Gênero e os Nossos Cérebros
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naturalmente, nos deixar cada vez mais cautelosos para fazer as afirmações
causais que encontramos em estudos com animais de laboratório.
Precisamos fazer uso de níveis hormonais incomuns ou atípicos em seres
humanos, que podem ocorrer acidental ou naturalmente.
Os padrões normais de exposição pré-natal a diferentes hormônios
podem ser profundamente perturbados; se um feto masculino não recebe a
quantidade esperada de testosterona na época certa, ou é insensível a seus
efeitos, o bebê nascerá com a genitália feminilizada.[34] Do mesmo modo,
se um feto feminino em desenvolvimento é exposto pré-natalmente a níveis
altos de andrógenos, ela terá a genitália masculinizada. “Intersexo” é o
termo genérico para estas condições; são casos raros e aqueles evidentes ao
nascimento exigem tratamento médico imediato e contínuo. Também são o
tipo de “experiência natural” que permite aos pesquisadores o estudo dos
efeitos da exposição a hormônios “intersexo” nos sexos feminino e
masculino.
Uma garota rebelde e levada
A hiperplasia adrenal congênita (HAC) é uma deficiência enzimática
hereditária que provoca superprodução de andrógenos em um bebê em
desenvolvimento.[35] Em meninas, em geral pode ser imediatamente
identificada ao nascimento devido a sua genitália ambígua. Segue-se toda
uma vida de tratamentos, inclusive correções cirúrgicas da genitália e
terapia hormonal. As meninas com HAC normalmente são criadas como
meninas e, assim como as intervenções médicas, elas e suas famílias
costumam ser convidadas a participar de estudos de pesquisa, sendo a linha
principal de investigação os efeitos da exposição prematura a hormônios
masculinizantes.*** [36] Os pesquisadores procuram por diferenças sexuais
precoces no comportamento, como a preferência por brinquedos ou níveis
de atividade, habilidades cognitivas como a capacidade espacial, e questões específicas de gênero, como identidade de gênero e orientação sexual. Estas
crianças HAC são consideradas o grupo ideal para o teste da potência e da
primazia da biologia.
Um dos resultados mais frequentemente relatados vindos dos estudos
tratava da estereotipia de gênero nas brincadeiras, com uma probabilidade
maior de as meninas HAC usarem brinquedos típicos de meninos, de
também brincarem com meninos e serem descritas como “molecas” por
familiares e professores.[37] As definições do termo “moleca” tendem a
incluir descritores como “rebelde”, “levada”, “barulhenta”, ou “uma menina
que age como um menino enérgico”. Só para garantir a credibilidade
científica, existe um Tomboy Index, um “Índice de Moleca”, que inclui
questões sobre “preferir subir em árvores e brincar de soldado no lugar de
balé ou de experimentar roupas”, gostar mais “de short ou calça jeans do
que de vestidos” e participar de “esportes tradicionalmente masculinos,
como, futebol, beisebol e basquete”.[38] Você pode ter percebido que por
trás dessas questões parece haver um pressuposto fixo sobre o que constitui
um comportamento adequado para meninas. Isso pode ter relação com o
fato de que o índice foi em parte desenvolvido pelo estudo de atividades de
mulheres que se consideravam molecas, e em parte perguntando às pessoas
o que elas pensavam que era o típico comportamento de uma moleca.
Assim, é provável que esta não seja uma medição objetiva e livre de
contexto deste rótulo em particular.
Da mesma forma, existem fortes evidências de retrocesso nos
estereótipos quando lemos as formas como os pesquisadores caracterizaram
a “molecagem” das meninas que foram estudadas. Os traços que
identificaram indicativos de “molecagem” foram desinteresse por se
enfeitar, desinteresse por “ensaiar o maternalismo” (isto é, um irrisório
brincar de boneca) e um desinteresse pelo casamento.[39] Embora estes
estudos iniciais tenham sido realizados nos anos 1950 e 1960, e possamos
ter esperanças de que as coisas tenham avançado um pouco desde então, o
Tomboy Index ainda é usado em estudos atuais, sugerindo que ainda é um
parâmetro firmemente arraigado contra o qual é medido o comportamento
das meninas.
