit, pág. 117 e seg.
[149] Cf. Alves dos Santos, O Crescimento da Criança portuguesa, cit., pág. 78-80 e 90; 71-77.
[150] As notações que apresentamos, representativas aliás de grande número de mensurações, divergem muito do índice torácico de Weisgerber, pelo que respeita ao adulto, pois que o fixa em 118. Cf. P. Topinard, L'homme dans la nature, cit., pág. 260.
[151] Cf. Dr. L. Manouvrier, Étude sur les rapports anthropométriques en général et sur les principales proportions du corps, apud Mém. de la Soc. anthr., Paris, 1902, T. II.
[152] Cf. Dr. E. Apert, Les enfants retardataires, Paris, 1902; J. Comby, Traité du rachitisme, Paris, 1901.
[153] Cf. E. Regis, Précis de psychiatrie, Paris, 1914; Baréty, De l'infantilisme, du sénilisme, du féminisme, du masculisme et du facies scrofuleux, Nice médical, 1876.
[154] Cf. L. Testut, Traité d'anatomie humaine, Paris, 1911, T. III, 6.ª ed., págs. 762 e segs.
[155] Cf. La physiologie générale, cit., págs. 424-426.
J. Héricourt atribue tambêm à insuficiência funcional da glândula tiroide outros acidentes e perturbações, que pertencem ao reumatismo crónico: dôres nervosas e musculares, retracções aponevróticas, cefalalgias, moléstias de pele, etc.
Cf. L'hygiène moderne, Paris, 1907, pág. 12.
[156] O sr. Dr. A. Aurélio da Costa Ferreíra, num artigo publicado na Medicina Moderna (fevereiro de 1917) atribue a gaguez a excessos de secreção da glândula tiroide. Cf. Anuário da Casa-Pia, 1916-1917, pág. 544-546; cf. tambêm do mesmo autor, Dois sphygmogramas de gagos, Lisboa, 1918.
Sobre as relações do corpo tiroide com as perturbações da ossificação, cf. C. Denis, De l'influence de la glande thyròide sur le développement du squelette, Lyon, 1896; Boullenger, De l'action de la glande thyròide sur la croissance, Paris, 1896; Rogowitch, Effets de l'ablation du corps thyròide, apud Arch. de Physiol., nov. de 1888; Gley, Sur les fonctions du corps thyròide, apud Arch. de physiol. norm. et pathol., Paris, 1892; P. E. Launois, Études biologiques sur les géants, cit., págs. 340 e segs.; Iunta para ampliacion de estudios... Anales, T. XVII, memoria 3.ª, Investigaciones acerca de la inervación del páncreas como glándula de secreción interna, por José Maria de Corral, Madrid, 1918.
[157] Cf. E. Apert, Maladies des enfants, cit., M. Springer, Études sur la croissance et son rôle en pathologie, Paris, 1890; J. Comby, Traité des maladies de l'enfance, Paris, 1899; Maladies de croissance, apud Arch. de Médéc., 1890.
[158] Cf. Dr. Álvaro F. de Novais e Sousa, Assistência e Maternidade, Coímbra, 1915; Sobral Cid, Mortalité infantile en Portugal—XV Congrès International de Médicine, Lisboa, 1906.
[159] Cf. Boletim mensal de estatística demográfico-sanitária, Lisboa, Impr. Nacional.
[160] es Cf. Anuário estatístico de Portugal (vol. de 1903 a 1916), Lisboa, Impr. Nac.
[161] Cf. Dr. Novaís e Sousa, ob. cit., págs. 5 e segs.
[162] Êste gráfico foi-nos amavelmente cedido pelo snr. Dr. Novais e Sousa, que o publicou, pela primeira vez, na Assistência e Maternidade, cit.
[163] Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, cit.
[164] Cf. Paul Godin, ob. cit., pág. 143 e segs.
[165] Cf. Paul Godin, ob. cit., pág. 152 e segs.
