Um Longo Caminho a Dois: Volume 1
Como é bom poder voltar a trabalhar!
Não que eu não goste de ficar em casa o dia inteiro com Mason, eu
adoro isso, mas senti falta de ver gente, senti falta dos meus amigos.
A boate já está aberta a um par de horas, Mason não saiu do lugar um
só minuto. Agora está conversando com Drew e Zack, aposto que é sobre
negócios, eu volto a fazer minhas coisas e deixo eles de lado.
O movimento da boate está intenso, por isso Jessie vem para o meu
bar, me ajudar, estou tão concentrada nos drinques, que me assusto quando
levanto meus olhos e vejo uma cena surreal.
Meu namorado com a boca grudada, na boca de uma piranha loira.
Sinto um baque no coração, fico sem respirar ao que parece por horas e não
apenas segundos.
Eu não posso acreditar nesse filho da puta! Não acredito que esse
cretino está fazendo isso comigo, logo ele, cheio de ciúmes, fazendo
declarações de amor, para chegar e fazer uma merda dessas.
Ah, mas não vai ficar assim não meu amor! Ele vai conhecer quem é
Maria Eduarda realmente.
Quando dou por mim, já tinha pulado o balcão, e agora estou com os cabelos falsos daquela piranha loira, enrolados em meu punho, saio
arrastando-a pela boate, ao som dos gritos dos meus amigos me pedindo para
parar.
Pois eu não paro nem por um caralho! Essa biscate vai ver o que
acontece quando se agarra o macho dos outros, a putinha grita toda histérica,
tentando se livrar das minhas mãos, e eu aperto ainda mais, irei deixar essa
demônia careca, para ela aprender.
Saio pela porta de emergência, e só paro de andar quando chego ao
estacionamento da boate, ali eu a jogo ao chão, e para minha surpresa a
piranha e nada mais, nada a menos do que a Valerie, nesse momento meu
ódio ultrapassa todos os limites.
— Sua louca! Você arrancou meu cabelo sua puta de quinta — ela
grita chorando.
— Se eu sou puta de quinta, você é o que sua vadia? Eu te avisei para
ficar longe do meu namorado, e você não ouviu! — eu grito e a puxo pelos
cabelos novamente.
Eu me sinto possuída de tanto ódio.
— Para sua louca, Mason não é e nunca será seu, ele sempre foi meu,
ele sai, come algumas vadias como você, mas sempre volta para mim. O pai
dele me ama, e já está até planejando nosso casamento — Valerie grita
chorando.
As palavras dela são como punhais em meu peito, sei que pode ser
mentira, mas também pode ser verdade. Eu não faço parte do mundo dele, até
o escroto do pai dele gosta dessa vadia anêmica.
— Eu te avisei agora você vai aprender a nunca mais me subestimar
— eu falo, e desfiro o primeiro tapa na cara dessa putinha.
Perco a linha, e acerto um tapa atrás do outro, seus gritos alimentam
ainda mais a minha raiva, só saio de cima dela quando deixá-la desfigurada.
Ouço gritos, e sinto um par de braços fortes me levantar de cima dela.
— Para com isso porra!! Quer matá-la? — assim que escuto sua voz,
minha raiva toma proporções épicas.
Esse infeliz tem a coragem de defendê-la?
— Me solta porra! Está com pena dessa vagabunda? Leva essa
escrota para sua casa seu filho da puta!
— Você está louca caralho? Para com esse showzinho merda, eu não
vi essa retardada chegando. Não é nada disso que você está pensando!
— Aaah o tão famoso clichê: NÃO É NADA DISSO QUE VOCÊ
ESTÁ PENSANDO!! Estava demorando, eu não sou cega porra! Eu vi, não
foi ninguém que me contou Mason. EU VI CARALHO!
— Se você já teve a prova queridinha, está fazendo o que aqui? Essa
vergonha que você está passando é no débito ou no crédito? Aceita Honey,
ele sempre volta para mim — Valerie diz debochando da minha cara.
— Tira as mãos de mim agora! Eu vou matar essa vadia! — grito
descontrolada
— Duda para com isso! Essa menina é louca, não entra na conversa
dela.
