Erário mineral

Luís Gomes Ferreira · Capítulo 28 de 31 · parte 2/3

Páginas do PDF

Erário mineral

20. Index das coisas mais notáveis que se contêm neste livro

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

Quem os tiver que procedam de purga, ou de mercúrio, ou de unturas. Veja o Trat.III, n.280-281, v.1, p.410-411 e uma observação.

Veja-se o Trat.VII, também cap.XVII, onde se acharão remédios particulares para cursos rebeldes, v.2, p.628 e uma observação muito boa, p.631.

Criança

A que estiver morta na barriga de sua mãe se lançará com os remédios que se apontam no Trat.III, n.57, v.1, p.336, e n.58-59, e para não mover, n.60, v.2, p.336-337.

Coisas novas ou duvidosas

Notando-se algumas, veja-se o Trat.XII, n.15, v.2, p.695-696 onde se acharão respostas às censuras muito adequadas e verdadeiras.

 

D

Defunto

Posta a mão de qualquer defunto em cima dos sinais com que algumas crianças nascem e deixá-la estar até que a parte se esfrie, desaparecem os sinais ou manchas em poucos dias. Trat.III, n.288, v.1, p.414.

Uma fatia de pão metida no sovaco de um defunto e dada a beber a quem se tomar do vinho, o aborrecerá para sempre. Trat.III, v.1, p.445-446.

Os dentes de uma caveira postos em brasas ou seus fumos tomados nas partes vergonhosas curam aos que estão ligados e incapazes dos atos matrimoniais. Trat.III, n.308, v.1, p.421.

Os corpos dos defuntos afogados não aparecem senão ao terceiro ou quarto dia e a razão por quê. Trat.III, n.196, v.1, p.379.

Os defuntos afogados se conhecerão se foram lançados vivos ou se morreram antes de caírem na água pelos sinais que se apontam no Trat.III, n.196, v.1, p.379.

As crianças defuntas se conhecerão se nasceram mortas ou se a mãe as matou depois de nascidas pelos sinais que se apontam no Trat.III, n.196, v.1, p.379.

Por que razão as mulheres afogadas na água aparecem em cima dela com a barriga e o rosto para baixo e os homens com ele para cima. Trat.III, n.196, v.1, p.379.

Por que razão um defunto bota sangue em presença do matador e um matador se não ausentará da presença do defunto enquanto o tal defunto estiver de bruços. Trat.III, n.197, v.1, p.380.

Defluxos

Para os asmáticos que da cabeça caem no peito, se achará um remédio particular no Trat.VI, cap.VII, do n.1 até o n.7, v.2, p.556-558.

Para os defluxos da cabeça se purgarem bem pelos narizes e não caírem no peito, faça-se o remédio que se aponta no Trat.III, n.274, v.1, p.407.

Deslocações

Que coisa é deslocação e como se cura. Trat.IV, cap.I, do n.1 até o n.8, v.1, p.447-450.

A deslocação das vértebras do espinhaço, como se curará. Trat.IV, cap.II, n.1, v.1, p.450-451.

A do ombro e do quadril, como se curará. Trat.IV, cap.III, n.1, v.1, p.451.

As que sucederem com ferida, como se curarão. Trat.IV, cap.IV, n.1, v.1, p.455-456.

A que suceder com ferida, se deve meter o osso logo no seu lugar e depois curar a ferida e confortar a deslocação ao mesmo tempo, e não como manda Antônio Ferreira e a razão por quê. Trat.IV, cap.IV, n.1, v.1, p.455-456.

A deslocação do osso da cia tem um sinal, além dos mais, muito claro e evidente para se conhecer que os antigos não ensinaram, e que osso é o da cia. Trat.IV, cap.III, n.5, v.1, p.452.

A deslocação ou osso que, depois de reduzido a seu lugar, tornar a sair uma vez, sairá outras com facilidade, e por esta causa se deve ter grande cuidado nas ataduras e na segurança dele. Trat.IV, cap.III, n.7, v.1, p.453.

Em deslocações não convém óleos, nem claras de ovos, como manda Antônio Ferreira e a razão por quê. Trat.IV, cap.III, n.10, v.1, p.454-455.

Para aviso dos principiantes escreve o autor duas observações doutrinais que lhe parece não causarão fadiga aos leitores e se acharão no Trat.IV, cap.IV, n.1, v.1, observações 1-2, p.456-459, e as mais que se seguem.

Cinco observações maravilhosas, da p.456-462.

Diabética [sic]

É doença que põe os doentes feitos uns esqueletos e lhes faz mais sede que os hidrópicos, e como se curará. Trat.III, n.211, v.1, p.385.

Diagrídio

Sendo misturado com excesso nos medicamentos purgantes para fazerem mais obra por curso, não é o melhor nas obstruções, porque é fazê-los obrar por força. Trat.II, cap.II, n.3, v.1, p.282.

Diarréia

Veja se uma observação de uma diarréia desesperada, a qual não causará fastio a quem a ler e servirá de boa doutrina aos principiantes. Trat.VII, cap.XVII, n.12, v.2, p.631.

Dores antigas causadas de flatos ou humores frios

Veja-se o Trat.III, v.1, num.265, aonde se acharão remédios singulares, p.402.

Para fazer dormir, veja-se o Trat.III, n.370, v.1, p.441.

 

E

Elixir Sulphuris

Serve para muitas doenças, como se pode ver no Trat.III, n.351, v.1, p.435.