[166] Cf. Dr. E. Claparède, Psychologie de l'enfant, etc., cit., pág. 429 e segs.; Fréd. Queyrat, Les jeux des enfants, Paris, 2.ª ed., 1908; Dr. Alves dos Santos, O ensino primário em Portugal, cit.; Stanley Hall, Adolescence, etc., cit.; Colozza, Psychol. und
Pädagogik des Kinderspiels, Altenburg, 1900.
[167] Cf. J. Wilbois, Les nouvelles méthodes de l'éducation, Paris, 1914.
[168] Cf. P. Hachet-Souplet, De l'animal à l'enfant, Paris, 1913; Th. Ribot, L'hérédité psychologique, Paris, 1910.
[169] Cf. para conhecimento dessas classificações, Dr. E. Claparède, ob. cit., págs. 462 e segs.; Queyrat, Les jeux de l'enfant, Paris, 1905.
[170] Cf. António Alfredo Alves, Jogos infantis, apud Revista de educação, Lisboa, julho de 1912; F. Adolfo Coelho, Jogos e rimas infantis, Pòrto; Augusto Pires de Lima, Jogos e canções infantis, Pòrto, 1916.
[171] Pertencem a Mosso estas palavras concludentes: «Até há pouco tempo, os educadores e os fisiologistas limitavam-se a dizer que a gimnástica alemã era inútil e perigosa; começa-se a dizer agora que essa gimnástica é prejudicial. Cf. Éducation physique de la jeunesse, Paris, 1895, pág. 256. E Cellérier acrescenta: «A gimnástica não passa de uma abstracção do jôgo; tiraram-lhe os atractivos dêste para lhe conservarem apenas o esfòrço e a fadiga, que importa». Cf. Esquisse d'une science pédagogique, Paris, 1910, págs. 192 e 193.
[172] O homem nasce, vive e morre, num meio aéreo; por isso, o ciclo da vida compreende-se entre uma inspiração inicial e uma expiração final. A vida é, portanto, uma oxidação, assegurada pelo jôgo elástico dos pulmões e do coração. Donde resulta que tôda a gimnástica (para ser racional) deve facilitar aquele jôgo, isto é, ser respiratória. Cf. Dr. Tissié, Précis de gymnástique rationelle, Paris, 1900.
[173] Cf. Dr. Desfossés, La gymnastique respiratoire chez les enfants, Paris, 1900. Cf. Tambêm P. Barth, Pedagogia e Didatica, trad. ital., Turim, 1917, pág. 453 e segs.
[174] Cf. Dr. E. Toulouse, Le Cerveau, Paris, 1901; Th. Ribot, Les maladies de la mémoire, Paris, 1900; Ch. Richet, Essai de psychologie générale, Paris, 1912.
[175] Cf. Claude Bernard, La science expérimentale, Paris, 1878, págs. 367-403; K. Pearson, La grammaire de la science, trad. franç. do inglês, Paris, 1912, pág. 49 e segs.
[176] Cf. R. Turro, La méthode objective, apud Revue philosophique os , n. 10 e 11, de out. e nov. de 1916.
[177] Cf. G. Bohn, La nouvelle psychologie animale, cit., pág. 17 e segs.
[178] Cf. Jacques Loeb, Die Bedeutung der Tropismen für die Tierpsycholog.; E. Gley, Études de psychologie physiol. et pathol., Paris, 1903.
[179] Cf. Ch. Richet, Dictionnaire de physiol., pal. cerveau; W. James, Principii dí psicologia, trad. ital., Milão, 1909, pág. 10-91.
[180] Cf. James Sully, Études sur l'enfance, trad. franç., Paris, 1898; Ch. Letourneau, La psychologie éthnique, Paris, 1900.
