Gênero e os Nossos Cérebros

Gina Rippon · Capítulo 6 de 46

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Gênero e os Nossos Cérebros

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naturalmente, nos deixar cada vez mais cautelosos para fazer as afirmações

causais que encontramos em estudos com animais de laboratório.

Precisamos fazer uso de níveis hormonais incomuns ou atípicos em seres

humanos, que podem ocorrer acidental ou naturalmente.

Os padrões normais de exposição pré-natal a diferentes hormônios

podem ser profundamente perturbados; se um feto masculino não recebe a

quantidade esperada de testosterona na época certa, ou é insensível a seus

efeitos, o bebê nascerá com a genitália feminilizada.[34] Do mesmo modo,

se um feto feminino em desenvolvimento é exposto pré-natalmente a níveis

altos de andrógenos, ela terá a genitália masculinizada. “Intersexo” é o

termo genérico para estas condições; são casos raros e aqueles evidentes ao

nascimento exigem tratamento médico imediato e contínuo. Também são o

tipo de “experiência natural” que permite aos pesquisadores o estudo dos

efeitos da exposição a hormônios “intersexo” nos sexos feminino e

masculino.

 

Uma garota rebelde e levada

 

A hiperplasia adrenal congênita (HAC) é uma deficiência enzimática

hereditária que provoca superprodução de andrógenos em um bebê em

desenvolvimento.[35] Em meninas, em geral pode ser imediatamente

identificada ao nascimento devido a sua genitália ambígua. Segue-se toda

uma vida de tratamentos, inclusive correções cirúrgicas da genitália e

terapia hormonal. As meninas com HAC normalmente são criadas como

meninas e, assim como as intervenções médicas, elas e suas famílias

costumam ser convidadas a participar de estudos de pesquisa, sendo a linha

principal de investigação os efeitos da exposição prematura a hormônios

masculinizantes.*** [36] Os pesquisadores procuram por diferenças sexuais

precoces no comportamento, como a preferência por brinquedos ou níveis

de atividade, habilidades cognitivas como a capacidade espacial, e questões específicas de gênero, como identidade de gênero e orientação sexual. Estas

crianças HAC são consideradas o grupo ideal para o teste da potência e da

primazia da biologia.

Um dos resultados mais frequentemente relatados vindos dos estudos

tratava da estereotipia de gênero nas brincadeiras, com uma probabilidade

maior de as meninas HAC usarem brinquedos típicos de meninos, de

também brincarem com meninos e serem descritas como “molecas” por

familiares e professores.[37] As definições do termo “moleca” tendem a

incluir descritores como “rebelde”, “levada”, “barulhenta”, ou “uma menina

que age como um menino enérgico”. Só para garantir a credibilidade

científica, existe um Tomboy Index, um “Índice de Moleca”, que inclui

questões sobre “preferir subir em árvores e brincar de soldado no lugar de

balé ou de experimentar roupas”, gostar mais “de short ou calça jeans do

que de vestidos” e participar de “esportes tradicionalmente masculinos,

como, futebol, beisebol e basquete”.[38] Você pode ter percebido que por

trás dessas questões parece haver um pressuposto fixo sobre o que constitui

um comportamento adequado para meninas. Isso pode ter relação com o

fato de que o índice foi em parte desenvolvido pelo estudo de atividades de

mulheres que se consideravam molecas, e em parte perguntando às pessoas

o que elas pensavam que era o típico comportamento de uma moleca.

Assim, é provável que esta não seja uma medição objetiva e livre de

contexto deste rótulo em particular.

Da mesma forma, existem fortes evidências de retrocesso nos

estereótipos quando lemos as formas como os pesquisadores caracterizaram

a “molecagem” das meninas que foram estudadas. Os traços que

identificaram indicativos de “molecagem” foram desinteresse por se

enfeitar, desinteresse por “ensaiar o maternalismo” (isto é, um irrisório

brincar de boneca) e um desinteresse pelo casamento.[39] Embora estes

estudos iniciais tenham sido realizados nos anos 1950 e 1960, e possamos

ter esperanças de que as coisas tenham avançado um pouco desde então, o

Tomboy Index ainda é usado em estudos atuais, sugerindo que ainda é um

parâmetro firmemente arraigado contra o qual é medido o comportamento

das meninas.

