Um Longo Caminho a Dois: Volume 1

Andressa Félix · Capítulo 2 de 34

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Um Longo Caminho a Dois: Volume 1

— Que porra é essa Maria Eduarda!!!?

Olho assustada para Mason, e ele está com cara de quem vai matar

um.

Agora não sei se é pela roupa ou pelos caras, que estavam

tumultuando o balcão do bar. Estou vestindo um short hipercurto e apertado,

que mais parece uma calcinha tipo cueca deixando a mostra minha tatuagem

abaixo da bunda. Um body branco e decotado com um suspensório mostarda

e botas até a altura do joelho. Literalmente estou vestida para mexer com a

mente dos homens.

— Mason é o meu trabalho, para de show! — grito para ele me ouvir,

por causa da música alta.

— É seu trabalho, esse bando de filhas da puta querendo tirar uma

casquinha sua? E que porra de roupa é essa? Quando você se trocou? — grita

ele.

— Mason! Calma cara, hoje é a noite da tequila, o clima e as roupas

são mais sensuais. Hoje é o dia da Duda fazer a cena. Ela escolhe uma pessoa, homem ou mulher, faz uma dança e depois aquele esquema dos

tequileiros — explica Zack nervoso.

Fico olhando para ele, com medo da explosão, mas ao mesmo tempo

excitada. Já imagino esse homem na cama, bravo desse jeito me pegando de

quatro e me dando uma surra de pau.

Isso mesmo que você está pensando!

Eu não sou boba meu bem, nunca namorei, mas adoro sexo. Amo

fazer um amorzinho um sexo calmo. Mas também adoro uma transa sacana.

Como eu falei antes, quando sinto vontade eu vou atrás, mas se ficar sem não

irei morrer.

Adoro uma pegada mais forte. Sou bem resolvida nesse assunto.

Se quero transar vou lá e transo.

De repente um cara puxa meu braço para chamar minha atenção. E aí

que a merda está feita, o homem fica possuído.

— Tira as mãos da minha mulher caralho — grita Mason revoltado

partindo para cima do cara.

— Ei, ei, ei, pode ir parando, eu estou no meu trabalho, e que merda é

essa de minha mulher? — falo me colocando na frente dele, assim evitando o

massacre da serra elétrica.

— Você querendo ou não é minha caralho, e nenhum filho da puta vai

ficar alisando o que é meu — diz ele sério olhando nos meus olhos.

Ele parece um touro bravo, vermelho de raiva, respiração ofegante,

punhos serrados.

— Nossa quanta tempestade em um copo d'água, é simples resolver

isso. Na hora que a Duda for escolher alguém e só ela escolher o Mason. Tão

simples de resolver — diz Jessie.

— Você topa Mason? Ou vai deixar que eu escolha outra pessoa —

provoco a onça com vara curta.

— Meu pau que vou deixar outra pessoa ir ao lugar que é meu — diz

meu homem das cavernas.

Chego ao ouvido dele e digo:

— É o seu pau que eu quero — falo mordendo os lábios.

Nunca fiquei tão excitada em minha vida. Hoje você não me escapa,

meu querido!

Ele me puxa pelos cabelos, e cola sua boca no meu ouvido e diz:

— Você é uma bruxa menina. Você sabia que é perigoso brincar com

fogo? No momento eu estou mais para lobo mau, do que para príncipe

encantado, então cuidado com o que deseja — diz ele com a voz rouca

aumentando o meu tesão.

— Sabe que nas histórias de contos de fadas, eu nunca gostei dos

mocinhos? Eu sempre gostei dos vilões e principalmente do lobo mau, sabe

por quê? Porque o lobo te enxerga melhor, ele te cheira melhor e te fode

melhor ainda — digo dando um sorrisinho de lado.

— Você é inacreditável, tem carinha de santinha, mas é uma safada.

Você não acha que o final da sua frase está errada? Em vez de foder não seria

comer? — diz ele rindo.

— A história é um proibidão do lobo mau — respondo.

— Chega dessa conversa sem pé e nem cabeça, não vai pensando que

esqueci essa cena e nem essa roupa — diz ele e depois me beija.

— Chega dessa agarração e vamos voltar ao trabalho! Duda vai para o

palco as coisas já estão prontas — Zack fala.

Largo Mason e repondo Zack:

— Sim chefinho — digo batendo continência

— Chega de gracinha Gibizinha, vai trabalhar —Zack fala rindo.

— Zack, precisamos conversar sobre esse apelido — diz Mason sério.

— Ah mentira que você vai ficar com ciúmes de mim, seu melhor amigo, seu irmão e ainda por cima gay Mason! Ou você esqueceu cara?

Deixo os dois sozinhos e caminho para o palco.

Peço para o DJ dos infernos, tocar a minha música favorita do the

weekend tema do filme cinquenta tons de cinza.

Acho super sensual, e para o que quero fazer, é perfeita.

Aprendi uns truques em um bar em outra cidade, nesse bar tinha um

grupo de tequileiros homens e mulheres, as cenas eram tanto com músicas

agitadas quanto com músicas sensuais, lentas.