Emplastos

O emplasto que se faz da erva-de-santa-maria na forma que se aponta tem virtude indizível para pontadas pleuríticas de causa fria e dores da mesma causa, ou sejam de humores ou de flatos. Trat.I, cap.VII, n.4, v.1, p.242.

O de farelos de milho grosso ou de alecrim feitos na forma que se aponta obram maravilhas nas pontadas e dores de causa fria. Ibid., n.5, v.1, p.243.

O emplasto Saturno, excelente para todo o gênero de chagas, principalmente para as velhas. Trat.III, n.114, v.1, p.353, e suas virtudes.

O que se faz de gengibre, na forma que se aponta, cura as inchações nas pernas e pés de humor frio, ainda que sejam antigas. Trat.III, do n.39 até o n.43, onde se achará uma observação maravilhosa, v.1, p.329-330 e outra observação na própria pessoa do autor, do n.44 até o n.49, p.330-332.

Para dureza de juntas, n.116, p.354.

Para deslocações, emplastos admiráveis inventados pelo autor, os quais se acharão no Trat.IV, cap.I, do n.3 até o n.6, v.1, p.447-449.

Para as roturas das virilhas se achará um bom emplasto no Trat.VII, cap.IV, n.3, v.2, p.581.

Emulsões

A sua manufatura se achará no Trat.III, n. 12-14, v.1, p.321-322.

Empresa

A em que o autor entra no composição do seu livro a não ignora o seu fraco talento. Proêmio, no segundo parágrafo.

A que o autor tomou foi maior que a sua capacidade. Trat.XII, n.1, v.2, p.689.

Enchimento

O do estômago é muitas vezes a causa de haver pontadas pleuríticas. Trat.I, cap.III, v.1, p.233.

Enfeitiçados ou ligados

Veja-se o Trat.III, do n.308 até o n.314, v.1, p.421-423.

Enxofre

É grande contraveneno nas mordeduras das cobras, como se pode ver no Trat.XI, cap.VI, n.2, v.2, p.686.

Erisipela

A do rosto ou de outra qualquer parte se cura como se diz noTrat.III, n.286 v.1, p.412.

A erisipela ulcerada se curará prodigiosamente como se diz no Trat.III, n.45, v.1, p.331, com uma observação na própria pessoa do autor.

Escarros

Os que saírem com sangue nas pontadas pleuríticas se não sangrem os doentes por esse respeito, porque virá mais sangue nos escarros, e só será o seu verdadeiro remédio a purga e a razão por quê. Trat.I, cap.XIX, n.1, p.262, e cap.XX, n.3, p.264.

Com que purgas se devem purgar os doentes que lançarem escarros de sangue com tosse. Trat.I, cap.XX, n.4, v.1, p.264, e n.5-6, p.265-266, e os que são verdes como ervas.I bid.

Escravos

Advertência como se hão de comprar e escolher, para seu senhor os não perder. Trat.III, n.342, v.1, p.432.

Alguns senhores de escravos hão de dar conta a Deus pelos não tratarem como devem, assim no tempo de saúde, como no tempo das doenças, visitando-os e assistindo-lhes, por se não encherem de confusão vendo que não têm outro pai. Trat.I, cap.XVI, n.2, v.1, p.255.

Espinhela

Que coisa é espinhela, como se levanta e como se fortifica. Trat.III, do n.324 até o n.338, v.l,p.426-431.

Espermacete

Deste medicamento se tira quantidade das baleias e se faz um remédio excelente para tosses, cuja receita se achará no Trat. I, na observação 7, n.3, v.1, p. 276

Espíritos

O de vitríolo é grande remédio para gastar a negridão dos ossos alterados nas fraturas e fazê-los separar mais brevemente. Trat.IV, cap.VI, n.5, v.1, p.475.

Para gastar a corrupção que houver nos ossos, havendo fístula, é admirável remédio. Trat.VII, cap.IX, observação 3, do n.11 até o n.15, v.2, p598-600.

Para curar chagas da garganta e da boca é supremo remédio e obra nestas partes como coisa de milagre. Trat.VI, cap.III, observação 5, na própria pessoa do autor, n.20, v.2, p.534 e observação 2, n.17, p. 533.

Para matar boubas e fazê-las secar, sendo na cara, olhos, nariz, boca ou outras partes em que convenha destruí-las, ainda que saiam em outra parte, é bom remédio e melhor que verdete ou outras drogas. Trat.VI, cap.III, observação 8, n.28, v.2, p.537-538.

Para chagas do membro viril, a que chamam cavalos, obra excelentemente. Trat.VII, cap.IX, n.1, v.2, p.594 e n.6, observação 1, p.596, e observação 2, n.10, p.598.

Não cause admiração vendo correr sangue quando se tocarem as chagas do membro com o espírito. Trat.VII, observação 1, n.9, v.2, p.597-598.

Para negridão dos dentes, tirá-la e quebrar as pedras que se criam neles, é bom remédio, como se pode ver na observação de Francisco Ribeiro. Trat.XII, n.21, v.2, p.697 e Trat.III, n.28, v.1, p.326.

Para consumir a coisa estranha que tiver entrado nos ouvidos quando se não possa tirar de outro modo, é o espirito-vitriolo bom remédio. Trat.III, n.239, v.1, p.393.

