Menores em tempo de maioridade
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Menores em tempo de maioridade: do
internato-prisão à vida social
Sonia Altoé
Menores em tempo de maioridade: do internato-
prisão à vida social
Rio de Janeiro
2009
Esta publicação é parte da Biblioteca Virtual de Ciências Humanas
do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais – www.bvce.org
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ISBN 978-85-99662-95-3
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Siglas mencionadas
ASSEAF – Associação dos Ex-Alunos da FUNABEM
FUNABEM – Fundação Nacional de Bem Estar do Menor
Em 1990, com a aprovação dos Estatutos da Criança e do Adolescente, a FUNABEM foi extinta e o Governo Federal criou o CBIA – Centro Brasileiro para a Infância e a Adolescência
FACR – Fundação Abrigo Cristo Redentor
USU – Universidade Santa Úrsula
CESPI/USU – Coordenação de Estudos e Pesquisas Sobre a Infância
FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos
CAP – Centro de Apoio Profissional
SAC – Serviço de Apoio Comunitário
DESIPE – Departamento do Sistema Penal
ESG – Escola Superior de Guerra
Dedico este trabalho à minha mãe Idalina, aos meus irmãos
Helena, feda, Elvira, José Herminio, Geraldo, Inês, e ao meu
pai Hermínio, que nos deixou quando ainda éramos crianças e
adolescentes.
Dedico também a todas às crianças e jovens que viveram a
experiência de internato-prisão.
Table of Contents / Sumário / Tabla de
Contenido
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Apresentação
Prefácio
I. Introdução
II. Procedimentos metodológicos
1. Revisão bibliográfica
2. Descrição dos procedimentos
– Entrevistas
– Dificuldades na Realização da Pesquisa
– Análise e Classificação dos Dados
– Algumas Instituições Percorridas
III. Representação do ex-interno sobre o internato
1. Interpretação positiva do internato
2. Interpretação dissonante das normas inculcadas
– Transferência
– Violência Física e Disciplina
– Violência Sexual
– “Ladrão, Viado, Estudante ou Trabalhador”
3. Considerações sobre a homologia das representações
acerca das estruturas das instituições totais
– Homologia das Estruturas das Instituições Totais
– Homologia dos Procedimentos das Instituições
Totais
IV. Desligamento – uma transição difícil
V. Estigma – na maioridade, a marca de “menor”
permanece
VI. Moradia – soluções temporárias
VII. Família
1. Internação e perda dos laços afetivos
2. Negação do abandono
3. Apoio familiar
4. Família imaginária
VIII. Trabalho uma via de inserção social valorizada
IX. Marginalidade
1. A contribuição do internato
2. “Influências recebidas”
3. Perigos da chamada “vida do crime”
X. Futuro – possível?
XI. Considerações finais
XII. Bibliografia