Assim como este comportamento relatado de molecas, muito foi feito

das habilidades cognitivas “masculinizadas” e dos perfis comportamentais

revelados pela pesquisa com meninas com HAC. Porém, também existem

falhas claras na metodologia e na interpretação, e uma falta de coerência em

algumas descobertas da pesquisa. Por exemplo, se os homens têm

habilidades visuoespaciais superiores, que supostamente resultam de

organização cerebral pré-natal impelida pela testosterona, então as mulheres

HAC não deveriam mostrar capacidades semelhantes? Ou pelo menos ser

melhores do que as mulheres não afetadas? Em 2004, em seu livro Brain

Gender, a neurocientista Melissa Hines examinou sete estudos voltados

diretamente para esta questão e descobriu que apenas três apoiavam esta

concepção, dois não viram diferenças e um mostrou que mulheres com

HAC na verdade eram piores.[40] Apenas dois dos estudos usaram a rotação

mental, uma tarefa que, como alegaram, demonstra mais confiavelmente

diferenças sexuais no desempenho. Na versão padrão de uma tarefa de

rotação mental, exibem uma imagem bidimensional de um objeto abstrato

tridimensional e pedem para imaginar sua rotação no espaço, depois

escolher duas das quatro alternativas que combinariam com o original

rotacionado. Um estudo mostrou que as meninas HAC se saíam melhor na

rotação mental; o outro não mostrou diferenças. Uma meta-análise posterior

dos estudos de habilidades de rotação mental em meninas HAC mostrou

evidências mais claras de que, nesta medição específica, as meninas HAC

superaram as meninas não afetadas.[41] Mas que força têm essas evidências

nos debates sobre a ligação entre cérebros e comportamento?

Rebecca Jordan-Young, cientista sociomédica do Barnard College,

Universidade de Colúmbia, realizou uma revisão imensamente detalhada e

sistemática da pesquisa sobre a teoria da organização cerebral, com foco na

pesquisa de indivíduos intersexo, como as meninas HAC.[42] Seu trabalho

demonstra como a pesquisa existente foi usada para dar uma explicação

biológica unidirecional a comportamentos supostamente específicos de um

sexo. Ela argumenta que as aplicações demasiado literais da teoria da

organização cerebral levaram a uma visão extremamente simplista da

ligação entre os hormônios e os cérebros humanos. Em particular, a ideia central de que os hormônios pré-natais têm um efeito permanente e

duradouro ignora completamente nossa compreensão mais atualizada do

caráter plástico e moldável do cérebro humano: “O problema é que os

dados nunca se encaixam muito bem com o modelo, no caso dos cérebros,

como no caso dos genitais (...). Os cérebros, ao contrário dos genitais, são

plásticos.”[43] Ela também observa que muitas hipóteses sobre os efeitos

hormonais e suas interpretações parecem se basear no pressuposto de que o

desenvolvimento não tem contexto, que os resultados serão inevitáveis,

independentemente de expectativas sociais ou influências culturais.

Os acidentes terríveis podem dar provas em favor da hipótese

organizacional. Assim como as lesões sofridas por Tan, de Broca, e Phineas

Gage, de Harlow, deram pistas iniciais sobre o papel do cérebro na

linguagem, o funcionamento executivo e a memória, estudou-se um evento

infeliz semelhante na busca para determinar se masculinidade e

feminilidade eram fixas antes do nascimento, sem que, aparentemente,

nenhuma socialização subsequente fosse capaz de desviar esta rota

predeterminada.