Espírito de ferrugem

O espírito de ferrugem é grande remédio nas quedas. Trat.VII, cap.X, n.4, v.2, p.602, e também para os obstrutos é grande remédio. Trat.II, cap.VI, observação 3, n.6, v.1, p.315.

Espírito de cocleária

É bom remédio para o escorbuto ou mal de Luanda, lançado no remédio específico para beber. Trat.XII, n.16, v.2, p.695.

Espírito de vinho

É grande remédio nas erisipelas, não sendo no rosto. Trat.III, n.286, v.1, p.412 e para surdez dos ouvidos. Trat.III, n. 131, v.1, p.358. Os espíritos não se aquentam. Ibid.

Escoriações

As que sucedem no escroto, ou bolsa dos testículos, ou membro viril, se remedeiam como se diz no Trat.VII, cap.XVI, n.1, v.2, p.627-628.

As escoriações que sucedem nas erisipelas se remedeiam prodigiosamente com o remédio inventado pelo autor que se achará no Trat.III, n.46, v.1, p.331.

Esfalfamentos

De que causas podem proceder os esfalfamentos e como se devem curar. Trat.IX, cap.II, do n.8 até o n.12, v.2, p.657-658 e Trat.III, n.282, v.1, p.411.

Esquinências ou dores de garganta

Com que remédios se curam. Trat.VII, cap.VI, n.1-3, v.2, p.585-586 e uma observação n.4, p.587-588.

Érnias [sic]

As que estiverem duras como pedra obedecerão admiravelmente aos remédios que se acharão no Trat.III, n.249-250 até 253, v.1, p.397-398.

Para as hérnias aquosas, vejam o Trat.VII, cap.XVII, v.2, p.628, onde se achará uma boa observação.

Esterco humano

É remédio eficaz para fazer matéria no panarício e fazê-lo rebentar. Trat.III, n.154, v.1, p.366.

Para remediar as ânsias do coração causadas de mordeduras venenosas de cobras do Brasil, principalmente de cobra de cascavel, nesta é o seu único remédio, e fazer com que os doentes livrem da morte, tomada pela boca. Trat.XI, cap.V, n.7, v.2, p.685 e cap.VI, n.4, p.687, e para cravos e verrugas. Trat.III, n.341, v.1, p.432.

Estupores

Veja-se o Trat.VI, cap.XI, n.1, v.2, p.559, onde se achará um remédio particular e Trat.XI, cap.I, n. 21, v.2, p.672-673.

Ecterícias [sic]

[Ver Ictericias]

Veja-se o Trat.VI, n.1, v.2, p.516, onde se achará um bom remédio particular e suas observações.

Havendo-a nos olhos, veja-se o Trat.III, do n.73 até o n.86, v.1, p.341-346.

Exercício

Faz os proveitos que se apontam no Trat.II, cap.II, n.15, v.1, p.288. O exercício é a melhor âncora para salvar os obstrutos. Trat.II, cap.IV, n.3, v.1, p.299.

Não se gaste tempo e dinheiro em curar obstruções sem exercício. Trat. o mesmo, n.9, p.302-303.

F

Falta de respiração

Havendo dificuldade na respiração, na obstrução do fígado, os pés e pernas inchadas, as maxilas do rosto vermelhas, pela maior parte morrem os doentes hidrópicos. Trat.II, cap.II, n.1, v.1, p.282.

Faltas de respiração em pontadas pleuríticas são muito perigosas, como se pode ver no Trat.I, observação 2, n. 1, v.1, p.268.

Vomitórios em pontadas que não tiverem enchimento de estômago fazem morrer os doentes sufocados. Trat.I, observação 3, n.1, v.1, p.271, e n.3, p.212.

Fastio

É um dos sinais de haver enchimento de estômago. Trat.I, cap.IV, n.1, v.1, p.234.

Para os escravos que tiverem fastio. Veja-se o Trat.I, cap.XVI, n.4, v.1, p.256.

Para os que nenhuma coisa podem comer se achará um remédio, grande restaurativo de forças. Trat.III, n.282, v.1, p.411.

Fedor da boca

Quem tiver fedor na boca ou bafo fedorento, veja o Trat.III, n.226, v.1, p.389 e n.210, p.385.

Fígado

Com que remédios se cura sua obstrução. Trat.II, cap.II, n.3, v.1, p.282. As chagas ou gretaduras do fígado, com que remédios se curam. Trat.XI, cap.II, n.11, v.2, p.676.

Febre malignas Veja-se o trat.III, n.66, v.1, onde se achará um remédio fácil e de grande proveito, p.338.

Flatos

Com que remédios se curam e os maus cozimentos do estômago. Trat.I, cap.XI, n.3 e 4, v.1, p.245 e no Trat.III, n. 266, v.1, p.404, e dores deles se curam, n.265, p.404.

Curam-se admiravelmente com água do chá. Trat.X, cap.II, n.11, v.2, p.664, e n.15, p.665.

Flagelo

O maior dos moradores das Minas são as pontadas pleuríticas. Trat.I, cap.I, n.1, v.1, p.229.

Flatulentas dores ou tumores flatuosos

Veja-se o Trat.III, n.315, v.1, p.424.

Fraqueza

Caindo os doentes em fraqueza sobrepõe a enfermidade à natureza e custa muito a livrar o doente da morte, havendo pontada pleurítica. Trat.I, cap.16, n.3, v.1, p.255.

Frangos

Na forma que se aponta servem para refrescar os doentes que estiverem esquentados na obstrução do fígado. Trat.II, cap.II, n.1, v.1, p.282.

