Em busca de nós mesmos

Clóvis de Barros Filho · Capítulo 31 de 31

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Em busca de nós mesmos

Notas e Recomendações de leitura

Então, tenha sim objetivos. Orgulhe-se de suas conquistas. Valorize, agradeça e preserve as relações com as pessoas importantes da sua vida.

Mas não se esqueça de saborear e aproveitar os instantes que a vida lhe

dá, de estar aqui, com a cabeça aqui, de não viver o tempo inteiro esperando o objetivo chegar. Em vez disso, tenha o objetivo lá no horizonte, mas, ao deitar sua cabeça no travesseiro, tente encontrar a tranquilidade de que hoje você aproveitou ao máximo, saboreou ao máximo e fez o melhor que podia — para amanhã chegar lá.

Notas e Recomendações de leitura Aqui o leitor encontrará comentários e leituras que

permitirão um aprofundamento nas ideias

discutidas ao longo do livro.

Optamos sempre que possível pelas traduções para o português.

Quando não havia tradução para a nossa língua, mantivemos os títulos originais.

Buscamos também títulos de amplo acesso, que não sejam de difícil compreensão ou tenham linguagem excessivamente acadêmica.

Seguimos esse caminho com apenas duas exceções gerais.

Primeiramente, em relação aos estudos específicos citados ao longo do texto. Em segundo lugar, fizemos questão de mencionar algumas obras que, apesar de difíceis, são muito importantes (e valem um esforço dos leitores mais corajosos).

Recomendamos também que o leitor conheça o canal NeuroVox, comandado pelo professor Pedro Calabrez no YouTube, onde semanalmente são publicados conteúdos científicos e reflexivos a respeito das relações entre mente, cérebro e comportamento (www.youtube.com/NeuroVox).

Parte I - A realidade 1. O que é o mundo?

Sobre a realidade como percepção na filosofia, duas obras essenciais, porém de leitura difícil: Berkeley, G., Três diálogos entre Hylas e Philonous (São Paulo: Ícone Editora, 2005); Ponty, M., Fenomenologia da percepção (São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011).

O mundo como construção do cérebro e exemplos clínicos (sinestesia, membros fantasma e muitos outros): Mlodinow, L., Subliminar (Rio de Janeiro: Zahar, 2013); Ramachandran, V. S., O

que o cérebro tem para contar (Rio de Janeiro: Zahar, 2010); Sacks, O., O homem que confundiu sua mulher com um chapéu (São Paulo: Companhia das Letras, 1997).

“A mente é o que o cérebro faz” — a frase é de Steven Pinker, mas a ideia é muito bem trabalhada também por António Damásio, neurologista e neurocientista: Damásio, A., O erro de Descartes: razão, emoção e o cérebro humano (São Paulo: Companhia das Letras, 1994); Pinker, S., Como a mente funciona (São Paulo: Companhia das Letras, 1997).

Testes cegos: Barbosa, R., “Justiça libera provisoriamente anúncio com teste cego de cervejas”, 3 de fevereiro de 2013, em http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/04/justica-libera-provisoriamente-anuncio-com-teste-cego-de-cervejas.htm, acessado em janeiro de 2016.

O ”Desafio Pepsi”, a preferência por Pepsi em teste cego, por Coca-Cola em testes abertos e os aspectos neurocientíficos dessa questão: Van Praet, D., Unconscious Branding (Nova York: Palgrave Macmillan, 2011).

Estudo sobre vinhos com estudantes de enologia: Brochet, F. e Morrot, G., “Influence du contexte sur la perception du vin: implications cognitives et méthodologiques”, Journal international des sciences de la vigne et du vin, 33, 4 (1999).

Estudo neurocientífico sobre sabor de vinhos: Plassmann, H.; O’Doherty, J.; Shiv, B. e Rangel, A., “Marketing actions can modulate neural representations of experienced pleasantness”, Proceedings of the National Academy of Sciences, 105, 3 (2007), pp.

1050–1054.

Estudo neurocientífico sobre sabor de Coca-Cola e Pepsi, comparando teste cego com teste aberto: McClure, S. M.; Li, J.; Tomlin, D.; Cypert, K. S.; Montague, L. M. e Montague, P. R.,

“Neural correlates of behavioral preference for culturally familiar drinks”, Neuron, 44, 2 (2204), pp. 379–387.

Estudo sobre patê e comida de cachorro: Bohannon, J.; Goldstein, R. e Herschkowitsch, A., “Can people distinguish pâté from dog food?”, Chance, 23, 2 (2013), pp. 43–46.

Sobre a universalidade das emoções, incluindo expressões faciais, um dos estudos mais citados é: Ekman, P. e Friesen, W. V.,

“Constants across cultures in the face and emotion”, Journal of Personality and Social Psychology, 11 (1971), pp. 124–129.