Este é o caso agora famoso de um menino de sete meses cujo pênis foi

irreparavelmente lesionado depois de uma circuncisão malfeita em 1966.[44]

Cerca de 12 meses depois, a conselho de John Money, psicólogo e

“sexólogo”, os pais concordaram que a criança fosse criada como menina.

Isto incluiu a remoção dos testículos do menino e a administração de

hormônios femininos a partir dos 18 meses de idade. Também foi proposta

a cirurgia de redesignação sexual para a criança, envolvendo a construção

de uma vagina, mas os pais a rejeitaram.

Money acreditava que o gênero podia ser imposto, ou aprendido de

forma independente da biologia; estava convencido de que as experiências

de socialização, se começassem bem cedo, garantiriam o surgimento de

uma identidade de “gênero” adequada. Apesar da orientação dada ao

cérebro pela testosterona pré-natal, Money acreditava poder provar que o

comportamento pode ser redefinido por determinado estímulo ambiental.

Este menino desafortunado proporcionava o meio perfeito de testar sua teoria, em especial porque o bebê também tinha um irmão gêmeo idêntico,

que lhe dava a comparação controle ideal.

Na época, o chamado caso “John/Joan”, os pseudônimos que Money deu

à criança (embora agora saibamos que o menino originalmente se chamava

Bruce e seu nome foi alterado para Brenda), foi aclamado como prova viva

do sucesso do processo de redesignação e da independência do gênero de

sua origem biológica. Porém, em 1997, Brenda, na ocasião com 31 anos,

veio a público revelar uma versão diferente de sua história.[45] Constatou-se

que ela teve o que descreveu como uma infância extremamente sofrida,

muito ligada a confusões com sua identidade de gênero e infelicidade por

“ser uma menina”. Também havia evidências perturbadoras de interações

com John Money e suas tentativas de garantir que Brenda conservasse a

identidade feminina, inclusive a insistência de que ela passasse por uma

cirurgia completa de redesignação sexual. Depois que a redesignação lhe foi

revelada quando tinha 14 anos, ela descreveu que insistiu em revertê-la para

seu sexo biológico e se rebatizar. Agora como David Reimer, ele tomou

injeções de testosterona, fez uma mastectomia dupla e cirurgia de

construção do pênis. Mas permaneceu profundamente perturbado e ficou

escandalizado ao saber que Money ainda publicava artigos alegando o

sucesso da experiência John/Joan. David cometeu suicídio em 2004, aos 38

anos.

Este caso trágico foi usado amplamente como evidência de que a

identidade de gênero tem uma origem biológica fixa que não pode ser

anulada. Entretanto, é fundamental observar aqui que Bruce na verdade

tinha mais de 18 meses antes que acontecesse qualquer redesignação de

sexo ou gênero, tempo suficiente para uma criança em desenvolvimento ter

absorvido todo tipo de informação social, em especial porque ele tinha um

gêmeo idêntico. Mas as dificuldades individuais associadas com esta

história significam que ela só pode permanecer o que é: uma história.

Precisamos procurar em outro lugar evidências da potência, ou melhor, dos

efeitos hormonais no cérebro.

Hoje em dia, a medição dos níveis hormonais pré-natais não é uma

medição padrão feita em bebês antes do nascimento, mas existe pesquisa baseada em avaliações de testosterona em fluido amniótico adquirido

durante a amniocentese. Isto está ligado ao trabalho de Simon Baron-

Cohen, diretor do Centro de Pesquisa do Autismo da Universidade de

Cambridge. Um programa de pesquisa contínuo é um estudo longitudinal

dos efeitos da testosterona fetal (fT) e como ela pode estar associada com o

cérebro e características posteriores de comportamento.[46] Baron-Cohen

sugere que a masculinização do cérebro que aparece devido à exposição

pré-natal à testosterona vai variar como função do nível de exposição.[47] O

tipo de comportamento masculino que ele identifica como afetado é uma

tendência a sistematizar, a preferir meios baseados em regras para lidar com

o mundo, em vez de uma abordagem mais emocional e empática,

supostamente característica do comportamento feminino.