Fraturas

Que coisa é fratura, onde sucede e como se cura. Trat.IV, cap.V, n.1, v.1, p.462-463.

Em que partes dos quatro membros, braços e pernas temos uma só cana e como se devem curar estas tais fraturas, e conhecê-las. Trat.IV, cap.V. n.1, v.1, p.462, e n.9, p.467.

As ataduras se não apertarão demasiadamente nas fraturas por não se perder o membro dali para baixo, apodrecendo, como algumas vezes tem acontecido. Trat. IV, cap.V, n.3, v.1, p.464-465.

A telha em que se há de pôr a perna depois de curada e atada será de pau cavado e não de barro, salvo for por necessidade, nem se usará de paus enrolados, como manda Antônio Ferreira, por ser a telha mais conveniente. Ibid., p.465.

Que tempo devem estar de cama os doentes de fraturas em pernas, coxas ou braços. Trat.IV, cap.V, n.7, v.1, p.466.

Fraturas várias de uma desgraça grande, sendo diversas, como se curaram. Trat.IV, observação 3, n.1, v.1, p.459-460.

Duas fraturas foram causa de ficarem dois enfermos com os membros pendurados pelos nervos e carnes, p.461-462.

Feridas frescas

Curam-se com os remédios que se apontaram no Trat.III, n.365, v.1, p.439, onde se achará um remédio que as cura em três dias, e n.267, p.405.

Curam-se, felizmente, com o remédio particular que se aponta no Trat.VI, ainda que cortem ossos, nervos, veias ou artérias, cap.II, do n.1 até o n.9, v.2, p.519-522, o qual as cura em poucos dias, sem fazerem matéria, e três observações maravilhosas que os curiosos folgarão de ver, n.10, p.522, até n.21, p.526.

Fogos

Feitos de dia e de noite nas casas dos enfermos que saíram resfriados debaixo da terra foi grande remédio ou indústria. Trat.IV, cap.VI, observação 3, n.5, v.1, p.481, e fogo se acende sem outro fogo. Trat.III, n.222, v.1, p.388.

Formigueiros

Que coisa é formigueiro e com que remédios se cura. Trat.VII, cap.I, do n.1 até o n.11, com quatro observações, do n.12 até o n.29, v.2, p.567-576.

Os formigueiros que nascem nas solas dos pés dos pretos se curam como se diz no Trat.VII, cap.II, do n.1 até o n.3, v.2, p.577-578.

Fomentações

Veja-se a observação em quatro escravos do autor no Trat.VII, cap.X, n.6, v.2, p.602, onde se achará uma fomentação esquisita com que se acabaram de sarar umas contusões que não quiseram obedecer a outras.

As fomentações de aguardente são tão admiráveis e tem o autor usado tanto delas que se acharão em muitas e várias partes deste volume, e no Trat. VII, cap.X, n.8, p.603.

Fluxos de sangue

Ou saiam da boca, narizes, madre ou almorreimas, ou via da urina, se curam eficazmente com o remédio particular que o autor faz manifesto no Trat.VI, cap.IV, n.1, com suas observações até n.8, v.2, p.549-552.

Para olhos esbugalhados obra o tal remédio como coisa de milagre; como se deve usar dele e uma observação. Cap.IV, n.7, p.551-552.

Para tomar fluxos de sangue, veja-se outro remédio no Trat.III, n.93, v.1, p.347.

Para fluxos de sangue de artéria cortada vejam também o mesmo tratado, n.95, onde se achará um remédio eficaz experimentado, p.348.

G

Gafeira

Com que remédios se cura. Trat.III, n.287, v.1, p.413.

Gálico

Com que remédios se cura. Trat.VI, cap.III, do n.1 até o n.11, v.2, p.527-531, aonde se acharão remédios eficazes e particulares, e nove observações, do n.12 até o n.31, p.531-539.

Duas advertências acerca das talpárias, gomas e boubas, do n.33 até o n.39, p.540-543.

Algumas observações de doentes que nas Minas tomaram unturas e mercúrio, que não sararam, do n.40 até o n.51, p.543-547.

Outro remédio para curar gálico, em qualquer espécie que esteja, andando de pé, invento novo e seguro, n.52, p.547, e uma advertência acerca das mulas e dos esquentamentos, n.56, p.549.

Garganta

Atravessando-se alguma coisa na garganta, veja-se o Trat.III, n.303, v.1, p.419.

Para garrotilho, ou achaques da garganta, veja-se o Trat.III, n.317, v.1. p.424.

Garganta com esquinência se cura com os remédios que se apontam no Trat. VII, cap.VI, n.1, v.2, p.585-586.

Gatos

Gatinhos acabados de nascer feitos em pó é bom remédio para a asma. Trat.III, n.167, v.1, p.370.

O bafo dos gatos tem antipatia com o nosso bofe, e dormindo com eles na cama causa asma, o que consta por mil experiências. Trat.III, v.1, p.362.

O ouvido do gato cura o panarício por virtude oculta. Trat.III, n. 153, v.1, p.365.

Geléia

A que se faz de uma galinha, um capão, seis corações de carneiro, é grande remédio para restaurar forças perdidas. Trat.III, n.282, v.1, p.411.

Gordos

Os que forem gordos e quiserem emagrecer, vejam o Trat.III, n.349, v.1, p.435.

Gonorréias ou esquentamentos

Com que remédios se curam. Trat.III, do n.51 até o n.56, v.1, p.334-335.