Estudo levantando dúvidas sobre a universalidade das expressões faciais das emoções: Crivelli, C.; Russell, J.; Jarillo, S. e Fernández-Dols, J., “The fear gasping face as a threat display in a Melanesian society”, Proceedings of the National Academy of Sciences, 113, 33

(2016).

Para todas as menções ao cérebro feitas neste livro e uma discussão rigorosa e abrangente dos diversos campos neurocientíficos: Kandel, E. et al, Princípios de neurociências (Porto Alegre: Artmed, 2014).

2. O mundo, os desejos e os prazeres

A arte sob uma perspectiva filosófica. Os autores, filósofos, propõem que a arte cumpre um propósito maior do que a transmissão de valores e ideias — e pode ajudar nas grandes e pequenas questões da vida: Botton, A. e Armstrong, J., A arte como terapia (Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014).

Arte, consciência e o inconsciente sob uma perspectiva histórica e neurocientífica: Kandel, E., The Age of Insight: The Quest to

Understand the Unconscious in Art, Mind, and Brain (Nova York: Random House, 2012).

Obra essencial sobre o desejo em Platão. Leitura acessível, considerando-se textos filosóficos: Platão, O banquete (São Paulo: Editora 34, 2016).

Sobre a dualidade entre mundo sensível e mundo das ideias em Platão; também a definição que distingue desejo de vontade. Texto mais longo e difícil: Platão, A república (Bauru: Edipro, 2012).

“A razão é, e só pode ser, escrava das paixões”: Hume, D., Tratado da natureza humana (São Paulo: UNESP, 2000).

Lesões cerebrais e déficits nos processos de planejamento e tomadas de decisão: Damásio, A., O erro de Descartes: razão, emoção e o cérebro humano (São Paulo: Companhia das Letras, 1994).

Sistema quente e frio: Mischel, W., O teste do marshmal ow (Rio de Janeiro: Objetiva, 2016).

Sistema 1 e sistema 2: Kahneman, D., Rápido e devagar: duas formas de pensar (Rio de Janeiro: Objetiva, 2015).

O dinheiro e a satisfação geral com a vida: Kahneman, D. e Deaton, A., “High income improves evaluation of life but not emotional well-being”, Proceedings of the National Academy of Sciences, 107, 38 (2010).

Os discursos sobre nós mesmos: Barros Filho, C.; Lopes, F. e Issler, B., Comunicação do eu: ética e solidão (Petrópolis: Vozes, 2005).

Modelos de consistência cognitiva: Chaxel, A. e Russo, J.,

“Cognitive consistency: cognitive and motivational perspectives”, em Evan, A. e Reyna, V. (eds.), Neuroeconomics, Judgement, and Decision Making (Nova York: Taylor & Francis, 2015).

“Efeito Dunning-Kruger”, a incapacidade de reconhecer a própria incompetência: Kruger, J. e Dunning, D., “Unskilled and unaware of it: how difficulties in recognizing one’s own incompetence lead to inflated self-assessments”, Journal of Personality and Social Psychology, 77, 6 (1999), p. 1121–34. No Google Acadêmico (http://scholar.google.com/) estão disponíveis diversos outros artigos que expandem as descobertas originais.

Acreditamos que somos honestos (quando na verdade não somos): Ariely, D., A mais pura verdade sobre a desonestidade (Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2012).

Achamos que somos mais bonitos do que de fato somos: Epley, N.

e Whitchurch, E., “Mirror, mirror on the wall: enhancement in self-recognition”, Personality and Social Psychology Bul etin, 34, 9, (2008), p. 1159–70.

Sobre a paixão do ponto de vista do cérebro, ver as recomendações de leitura para o Capítulo 1 da Parte III.

Córtex pré-frontal e suas características: Kandel, E. et al, Princípios de neurociências (Porto Alegre: Artmed, 2014). Recompensa, prazer e motivação: Bloom, P., How Pleasure Works (Nova York: W. W. Norton, 2010); Reeve, J., Understanding Motivation and Emotion (New Jersey: John Wiley & Sons, 2009); Schultz, W., “Neuronal Reward and Decision Signals: From Theories to Data”, Physiological Reviews, 95, 3 (2015), pp. 853–951.

Parte II - O cosmos e a vida humana

Excelente (e acessível) leitura sobre a sabedoria dos mitos: Ferry, L., A sabedoria dos mitos gregos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2009).

1. A Odisseia de Homero

Homero, Odisseia (São Paulo: Penguin Companhia, 2011).

2. Platão e a busca pela verdade

Platão, A república (Bauru: Edipro, 2012).

3. A Teogonia de Hesíodo

Hesíodo, Teogonia (São Paulo: Iluminuras, 2015).