Pego uma cadeira e coloco no meio do palco, olho em direção ao bar

e chamo Mason com um dedo. Começo a mexer os quadris ao ritmo da

música. Em minha cabeça já faço planos entre eu, Mason, essa música e um

strip-tease.

Esse homem liberou meu lado devasso, tudo o que quero é sentir ele

dentro de mim, suas mãos em meu corpo.

Ele vem caminhando em minha direção, com um olhar safado e um

sorrisinho de canto.

Ele sobe no palco e a mulherada começa a gritar "gostoso".

Faço-o sentar na cadeira, e falo no seu ouvido:

— Está fazendo sucesso todo poderoso — falo lambendo sua orelha.

—Gostoso!

Ele solta um suspiro. Peço para o DJ voltar a música e começo a

rebolar. Subo em seu colo, mas sem encostar nele e começo a dançar.

Faço cara de safada e passo as mãos pelo meu corpo. Ele respira

fundo, mas não deixa de me olhar um só segundo. Ele me come com os olhos

e isso me deixa ainda mais excitada.

Zack traz para perto a mesa com a bebida. Levanto e vou fazendo os

passos de dança da música que vi em um clipe.

Viro a frente do meu corpo para ele e minha bunda fica virada pra plateia. Ele faz que não com a cabeça. Volto a sentar no seu colo, aí minhas

queridas me acabo literalmente.

Esfrego-me com vontade e posso senti-lo duro embaixo de mim.

Pego a bebida e o limão. A música já está chegando ao ápice, o faço

abrir a boca e despejo a tequila dentro dela.

Mexo sua cabeça no ritmo da música, esfregando meus seios em seu

rosto e faço ele pegar o limão da minha boca.

E o safado se aproveita e me beija, eu continuo dançando em seu colo

me aproveitando do seu pau duro. Ele puxa meu cabelo com força e eu quase

gozo.

A música acaba e com ela a névoa sensual que pairava entre a gente.

Eu me levanto e comprimento o pessoal que foi à loucura com a

apresentação. Mason sai me puxando para a parte de trás do palco e me

empurra com tudo contra a parede. Como se fosse um rolo compressor, ele

vem com tudo para cima de mim.

Puxa meu cabelo com força e me beija, ele me pega no colo e eu

rodeio sua cintura com minhas pernas.

Agora a brincadeira fica boa. Subo minhas mãos por suas costas e o

arranho, botando um pouco de força para deixá-lo levemente marcado.

Ele para de me beijar, e vai descendo beijando meu pescoço,

mordendo e chupando. Ele abaixa a parte de cima do meu body e abocanha

meu seio direito, sugando com força e morde o bico do meu seio em seguida.

E eu vou à loucura, esfrego minha buceta no seu pau que já está duro,

como uma rocha. Beijo e mordo seu pescoço, o marcando como meu, ele

volta a me beijar com força, parecendo estar possuído.

Eu coloco minha mão dentro da sua calça, agarro seu membro e

começo um vai e vem gostoso, sinto a cabeça do seu pau molhado do seu

líquido, passo o polegar por ela espalhando seu líquido por todo seu membro.

Ele geme em meu ouvido, quase gozo ao ouvi-lo. Uma das coisas que

me dá tesão é ouvir um homem gemendo, e o gemido do Mason Black é uma

loucura.

Ele coloca sua mão em minha buceta, por cima do short que estou

usando e faz pressão, e vejo estrelas. Solto um gemido, um pouco mais alto

não me controlando e ele me cala, colando sua boca na minha como se

quisesse meus gemidos só para ele.

Ele vai fazendo movimentos circulares em meu clitóris, eu tento me

mexer querendo e precisando gozar, mas ele me pressiona mais ainda a

parede, desgruda nossas boas e eu jogo minha cabeça para trás gemendo.

Porra está tão gostoso!

Mas tudo o que mais quero, é senti-lo dentro de mim me fodendo com

força.

— Você quer gozar? — pergunta o cretino em meu ouvido.

— Quero gozar com você dentro de mim! — respondo ofegante.

— No momento quero ver você gozando, quero ver a carinha de

safada que você faz quando isso acontece — diz ele abocanhando meu

mamilo rígido.

Ele consegue enfiar os dedos por dentro do meu body e toca minha

buceta encharcada, pressionando meu clitóris. Em meu ouvido e diz:

— Goza para mim! — Ele acelera os movimentos dos seus dedos, eu

fecho os olhos ao sentir meu orgasmo bem próximo.

Ele aperta meu pescoço com a outra mão e volta a falar:

— Abra os olhos Duda, quero ver seus olhos quando chegar ao

orgasmo —pede ele autoritário

Quando abro e olho nos seus olhos, ele coloca dois dedos dentro de

mim, e então gozo gemendo alto chamando seu nome, a minha sorte é que o

som está alto. Nunca foi tão rápido e tão intenso um orgasmo, sinto meu corpo tremer com tamanha intensidade, minha pele molhada de suor.