Veja-se também o Trat.VI, cap.VIII, n.1, v.2, p.558, onde se achará um remédio particular que vencerá as que desprezarem os outros, e uma observação no mesmo tratado, n.25, p.536.

Gota

As suas dores se moderam com os remédios que se apontam no Trat.III, n.371, v. 1, p.441.

Gota-serena

A que dá nos olhos se cura admiravelmente com os remédios que se apontam no Trat.VII, cap.XI, do n.1 até o n.9, v.2, p.606-608.

Gota-coral Veja-se o Trat.III, n.347, v.1, p.434, onde se acharão bons remedios para sair do acidente, e muitos têm ficado sãos com eles.

Gengibre

É grande raiz para curar as inchações e dermatosas dos pés e pernas. Trat.III, n.39, v.1, p.329 e n.43, p.330.

Para o mal de Luanda, Trat. III, n. 247, v.1, p.396, e para dores de barriga, Trat. III, n.149, p.364.

É também grande remédio para os resfriamentos. Trat.IX, cap.I, n.2, v.2, p. 654 e cap.II, n.2, p.655.

É também bom remédio para o escorbuto ou mal de Luanda. Trat. III, n.247, v.1, p.396, e Trat.XII, n. 28, v.2, p.699.

 

H

Hortelã

A hortelã extingue o sêmen, assim como também a arruda, e por isso se não devem usar em muita quantidade. Trat. VI, cap.I, n.5, v.2, p.517.

Hidropisias

Estando um doente tão inchado como uma pipa por causa de uma hidropisia, sarou radicalmente em quarenta dias, não bebendo água de nenhuma qualidade e comendo seco, por conselho do autor. Trat. II, cap.VI, n.1, v.1, p.310-311.

Formam-se algumas hidropisias da obstrução do fígado, quando é grande, e morrem os doentes falando. Trat.II, cap.II, n.1, v.1, p.282.

Veja-se também a observação do sargento-mor Gaspar de Brito Soares, que servirá de boa doutrina aos modernos. Trat.II, cap.III, n.1, v.1, p.292, e a observação do capitão Manuel Dias Leite, p.292. Formam-se também muitas hidropisias da continuação da bebida chamada cachaça ou aguardente da terra. Trat.II, cap.III, n.3, v.1, p.293, onde se achará notícia de vários enfermos que perderam a vida por causa da obstrução do fígado e morreram hidrópicos.

Veja-se também o Trat.X,cap.II, n.1, v.2, p.661-662.

Curam-se bem com a água anti-hidrópica Trat.III, n.294-295, v.1, p.417.

 

I

Jalapa [sic]

São as melhores purgas para tirarem as dores das juntas, causadas de qualidade gálica. Trat.I, cap.IV, n.3, v.1, p.235 e cap.XVIII, n.6, p.261, e Trat.VI, cap.III, n.1, v.2, p.527-528.

Ictericias

[Ver Ecterícias]

Com que remédios se curam. Trat.III, num. 86-87, v.1, p.346. Veja-se o Trat.VI, n.1, v.2, p.516, onde se achará um remédio particular e uma observação muito boa.

Impingens

Veja-se o Trat.III, n.70, v.1, p.340, onde se achará um remédio certo, invento do autor, e n.367, p.440.

Informação

A que se tomar ao pretos se repetirá duas e três vezes por serem variáveis no que dizem, e alguns brancos rudes também. Trat.I, cap.X, v.1, p.247.

Inflamação do fígado Sendo por causa de obstrução, são perigosas. Trat.II, cap.II, n.2, v.1, p.281.

Inchação de pés, pernas e tornozelos

Aponta-se um remédio singular, sendo feito como se diz no Trat.III, n.50, v.1, p.333 e n.39, p.329.

Inhaúma

É uma ave que se cria no Sertão do rio de São Francisco, cuja tem um corno na testa, [sic] que é o verdadeiro unicórnio, e uns esporões nos encontros das asas, que tudo é excelente contraveneno. Trat.XI, cap.II, n.5, v.2, p.674.

Intestinos ou tripas

Se estiverem saídos por alguma quebradura das virilhas, se meterão dentro com os remédios que se apontam no Trat.III, do n.235 até o n.237, v.1, p.392-393.

Veja-se também o Trat.VII, cap.IV, do n.1 até o n.3, v.2, p.549-550, onde se acharão alguns remédios, e o comprimento que têm as tripas medidas pelo autor.

Veja-se mais o cap.V que se segue, onde se acharão remédios para curar as quebraduras de pouco tempo, v.2, p.553-554.

 

L

Lagarto

Os seus pós, como se devem preparar para desunir a carne dos dentes e tirá-los sem ferro, e que lagarto é. Trat.III, n.35, v.1, p.328.

Lágrimas de sangue Com elas se deve chorar vendo acabar a vida dos enfermos de pontadas com vomitórios, tolhendo-lhes a respiração; uns no primeiro dia, outros no segundo, e o que mais é sem se poderem confessar. Trat.I, cap.XIII, n.1, v.1, p.251.

Com elas saiu um enfermo debaixo da terra, e não só chorava sangue pelos olhos, senão que também lhe saía pela boca e ouvidos, e sarou. Trat.IV, cap.VI, observação 3, n.1, v.1, p.479-480.