Assim, aqui temos uma possibilidade de ver a relação cérebro-

comportamento, mesmo que apenas correlativa, entre níveis pré-natais de

hormônios masculinizantes e o que alegam ser aspectos caracteristicamente

masculinos do comportamento.

Os resultados podem ser descritos como “promissores, porém confusos”

e certamente sugerem que a relação hormônio-comportamento não é direta

na espécie humana, como é nos porquinhos-da-índia. Por exemplo, parece

haver uma ligação entre alguns interesses restritos (talvez obsessões com

brinquedos sobre rodas) e fT, mas somente em meninos (e de quatro anos).

Havia uma ligação entre fT e relacionamentos sociais, mas desta vez mais

fortemente em meninas do que meninos. Com relação à empatia em

crianças um pouco mais velhas, quando era medida por um questionário,

havia uma correlação negativa entre isso e fT, mais uma vez em meninos,

mas não em meninas. Enquanto isso, quando era medida por uma tarefa de

reconhecimento emocional, havia uma correlação negativa entre fT

igualmente em meninos e meninas. Na melhor das hipóteses, teríamos de

concluir que se os estudos de fT podem contar alguma coisa sobre uma

relação entre o cérebro e o comportamento moderado por hormônios, é algo

muito variável e complexo, e pode ser uma função da medição

comportamental usada. Como os autores de um dos estudos observou: “É preciso ter em mente que a testosterona não é o único fator que varia entre

homens e mulheres.”[48]

Estas são descobertas intrigantes e certamente foram aclamadas pelo

laboratório de Baron-Cohen como uma prova clara dos efeitos

organizacionais dos hormônios pré-natais. Contudo, devemos nos lembrar

de que o mundo começa orientando os cérebros das crianças a diferentes

direções a partir de uma idade muito tenra; assim, os meninos e as meninas

que foram testados aqui podem muito bem ter vivido experiências

diferentes que talvez tenham contribuído tanto quanto seu fT para suas

pontuações diferentes.

Outra tentativa de encontrar uma medição da testosterona pré-natal em

seres humanos envolve nossos dedos. Se seu indicador (conhecido como

2D, de segundo dígito) é maior que o dedo anular (4D), você tem uma alta

proporção 2D:4D. Se acontece o contrário, você tem uma baixa proporção

2D:4D. Vários estudos de endocrinologia indicam que níveis mais altos de

exposição a testosterona eram correlacionados com proporções 2D:4D mais

baixas.[49] Assim, tomando a medição do dedo como um marcador

biológico para a exposição pré-natal a andrógenos, os pesquisadores então

exploraram a correlação com o comportamento, especificamente os tipos de

comportamento que se supunha diferenciar os sexos, de habilidades

espaciais à agressividade em adultos, e brincadeiras com estereotipia de

gênero e preferências por brinquedos em crianças, bem como orientação

sexual e habilidades de liderança.[50]

Em 2011, os psicólogos Jeffrey Valla e Stephen Ceci, da Universidade

Cornell, realizaram uma importante revisão do uso da medição 2D:4D,

explorando as diferenças sexuais em determinados comportamentos,

especificamente aqueles ligados a capacidades e preferências associadas

com temas científicos como matemática, ciência da computação e

engenharia.[51] O sumário geral aponta para uma “miríade de incoerências,

explicações alternativas e contradições patentes”. Uma questão fundamental

era a validade dessa medição do dedo como indicador preciso da

testosterona pré-natal, porque as evidências endocrinológicas não eram

uniformes. Outro aspecto foi a natureza da relação entre a medição e as várias capacidades exploradas. Em alguns casos, era linear (com baixas

proporções associadas com maior capacidade espacial/matemática), mas em

alguns casos houve um U invertido (com proporções altas e baixas

associadas com níveis mais elevados de habilidade cognitiva); em outros

casos, não havia relação com medições cognitivas que em geral

diferenciavam confiavelmente homens de mulheres, como a rotação mental;

e, em muitos casos, houve relações que eram válidas em homens, mas não

em mulheres e vice-versa. A conclusão foi de que esta simples e elegante

medição dos níveis de hormônio pré-natal não serve a sua finalidade e que,

com a continuidade de seu uso, em particular quando ligado a medidas

cognitivas que nem sempre são uniformes em si, era improvável que

revolvesse a questão dos efeitos hormonais no comportamento humano.