Deito minha cabeça em seu ombro tentando controlar minha

respiração. Ele respira fundo e abaixa minhas pernas, tirando seus dedos e os

levando a boca provando meu sabor.

Foi a coisa mais sexy que já vi.

— Você sabe que depois disso tudo o que aconteceu, não tem mais

volta, não é? — pergunta. — Você é minha — ele diz possessivo.

Eu sem voz só consigo acenar com a cabeça.

Estou completamente sem chão, nunca foi assim, eu repito nunca

gozei tão rápido e com tanta intensidade como agora, minhas pernas estão

tremendo que mal consigo ficar em pé. Se só com essa pegação ele me

deixou assim, já imagino esse homem na cama.

Deve ser dinamite pura!!!

— Vam... vamos voltar para o bar? À noite ainda não acabou, ainda

estou trabalhando — digo para ele.

Ele diz que sim, me abraça e me beija.

Um beijo lento cheio de carinho e promessas.

— Vamos sim linda, mas está tudo bem?

— Esta sim, só preciso passar no banheiro e dar um jeito no cabelo e

conferir o restante — falo rindo.

— Tudo bem, te espero no bar então! — fala me dando um selinho e

depois vai em direção ao bar.

Entro no banheiro e me olho no espelho, meu cabelo todo bagunçado,

minha boca inchada, meu pescoço e em cima dos meus seios está

avermelhado por causa da barba dele.

Meus olhos?

Ah meus olhos estão com um brilho, que nunca tinha visto antes. Um

brilho de felicidade, brilho de alegria, brilho de mulher satisfeita.

Vou ao meu armário, pego minha mochila e volto para o banheiro,

refaço minha maquiagem, troco de roupa porque a parte de baixo está

arruinada.

Coloco um jeans preto apertado e um top preto e um salto vermelho

sangue. Guardo tudo na mochila e coloco de volta no armário e volto para o

bar.

Quando chego, encontro Mason, Zack, Drew e Jessie conversando.

Depois da apresentação o ritmo do bar dá uma diminuída.

— Oi pessoal voltei! —Comprimento eles animada.

Do a volta no bar e pego uma garrafinha de água e bebo enquanto

observo todos.

— Gibizinha minha diva, você arrasou essa noite! Abalou as

estruturas, e a música então já quero fazer um amorzinho escutando-a! — diz

Drew animado.

— Querido menos, e eu lá sou homem de fazer amorzinho! —

reclama Zack rindo.

— Olha! Quer dizer então Drew que você tem um Christian Grey em

casa? Aquele que não faz amor, ele fode com força? Está escondendo o ouro

bicha? — diz Jessie tirando sarro.

Todo mundo cai na risada.

A cara que o Zack faz é impagável.

— Bem obrigada Drew pelo elogio, que bom que gostou. Eu tive um

ótimo motivo essa noite para arrasar — respondo olhando para Mason.

— E coloca ótimo nisso né Dudinha? Quase tivemos que pegar o

extintor para apagar o fogo de vocês dois lá em cima — diz Jessie

exagerando.

Mason abaixa a cabeça envergonhado.

Volto a servir o pessoal que vai chegando ao balcão sob o olhar atento de Mason.

As horas vão passando, e a boate esvaziando e a música vai

diminuindo o volume, então começo a guardar as coisas.

Mason me chama, eu pulo o balcão e vou até ele e me sento em seu

colo, dando um selinho nele.

— Diga todo poderoso o que o senhor deseja? — falo rindo.

— Todo poderoso você vai chamar quando eu estiver dentro de você,

te fodendo com força — diz ele ao meu ouvido.

Eu sei que o provoquei, mas fico vermelha de vergonha quando ele

diz isso.

—Hum será mesmo? — O provoco porque sou dessas.

Ele ri...

— Você vai para casa comigo? Ou vai fugir do pau? — pergunta ele

alisando minha perna.

— Meu amor, aprenda uma coisinha sobre minha pessoa. Eu não sou

mulher de fugir de nada principalmente quando o assunto é pau — falo rindo.

— Vamos ver então, se você é assim mesmo. Você já está pronta para

ir, minha princesa?

— Já sim, só vou pegar a minha mochila e avisar a Jessie — respondo

para ele.

— Tudo bem, vou te esperar no carro aqui na porta. Vê se a Baixinha

quer carona.

— Tudo bem — falo e vou em direção aos fundos da boate onde fica

a sala dos funcionários.

Pego minhas coisas e vou atrás da minha Chaveirinho.

Encontro ela no escritório do Zack. Eles estão conferindo o caixa.

— Ei Jessie, vou para a casa do Mason, você quer carona? —

pergunto.

— Opa vai rolar um ménage? Se for estou dentro! — fala a diaba toda

empolgada.

—Você jura né Jessie. Pode tirando o seu cavalinho da chuva, estou

falando sério égua, você vai querer carona para casa? — falo rindo das ideias

dela.

— Estou brincando Dudinha, pode ir, depois os meninos me levam,

estamos fechando o caixa. Só te peço uma coisa, aproveita bem a noite toda,

transa bastante, mas transa muito, mete até ficar assada — fala fazendo graça

como sempre.