Mason pede bravo, eu fico ali, olhando para o rosto do homem que eu
amo, mas só consigo ver a maldita cena do beijo deles. Sinto as lágrimas
enchendo meus olhos, e pisco várias vezes para afastá-las.
— Você não falou isso, quando sua língua estava quase entrando em
minha garganta Príncipe — ela responde.
— Meu amo... — Ele não completa a frase, porque eu acerto um tapa
em sua cara.
Ele me olha assustado, e o silêncio cai entre todos os presentes. Até
eu mesmo me assusto, nunca fui violenta, ao contrário, acho que depois de
tudo o que eu passei, aprendi a abominar violência.
Mas também não vou ser capacho de ninguém. Chega de abaixar a
cabeça para tudo e todos, tenho que me posicionar, como diz a rainha dos
memes Inês Brasil, se me atacar eu vou atacar.
Me desvencilho de Mason, e vou caminhando lentamente até aonde
Valerie está, pego seus cabelos novamente, e a faço olhar em meus olhos.
— Para garota, está machucando! Príncipe me ajuda aqui — ela
implora chamando por Mason, e isso é uma facada em meu peito, porque só
quem chama ele de príncipe sou eu.
— Escuta bem o que eu vou te dizer patricinha do caralho. Eu não
quero te ver na minha frente, se você estiver passando na mesma rua que eu,
mude de calçada, se eu entrar em algum lugar, você sai, se eu sequer, pegar
um olhar seu em minha direção, você está fodida, eu arrancarei cada fio de
cabelo seu na unha, e enquanto a Mason, faça bom aproveito!
Eu termino de falar e saio andando em direção as portas da Extreme,
mas antes que eu possa colocar meus pés dentro da boate, sou erguida e
jogada por cima dos ombros como se eu fosse um saco de batata.
— Me solta Mason! — grito de raiva.
Ou ele não me escutou, ou está se fazendo de surdo, sobe as escadas,
indo em direção ao escritório do Zack, ele entra e tranca a porta e coloca as
chaves no bolso da sua calça jeans. Calça jeans essa que moldura seu corpo
perfeito, suas pernas musculosas e tatuadas, e que fica perfeita no seu
bumbum lindo e duro.
Foco Maria Eduarda, foco porra!!!
Ele me desce dos seus ombros, eu me afasto imediatamente para o
outro lado da sala. Ele me observa encostado na porta e de braços cruzados,
mas não me diz nada.
— O Que, que você quer porra! Me deixa ir embora Mason.
— O que, que eu quero? Você tem noção do que acabou de fazer?
Você está completamente louca!
— Aaah agora eu sou louca? — Bato palmas. — Parabéns "príncipe",
como você é esperto. Vai se foder Mason Black, vai para o diabo que te
carregue, vai pra casa do caralho, mas me deixe em paz!! — grito irritada ao
extremo.
E o infeliz ri do meu surto de raiva, ai como eu queria arrancar esse
sorriso lindo da sua face no tapa.
— Que boca suja dona Maria Eduarda, o que seu paizinho iria achar
dessa sua boca suja hein?
— Ele vai achar é pouco seu filho da puta! — Eu xingo ele, e o que o
desgraçado faz? Isso mesmo Brasil! Se você falou que ele riu, acertou porra.
Ele teve a capacidade de rir da minha cara, e eu que estou
completamente descompensada, eu voo para arrancar esse sorriso no tapa,
mas o senhor fitness, consegue me segurar antes que eu que eu acabasse
arranhando seu rosto lindo.
— Porra você está de TPM? Porque só pode caralho. Você está
completamente insana princesa, vamos conversar como dois adultos?
— TPM seu rabo idiota. Queria ver se fosse ao contrário, aí eu queria
ver meu bem! Mas não tem problema não, vou sair daqui e vou agarrar o
primeiro boy magia que aparecer na minha frente.
— Meu pau que você vai!! Experimenta Maria Eduarda, ouse fazer
isso e você vai ser a culpada de um assassinato, porque eu mato o desgraçado
que encostar em você porra!!
— Ui que medinho dele gente, pode matar querido, a boate está cheia
de homem gostoso hoje, mata um que vem dezoito atrás — eu falo rindo da
cara dele.