[181] Cf. Traité International de Psychologie Pathologique, Paris, 1911-1912, T. I, cit.; P. Flechsig, Études sur le cerveau, trad. franç., Paris, 1898; J. P. Morat, Traité de physiologie (Fonctions d'innervation), Paris, 1902; W. Bechterew, La psychologie objective, Paris, 1913; Meumann, Experimentelle Pädagogik, 1907; W. James, Principii di psicologia, cit.
[182] Cf. Ch. Letourneau, La psychol. éthn., cit.
[183] Cf. J. Deniker, Les races et les peuples de la terre, cit., pág. 119 e segs.
[184] Traité Intern. de psychol. pathol. T. I, cit., pág. 472.
[185] As notações que o diagrama (fig. n.º 19) exprime, pertencem aos cânones antropométricos, expostos a páginas 85-104.
[186] Cf. J. Deniker, Ob. cit., pág. 123; Traité intern. de psych. pathol., cit. T. I, págs. 297-314; H. Höffding, Esquisse d'une psychologie fondée sur l'expérience, Paris, 1909, págs. 39-94; 118-122; W. James, Ob. cit.; Preyer, L'âme de l'enfant, págs. 298—304.
[187] Os elementos que consideramos para a concepção desta curva, assim como os da curva da consciência
(fig. n.º 22) são hauridos dos testemunhos dos psicólogos e dos fisiologistas, dispersos pelos livros de sciência, e tambêm da observação e da experiência pessoal. A forma gráfica dessa concepção é absolutamente original.
[188] Cf. o pref. do T. II do Traité international de psychologie pathologique, cit.
[189] Cf. Ch. Feré, Sensation et mouvement, Paris, 1900, pág. 94 e segs.
[190] Cf. B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911, com pref. de James Sully; págs. 1-9.
[191] Cf. páginas 18 e segs. Cf. Preyer, L'âme de l'enfant, trad. franç. cit; B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911; A criança, quando nasce, exerce duas espécies de actividades (ambas inconscientes): 1) reacções, consecutivas a excitações (reflexas); 2) actos hereditários, necessários à manutenção da vida (instintos). Os centros nervosos dêstes movimentos encontram-se no eixo cinzento (medula) e nos centros sub-corticais.
[192] A linguagem é função do sistema nervoso. Depois dos centros nervosos hereditários, e dos centros corticais sensoriais, o primeiro centro que se organiza é o da linguagem falada; mas esta só existirá verdadeiramente, quando existir uma perfeita imagem cerebral, isto é, uma idea ou um símbolo, de que seja expressão.
Aos sons inarticulados do recêm-nascido (puras reflexas do sistema nervoso), segue-se a linguagem imitativa e balbuciada do infante; depois a palavra rudimentar da criança que atinge o fim do primeiro ano; e só, por último, é que surge a linguagem propriamente dita, isto é, a linguagem, como expressão do pensamento. Cf. Dr. Alves dos Santos, Elementos de Filosofia scientífica, 2.ª ed., Lisboa, 1918, pág. 221 e segs.; Revue Philosophique, Jan. de 1918, fasc. n.º 1.
[193] Pertencem à adolescência e ao período peri-pubertário, como características, que lhes são específicas:
1) espírito combativo e audaz;
2) optimismo; ingenuidade; consciência do próprio valor;
3) coragem; luta contra o mêdo;
4) egotismo ou egocentrismo (expansão da personalidade; amor de si);
5) sociabilidade;
6) instabilidade (mental e moral);
7) superactividade e dinamogenia dos sentimentos; etc., etc. Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, Paris, 1911; G. Compayré, L'adolescence, Paris, 1909.
[194] A êste paralelismo chama A. Marie: lei da simultaneidade e da correlação necessária entre a energia nervosa e a actividade mental.
[195] Meios de fortuna ou recursos materiais dos pais ou tutores.
[196] Conduta (normal ou anormal) da família.
[197] Profissão dos progenitores ou tutores.
[198] Oficial, particular ou doméstico.
[199] Fisiológicos e patológicos.
[200] Dentição, marcha, fala (épocas em que se produziram).