— Pode deixar, que hoje eu não durmo! Prepara a pomada, porque

vou precisar — falo gargalhando.

— Vai amiga, vai se divertir com o seu boy só se lembra de se

alimentar.

Mando beijos e vou em direção ao meu homem das cavernas.

Saio da boate e o encontro me esperando encostado no carro.

Oh homem lindo Jesus. Hoje me acabo nele.

Chego perto dele e ele já me agarra todo possessivo.

— Podemos ir princesa? Ele pergunta.

— Podemos sim todo poderoso — respondo o provocando.

— Então entra no carro, que em casa vou te mostrar o todo

poderoso —responde rindo.

Ele abre a porta do carro e quando vou entrar ele bate na minha

bunda.

— Eiii!!

— Esse é só para aquecer — ele fala fechando a porta do carro.

Ele entra em seguida e liga o carro e vamos rumo a caminho de sua

casa.

Estamos a caminho da minha casa, o clima está tenso e eu estou

dirigindo o mais rápido que posso, sem ultrapassar o limite permitido.

Ela não consegue parar quieta no banco, a expectativa está a mil,

tanto para ela quanto para mim. Olho de rabo de olho em sua direção e ela me

olha na mesma hora mordendo os lábios.

Se ela soubesse o que esse gesto faz comigo.

Tudo o que penso no momento é estar dentro dela, fazê-la minha,

marcar seu corpo gostoso como meu.

Depois que ela me ter dentro dela, ela nunca mais vai querer ser de

mais ninguém.

Chegamos a minha casa e estaciono na garagem, desço primeiro, dou

a volta no carro e abro a porta para ela.

Ela desce meio trêmula me olha com uma cara de boa menina, eu não

resisto e a puxo para os meus braços. Lhe dou um beijo carinhoso, e cheio de

significado.

Essa menina mulher, me faz sentir coisas inexplicáveis. Um

sentimento bom que nunca senti antes. Sinto uma vontade louca de sempre estar junto dela, cuidando, zelando, alguma coisa me diz que ela não teve

muito disso, assim como eu.

Entramos em casa, e ela olha tudo maravilhada.

Sou solteiro, mas minha casa é bem arrumada e bem decorada. Afinal

sou arquiteto e designer, gosto de tudo relacionado a minha profissão.

Ela se vira para mim, com aquele olhar deslumbrado e um sorriso

enorme.

Fico olhando e imaginando essa boca gostosa em volta do meu pau. E

é então que toco o foda-se e voo para cima dela.

Agarro-a empurrando-a contra a primeira parede que vejo, minha mão

entre seus cabelos e desço minha boca contra a dela.

Ela não deixa para menos, me agarra e coloca as mãos dentro da

minha camisa me arranhando, separo nossas bocas e puxo sua blusa e ela faz

a mesma coisa com a minha.

Vou beijando e chupando seu pescoço até chegar aos seus seios.

Rasgo seu sutiã e ela respira fundo.

Olho para eles e fico mais louco ainda, eles são perfeitos! Eles se

encaixam certinho em minhas mãos, não sobra e nem falta, seus mamilos

rígidos enchem minha boca de água.

Não resisto, e me delicio neles. Amo o seu jeito entregue, o jeito que

ela se doa.

Ela geme tão gostoso, quando mordo com um pouco mais de força

seu mamilo. Lá na boate, percebi que ela gosta de uma coisa mais bruta,

quando apertei seu pescoço com um pouco mais de força, sua respiração

mudou, sua intimidade ficou mais molhada.

Minhas mãos passeiam pelo seu corpo e param no cós de sua calça

jeans.

Abro o botão de sua calça e vou tirando devagar. Ela começa a tirar suas sandálias e a paro no mesmo instantes.

— Deixe-as, quero você nua só com essas sandálias quando for fodê-

la —falo em seu ouvido e ela geme baixinho.

Termino de tirar sua calça e coloco suas sandálias novamente e vou

subindo minhas mãos por suas panturrilhas, beijo suas coxas e chego a onde

eu quero. Sua buceta molhada.

Olho sua calcinha molhada de tesão e encosto meu nariz no ponto

molhado e respiro fundo, sentindo seu cheiro gostoso de mulher. Isso me

deixa insano.

Rasgo sua calcinha e ela prende a respiração surpresa. Passo minha

língua lentamente pela sua buceta molhada, absorvendo seu gosto. Ela geme

quando chupo seu clitóris e esfrega sua buceta na minha boca, tentando

chegar ainda mais perto. Levanto sua perna e a apoio em meu ombro, dando

assim mais espaço para aproveitar meu banquete.

Passo a língua por seu clitóris e sugo com força. Ela geme alto meu

nome.

— Por favor, Mason! — grita ela

Separo minha boca de sua buceta gostosa e olho para ela.

Uma de suas mãos está em minha cabeça e a outra espalmada na

parede, sua cabeça jogada para trás, seu peito arfando rápido como se tivesse

em busca de ar.

Essa imagem nunca mais sairá da minha mente.