— Que porra é essa? Você estava olhando para outros homens sua
cretina?
— Cretina eu nunca fui, mas a partir de hoje meu amor, o modo
cretina está ativado. Hoje eu não vou dar, eu vou distribuir, vai lá com aquela
lombriga anêmica, vai defender aquela piranha aguada, aquela filhote de cruz
credo do polo norte, aquela puta desgraçada.
— Eu já sei qual é o seu problema, é falta de uma surra de pau bem
dada. Está estressadinha por falta de rola, mas eu vou resolver essa porra
agora — Mason fala, começando a tirar a roupa.
E eu como uma idiota, fico olhando babando no corpo dele, homem
gostoso do caralho, o abdômen dele é definido, o peitoral todo tatuado,
braços fortes, e um pau que puta que pariu, sinto minha buceta contrair, só
por imaginar esse pau gostoso dentro de mim. Esse homem é uma perdição
do caralho, um alagador de calcinha de primeira categoria, e o sorriso infame
que ele tem? Vai tomar no meu cu sem vaselina.
— Vai foder só se for sua mão satanás do caralho.
Ele vem em minha direção, e eu me escondo atrás da mesa do Zack,
estou de um lado e ele de outro, ele me olha sério e do nada ele sorri, um
sorriso diabólico e de repente ele joga todas as coisas de cima da mesa,
computador, as pastas de documentos, tudo o que tinha em cima da mesa ele
jogou no chão, e como se não bastasse isso ele joga a mesa para o outro lado.
Eu fico olhando completamente chocada, me distraio por míseros
segundos, mas isso é tudo o que ele leva para me alcançar, tento correr, mas
ele me puxa brutalmente pelos cabelos, e me pressiona na parede.
— Vou te acalmar meu amor, vou te dar chá de picão, isso vai te
deixar bem relaxada — ele fala em meu ouvido, e meu corpo de arrepia
inteiro.
Meu corpo se arrepia, e minha buceta fica mais molhada do que já
estava, ele beija meu pescoço, roçando aquela barba pecaminosa em mim,
tento segurar meu gemido, mas com esse homem me pressionando contra a parede é impossível. Suas mãos alcançam minha blusa, e em segundos ela
vira trapo, porque o infeliz a rasga de ponta a ponta, suas mãos envolvem
automaticamente meus seios e aperta bruscamente, e por tudo o que é mais
sagrado esse gesto tem ligação automática com a minha buceta.
— Tira essa bota agora! — Mason pede com a voz rouca de tesão.
E eu como uma mulher obediente, cumpro o que me foi pedido, sou
uma safada sem salvação, é esse homem acenar com esse pau gostoso que eu
me derreto toda, a bichinha chega bate palma em comemoração, xoxota
traidora!!!
Assim que eu tiro minhas botas, ele sem um pingo de paciência rasga
minha calça, me deixando somente de lingerie. Ele está possuído e eu estou
fodida.
Ele volta a puxar meu cabelo com brutalidade, fazendo com que meu
corpo se arqueie para ele, mas dois podem jogar esse jogo meu bem, eu sem
um pingo de vergonha na minha cara, rebolo em seu pau já duro e pronto
para entrar em campo.
Ele puxa o ar por entre os dentes cerrados, e sibila um filha da puta
gemendo em meu ouvido, somos dois corpos atrás de um objetivo só: um
orgasmos de enlouquecer a nós dois, e estremecer as nossas estruturas.
Sua mão direita segura meu cabelo com força, enquanto a mão
esquerda passeia pelo meu corpo, colocando fogo por onde ela passa, o
destino da sua mão gostosa, fica um pouco abaixo do meu umbigo, e sem
pressa nenhuma ele coloca sua mão em cima da minha buceta e a aberta com
possessividade.
— De quem é essa buceta gulosa Maria Eduarda? Olha como ela está
molhada, chorando pelo meu pau. Responde a minha pergunta!
— É minha!
— Resposta errada sua safada! Ela é minha, só quem mete nela sou eu, só quem sabe foder ela sou eu, ela só fica assim molhada e necessitada
por mim, pelo meu pau. — O diabo de homem gostoso, e o pior é que ele
está certo.