4. O navio de Teseu

O relato do navio de Teseu pode ser encontrado na biografia

escrita por Plutarco. Não há edição em português. Recomendamos a edição bilíngue da Universidade de Harvard, com o original e tradução para o inglês: Plutarch, Lives I: Theseus and Romulus.

Lycurgus and Numa. Solon and Publicola (Cambridge: Harvard University Press, 1914).

5. O cosmos aristotélico

A questão da felicidade em Aristóteles e as relações entre sua concepção de cosmos e a conduta humana (ética): Aristóteles, Ética a Nicômaco (Porto Alegre: Artmed, 2009).

Análise de Alexandre Koyré sobre o cosmos da Grécia antiga até as perspectivas newtonianas: Koyré, A., Du Monde Clos a l’Univers Infini (Paris: Gallimard, 1988).

Não há edições completas em português da Física de Aristóteles.

Recomendamos a edição bilíngue de Harvard: Aristotle, The Physics: Books I–IV (Cambridge: Harvard University Press, 1957); Aristotle, The Physics: Books V–VIII (Cambridge: Harvard University Press (1934).

O principal tratado cosmológico de Aristóteles: Aristóteles, Do céu (Bauru: Edipro, 2014).

6. O estoicismo

7. O nosso papel no cosmos

Introdução geral e acessível ao estoicismo: Ferry, L., Aprender a viver: filosofia para os novos tempos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006).

Texto denso e mais completo sobre o estoicismo: Inwood, B.

(org.), Os estoicos (São Paulo: Odysseus, 2006).

Texto acessível de Marco Túlio Cícero: Cícero, M. T., Saber envelhecer e a amizade (São Paulo: L&PM, 1997).

Obra completa de Epicteto em coletânea bilíngue, com o original e tradução para o inglês (o manual é conhecido como o Encheiridion): Epictetus, Discourses — Books 1–2 (Cambridge: Harvard University Press, 1925); Epictetus, Discourses — Books 3–4, The Encheiridion (Cambridge: Harvard University Press, 1928).

Obra completa de Marco Aurélio em edição bilíngue, com o original e tradução para o inglês: Marcus Aureliu s, Marcus Aurelius (Cambridge: Harvard University Press, 1916).

8. A transição entre Antiguidade e Idade Média Análise da transição sob uma perspectiva histórico-filosófica (e uma boa introdução à filosofia): Ferry, L., Aprender a viver: filosofia para os novos tempos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006).

Introdução ao pensamento pré-socrático: Marcondes, D., Uma iniciação à filosofia: os pré-socráticos (Rio de Janeiro: Zahar, 2016).

9. A revolução copernicana

Análise detalhada da revolução copernicana, bem como da estrutura das revoluções científicas: Kuhn, T., A revolução copernicana (Portugal: Edições 70, 1990); Kuhn, T., A estrutura das revoluções científicas (São Paulo: Perspectiva, 2009). Ver também: Koyré, A., Du Monde Clos a l’Univers Infini (Paris: Gallimard, 1988).

10. O cosmos (des)ordenado: Renascença, Modernidade e Humanismo

Análise histórico-filosófica da Renascença, Modernidade e Iluminismo: Ferry, L., Aprender a viver: filosofia para os novos tempos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006).

Rousseau e a perfectibilidade: Rousseau, J., Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens (São Paulo: L&PM, 2008).

Sartre, J. P., O existencialismo é um humanismo. Petrópolis: Vozes de Bolso, 2012).

A tábula rasa: Locke, J., Ensaio sobre o entendimento humano (Livros I e II) (Portugal: Calouste Gulbenkian, 2014).

11. A desconstrução do Humanismo

Introdução ao pensamento de Nietzsche: Ferry, L., Aprender a viver: filosofia para os novos tempos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006). A obra de Nietzsche é densa e complexa. O mais apropriado para quem ainda não teve contato com ela: Nietzsche, F., Crepúsculo dos ídolos (São Paulo: Companhia das Letras, 2006).

Obra de Charles Darwin que revolucionou as ciências naturais: Darwin, C., A origem das espécies (São Paulo: Martin Claret, 2014).

“A ideia perigosa de Darwin” é uma alusão ao título desta obra: Dennett, D., Darwin’s Dangerous Idea (Londres: Penguin UK, 1995).

Análise dos impactos e a atualidade da ideia central de Charles Darwin (de que todos os seres vivos derivam do mesmo ancestral comum, evoluindo a partir do processo de seleção natural): Coyne, J., Why Evolution is True (Nova York: Penguin, 2009).

Freud é um pensador raro, cuja leitura é acessível e em geral prazerosa. Recomendamos dois textos para aqueles que não conhecem sua obra — “O mal-estar na civilização” e “O eu e o id”, encontrados em: Freud, S., Freud vol. 16 (1923–1925): O eu e o id, autobiografia e outros textos (São Paulo: Companhia das Letras, 2010); Freud, S., Freud vol. 18 (1930–1936): O mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias e outros textos (São Paulo: Companhia das Letras, 2010).