— O que você quer, minha princesa? — pergunto para ela encaixando

dois dedos dentro dela e com o polegar massageio seu clitóris. Sinto sua

intimidade apertar meus dedos, avisando que seu orgasmo está

próximo. Acelero os movimentos dos meus dedos dentro dela, fazendo com

que ela grite tomada do mais puro desejo.

— Responda a minha pergunta Maria Eduarda. O que você quer? — pergunto novamente.

— Voc... você! Preciso de você dentro de mim! — grita ela

ofegante.

— Então goza princesa! Goza para o seu homem agora.

É como se seu corpo cumprir-se minhas ordens, ela se entrega ao

clímax chamando meu nome, e eu me deleito em seu mel.

Levanto e chupo meus dedos, olho em seus olhos e a puxo para mim

beijando sua boca fazendo-a sentir seu próprio sabor.

Vou andando em direção ao sofá e a coloco de quatro. Puxo seus

cabelos, abaixo minha cueca e entro com tudo dentro de sua buceta, e ela

grita com a invasão.

É como se ali fosse meu lugar.

Gememos juntos, é a melhor sensação do mundo.

Passo minhas mãos pelas suas costas, desço aos seus seios e aperto,

puxo seus mamilos um pouco mais forte.

Ela grita pedindo mais.

— Mais forte Mason! — ela implora gritando.

É como se com esse pedido, soltassem a fera que habita dentro de

mim.

Puxo seus braços para trás e a fodo com força puxando seus cabelos.

Ela grita quando do um tapa em sua bunda. Sinto sua buceta

estrangular meu pau. Aliso sua bunda redonda e meu polegar escorrega pela

fenda de sua bunda e a sinto segura a respiração. Ela solta um gemido

baixinho, parecendo um miado de uma gata manhosa.

— Calma gatinha, só estou conhecendo o que a partir de hoje me

pertence. Não vai ser hoje, nem amanhã, mas vai ser logo.

Puxo ela pelo pescoço e beijo sua boca, desço minha mão até sua

buceta e acaricio seu clitóris. E é como se tivesse ligado o interruptor, ela goza clamando meu nome e com isso me leva com ela.

Gozo com tanta intensidade, que sinto escorrer por suas pernas.

Sento-me na poltrona e a trago comigo sem sair de dentro dela.

Ela está sentada de costas para mim e deita sua cabeça no meu ombro

tentando normalizar sua respiração.

— O que foi isso? Foi tipo uau!! — diz ela rindo.

— Tipo uau? O que significa isso? — pergunto rindo acariciando sua

barriga.

— Foi sensacional, intenso, não tenho palavras para explicar —

responde ela.

— Isso foi só o começo, teremos o dia inteiro pela frente. Está

preparada? — pergunto em seu ouvido.

— Com toda certeza todo poderoso — diz ela rindo.

Quando ela me chama assim me deixa doido.

Sinto o meu pau ficando duro, e a diaba também sente e começa a

rebolar essa bunda tentadora no meu pau, gemendo baixinho.

Subo minhas mãos para seus seios e brinco com seus mamilos,

fazendo ela gemer um pouco mais alto.

Mordo seu ombro, beijo e chupo seu pescoço deixando nele minha

marca. Ela é o meu par, tudo nela combina comigo. A forma com que ela se

entregou a mim é inexplicável, o jeito que seu corpo corresponde ao meu me

deixa louco.

Ela acelera os movimentos, sentando com vontade no meu pau. Sua

buceta começa a contrair me apertando dentro dela, como se não quisesse me

soltar.

Jogo minha cabeça para trás, gemendo e apoio minha cabeça no

encosto do sofá. Essa mulher vai acabar comigo, ela é tão gostosa, tão sexy.

Ela é o tipo de mulher que sabe o que quer, sabe do que gosta e vai lá e pega.

Sou dela e não estou reclamando. Suas mãos saem das minhas pernas,

uma sobe para o seu seio direito e a outra para sua intimidade.

Ela acaricia seu clitóris rápido e geme alto.

Porra como eu queria ver essa cena de frente. Mulher gostosa do

caralho.

Não aguentando mais, inclino ela na mesinha de centro da sala e a

fodo sem dó, fodo com uma certa brutalidade. Mordo seu ombro e ela geme

pedindo para eu ir mais forte. Seguro seu cabelo para pegar impulso, e assim,

nessa transa louca gozamos mais uma vez, só que juntos.

Nos deitamos no tapete ofegantes, suados e saciados, viramos um de

frente para o outro e ficamos nos olhando.

Ela corada, com os olhos nublados de paixão. E eu com certeza, estou

com o mesmo olhar.

— O que foi? — pergunta ela.

— Nada, só estou admirando o quanto você é linda.

— Para vai, assim você me deixa com vergonha — diz ela corando

ainda mais

— Tá bom, tá bom parei. Vamos tomar um banho? Comer alguma

coisa e descansar? — pergunto.

— Aceito o banho e dispenso os outros dois — diz ela com carinha de

safada.

— Você vai fazer os três, sem discussão! — falo sério.

— Chato! — diz ela mostrando a língua para mim.