Lambedores

O que se faz de aguardente com açúcar, sendo boa, feito na forma que se aponta, é admirável nos catarrões que procedem de causa fria. Trat.I, cap. VIII, n.2, v.1, p.245.

O que se faz de raiz de capeba é excelente para a tosse com escarros de sangue nas pontadas. Trat.I, cap.XIX, n.1-2 e n.7, v.1, p.262-263.

O que se faz de avenca, na forma que se aponta, também é de grande proveito nas tosses que ficam das pontadas ou se originam de causas frias. Ibid. e p.244.

Lambedor, ou xarope violado, é bom remédio para os esquentamentos, assim para tirar as dores deles, como para fazer urinar, misturado com água de malvas. Trat.III, ?. 56, v.1, p.335.

Laranjas azedas

São remédio eficaz para as tosses que procederem de soros delgados ou não obedecerem a outros remédios. Trat.I, observação 7, n.4, v.1, p.276.

Láudano opiado

Mistura-se nos remédios opiados, como se pode ver no fluxo de sangue do nariz. Trat.III, n.24, v.1, p.324. O líquido para fazer dormir. Trat.III, n.370, v.1, p.441.

Leite

O de vacas, sendo continuado, é muito prejudicial à saúde. Trat.X, cap.I, do n.1 até o n.9, v.2, p.659-661, onde se verão os danos que causa.

O que se chama virginal tira as manchas da cara e covas da bexigas. Trat.III, n.119, v.1, p.355.

Lenimento

Para abrandar a dureza e inchação que costuma haver quando algum osso está deslocado, fora de seu lugar alguns dias, é preciso usar dele para se poder reduzir a seu lugar. Trat.IV, cap.III, n.7, v.1, p.453.

Para fazer dormir, pondo-o na testa, veja-se Trat.III, n.370, v.1, p.441.

Letras de ouro

Fazem-se letras de ouro pelo modo que se aponta no Trat.III, n.360, v.1, p.438.

Ligados por malefício

Com que remédios se desligarão. Trat.III, n.308, v.1, p.421.

Limão

Os gomos de limão partidos em bocadinhos é grande remédio para dores de cabeça, metidos na via reta, ou havendo alguma corrupção-do-bicho. Trat.VIII, n.6, v.2, p.638.

É preciso o limão para se fazer a massa e curar a corrupção-do-bicho, n.l2,p.423, en.l7, p.425.

É também grande remédio para curar o panarício. Trat.III, p.153, v.1, p.365.

Para lavar a língua e excitar a vontade de comer no grande fastio é bom remédio. Trat.I, cap.XVI, n. 4, v.1, p.250.

Língua

Estando a língua branca e úmida depois de haver febre, é sinal de predominarem mais humores frios que quentes. Trat.I, cap.XVI, n.5, v.1, p.256.

Quando estiver cheia de sarro, por cuja causa os doentes não podem comer, se lavará e raspará como se diz no Trat.I, cap.XVI, n.4, v.1, p.256.

Lombrigas

Conhece-se haver lombrigas pelos sinais que se apontam. Trat.I, cap.V, v.1, p.236.

Remédios para matar lombrigas, inventados pelo autor. Trat. o mesmo, cap.VI, n.1, v.1, p.236.

Algumas pontadas procedem de lombrigas. Trat.I, cap.IV, n.4, v.1, p.235.

Elas mataram um enfermo em menos de vinte e quatro horas com uma pontada, o que o autor conheceu por fazer nele anatomia. Observação 1, p.267-268.

Também iam matando a outro, se o autor não estivera advertido nos sinais e no pulso e da anatomia que tinha feito, o qual livrou com sucesso admirável. Observação 2, p.268-270.

Iam matando a outro também, em que o autor teve contingência com um médico sobre a escolha do remédio, estando o doente com perigo evidentíssimo, com uma pontada apertadíssima, o que servirá de boa doutrina para os modernos. Observação 3, p.270-272.

Estes bichos se produzem dos humores corruptos que procedem dos maus cozimentos. Trat.1, cap.VI, n.9, v.1, p.240.

 

M

Maçã

Lançada no vinho, se conhece se é puro ou tem água. Trat.III, n.378, v.1, p.442.

Madre saída fora

Cura-se como se diz no Trat.III, n.363, v.1, p.439.

Mal de Luanda

Como se conhece que efeito faz e como se cura. Trat.XII, v.2, p.692-694. Esta enfermidade faz efeitos crônicos e agudos, e causa variedade de queixas alheias da notícia dos antigos. Trat.XII, n.8, v.2, p.692.

Para esta tão terrível enfermidade faz o autor um remédio manifesto, particular, esquisito, certo, bem experimentado e ainda não escrito. Trat.XII, n.16, v.2, p.695.

Uma observação excelente na cidade do Porto, além de outras no Brasil, que, estando o doente desamparado de um grave médico, sarou com o remédio particular acima referido. Trat.XII, n.21, v.2, p.697.

Outra observação, n.28, p.698-699.

Quando este mal suceder no mar, que se fará. Trat.XII, n.30, v.2, p.699.

Maleitas ou sezões Curam-se eficazmente com o remédio particular que o autor inventou e faz público para utilidade do bem comum, melhor que a quinaquina e com resguardo de três dias somente. Trat.VI, cap.I, do n.1 até o n.8 e uma observação que vale por muitas, do n.9 até o n.15, v.2, p.516-519.

Medicamentos

Os que se aplicarem às enfermidades das Minas, sejam sempre de natureza quentes pela maior parte. Trat.I, cap.XI, n.2, v.1, p.248.

