O Genocídio do Negro Brasileiro: Processo de um Racismo Mascarado

[174].

[174] Núcleo Cultural Deseja Conscientizar o Negro, Tribuna da Bahia, 15 de dezembro de 1975, p. 3.

[175] O Negro no Mundo dos Brancos, p. 75, 173.

[176] The Position of Blacks in American Society, p. 14.

[177] Publicado em Afriscope, Lagos, v. 7, n. 1, jan. 1977, ed. especial Festac ’77.

[178] R. Bastide, Estudos Afro-Brasileiros, p. 156.

[179] Idem, Introduction para a edição em inglês de Dramas Para Negros e Prólogo Para Brancos, de Abdias do Nascimento, que não foi publicada. Acervo Elisa Larkin-Nascimento, p. 1.

[180] Ibidem, p. 1-2.

[181] A.G. Ramos, 0 Negro Desde Dentro, op. cit., p. 130.

[182] R. Bastide, Introduction, op. cit., p. 2.

[183] Ibidem, p. 3.

[184] G. Alakija, Prefácio, em A.S.J. Vieira, Cantos, Encantos e Desencantos d'Alma – Green Blue Shadows, p. 9.

[185] A primeira versão deste artigo foi publicada em inglês na revista Black Art: An lnternational Quarterly, Nova York, outono de 1976. A presente versão, com alguns acréscimos, foi escrita especialmente para Ch’Indaba (ex-Transição), número especial sobre o Festac.

[186] Robert Goldwater, Primitivism in Modern Art, p. 4.

[187] Cf. N. Rodrigues, Os Africanos no Brasil, 4. ed., p. 165.

[188] A.G. Ramos, Introdução Crítica à Sociologia Brasileira, p. 144 e 145.

[189] intervenção no Colloquium On Negro Art, Présence Africaine, p. 404.

[190] Sobre o Comportamento Arcaico Brasileiro nas Artes Populares, Brasileiros e Seu Universo,, p. 63.

[191] La Deshumanización del Arte, Revista del Ocidente, p. 115.

[192] Apud W. Soyinka, Myth, Literature and the African World, p. 35.

[193] A Defasagem Africana ou Crônica do I Festival Mundial de Artes Negras, Cadernos Brasileiros, n. 36, p. 4

[194] Pedagogia do Oprimido, Porto:Afrontamento, 1975, p. 41.

[195] L.C. Frota, Criação Individual e Coletividade, Brasileiros e Seu Universo, p. 55.

[196] Entrevista a Louis S. Gates, Black World, p. 48.

[197] Elisa Larkin-Nascimento, escritora, doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo e mestre em direito e em ciências sociais pela Universidade do Estado de Nova York (Buffalo), ajudou a fundar o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro) e coordenou o curso Sankofa: Conscientização da Cultura Afro-Brasileira (1984-1995).

[198]. A primeira edição, em inglês, foi publicada em novembro de 1976, pelo Departamento de Línguas e Literaturas Africanas da Universidade de lfe (hoje Universidade Obafemi Awolowo), na Nigéria, sob o título “Racial Democracy” in Brazil: Myth or Reality?. Em 1977, o texto foi publicado na forma de uma série de artigos no jornal diário The Sketch, de Ibadan, como parte de sua cobertura do 2o FESTAC/ FESMAN. Ainda naquele ano, seguiu-se a edição do livro, com texto revisto e ampliado, pela mesma Sketch Publishers.