É impressionante como ela passa de mulher, para menina em

instantes? Como agora!

Levanto e coloco minha cueca e ela pega minha camisa a vestindo em

seguida. Estendo minha mão para ajudá-la a levantar, pego ela no colo e subo as escadas indo em direção ao meu quarto. Vou direto para o banheiro e a

coloco sentada no balcão e vou encher a banheira.

Enquanto enche volto para ela dou-lhe um leve beijo em seus lábios e

fico olhando para ela alisando seus cabelos. Tão linda, tão perfeita. Nunca me

imaginei sendo carinhoso, mas com ela não consigo ser de outra maneira. Ela

desperta um lado meu, que nem sabia que existia.

Desligo a torneira, tiro sua camisa e a ajudo a entrar na banheira, tiro

minha cueca boxer e entro em seguida.

Me acomodo atrás dela e a puxo para mim encostando suas costas em

meu peito.

Pego o sabonete líquido e despejo em minhas mãos e passo nos seus

ombros, no seu pescoço e braços.

Vou massageando seus ombros e ela suspira.

— Está gostando, minha princesa? — pergunto em seu ouvido

deixando um beijo embaixo dele.

—Muito! — responde ela com a voz rouca.

— Me conte mais sobre você — peço a ela.

Sinto seu corpo endurecer de tensão.

— O que você quer saber? — pergunta ela.

— O que você quiser me contar gatinha. Só quero saber mais sobre

você — respondo.

Sinto seu corpo relaxar imediatamente. O que será que ela teme que

eu pergunte?

— Bem vamos lá. Tenho 24 anos quase 25. Faço faculdade de

designer de interiores. Trabalho na sua boate há um pouco mais de um ano.

Conheço Jessie desde que tinha nove anos, amo tatuagem, fiz a minha

primeira tatuagem quando completei dezoito anos. Amo a cor preta. E como

você já sabe tenho hipoglicemia e crises de ansiedade. Não tive uma infância bonita e nem feliz, mas não quero falar disso agora. Não falo com a minha

família verdadeira a mais dez anos mais ou menos — ela diz de uma vez só.

De tudo o que ela falou, parei na crise de ansiedade e sobre a família

dela. Como assim mais de dez anos sem falar com a família?

O que será que ela passou na infância, que fez com que ela adquirisse

depressão, crise de ansiedade e sabe-se lá Deus mais o que!!!

Mas eu vou descobrir tudo o que ela passou.

E coitado do infeliz que causou isso a ela.

 

Depois do banho, fomos para cozinha, ele queria porque queria me

fazer comer.

E até que eu estava com fome, também depois de todo o exercício que

fizemos.

Tudo o que aconteceu hoje, desde a boate até aqui na casa dele foi

incrível. Mason é de uma intensidade tão grande que fico até atordoada.

Ele é oito ou oitenta. E a pegada?

Meu Deus do céu, ele fode como um deus do sexo.

Nunca ninguém me pegou como ele. E olha que sou uma pessoa

transante como diz minha amiga Jessie.

Ele despertou em meu corpo desejos que nunca pensei sentir.

Já fiz de tudo um pouco relacionado a sexo, desde papai mamãe até

algemas e chicotes, mas nunca senti vontade de fazer sexo anal.

Mas quando ele me tocou lá atrás, senti uma vontade louca de senti-lo

fodendo minha bunda.

— Ei gatinha tudo bem aí? — pergunta Mason me despertando dos

pensamentos cheios de luxuria.

— Tudo sim lindo, só estava pensando em tudo o que aconteceu —

respondo

— Hum! Vamos comer e quem sabe não repetimos — diz ele dando

uma piscadinha safada.

— Estou contando com isso todo poderoso! — falo sabendo o que

esse apelido lhe causa.

— O que você acha de um sanduíche de queijo branco, peito de peru e

um suco de laranja? — pergunta ele olhando dentro da geladeira.

— Para mim está perfeito — respondo

Então ele monta os lanches, serve o suco, com tudo pronto ele se

senta ao meu lado e começamos a comer.

Entre uma mordida e outra começo a fazer perguntas para ele.

— E você espertinho, me fala sobre você? — pergunto

— Bem deixe-me ver! Tenho trinta anos, sou dono da boate que a

senhorita trabalha, sou formado em arquitetura e tenho um escritório onde

exerço minha profissão. Adoro tatuagens, minha primeira tatuagem fiz

quando tinha quinze anos. Os únicos amigos que tenho são Zack, minha

secretária e Patrick, apesar da Bea agir mais como minha mãe do que como

amiga. Sou filho bastardo do meu pai, a vergonha da família. Mas essa

história fica para outro dia.

— E sua mãe? — pergunto por que ele ainda não falou dela.

— Não me dou muito bem com a minha mãe, por ela querer me forçar

a ter convívio com meu digníssimo pai. Hoje mesmo, cortou qualquer vínculo

comigo, por não querer fazer a vontade dela — diz ele

Agora está explicado o porquê dele ter estado daquele jeito, quando

chegou a minha casa mais cedo. Eu sabia que tinha acontecido alguma coisa.

