Menores em tempo de maioridade

Sônia Altoé · Capítulo 2 de 33

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Menores em tempo de maioridade

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Menores em tempo de maioridade: do

internato-prisão à vida social

Sonia Altoé

 

Menores em tempo de maioridade: do internato-

prisão à vida social

Rio de Janeiro

2009

Esta publicação é parte da Biblioteca Virtual de Ciências Humanas

do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais – www.bvce.org

Centro Edelstein de Pesquisas Sociais

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Diretor: Bernardo Sorj

Coordenadora da coleção: Dayse de Marie Oliveira

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Siglas mencionadas

ASSEAF – Associação dos Ex-Alunos da FUNABEM

FUNABEM – Fundação Nacional de Bem Estar do Menor

Em 1990, com a aprovação dos Estatutos da Criança e do Adolescente, a FUNABEM foi extinta e o Governo Federal criou o CBIA – Centro Brasileiro para a Infância e a Adolescência

FACR – Fundação Abrigo Cristo Redentor

USU – Universidade Santa Úrsula

CESPI/USU – Coordenação de Estudos e Pesquisas Sobre a Infância

FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos

CAP – Centro de Apoio Profissional

SAC – Serviço de Apoio Comunitário

DESIPE – Departamento do Sistema Penal

ESG – Escola Superior de Guerra

Dedico este trabalho à minha mãe Idalina, aos meus irmãos

Helena, feda, Elvira, José Herminio, Geraldo, Inês, e ao meu

pai Hermínio, que nos deixou quando ainda éramos crianças e

adolescentes.

Dedico também a todas às crianças e jovens que viveram a

experiência de internato-prisão.

Table of Contents / Sumário / Tabla de

Contenido

 

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Apresentação

Prefácio

I. Introdução

II. Procedimentos metodológicos

1. Revisão bibliográfica

2. Descrição dos procedimentos

– Entrevistas

– Dificuldades na Realização da Pesquisa

– Análise e Classificação dos Dados

– Algumas Instituições Percorridas

III. Representação do ex-interno sobre o internato

1. Interpretação positiva do internato

2. Interpretação dissonante das normas inculcadas

– Transferência

– Violência Física e Disciplina

– Violência Sexual

– “Ladrão, Viado, Estudante ou Trabalhador”

3. Considerações sobre a homologia das representações

acerca das estruturas das instituições totais

– Homologia das Estruturas das Instituições Totais

– Homologia dos Procedimentos das Instituições

Totais

IV. Desligamento – uma transição difícil

V. Estigma – na maioridade, a marca de “menor”

permanece

VI. Moradia – soluções temporárias

VII. Família

1. Internação e perda dos laços afetivos

2. Negação do abandono

3. Apoio familiar

4. Família imaginária

VIII. Trabalho uma via de inserção social valorizada

IX. Marginalidade

1. A contribuição do internato

2. “Influências recebidas”

3. Perigos da chamada “vida do crime”

X. Futuro – possível?

XI. Considerações finais

XII. Bibliografia