12. Filosofia estoica x filosofia contemporânea

Diferenças entre a filosofia antiga e contemporânea: Ferry, L., Aprender a viver: filosofia para os novos tempos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006).

13. Naturalismo poético 14. O demônio de Laplace 15. A direção do tempo 16. O cosmos tende à desordem 17.

Um pálido ponto azul

Para a visão cosmológica apresentada nestes capítulos: Carroll, S., The Big Picture (Nova York: Penguin, 2016).

Interessante discussão entre uma visão naturalista e outra não naturalista do cosmos: Chopra, D. e Mlodinow, L., War of Worldviews: Where Science and Spirituality Meet — and not (Nova York: Random House, 2011).

A ideia de que buracos negros evaporarão foi proposta pelo astrofísico Stephen Hawking. Recomendamos o artigo original (de difícil leitura) e um livro do autor (de leitura mais acessível): Hawking, S. (1973), “Black hole explosions?”, Nature, 248 (1973), pp. 30–31; Hawking, S., Buracos negros (Rio de Janeiro: Intrínseca, 2016).

Obras recomendadas dos autores mencionados ao final do Capítulo 13: deGrasse Tyson, N., Origens (São Paulo: Planeta, 2016); Einstein, A., Como vejo o mundo (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015); Hawking, S., O universo numa casca de noz (Rio de Janeiro:

Intrínseca, 2015); Kaku, M., Mundos paralelos (São Paulo: Rocco (2016); Kaku, M., O futuro da mente (São Paulo: Rocco, 2015); Krauss, L., Um universo que veio do nada (São Paulo: Paz e Terra, 2013); Mlodinow, L., De primatas a astronautas (Rio de Janeiro: Zahar, 2015); Sagan, C., O mundo assombrado pelos demônios (São Paulo: Companhia de Bolso, 2006); Sagan, C., Pálido ponto azul (São Paulo: Companhia das Letras 1996).

A alegoria da ilha do conhecimento: Gleiser, M., A ilha do conhecimento: os limites da ciência e a busca por sentido (São Paulo: Record, 2014).

A alegoria do calendário cósmico foi tirada da série Cosmos original, apresentada por Carl Sagan. Ela foi reinserida na versão mais recente da série e continua sendo utilizada por uma série de autores nos dias de hoje.

18. Cérebro: um cosmos dentro do cosmos

Introdução às neurociências, abrangente e suficientemente profunda: Kandel, E. et al, Princípios de neurociências (Porto Alegre: Artmed, 2014).

Excelente livro introdutório sobre o funcionamento do cérebro, que inspirou este e outros capítulos: Eagleman, D., The Brain: the Story of you (Nova York: Pantheon, 2016).

Sobre o número de neurônios no cérebro: Azevedo, F. A. C.;

Carvalho, L. R. B.; Grinberg, L. T.; Farfel, J. M.; Ferretti, R. E. L.; Leite, R. E. P. e Herculano-Houzel, S., “Equal numbers of neuronal and nonneuronal cells make the human brain an isometrically scaled-up primate brain”, The Journal of Comparative Neurology, 513, 5 (2009), pp. 532–541; Herculano-Houzel, S. (2016), The Human Advantage: A New Understanding of How our Brains Became Remarkable (Nova York: MIT Press, 2016).

19. Nascer e crescer

Metáfora do pianista para descrever as relações entre biologia e ambiente: Pinel, J., Biopsicologia (Porto Alegre: Artmed, 2005).

A natureza biológica da mente e o comportamento dos seres humanos: Pinker, S., Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana (São Paulo: Companhia das Letras, 2005).

Hierarquia das necessidades: Maslow, A. H., “A theory of human motivation”, Psychological Review, 50, 4 (1943), pp. 370–396.

A natureza social dos seres humanos (e a crítica a Abraham Maslow): Lieberman, M., Social: Why Our Brains Are Wired to Connect (Nova York: Broadway Books, 2014).

Estudos comparativos entre neocórtices de diferentes primatas e a evolução do cérebro: Dunbar, R., Grooming, Gossip and the Evolution of Language (Cambridge: Harvard University Press, 1998).

Políticas de natalidade na Romênia: Gail Kligman, The Politics of Duplicity. Control ing Reproduction in Ceausescu’s Romania (Berkeley: University of California Press, 1998).

Relatos sobre os orfanatos da Romênia: Eagleman, D., The Brain: The Story of You (Nova York: Pantheon, 2016).

Teoria do apego: Mooney, C. G., Theories of Attachment: An Introduction to Bowlby, Ainsworth, Gerber, Brazelton, Kennel , and Klaus (St. Paul: Red Leaf Press, 2009).