Coloco minhas mãos por detrás do meu corpo, e seguro seu pau com
força, fazendo com que ele solte um gemido alto em meu ouvido, sem
esperar, ele afasta a minha calcinha para o lado e me preenche com seus
dedos safados. Eu solto um grito de contentamento, e rebolo em seus dedos
tentando assim chegar ao orgasmo.
Ele tira minhas mãos do seu membro, e as segura nas minhas costas,
fazendo com que meu corpo se arquei mais ainda, afasta mais minhas pernas,
rasga minha calcinha, e posiciona seu pau na entrada da minha buceta, a mão
que estava em meu cabelo segura meu pescoço apertando firmemente.
— Vou perguntar novamente, de quem é essa buceta?
— Sua, só sua! Agora me fode! — Perco completamente a vergonha
na cara e imploro para ele me foder e acabar com a tortura.
Ele entra com tudo, me fazendo gritar seu nome.
— Isso mesmo safada, essa buceta é minha e de mais ninguém. Agora
rebola bem gostoso no pau do seu homem.
E desavergonhadamente, faço o que ele me pede. Ele solta meu
pescoço, e desce sua mão para a minha bunda, deixando um tapa forte que
com certeza ficará a marca por alguns dias, leva o polegar até a minha boca,
mandando eu chupar.
Quando ele acha que já está bom, ele coloca seu polegar na entrada do
meu ânus, fazendo pressão para entrar. Meu corpo se retesa ao senti-lo pedir
passagem.
— Relaxa meu amor, feche os olhos e aproveita o que estou fazendo.
Goza gostoso para mim vai.
Faço o que ele me pede, e relaxo o corpo, seja o que Deus quiser.
Meu corpo abre passagem, para seu dedo abusado e eu só consigo gemer.
— Mason...
—I sso princesa, aproveita. Se joga no que você está sentindo. Está
gostoso? — ele pergunta aumentando suas estocadas.
— Aí... Meu... Deus MASON!!! — grito seu nome sentindo o meu
orgasmo se aproximando.
— Deixa vir princesa, vou gozar bem gostoso dentro de você, e
depois você vai chupar meu pau e assim que eu gozar nessa sua boca gostosa,
nós vamos embora para casa e chegando lá vou te comer o restante da noite.
E ouvindo essas palavras, gozo gritando seu nome e logo em seguida,
sinto seu líquido quente me preencher, meu corpo inteiro estremece, minha
respiração está ofegante e ele sai de dentro de mim, e se senta na cadeira que
está próxima a ele.
— Agora vem aqui chupar o meu pau — ele pede com a cara de
safado, e por incrível que pareça seu pau ainda está duro, mesmo depois de
gozar dentro de mim.
Eu vou até ele, e me ajoelho entre suas pernas. Ele me pede para
colocar a língua para fora, e assim que eu faço ele esfrega a cabeça do seu
pau nela, eu fecho minha boca ao redor dele e o chupo profundamente. Ele
geme alto, jogando sua cabeça para trás, eu continuo chupando, sentindo o
gosto dos nossos fluídos misturados.
Quando levanto meus olhos, eu o pego me assistindo enquanto o
chupo, o tiro da boca, e passo a língua por todo seu comprimento, minhas
mãos acariciam suas bolas e ele geme gostoso, e eu dou um sorriso com cara
de safada, suas mãos vão agarram meus cabelos, e ele começa a foder a
minha boca, adoro ver ele assim, perdido de tesão por mim.
— Eu vou gozar tão gostoso nessa sua boca, e você vai engolir
tudinho sem deixar escapar uma gota. — Eu só consigo acenar com a cabeça.
Eu me excito só de vê-lo assim, e arrasto minha mão para minha
buceta, e começo a me masturbar enquanto o chupo com vontade.
— Olha que safada! Chupar meu pau de deixa com tesão? — ele
pergunta, e eu aceno que sim novamente. — Que gostoso!! Então acelera um
pouco mais, porque estou quase gozando.
Ele nem precisava pedir, estou tão perto do meu segundo orgasmo,
apenas com mais alguns movimentos eu gozo, gemendo com o seu pau em
minha garganta, assim que eu solto um gemido, ele goza chamando meu
nome.