— Se ela sabe que você não quer isso, por que ela insiste tanto nisso?

Por que te força a uma coisa que não te faz bem?? — pergunto tentando entender sua atitude.

— Não sei e não procuro saber, ela deve ter algum motivo, mas nunca

me contou — responde ele sério.

Eu acho que tem alguma coisa por debaixo dessa insistência toda.

Mas prefiro me calar.

— Sempre deixei bem claro que nunca quis e nem quero contato com

aquela família, mas ela finge que não me escuta. Tudo o que tenho foi mérito

meu, por esforço e inteligência minha. Nunca peguei um centavo do dinheiro

dele, do dinheiro que ele depositava todo mês e que mal dava para comer.

Ele conta já começando a se exaltar. Percebi que esse é um assunto

que mexe muito com ele.

Levanto-me do banco, vou até ele e envolvo meus braços pelo seu

pescoço e beijo suavemente seus lábios. Ele me abraça forte e aprofunda mais

o beijo, e aos poucos o sinto relaxar.

Ele me levanta em seus braços e me senta em seu colo, com uma

perna de cada lado. Ele desgruda nossas bocas e cola sua testa na minha e

respira fundo.

— Desculpa princesa, sei que você não tem nada a ver com isso, mas

não consigo aceitar tudo o que ela faz, pensando só nela e nele — ele diz

baixinho.

— Você não precisa pedir desculpa meu bem, estarei aqui sempre que

você precisar desabafar. Eu também tenho muita coisa que me machuca

guardada dentro de mim. Talvez um dia eu te conte — falo para ele.

— Vamos subir? Sei que deve estar cansada e já vai amanhecer.

Amanhã você está de folga? — pergunta ele

— Estou sim por quê? — respondo

— Passa o dia comigo? Nós combinamos alguma coisa para fazer.

Podíamos pegar um cinema e depois comer alguma coisa — ele pede, me olhando ansioso.

— Tudo bem para mim, mas vou ter que passar em casa para me

arrumar, já que você rasgou minha calcinha e sutiã né mocinho — respondo

dando vários beijos em seu rosto.

— Vai dizer que não gostou? Porque eu bem vi que você curtiu

muito. Eu particularmente amei, elas estavam atrapalhando o meu

caminho — diz ele mordendo minha orelha.

— Lógico que gostei seu bobo — falo rindo dele.

O cansaço começa a bater e acabo bocejando.

Ele vê e se levanta comigo no colo, eu envolvo minhas pernas em sua

cintura com medo de cair.

— Mason! Eu consigo andar sabia? — falo brigando com ele.

— Eu sei, mas gosto de ter você em meus braços — responde ele

sorrindo.

Chegamos ao seu quarto, eu desço do seu colo, e ele vai arrumar a

cama e eu vou ao banheiro escovar os dentes. Volto para o quarto e paro na

porta o vendo terminar de arrumar a cama e logo em seguida ele vem em

minha direção.

— Vai deitar minha princesa, eu só vou escovar os dentes e já me

deito com você — diz ele me dando um selinho.

Eu me jogo em sua cama, bagunçando tudo o que ele arrumou, adorei

o tamanho da sua cama. Logo me acomodo no travesseiro mais macio que já

vi, pego o outro e abraço me sentindo no paraíso.

Olho para a porta do banheiro e encontro Mason de braços cruzados e

um sorriso lindo me olhando. Eu fico vermelha de vergonha por ter sido pega

em flagrante.

Ele vem para a cama e se deita ao meu lado.

— Você parece uma menininha quando cora assim, estava toda feliz.

Gostou da minha cama?

— Amei, ainda mais esses travesseiros, são tão macios e tem seu

cheiro neles — respondo

— Já estou ficando com ciúmes deles, vendo você agarrada assim a

eles — fala rindo

— Seu bobo — falo rindo da carinha que ele faz.

— Vem aqui vem, quero dormir agarrado a você, igual quando

cochilamos mais cedo na sua casa — ele pede com carinha de menino.

E eu vou, ele me beija e eu me derreto toda. Ele me puxa para deitar

em seu peito e beija minha testa.

— Bons sonhos, minha princesa — diz ele fazendo carinho em meus

cabelos

— Boa noite, meu príncipe — respondo sonolenta.

E assim deixo-me levar para os braços de Morfeu.

Sou acordada por uma pequena fresta de luz em meu rosto. Ainda

estou meio desorientada, olho para os lados e me deparo com aquele corpo

gostoso todo desenhado. E então me lembro de tudo o que aconteceu me

levanto devagar para não acordá-lo e vou ao banheiro, lavo meu rosto escovo

meus dentes e prendo meu cabelo em um nó daqueles que nós mulheres

usamos.

Volto ao quarto e noto que ele se mexe como se estivesse me

procurando.

Ele se vira e deita-se de barriga para cima e os braços tampando seus

olhos.

Ele dorme tão tranquilo, parece um menininho tenho até dó de

acordá-lo.

Mas o anjinho de chifre, que está em meu ombro me instiga a acordá-

lo, já o anjinho bom tenta fazer-me desistir da ideia.

