A secretária do CEO
Capítulo 29
Capítulo 31
Alguns meses depois...
paravam de mexer, Maycon até tentou fazer com que eles parassem. Sempre Era inacreditável como minha fome me tirava o sono. Estava rolando na cama a horas tentando dormir e os bebês não resolvia, ele pedia para que eles ficassem quietinhos e eles simplesmente ficavam. Mas hoje, estava uma agitação enorme. Maycon dormia ao meu lado, ainda é madrugada. Levanto com um pouco de dificuldade por conta do tamanho da minha barriga, eles estão bem pesadinhos.
Desço as escadas com cuidado e vou para a cozinha, pego um suco de maçã, pão e pasta de amendoim, nada de coisa estranha para comer hoje. Enquanto como, me lembro de quando Maycon leu o relatório sobre sua mãe. Ela o abandonou porque estava doente, tinha meses de vida, pois estava com câncer terminal. O detetive descobriu que, um mês depois que ela tinha ido embora, foi encontrada morta em casa. Ela não queria ter que se despedir, não queria fazer ninguém sofrer e simplesmente sumiu, para poder morrer sozinha. Maycon ficou bem triste, mas a cada dia que passa ele superava...
Termino de comer e vou subindo as escadas novamente, até que sinto uma dor enorme... muito intensa.
Respiro fundo e mais outra pontada... Estou entrando em trabalho de parto! Optei por ter o normal, caso eu não consiga, eu faria a cesariana. Continuo subindo as escadas, chego na porta do quarto quando sinto algo escorrer por minhas pernas.
— A bolsa estourou... — digo num sussurro para mim mesma, sorrindo. — Maycoon!
Ele se assusta com meu grito e acorda, se sentando na cama.
— Minha bolsa estourou. — Aponto para a poça d’água que está no chão.
— Vão nascer?! — Ele grita exasperado, se levantando da cama. Balanço a cabeça afirmando. — Ok, o que faremos? — Ele passa as mãos no cabelo e olha para os lados.
— Maycon? Respira, calma. Já repassamos o que deveria ser feito nessa hora.
— Ok, vou pegar suas coisas.
Ele sai em disparada, vou para o banheiro e tomo um banho rápido. Visto um vestido e saio. Maycon já me aguardava.
Maycon Corppin
Era inexplicável o que eu estava sentindo nesse momento. Meus filhos vão nascer! Diana já estava na sala de parto, decidi ficar e recepcionar as pessoas que chegavam para aguardar junto comigo. Estavam todos os nossos amigos e familiares, conversávamos alegremente. Eu estava ansioso, já tinham se passado horas quando o médico saiu.
— Nasceram — ele anuncia. Todos começam a gritar e me abraçar, agora eu era oficialmente pai.
— Posso vê-los? — Pergunto ao médico.
— Claro, me acompanhe.
Entro com ele em um corredor e no finalzinho estava o berçário.
— Eles estão aqui até a mãe ir para o quarto, quando ela for, eles vão juntos. Você pode entrar para ver, mas não esqueça de higienizar as mãos antes de pegá-los. Meus parabéns, eles são lindos.
— Ok, Obrigado — digo entrando. Vejo os meus pequenos no berço e meus olhos se enchem de lágrimas. Pego minha menininha nos braços, ela era linda como a mãe. — Oi, sou seu papai. — Ela simplesmente sorri de olhinhos fechados. — É... sou seu pai — digo bobo. Ponho-a no berço e pego meu menino. Ele também era parecido com Diana. Pego-o meio sem jeito, aninhando-o em meus braços.
— Olá, garotão, você é lindo como a mamãe e eu sou o seu pai sortudo, por ter vocês 3 na minha vida.
Ele faz carinha de choro e eu o nino para se acalmar. Quando ele está mais tranquilo, ponho no berço. Olho para eles, que agora estão de olhos abertos, e todos os dois têm olhos da mesa cor dos meus. Tão azuis quanto o céu, eles eram lindos. Fico ali até eles fecharem os olhinhos e voltarem a dormir. Não tinha nada melhor que isso e eu tenho a certeza de que nós seríamos a família mais feliz e realizada deste mundo.