Inverno da fome na Holanda e suas consequências para a saúde de indivíduos concebidos durante esse período: Hart, Nicky,

“Famine, maternal nutrition and infant mortality: a re-examination of the Dutch hunger winter”, Population Studies, 47 (1993), pp. 27–

46; Roseboom, T. J.; Painter, R. C.; van Abeelen, A. F. M.; Veenendaal, M. V. E. e de Rooij, S. R., “Hungry in the womb: what are the consequences? Lessons from the Dutch famine”, The European Menopause Journal, 70, 2 (2011), pp. 141–145.

Período intrauterino e o desenvolvimento da criança e do adulto (incluindo relatos do “inverno da fome”): Paul, A. M., Origins: How the Nine Months Before Birth Shape the Rest of our Lives (Nova York: Free Press, 2011).

Estresse, depressão e ansiedade durante a gravidez e aumento do risco de problemas no desenvolvimento neurocomportamental do

feto: Kinsella, M. T. e Monk, C., “Impact of maternal stress, depression & anxiety on fetal neurobehavioral development”, Clinical Obstetrics and Gynecology, 52, 3 (2014), pp. 425–440.

O termo “Facebook depression” (com aspas) retornou 686

resultados no Google Acadêmico (http://scholar.google.com) em janeiro de 2017.

Obesidade e sobrepeso na infância e vida adulta: Ng, M. et al., “Global, regional, and national prevalence of overweight and obesity in children and adults during 1980–2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2013”, The Lancet, 384, 9945 (2014), pp. 766–781.

Relatório da Organização Mundial da Saúde sobre hipertensão, ressaltando o problema do consumo de sal por crianças, bem como de açúcar e gorduras pela população em geral: “A global brief on hypertension: silent killer, global public health crisis” (2013), em http://www.who.int/cardiovascular_diseases/publications/global_brief _hypertension/en/

acessado em janeiro de 2017.

Pornografia e o cérebro humano: Kühn, S. e Gallinat, J., “Brain structure and functional connectivity associated with pornography consumption: the brain on porn”, JAMA Psychiatry, 71, 7 (2014), pp.

827–834.

Impacto da pornografia na saúde mental de adolescentes: Owens, E. W.; Behun, R. J.; Manning, J. C. e Reid, R. C., “The impact of internet pornography on adolescents: a review of the research”, Sexual Addiction & Compulsivity, 19 (2012), pp. 99–122.

20. Amadurecer

A importância de processos emocionais para a formação de memórias e aprendizagem: Immordino-Yang, M. H., Emotions, Learning and the Brain (Nova York: W. W. Norton & Company, 2015).

A queda da satisfação do casal com o casamento após o nascimento dos filhos: Twenge, J. M.; Campbell, W. K. e Foster, C.

A., “Parenthood and Marital Satisfaction: a Meta-Analytic Review”, Journal of Marriage and Family, 65, 3 (2003), pp. 574–583; Walker, C., “Some variations in marital satisfaction”, em R. Chester e J. Peel, Equalities and inequalities in family life (Londres: Academic Press, 1977).

O desenvolvimento do cérebro adolescente, sua autoconsciência e a acentuada percepção do self (eu psicológico): Sommerville, L. H.; Jones, R. M.; Ruberry, E. J.; Dyke, J. P.; Glover, G. e Casey, B. J.,

“The medial prefrontal cortex and the emergence of self-conscious emotion in adolescence”, Psychological Science, 24, 8 (2013), pp.

1554–1562; Bjork, J. M.; Knutson, B.; Fong, G. W.; Caggiano, D. M.; Bennett, S. M. e Hommer, D. W., “Incentive-elicited brain activation in adolescents: similarities and differences from young adults”, The Journal of Neuroscience, 24, 8 (2004), pp. 1793–1802; Spear, L. P.,

“The adolescent brain and age-related behavioral manifestations”, Neuroscience and Biobehavioral Reviews, 24, 4 (2000), pp. 417– 463; Heatherton, T. F., “Neuroscience of self and self-regulation”, Annual Review of Psychology, 62, (2011) pp. 363–390.

Interessante reflexão filosófica sobre a ideia de que nunca ficamos

“prontos”: Cortella, M. S., Não nascemos prontos! (Petrópolis: Vozes, 2009).

Estudo sobre o hipocampo de taxistas em Londres: Maguire, E. A.; Woollett, K. e Spiers, H. J., “London taxi drivers and bus drivers: a structural MRI and neuropsychological analysis”, Hippocampus, 16, 12 (2006), pp. 1091–1101.