Assim como este comportamento relatado de molecas, muito foi feito
das habilidades cognitivas “masculinizadas” e dos perfis comportamentais
revelados pela pesquisa com meninas com HAC. Porém, também existem
falhas claras na metodologia e na interpretação, e uma falta de coerência em
algumas descobertas da pesquisa. Por exemplo, se os homens têm
habilidades visuoespaciais superiores, que supostamente resultam de
organização cerebral pré-natal impelida pela testosterona, então as mulheres
HAC não deveriam mostrar capacidades semelhantes? Ou pelo menos ser
melhores do que as mulheres não afetadas? Em 2004, em seu livro Brain
Gender, a neurocientista Melissa Hines examinou sete estudos voltados
diretamente para esta questão e descobriu que apenas três apoiavam esta
concepção, dois não viram diferenças e um mostrou que mulheres com
HAC na verdade eram piores.[40] Apenas dois dos estudos usaram a rotação
mental, uma tarefa que, como alegaram, demonstra mais confiavelmente
diferenças sexuais no desempenho. Na versão padrão de uma tarefa de
rotação mental, exibem uma imagem bidimensional de um objeto abstrato
tridimensional e pedem para imaginar sua rotação no espaço, depois
escolher duas das quatro alternativas que combinariam com o original
rotacionado. Um estudo mostrou que as meninas HAC se saíam melhor na
rotação mental; o outro não mostrou diferenças. Uma meta-análise posterior
dos estudos de habilidades de rotação mental em meninas HAC mostrou
evidências mais claras de que, nesta medição específica, as meninas HAC
superaram as meninas não afetadas.[41] Mas que força têm essas evidências
nos debates sobre a ligação entre cérebros e comportamento?
Rebecca Jordan-Young, cientista sociomédica do Barnard College,
Universidade de Colúmbia, realizou uma revisão imensamente detalhada e
sistemática da pesquisa sobre a teoria da organização cerebral, com foco na
pesquisa de indivíduos intersexo, como as meninas HAC.[42] Seu trabalho
demonstra como a pesquisa existente foi usada para dar uma explicação
biológica unidirecional a comportamentos supostamente específicos de um
sexo. Ela argumenta que as aplicações demasiado literais da teoria da
organização cerebral levaram a uma visão extremamente simplista da
ligação entre os hormônios e os cérebros humanos. Em particular, a ideia central de que os hormônios pré-natais têm um efeito permanente e
duradouro ignora completamente nossa compreensão mais atualizada do
caráter plástico e moldável do cérebro humano: “O problema é que os
dados nunca se encaixam muito bem com o modelo, no caso dos cérebros,
como no caso dos genitais (...). Os cérebros, ao contrário dos genitais, são
plásticos.”[43] Ela também observa que muitas hipóteses sobre os efeitos
hormonais e suas interpretações parecem se basear no pressuposto de que o
desenvolvimento não tem contexto, que os resultados serão inevitáveis,
independentemente de expectativas sociais ou influências culturais.
Os acidentes terríveis podem dar provas em favor da hipótese
organizacional. Assim como as lesões sofridas por Tan, de Broca, e Phineas
Gage, de Harlow, deram pistas iniciais sobre o papel do cérebro na
linguagem, o funcionamento executivo e a memória, estudou-se um evento
infeliz semelhante na busca para determinar se masculinidade e
feminilidade eram fixas antes do nascimento, sem que, aparentemente,
nenhuma socialização subsequente fosse capaz de desviar esta rota
predeterminada.