Ele me puxa para o seu colo, e ficamos os dois tentando normalizar a
respiração, me abraça forte, e faz carinho em meus cabelos.
Assim que nos acalmamos, ele segura meu rosto e me força a olhar
em seus olhos.
— Eu amo você Duda, e nunca em hipótese alguma irei te trair, eu
estava conversando com os meninos quando aquela desequilibrada, chegou se
jogando em cima de mim. Não tenho o porquê mentir, você sabe que odeio
mentira. Me entristece que você tenha duvidado de mim, do que eu sinto por
você.
— Se coloca no meu lugar Mason, você está trabalhando, e quando
você me olha estou nos braços de outro homem o beijando, como você
reagiria? O que eu fiz com aquela piranha anêmica, foi é pouco, eu deveria
ter arrancado aquele mega na unha, deveria ter deixado ela careca, não
enxerguei mais nada, só conseguia ver você beijando-a porra.
— Eu teria matado o desgraçado, sei que na hora não conseguimos
enxergar nada, mas você me conhece porra, eu me declaro várias e várias
vezes por dia, ainda sim desconfiou de mim, deu moral para aquela louca! —
Ele fala bravo.
Eu sei que ele está na razão, mas porra eu também estou, ainda por cima a vadia desmilinguida, veio falar que o pai dele está dando apoio para os
dois!!!
— Desculpa pelo tapa que eu te dei, mas quando vi aquela cena do
caralho eu enlouqueci. Se aquela biscate de beira de estrada, fizer isso
novamente eu vou matá-la.
— Está desculpada meu amor, mas não faça isso novamente, em
hipótese nenhuma bata na minha cara de novo, eu sou homem e não um
moleque Duda, sei dos meus sentimentos por você, isso que aconteceu hoje é
inaceitável.
— Ela disse que seu pai, é a favor de vocês dois ficarem juntos, disse
que ele já está começando os preparativos do casamento de vocês — eu
conto, sentindo meus olhos encherem de lágrimas.
— Eu quero que aquele verme se foda, Valerie é maluca princesa. Se
meu pai, aquele bosta estiver realmente fazendo isso, vai perder o tempo dele,
vou me casar sim, mas com a mulher que eu amo.
— E quem seria essa mulherzinha? —pergunto sorrindo.
— Mulherzinha não, mulherão, ela é brava que só a porra, e ciumenta
pra caramba.
— Sou mesmo, e aí se alguma vagabunda desnutrida vim querer
cantar no meu terreiro. Eu quebro o pescoço da galinha, aqui só quem cisca
sou eu querido.
Mason gargalha alto, e eu o acompanho.
— Eu te amo marrentinha linda.
— Eu também amo você, pica doce! — respondo rindo.
— Pica doce? Porra de onde você tira essas coisas? — pergunta rindo
— Pica doce sim, essas putas ficam loucas depois que experimentam.
Ele solta uma gargalhada estrondosa, e eu feito boba apaixonada, fico
olhando encantada.
— Vamos para casa princesa, essa pica doce é só sua — diz ele me
beijando.
— Acho bom mesmo, ou você ficará sem ela. Agora me diz, como
sairei daqui, se até a minha calcinha você rasgou seu ogro!
— Na hora que eu rasguei você não reclamou safadinha, você não tem
nenhuma roupa no seu armário?
— Devo ter, mas como irei pegar? E nem pense em dizer que você
vai, porque se aquele filhote de urubu albino ainda estiver aqui, e for falar
com você, eu a matarei Mason, não duvide de mim.
— Calma assassina, eu ia falar para pedir para a Baixinha trazer.
— Acho bom mesmo, cadê seu telefone? Manda uma mensagem para
ela e pede, afinal foi você quem rasgou!
— Eu não vou retrucar isso Maria Eduarda, mas bem que você
gostou. Vou ligar logo para ela, quero chegar em casa logo, amanhã você
estará literalmente fodida princesa, vou te deixar toda assada!
— Promessas, promessas, promessas!
Ele me olha sério, e me acomoda melhor em seu colo, e antes que eu
possa pensar ele já está dentro de mim.
E a ligação para Jessie ficou esquecida, por um bom par de horas. Nos
perdemos no calor um do outro, querendo descobrir quem enlouquece quem
primeiro.