A queda de atividade metabólica que acompanha o envelhecimento e o aumento do acúmulo de gordura: Bouchard, C.; Despres, J. P. e Mauriege, P. (1993), “Genetic and nongenetic determinants of regional fat distribution”, Endocrinology Review, 14

(1993), pp. 72–93; Chumlea, W. C.; Rhyne, R. L.; Garry, P. G. e Hunt, W. C., “Changes in anthropometric indices of body composition with age in a healthy elderly population”, American Journal of Human Biology, 1 (1989), pp. 457–462; National Cholesterol Education Program (US), “Expert Panel on Detection Evaluation and Treatment of High Blood Cholesterol in Adults”.

Third report of the National Cholesterol Education Program (NCEP) Expert Panel on Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Cholesterol in Adults (adult treatment panel III): final report. The Program, Washington, D.C., 2002.

Dados sobre a prevalência de demências por país: Alzheimer’s Disease International, “World Alzheimer Report 2015: an analysis of prevalence,

incidence,

cost

and

trends”,

em:

https://www.alz.co.uk/research/WorldAlzheimerReport2015.pdf, acessado em janeiro de 2017.

Ser bilíngue retarda o surgimento dos sintomas da doença de Alzheimer: Craik, F. I. M.; Bialystok, E. e Freedman, M., “Delaying the onset of Alzheimer disease: bilingualism as a form of cognitive reserve”, Neurology, 75, 19 (2010), pp. 1726–1729; Woumans, E.; Santens, P.; Stieben, A.; Versijpt, J.; Stevens, M. e Duyck, W.,

“Bilingualism delays clinical manifestation of Alzheimer’s disease”, Bilingualism: Language and Cognition, 18, 3 (2014), pp. 568–574.

Atividade física, alimentação e outros fatores de proteção contra a doença de Alzheimer: Scheltens, P.; Blennow, K.; Breteler, M. M.

B.; de Strooper, B.; Frisoni, G. B.; Salloway, S. e Van der Flier, W. M., “Alzheimer’s disease”, The Lancet, 388, 10043 (2016), pp. 505–

517; Winblad, B.; Amouyel, P.; Andrieu, S.; Ballard, C.; Brayne, C.; Brodaty, H.; Cedazo-Minguez, A.; Dubois, B.; Edvardsson, D.; Feldman, H.; Fratiglioni, L.; Frisoni, G. B.; Gauthier, S.; Georges, J.; Graff, C.; Iqbal, K.; Jessen, F.; Johansson, G.; Jönsson, L.; Kivipelto, M.; Knapp, M.; Mangialasche, F.; Melis, R.; Nordberg, A.; Rikkert, M. O.; Qiu, C.; Sakmar, T. P.; Scheltens, P.; Schneider, L. S.; Sperling, R.; Tjernberg, L. O.; Waldemar, G.; Wimo, A. e Zetterberg, H., “Defeating Alzheimer’s disease and other dementias: a priority for European science and society”, Lancet Neurology, 15, 5 (2016), pp. 455–532.

Sobre a importância do sono para a saúde cardiovascular é importante notar que, de maneira geral, todo benefício cardiovascular traz por natureza um benefício cerebral. Transtornos neurológicos e psiquiátricos têm geralmente aspectos vasculares e inflamatórios (por exemplo, a doença de Alzheimer e a depressão): Cappuccio, F. P.; Cooper, D.; D’Elia, L.; Strazzullo, P. e Miller, M. A.,

“Sleep duration predicts cardiovascular outcomes: a systematic review and meta-analysis of prospective studies”, European Heart Journal, 32 12 (2011), pp. 1484–1492.

21. A morte

O poema de Lucrécio em versão bilíngue, com o original e tradução para o inglês: Lucretius, On the Nature of Things (Cambridge: Harvard University Press, 1975).

Nas Geórgicas, Virgílio atribui a Lucrécio a ideia de que o medo da morte é a raiz da ilusão da alma imortal: Virgílio, Bucólicas, Geórgicas e Eneida (Portugal: Temas e Debates, 2012).

Ideias de Sêneca sobre a morte: Sêneca, Sobre a brevidade da vida (São Paulo: L&PM Pocket, 2006).

Para a visão estoica, ver recomendações do Capítulo 6, Parte II.

O texto citado de Hannah Arendt está em: Arendt, H., Entre o passado e o futuro (Rio de Janeiro: Perspectiva, 2014).

22. Deus

A “aposta” de Pascal e outras ideias do grande matemático e pensador: Pascal, Pensées (Paris: Folio France, 2004).

23. A ilusão da imortalidade

As ideias deste capítulo são muito inspiradas na filosofia estoica.

Ver recomendações do Capítulo 6, Parte II.

Parte III - Viver e conviver 1. Amor e paixão

Excelente livro sobre o amor visto de diferentes perspectivas filosóficas: Comte-Sponville, A., O Amor (São Paulo: WMF Martins Fontes, 2006).

O amor em Spinoza é definido neste importante (e difícil) livro: Spinoza, B., Ética (Rio de Janeiro: Autêntica, 2010).