Este é o caso agora famoso de um menino de sete meses cujo pênis foi
irreparavelmente lesionado depois de uma circuncisão malfeita em 1966.[44]
Cerca de 12 meses depois, a conselho de John Money, psicólogo e
“sexólogo”, os pais concordaram que a criança fosse criada como menina.
Isto incluiu a remoção dos testículos do menino e a administração de
hormônios femininos a partir dos 18 meses de idade. Também foi proposta
a cirurgia de redesignação sexual para a criança, envolvendo a construção
de uma vagina, mas os pais a rejeitaram.
Money acreditava que o gênero podia ser imposto, ou aprendido de
forma independente da biologia; estava convencido de que as experiências
de socialização, se começassem bem cedo, garantiriam o surgimento de
uma identidade de “gênero” adequada. Apesar da orientação dada ao
cérebro pela testosterona pré-natal, Money acreditava poder provar que o
comportamento pode ser redefinido por determinado estímulo ambiental.
Este menino desafortunado proporcionava o meio perfeito de testar sua teoria, em especial porque o bebê também tinha um irmão gêmeo idêntico,
que lhe dava a comparação controle ideal.
Na época, o chamado caso “John/Joan”, os pseudônimos que Money deu
à criança (embora agora saibamos que o menino originalmente se chamava
Bruce e seu nome foi alterado para Brenda), foi aclamado como prova viva
do sucesso do processo de redesignação e da independência do gênero de
sua origem biológica. Porém, em 1997, Brenda, na ocasião com 31 anos,
veio a público revelar uma versão diferente de sua história.[45] Constatou-se
que ela teve o que descreveu como uma infância extremamente sofrida,
muito ligada a confusões com sua identidade de gênero e infelicidade por
“ser uma menina”. Também havia evidências perturbadoras de interações
com John Money e suas tentativas de garantir que Brenda conservasse a
identidade feminina, inclusive a insistência de que ela passasse por uma
cirurgia completa de redesignação sexual. Depois que a redesignação lhe foi
revelada quando tinha 14 anos, ela descreveu que insistiu em revertê-la para
seu sexo biológico e se rebatizar. Agora como David Reimer, ele tomou
injeções de testosterona, fez uma mastectomia dupla e cirurgia de
construção do pênis. Mas permaneceu profundamente perturbado e ficou
escandalizado ao saber que Money ainda publicava artigos alegando o
sucesso da experiência John/Joan. David cometeu suicídio em 2004, aos 38
anos.
Este caso trágico foi usado amplamente como evidência de que a
identidade de gênero tem uma origem biológica fixa que não pode ser
anulada. Entretanto, é fundamental observar aqui que Bruce na verdade
tinha mais de 18 meses antes que acontecesse qualquer redesignação de
sexo ou gênero, tempo suficiente para uma criança em desenvolvimento ter
absorvido todo tipo de informação social, em especial porque ele tinha um
gêmeo idêntico. Mas as dificuldades individuais associadas com esta
história significam que ela só pode permanecer o que é: uma história.
Precisamos procurar em outro lugar evidências da potência, ou melhor, dos
efeitos hormonais no cérebro.
Hoje em dia, a medição dos níveis hormonais pré-natais não é uma
medição padrão feita em bebês antes do nascimento, mas existe pesquisa baseada em avaliações de testosterona em fluido amniótico adquirido
durante a amniocentese. Isto está ligado ao trabalho de Simon Baron-
Cohen, diretor do Centro de Pesquisa do Autismo da Universidade de
Cambridge. Um programa de pesquisa contínuo é um estudo longitudinal
dos efeitos da testosterona fetal (fT) e como ela pode estar associada com o
cérebro e características posteriores de comportamento.[46] Baron-Cohen
sugere que a masculinização do cérebro que aparece devido à exposição
pré-natal à testosterona vai variar como função do nível de exposição.[47] O
tipo de comportamento masculino que ele identifica como afetado é uma
tendência a sistematizar, a preferir meios baseados em regras para lidar com
o mundo, em vez de uma abordagem mais emocional e empática,
supostamente característica do comportamento feminino.