[201] Acidentes (doenças, quedas, traumatismos, assimetrias).
[202] Bom, mau, péssimo; grande, pequeno, médio; nutrido, magro, esquelético; esbelto, atarracado.
[203] Estado da pele; sua coloração e dos cabelos.
[204] «Crescimento» (normal ou anormal) do sistema ósseo.
[205] Estado da bôca e dos dentes.
[206] Determinação da capacidade vital (quantidade de ar que podem conter os m3 pulmões dilatados): 3 a 4, no
adulto, normal. Freqùência de respiração: a) no adulto, normal, 14 a 18 respirações, por minuto; b) no recêm-nascido, 50; c) nas idades intermediárias, entre 15 e 45, caminhando para êsses extremos, consoante a criança, pela sua idade, se aproxima ou afasta da recêm-nascença. Cada respiração compreende uma inspiração e uma expiração. A capacidade vital mede-se com o espirómetro.
[207] estado da circulação sanguínea pode apreciar-se, por meio do cardiógrafo (que mede ou regista as pulsações do coração), do pneumógrafo (que avalia a amplitude torácica), e do esfigmógrafo (que mede as pulsações da artéria radial (pulso). Segundo Mathias Duval, o número médio de pulsações, por minuto (medidas com o auxílio dum relógio, de segundos), em regra, é: à nascença, 160 a 180; 2) no fim do primeiro ano, 100 a 115; 3) na puerícia (pelos 7 anos), 90 a 100; 4) no período peri-pubertário, de 80 a 90; 5) na idade adulta, 70 a 75.
[208] Desenvolvimento dos órgãos genitais; e sinais da puberdade.
[209] Desenvolvimento da musculatura.
[210] Tonus ou capacidade de reacção.
[211] Defeitos de construção orgânica.
[212] Modificações sobrevindas, durante o «crescimento».
[213] Fôrça muscular (das mãos, dos rins, etc.), medida pelos dinamómetros.
[214] Fadiga física e fadiga mental; sua medida, por processos directos e indirectos.
[215] Observação geral: Tòdas as medidas são tomadas sôbre a criança nua. O material pedométrico é o auxanómetro de Paul Godin: dois compassos de espessura (um, mais pequeno, para medidas cranianas; outro, maior, para os diâmetros torácicos); uma fita métrica inextensível, para as circunferências; e uma balança de precisão, para as pesagens.
O perímetro torácico mede-se à altura da extremidade inferior do esterno, na sua articulação com o apêndice xifóide.
O diâmetro vertical do crânio toma-se, desde o vértex ao anti-tragus.
O diâmetro vertical do tronco mede-se, desde a fúrcula esternal até ao grande-trocânter.
Antebraço (máximo) representa a grossura muscular; (mínimo) representa a grossura óssea (pulso).
[216] E (estatura) B (busto).
[217] C (cérebro) V (vísceras).
[218] O (ossatura).
[219] S (superfície do corpo) E (estatura) D (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio) d (diâmetro bi-acromial).
[220] Eclosão pilar do púbis. Primeiros sinais da Puberdade.
[221] Instalação da Puberdade. P (púbis) A (axilas).
[222] Encerramento do período pubertário.
[223] D. tr. (diâmetro transverso do crânio) D. ant. p. m. (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio).
[224] D. transv. (diâmetro transverso do tórax) D. ant. post. (diâmetro ântero-posterior do tórax).
[225] D. s. p. b. (diâmetro sacro-púbico da bacia) Dist. cr. ilíacas (distância entre as cristas ilíacas).
[226] É a fórmula de Pignet.—C. R. (coeficiente de robustez física) E (estatura) P (pêso) Per. T. (perímetro torácio) insp. (inspiração) exp. (expiração).
[227] Índice do tronco.
[228] Cf. pág. 48.
[229] Cf. pág. 53.
[230] Aparição da Puberdade.
[231] Instalação da Puberdade.
[232] Encerramento da Puberdade.