Médico

O que for falto de experiência nas Minas há de temer na escolha do remédio para curar escarros de sangue nas pontadas com aperto. Trat.I, cap.XX, n.7, v.1, p.266.

Mel de pau

É grande remédio para curar obstruções. Trat.II, cap.V, n.1, v.1, p.299 e n.7, p.302 e n.9, p.302.

Melado ou mel

O que se faz de cana-de-açúcar nas Minas causa os danos que se apontam no Trat.X, cap.II, n.4, v.2, p.662.

Mênstruo

Com que remédios se provoca às mulheres, estando impedido por alguma obstrução. Trat.II, cap.II, n.16, v.1, p.289 e cap.V, advertência muito necessária, observações em mulheres, n.10, v.1, p.303.

Mercúrio em sustância

Com ele se curaram vários doentes nas Minas que não sararam, ou fosse porque os doentes tivessem mau regimento ou porque o azougue tem antipatia com algumas naturezas, ou porque o clima das Minas o não permita, como sempre pareceu ao autor por mais certo. Trat.VI, observações dos doentes que tomaram unturas e mercúrio que não sararam, n.40, v.2, p.543.

Mercúrio sublimado e misturado com os mais medicamentos que se apontam é soberano remédio para curar qualquer causa gálica, ou seja boubas, cavalos, mulas, esquentamentos, gomas ou taipárias. Trat.VI, observação 7, n.25, v.2, p.536, e observação 8, n.28, p.537-538 e observação 9. E advertência acerca das boubas, p.538.

A receita das pílulas do mercúrio sublimado se achará no n.7, p.517.

Mordedura

A de víbora e mais cobras venenosas do Brasil, se cura com os remédios que se apontam no Trat.XI, cap.IV, n.1-2, v.2, p.681-682 e cap.V, do n.1 até o n.8, p.682-685 e cap.VI, do n.1 até o n.5, p.686-687.

Os mordidos devem guardar à risca três condições. Trat.XI, cap.V, n.1, v.2,p.682-683.

Mortalha

Um pedaço de mortalha de qualquer defunto é remédio de antipatia para recolher o sesso saído fora e almorreimas. Trat.III, n.201, v.1, p.381.

Morte

Sucede haver morte repentina bebendo alguma pessoa água, indo suado por algum caminho ou tendo feito algum exercício. Trat.X, n. 17, v.2, p.666. Um preto morreu da mesma causa à vista do autor. Ibid. O autor quase experimentava o mesmo. Ibid.

Um homem casado experimentou o mesmo, levantando-se do ato conjugal e saindo para fora de casa ao vento. Trat.X, cap.II, n.12, v.2, p.664.

Móvito

Com que remédios se impedirão os móvitos. Trat.III, n.60, v.1, p.337.

Mulheres

Estando doentes, devem tomar banhos ou lavatórios em ambas as vias, e a razão por quê. Trat.I, cap.XVI, n.1, v.1, p.254.

As do Brasil, por terem costume de tomar banhos todas as noites, por esta mesma razão não são acometidas da enfermidade chamada corrupção-do-bicho. Trat.VIII, n. 27, v.2, p.644.

Minas

Nelas se verificam as razões que o autor aponta. Trat.I, cap.I, n.3, v.1, p.230-233.

Ministro

O que se nomeia deixou saudade aos habitadores da Bahia e teve muito gosto que o autor procurasse a receita do insigne remédio para o escorbuto ou mal de Luanda. Trat.XII, n. 3, v.2, p.690.

 

N

Nascidas, ou inchaços de humor frio [sic]

Com que remédios se curam. Trat.VII, cap.VII, n.1, v.2, p.589-590.

Os inchaços, apostemas ou abscessos que costumam nascer em qualquer parte do corpo se curam com os remédios que se apontam no Trat.III, n.305, v.1, p.420.

Natureza secas ou ressecadas

Veja-se o Trat.II, cap.V, n.5, v.1, p.301 e Trat.X, cap.I, n.8, v.2, p.661. A obstrução do fígado, como se conhecerá e como se curará. Trat.II, cap.II, do n.1 até o n.17, v.1, p.282-289.

Nervos

Sendo cortados nos dedos das mãos ou pés, e sendo curados encolhidos, encolhidos ficarão para sempre; mas, se forem curados estendidos, é certo fazerem depois seu movimento mais ou menos segundo o dano; e também é certo o unirem. Trat.IV, cap.VI, observação 3, n. 8, v.1, p.482.

Os nervos cortados, com que remédios se curam. Trat.VI, cap.XI, observação de um caso grande que uniram os nervos e ficou o doente sem lesão, n.1, v.2, p.559.

Nódoas nas crianças

As com que algumas nascem se curam pelo modo que se aponta no Trat.III, n.288, v.1, p.414.

Nódoas em vestidos

Tiram-se com os remédios que se apontam no Trat. III, n. 216, v.1, p.386.

 

O

O autor

Não é oráculo para escrever novo modo de curar as doenças, sem se conformar com os antigos mestres, e a razão por quê. Trat.I, cap.I, n.3, v.1, p.230.

Obstruções

Como nas Minas há muitas obstruções pelo clima ser muito conducente a elas, têm dado muito cuidado aos protetores; o autor expõe o seu método curativo, que a razão e a experiência lhe têm ensinado; cada um seguirá o que melhor lhe parecer. Trat.II, cap.I, n.1, v.1, p.281.