Assim, aqui temos uma possibilidade de ver a relação cérebro-
comportamento, mesmo que apenas correlativa, entre níveis pré-natais de
hormônios masculinizantes e o que alegam ser aspectos caracteristicamente
masculinos do comportamento.
Os resultados podem ser descritos como “promissores, porém confusos”
e certamente sugerem que a relação hormônio-comportamento não é direta
na espécie humana, como é nos porquinhos-da-índia. Por exemplo, parece
haver uma ligação entre alguns interesses restritos (talvez obsessões com
brinquedos sobre rodas) e fT, mas somente em meninos (e de quatro anos).
Havia uma ligação entre fT e relacionamentos sociais, mas desta vez mais
fortemente em meninas do que meninos. Com relação à empatia em
crianças um pouco mais velhas, quando era medida por um questionário,
havia uma correlação negativa entre isso e fT, mais uma vez em meninos,
mas não em meninas. Enquanto isso, quando era medida por uma tarefa de
reconhecimento emocional, havia uma correlação negativa entre fT
igualmente em meninos e meninas. Na melhor das hipóteses, teríamos de
concluir que se os estudos de fT podem contar alguma coisa sobre uma
relação entre o cérebro e o comportamento moderado por hormônios, é algo
muito variável e complexo, e pode ser uma função da medição
comportamental usada. Como os autores de um dos estudos observou: “É preciso ter em mente que a testosterona não é o único fator que varia entre
homens e mulheres.”[48]
Estas são descobertas intrigantes e certamente foram aclamadas pelo
laboratório de Baron-Cohen como uma prova clara dos efeitos
organizacionais dos hormônios pré-natais. Contudo, devemos nos lembrar
de que o mundo começa orientando os cérebros das crianças a diferentes
direções a partir de uma idade muito tenra; assim, os meninos e as meninas
que foram testados aqui podem muito bem ter vivido experiências
diferentes que talvez tenham contribuído tanto quanto seu fT para suas
pontuações diferentes.
Outra tentativa de encontrar uma medição da testosterona pré-natal em
seres humanos envolve nossos dedos. Se seu indicador (conhecido como
2D, de segundo dígito) é maior que o dedo anular (4D), você tem uma alta
proporção 2D:4D. Se acontece o contrário, você tem uma baixa proporção
2D:4D. Vários estudos de endocrinologia indicam que níveis mais altos de
exposição a testosterona eram correlacionados com proporções 2D:4D mais
baixas.[49] Assim, tomando a medição do dedo como um marcador
biológico para a exposição pré-natal a andrógenos, os pesquisadores então
exploraram a correlação com o comportamento, especificamente os tipos de
comportamento que se supunha diferenciar os sexos, de habilidades
espaciais à agressividade em adultos, e brincadeiras com estereotipia de
gênero e preferências por brinquedos em crianças, bem como orientação
sexual e habilidades de liderança.[50]
Em 2011, os psicólogos Jeffrey Valla e Stephen Ceci, da Universidade
Cornell, realizaram uma importante revisão do uso da medição 2D:4D,
explorando as diferenças sexuais em determinados comportamentos,
especificamente aqueles ligados a capacidades e preferências associadas
com temas científicos como matemática, ciência da computação e
engenharia.[51] O sumário geral aponta para uma “miríade de incoerências,
explicações alternativas e contradições patentes”. Uma questão fundamental
era a validade dessa medição do dedo como indicador preciso da
testosterona pré-natal, porque as evidências endocrinológicas não eram
uniformes. Outro aspecto foi a natureza da relação entre a medição e as várias capacidades exploradas. Em alguns casos, era linear (com baixas
proporções associadas com maior capacidade espacial/matemática), mas em
alguns casos houve um U invertido (com proporções altas e baixas
associadas com níveis mais elevados de habilidade cognitiva); em outros
casos, não havia relação com medições cognitivas que em geral
diferenciavam confiavelmente homens de mulheres, como a rotação mental;
e, em muitos casos, houve relações que eram válidas em homens, mas não
em mulheres e vice-versa. A conclusão foi de que esta simples e elegante
medição dos níveis de hormônio pré-natal não serve a sua finalidade e que,
com a continuidade de seu uso, em particular quando ligado a medidas
cognitivas que nem sempre são uniformes em si, era improvável que
revolvesse a questão dos efeitos hormonais no comportamento humano.