Para Lucrécio, ver recomendações do Capítulo 21, Parte II.

Visão científica do amor em duas fases: Fischer, H., Why We Love: The Nature and Chemistry of Romantic Love (Nova York: Henry Holt, 2004).

A neurobiologia do amor: de Boer, A.; van Buel, E. M. e Ter Host, G. J., “Love is more than just a kiss: a neurobiological perspective on love and affection”, Neuroscience, 201 (2012), pp. 114–124.

Sobre motivação e prazer, ver recomendações do Capítulo 2, Parte I.

A menção a Vinicius de Moraes se refere ao seu “Soneto de fidelidade”.

Sobre o cérebro processar dores físicas e emocionais de maneira semelhante: Lieberman, M., Social: Why Our Brains Are Wired to Connect (Nova York: Broadway Books, 2014).

A observação de que a qualidade das relações é o principal elemento de uma vida feliz está presente em dezenas de estudos.

Um dos mais importantes é um estudo longitudinal da Universidade de Harvard que acompanha participantes há mais de setenta anos (e já está estudando filhos e netos da amostra original). Um compilado dos resultados do estudo e suas implicações podem ser encontrados em: Valliant, G. E., Triumphs of experience: The Men of the Harvard Grant Study, (Massachusetts: Belknap Press, 2015).

2. A liberdade

O conceito de má-fé: Sartre, J. P., O existencialismo é um humanismo (Petrópolis: Vozes de Bolso, 2012).

O julgamento de Sócrates: Platão, Apologia de Sócrates (São Paulo: L&PM, 2008).

O livro de Bauby, escrito enquanto ele sofria de síndrome do encarceramento: Bauby, J., O escafandro e a borboleta (São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014).

Sobre o erro de Descartes e uma crítica ao dualismo: Damásio, A., O erro de Descartes: razão, emoção e o cérebro humano (São Paulo: Companhia das Letras, 1994).

Duas revisões atuais sobre o cérebro de psicopatas: Cummings, M.

A., “The neurobiology of psychopathy: recent developments and new directions in research and treatment”, CNS Spectrums, 20, 3

(2015), pp. 200–206; Del Casale, A.; Kotzalidis, G. D.; Rapinesi, C.; Di Pietro, S.; Alessi M. C.; Di Cesare, G.; Criscuolo, S.; De Rossi, P.; Tatarelli, R.; Girardi, P. e Ferracuti, S., “Functional neuroimaging in psychopathy”, Neuropsychobiology, 72 (2015), pp. 97–117.

Associação entre demências e benzodiazepinas (como clonazepam/Rivotril): Billioti de Gage, S.; Bégaud, B.; Bazin, F.; Verdoux, H.; Dartigues, J. F.; Pérès, K.; Kurth e T.; Pariente, A.,

“Benzodiazepine use and risk of dementia: prospective population based study”, BMJ, 345, e6231 (2012).

Duas obras sobre o conceito de inconsciente em uma perspectiva científica atual (sem relação com o inconsciente freudiano), a primeira difícil, densa e profunda, a segunda fácil e acessível: Hassin, R. R.; Uleman, J. S. e Bargh, J. A., The New Unconscious (Nova York: Oxford University Press, 2011); Mlodinow, L., Subliminar (Rio de Janeiro: Zahar, 2013).

Estudo sobre compra de vinhos: North, A. C.; Hargreaves, D. J. e McKendrick, J., “In-store music affects product choice”, Nature, 390

(1997), p. 132.

Estudo sobre o café frio/quente: Williams, L. e Bargh, J. A.,

“Experiencing physical warmth promotes interpersonal warmth”, Science, 322, 5901 (2008), pp. 606–607.

Estudo sobre nojo e julgamentos mais severos: Schnall, S.; Haidt, J.; Clore, G. L. e Jordan, A. H., “Disgust as embodied moral judgement”, Personality and Social Psychology Bul etin, 34, 8 (2008), pp. 1096–1109.

Estudo sobre visões políticas com e sem o pote de gel higienizador para as mãos: Helzer, E. G. e Pizarro, D. A., “Dirty liberals! Reminders of physical cleanliness influence moral and political attitudes”, Psychological Science, 22, 4 (2011), pp. 517–522.

Estudo sobre gorjetas dadas para strippers: Miller, G.; Tybur, J. M. e Jordan, B. D., “Ovulatory cycle effects on tip earnings by lap dancers: economic evidence for human estrus?”, Evolution and Human Behavior, 28 (2007), pp. 375–381.

O cérebro decide antes de se ter consciência das decisões: Soon, C. S.; Brass, M.; Heinze, H. e Haynes, J., “Unconscious determinants of free decisions in the human brain”, Nature Neuroscience, 11

(2008), pp. 543–545.