Se o doente da obstrução do fígado estiver esquentado, com que remédios se curará. Trat.II, do n.1 até o n.4, v.1, p.290-292.

Observações em obstruções do fígado. Trat.II, cap.III, v.1, p.292-298, Trat.X, cap.II, n.15, v.2, p.665.

Notícia de vários enfermos que perderam a vida por causa da obstrução do fígado. Trat.II, v.1, p.281-283.

Quem curar obstruções com medicamentos purgantes, sem usar primeiro dos preparantes simples, não só as não curará, senão que se farão as obstruções maiores, e a razão por quê. Trat.II, n. 13, v.1, p.287-288.

Obstruções se não podem curar sem exercício, e os proveitos que dele resultam, n.15, p.63.

Sendo a obstrução em mulheres, que purgas se lhe deve dar, n.16, p.64.

Sendo as obstruções do baço e do mesentério, como se conhece e como se cura. Trat.II, cap.IV, do n.1 até o n.3, v.1, p.298-299, cap.V, do n.1 até o n.14, p.299-304.

E uma advertência muito necessária, cap. V, do n.1 até o n.9, v.1, p.304-307.

Sendo em mulher com faltas de conjunção, com que remédios se curarão, cap. V, n.10, v.1, p.308.

Observações em obstruções do baço e do mesentério, cap.VI, observação 1, n.l,v.l,p.310-311.

Obstruções são causa de muitas enfermidades e, sem se curar a obstrução, se não curará a tal enfermidade. Trat.I, n.2, v.1, p.229-230.

Óleos comuns

O de canela cura as hérnias duras como pedra. Trat.III, n. 252, v.1, p.398.

O de copaúba, ou capaíva, que tudo é o mesmo, é grande remédio para esquentamentos, sendo aplicado como se diz. Trat.III, n.53, v.1, p.334.

O que o autor ensina a fazer de folhas de arruda e de alecrim é grande remédio para todas as queixas que procederem de causa fria. Trat.III, n.279, v.1, p.409 e Trat.I, cap.XXI, observação 5, n.2, v.1, p.273.

Nos pleurises das Minas não convém aplicar óleos e a razão por quê. Trat.III, n.246, v.1, p.395.

O que se chama óleo real, como se faz e para que serve. Trat.III, n.270, v.1, p.405.

O de amêndoas doces é bom para quem tomou solimão. Trat.XI, cap.I, n.7, v.2, p.688-689, e para quem tomou rosalgar e água-forte. O de semente de nabos para o mesmo, ibid até 671.

Óleo de ouro

De que se faz, como se deve usar dele e como se deve tratar. Trat.V, n.2, 3, 4 e 6, v.2, p.489-491.

É tão maravilhoso este óleo que algumas vezes basta um só círculo para curar uma ferida ou chaga. Trat.V, n.5, v.2, p.490-491.

Óleo de ouro, para que enfermidades serve. Trat.V, n.1, v.2, p.489.

Serve para fleumão, como se deve aplicar e a que tempo. Ibid.

Serve para os furúnculos, como se aplica e a que tempo, n.2, p.489.

Serve para os carbúnculos, como e a que tempo. Ibid, n.3, p.490. Serve para curar os antrazes, como se aplica e a que tempo, n.6, seus sinais, n.7, observação, n. 10, p.492-493.

Serve para curar a gangrena, como se deve aplicar e a que tempo, n.11-12, p.494.

Serve para curar os panarícios, ou sejam malignos ou benignos, e como se há de aplicar, n.13-15, p.495.

Serve para gastar e dessecar as carnes supérfluas que nascem nas unhas das mãos e dos pés, n.14, p.495.

Serve para curar os apostemas do lacrimal e impedir que fiquem fístulas, como sucede pela maior parte, e curá-las depois de feitas, e para curar as verrugas que nascem junto aos olhos, na cara e nas pestanas, e com que condições, n. 16, p.495.

Serve para todas as dores de flatos e da garganta, e uma observação, n.17,18,19 e 20, p.495-496.

Serve para curar as escrófulas, ou por outro nome alporcas, e com que condições, do n.24 até o n.26, p.497-498.

Serve para curar os cirros, como e com que condições, do n.27 até o n.31, com uma observação, p.498-499.

Serve para curar os cancros, como e a que tempo se há de aplicar, n.32, p.449-500.

Serve, finalmente, o óleo de ouro para curar as feridas do peito penetrantes, como se deve usar dele, seus sinais e suas circunstâncias, algumas novas; suas observações boas, do n.41 até o n.78, p.502-513.

Óleos, azeite, ou coisas untuosas não convêm nas ajudas, havendo corrupção-do-bicho, e a razão por quê. Trat.VIII, v.2, p.635.

Olhos Estando brancos, e a língua, como se diz, são sinais certos de procederem as pontadas de causa fria. Trat.I, cap.XII, v.1, p.249-250.

Olhos, ou olho que estiver tão inflamado ou esbugalhado que pareça quer saltar fora, se remediará facilmente com o insigne remédio particular que se ensina no Trat.VI, cap.IV, n.7, v.2, p.55-552, uma observação. Ibid.

Olhos que estiverem inflamados, se curarão muito bem com os remédios que se apontam; e para névoas, belidas, feridas e ictericias neles no Trat.III, do n.73 até o n.86, v.1, p.341-346.

Continuar: parte 3 de 3