O fator hormônio: causa e efeito
No século XX, o foco nos hormônios como força propulsora biológica que
determinaria as diferenças no cérebro e no comportamento entre homens e
mulheres não forneceu a bela solução prometida a partir dos primeiros
estudos com animais. É claro que os hormônios exercerão fortes influências
sobre outros processos biológicos, e aqueles ligados a diferenças sexuais
não são exceção. É evidente que diferentes hormônios determinam
diferenças no aparelho físico associado com o acasalamento e a reprodução,
assim justifica-se uma divisão nítida homem-mulher em explicações para
este aspecto da condição humana.
Mas a afirmação de que isso se estende a características do cérebro e,
portanto, ao comportamento, também se mostra mais difícil de defender. As
questões éticas associadas à reprodução, em seres humanos, dos estudos de
manipulação hormonal originais, baseados em animais, evidentemente são
insuperáveis e as várias tentativas de testar a clara hipótese unidirecional
que surge do modelo de organização do cérebro ao se estudarem indivíduos
com perfis hormonais anômalos não deram respostas claras. Nem se mostrou mais útil o uso de indícios indiretos, como até que ponto os
hormônios pré-natais são influentes. Às vezes isso pode ser atribuído a
questões metodológicas, como o inevitável envolvimento de números
pequenos, a variabilidade nos diferentes grupos, a algumas formas um tanto
subjetivas de medir o comportamento. Na essência, trabalho, a essa altura,
não leva em conta plenamente as influências sociais e culturais, se é que
chegaram a levar em geral, e, como veremos, estas influências podem
exercer efeitos não só nos padrões de comportamento, mas também nos
cérebros e nos próprios hormônios.
O trabalho recente de Sari van Anders, neurocientista da Universidade
de Michigan, e outros, mostra que no século XXI a ligação entre os
hormônios e o comportamento, em particular com relação à suposta
potência da testosterona na determinação da agressividade e da
competitividade masculinas, passa por uma reconsideração radical.[52]
Assim como estamos vendo o poder da sociedade e suas expectativas como
variáveis que podem alterar o cérebro, está claro que o mesmo efeito é
evidente com relação aos hormônios. E os hormônios, naturalmente, são
enredados em si com a relação entre o cérebro e seu ambiente.
Parece que os hormônios viraram outro processo biológico cooptado na
caçada pela prova de que a biologia das mulheres não só é diferente e em
geral inferior, mas periodicamente é demasiado deficiente. As substâncias
que eram ligadas à capacidade das mulheres para a maternidade tornaram-
se ligadas à sua emotividade e irracionalidade mal adaptativas e, pelos
efeitos que têm estas substâncias no cérebro em desenvolvimento, à falta de
algumas importantes habilidades cognitivas. Por outro lado, doses extra de
testosterona foram não só ligadas à capacidade dos homens para a
paternidade, como também às características de personalidade necessárias e
vigorosas e a habilidades de liderança supostamente essenciais para o
sucesso nos círculos social, político e militar e, de novo por meio dos
efeitos no cérebro em desenvolvimento, à necessária capacidade cognitiva
para que sejam grandes pensadores e cientistas criativos.
É claro que tudo isso é previsto na exatidão de alegações de que os perfis
comportamentais de homens e mulheres realmente são diferentes. A boa ciência precisa ir além do anedotário e da opinião pessoal e nos dar