Crítica filosófica ao conceito de livre-arbítrio amparada em estudos neurocientíficos: Harris, S., Free wil (Nova York: Free Press, 2012).

Olhar-se no espelho e sentir-se bem como importante fator contributivo para o bem-estar: Hamermesh, D. S. e Abrevaya,

“Beauty is the promise of happiness?”, European Economic Review, 64 (2013), pp. 351–368.

Mais da metade do Brasil tem acesso à internet: Gomes, H. S.,

“Internet chega pela 1ª vez a mais de 50% das casas no Brasil, mostra

IBGE”,

6

de

abril

de

2016,

em:

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/04/internet-chega-pela-1-vez-mais-de-50-das-casas-no-brasil-mostra-ibge.html, acessado em janeiro de 2017.

“A Biblioteca de Babel”: Borges, J. L., Ficções (São Paulo: Companhia das Letras, 2007).

A vida como produto para consumo: Bauman, Z., Vida para consumo. (Rio de Janeiro: Zahar, 2008).

O “paradoxo da escolha”: Schwartz, B., The paradox of choice (Nova York: HarperCollins, 2016).

Estudo sugerindo associação entre maior número de parceiros sexuais passados e maior insatisfação com o relacionamento atual: Rhoades, G. K e Stanley, S. M., “Before ‘I do’: what do premarital experiences have to do with marital quality among today’s young adults?”, The National Marriage Project (Charlottesville: University of Virginia, 2014).

Estudo sugerindo que maior número de relacionamentos passados está associado a maiores taxas de divórcio: Teachman, J.,

“Premarital sex, premarital cohabitation, and the risk of subsequent marital dissolution among women”, Journal of Marriage and Family, 65, 2 (2011), pp. 444–455.

3. Poder

Estudo dos macacos que escolhiam entre tomar suco e olhar imagens: Deaner, R. O.; Khera, A. V. e Platt, M. L., “Monkeys pay per view: adaptive valuation of social images by rhesus macaques”, Current Biology, 15, 6 (2005), pp. 543–548.

O interesse pela vida dos outros é parte fundamental do processo evolutivo dos primatas: Dunbar, R., Grooming, Gossip and the Evolution of Language (Cambridge: Harvard University Press, 1998). 4. Felicidade

Os elementos que compõem a felicidade (emoções positivas, engajamento, significado, relações de qualidade e conquistas): Seligman, M., Florescer (Rio de Janeiro: Objetiva, 2011).

O estado de “flow”: Csikszentmihalyi, M., Flow (Nova York: HarperCollins, 2004).

Estudo de Harvard sobre a mente que vagueia: Kilingsworth, M. e Gilbert, D., “A wandering mind is an unhappy mind”, Science, 330,

6006 (2010), p. 932.

A curva em “u” de satisfação geral com a vida: Blanchflower, D. e Oswald, A., “Is well-being u-shaped over the life cycle?”, Social Science and Medicine, 66 (2008), pp. 1733–1749; Stone, A.; Schwartz, J.; Brodericka, J. e Deatonc, A., “A snapshot of the age distribution of psychological well-being in the United States”, PNAS, 107, 22 (2010).

A ideia do eu projetivo e eu experiencial é do psicólogo Daniel Kahneman, que usa o termo remembering self (eu que se lembra) para definir o eu projetivo. Optamos pelo termo “projetivo” por acreditar que representa melhor o fenômeno psicológico. Ver: Kahneman, D., Rápido e devagar: duas formas de pensar (Rio de Janeiro: Objetiva, 2013). Ver também a palestra de Kahneman no TED (www.ted.com).

Qualidade das relações como principal elemento da felicidade: Valliant, G. E., Triumphs of Experience: The Men of the Harvard Grant Study (Massachusetts: Belknap Press, 2015).

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Sumário

Prefácio

Parte 1

O que é o mundo?

O mundo, os desejos e os prazeres

Parte 2

A Odisseia de Homero

Platão e a busca pela verdade

A Teogonia de Hesíodo

O navio de Teseu

O cosmos aristotélico

O estoicismo

O nosso papel no cosmos

A transição entre Antiguidade e Idade Média

A revolução copernicana

O cosmos (des)ordenado: Renascença, Modernidade e

Humanismo

A desconstrução do Humanismo

Filosofia estoica x filosofia contemporânea

Naturalismo poético

O demônio de Laplace

A direção do tempo

O cosmos tende à desordem

Um pálido ponto azul

Cérebro: um cosmos dentro do cosmos

Nascer e crescer

Amadurecer

A morte

Deus

A ilusão da imortalidade

Parte 3

Amor e paixão

Liberdade

Poder

Felicidade

Notas e Recomendações de leitura

Você terminou Em busca de nós mesmos

Clóvis de Barros Filho

Livros como este

Depois do livro

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