Quem você acha que ganhou? Se você responde que foi o anjo de

chifrinho acertou.

Subo na cama lentamente e beijo seu pescoço, desço para o seu peito

e vou descendo beijando sua barriga até chegar ao cós da sua cueca boxer.

Puxo lentamente para baixo, até deixar livre seu membro duro, grande

e grosso cheio de veia que fazem minha boca salivar por um gostinho.

Não resisto e passo minha língua por todo seu comprimento até a

cabeça.

Nunca vi um pau tão lindo, branquinho da chapeleta rosa.

Passo minha língua pela cabeça do seu pau, colhendo um pouco do

seu sêmen.

Ele se mexe gemendo e assim aproveito e o coloco inteiro na boca,

quer dizer eu tento porque é impossível de levá-lo inteiro, pois ele é muito

grande e grosso. Mas coloco até onde consigo, não vai ser isso que irá me

desanimar. O que sobra do seu pau eu trabalho com as mãos. Ele acorda e me

olha, e é quando eu tenho levá-lo um pouco mais fundo, e seu pau bate em

minha garganta fazendo com que eu engasgue.

Ele geme alto, e eu gemo também quando ele agarra meus cabelos

ajudando a guiar seu pau em minha boca do jeito que ele quer.

Eu acelero os movimentos, chupo seu pau como uma profissional do

boquete. Solto seu membro e desço minha língua até suas bolas e as chupo

uma depois a outra.

Ele geme alto meu nome, e sinto suas pernas tremerem e sua barriga

convulsionar.

E isso me dá um poder tão grande, que volto ao seu pau com mais

fome.

Eu o chupo, enquanto acaricio suas bolas.

Seu aperto em meu cabelo aumenta, sinalizando que está próximo a gozar.

Aumento minha investida em seu pau, concentrando-me na parte mais

sensível de seu membro, a cabeça e com isso ele se perde enchendo minha

boca com seu sêmen quente e espesso.

Engulo tudo como se tivesse morrendo de sede, não deixo escapar

nenhuma gota.

Levanto minha cabeça e olho pra ele, lambendo os vestígios de

sua porra dos meus lábios.

Subo em cima dele e o beijo, o fazendo sentir seu gosto em meus

lábios.

Um beijo louco, quente cheio de tesão, sinto seu pau ficando duro

novamente abaixo de mim e dou uma leve rebolada.

Levanto minha bunda um pouco, pego seu pau e o encaixo em minha

entrada e me abaixo lentamente até tê-lo completamente dentro de mim.

Gememos com a sensação de estarmos mais uma vez unidos, a

sensação é de completa plenitude.

Começo a me movimentar devagar subindo, descendo e rebolando.

Suas mãos vão direto para os meus seios, brincando com os meus

mamilos.

Os movimentos aceleram conforme o tesão aumenta. Tudo isso

acontece sem desgrudarmos os olhos um do outro.

Ele leva o polegar a minha boca e eu o chupo, ele o tira e leva ao meu

clitóris acariciando rapidamente. Meus movimentos aumentam em um ritmo

insano.

Apoio minhas mãos em seu peito ao sentir meu orgasmo chegando.

Jogo minha cabeça para trás, e grito chamando seu nome gozando

intensamente.

Caio em seu peito quase desfalecida e logo em seguida sinto ele me enchendo com seu gozo.

Ficamos ali deitados, suados e ofegantes por uns cinco minutos.

Levanto a cabeça e beijo seus lábios.

— Bom dia! — sussurro em seus lábios.

— Quero acordar com um bom dia desses todos os dias — responde

sorrindo.

— Todos os dias não garanto, mas se for um bom menino quem sabe

— falo para ele.

— Então serei o melhor menino de todos — diz Mason rindo

Beijo sua boca, não resistindo a essa tentação.

— E aí partiu banho? Estou morrendo de fome — falo me levantando

— Agora eu descobri o que abre o seu apetite, leite quente direto da

fonte, e logo em seguida um sexo alucinante — fala ele dando uma

gargalhada

Vou em direção ao banheiro, e quando chego à porta me viro, olho

para ele ainda deitado.

— Vai ficar aí? — pergunto

— Vou, só mais um pouco, pode aproveitar o banho — diz ele

despreocupado, com os braços cruzados atrás da cabeça.

Eu como não presto, passo as mãos em meus seios e desço uma até

minha buceta e acaricio levemente meu clitóris.

— Que pena então — digo e me viro para entrar no banheiro, mas

antes de entrar vejo ele pulando da cama e correndo em minha direção.

— Sua menina safada! — diz ele me abraçando por trás e mordendo

meu pescoço.

— Isso é uma calúnia Mason, sou um anjo — respondo rindo

— Um anjo que senta gostoso no meu pau, e que faz um boquete dos

deuses.

Entramos no chuveiro e como você bem deve saber, rolou mais um

round.

Depois do banho verdadeiro, me seco e coloco uma cueca dele e uma

camisa da boate que em mim mais parece um vestido.

Descemos para preparar o café, e quando está quase tudo pronto a

campainha toca.