 

O fator hormônio: causa e efeito

 

No século XX, o foco nos hormônios como força propulsora biológica que

determinaria as diferenças no cérebro e no comportamento entre homens e

mulheres não forneceu a bela solução prometida a partir dos primeiros

estudos com animais. É claro que os hormônios exercerão fortes influências

sobre outros processos biológicos, e aqueles ligados a diferenças sexuais

não são exceção. É evidente que diferentes hormônios determinam

diferenças no aparelho físico associado com o acasalamento e a reprodução,

assim justifica-se uma divisão nítida homem-mulher em explicações para

este aspecto da condição humana.

Mas a afirmação de que isso se estende a características do cérebro e,

portanto, ao comportamento, também se mostra mais difícil de defender. As

questões éticas associadas à reprodução, em seres humanos, dos estudos de

manipulação hormonal originais, baseados em animais, evidentemente são

insuperáveis e as várias tentativas de testar a clara hipótese unidirecional

que surge do modelo de organização do cérebro ao se estudarem indivíduos

com perfis hormonais anômalos não deram respostas claras. Nem se mostrou mais útil o uso de indícios indiretos, como até que ponto os

hormônios pré-natais são influentes. Às vezes isso pode ser atribuído a

questões metodológicas, como o inevitável envolvimento de números

pequenos, a variabilidade nos diferentes grupos, a algumas formas um tanto

subjetivas de medir o comportamento. Na essência, trabalho, a essa altura,

não leva em conta plenamente as influências sociais e culturais, se é que

chegaram a levar em geral, e, como veremos, estas influências podem

exercer efeitos não só nos padrões de comportamento, mas também nos

cérebros e nos próprios hormônios.

O trabalho recente de Sari van Anders, neurocientista da Universidade

de Michigan, e outros, mostra que no século XXI a ligação entre os

hormônios e o comportamento, em particular com relação à suposta

potência da testosterona na determinação da agressividade e da

competitividade masculinas, passa por uma reconsideração radical.[52]

Assim como estamos vendo o poder da sociedade e suas expectativas como

variáveis que podem alterar o cérebro, está claro que o mesmo efeito é

evidente com relação aos hormônios. E os hormônios, naturalmente, são

enredados em si com a relação entre o cérebro e seu ambiente.

Parece que os hormônios viraram outro processo biológico cooptado na

caçada pela prova de que a biologia das mulheres não só é diferente e em

geral inferior, mas periodicamente é demasiado deficiente. As substâncias

que eram ligadas à capacidade das mulheres para a maternidade tornaram-

se ligadas à sua emotividade e irracionalidade mal adaptativas e, pelos

efeitos que têm estas substâncias no cérebro em desenvolvimento, à falta de

algumas importantes habilidades cognitivas. Por outro lado, doses extra de

testosterona foram não só ligadas à capacidade dos homens para a

paternidade, como também às características de personalidade necessárias e

vigorosas e a habilidades de liderança supostamente essenciais para o

sucesso nos círculos social, político e militar e, de novo por meio dos

efeitos no cérebro em desenvolvimento, à necessária capacidade cognitiva

para que sejam grandes pensadores e cientistas criativos.

É claro que tudo isso é previsto na exatidão de alegações de que os perfis

comportamentais de homens e mulheres realmente são diferentes. A boa ciência precisa ir além do anedotário e da opinião pessoal e nos dar