A secretária do CEO
Capítulo 5
— Ok, esteja pronta. Assim que eu terminar meus afazeres iremos almoçar… juntos. — E me dá as costas.
— Ei, você me ouviu dizer não? — Falo um pouco alto demais, porém, ele pouco se importa, apenas entra na sala, fechando a porta atrás de si.
Mas que descarado, Argh... galinha do cacete.
Capítulo 5
muito feliz com isso, está mais leve, mais relaxado. Estou analisando Nossa manhã saiu como previsto. Na reunião, foram feitos grandes avanços em nossos serviços. O Sr. Corppin está novamente um contrato que acabei de digitar para fazer a entrega a ele. Caminho até a sua sala pensando em não puxar assunto nem dar muita bola. As folhas caem de minhas mãos e me viro para pegar uma por uma. Término de recolher as folhas e me endireito, voltando a andar em direção à sala do Sr. Corppin, mas tomo um susto com ele me observando parado na porta.Será que ele não tem trabalho? Só então percebo, que ele estava olhando para o meu bumbum... Fico mais vermelha que meu vestido, minhas mãos ficam trêmulas de repente, não entendo o porquê. Caminho em sua direção e lhe entrego os contratos.
— Saio em 5 minutos, pegue suas coisas e me aguarde. — Aquela voz tem um impacto tão grande em meu corpo, que tudo em mim estremece.
— Ok, Sr. Corppin. — Tentei ser o mais profissional possível, mas minha voz fracassou miseravelmente.
Vou até a mesa pego minhas chaves, meu celular, algumas planilhas que tenho que revisar e a bolsa. Então vou ao banheiro e retoco minha maquiagem. Hoje eu estava bastante apresentável, não que eu me vista mau, até porque gasto quase todo meu pobre salário em roupas apresentáveis para trabalhar.
Não posso vir de qualquer jeito, sou a secretária do CEO majoritário! Meu SUV... É uma longa história, mas resumindo ganhei do Diego. Eu não queria de jeito algum, mas ele me convenceu usando alguns métodos que é melhor não comentar. Diego é incrível, numa época, até comecei a criar uma paixãozinha por ele, e quem não criaria? Ele é lindo, atencioso e manda super bem na cama, mas depois passou. Ele vinha poucas vezes a cidade e o encanto acabou, nunca daríamos certo. Saio do banheiro e ele já estava me esperando, impaciente! Ando firme até o elevador, tentando não tropeçar em meus próprios pés, ele vem logo atrás, as portas do elevador se abrem e entramos.
— Tem preferência de lugar ou comida para almoçar? — Maycon pergunta.
— Tanto faz. — Dou de ombros.
— Ok, tenho o lugar perfeito para irmos.
— Sério? Que lugar? Um hospício talvez fosse bastante propício agora — digo revirando os olhos.
— Você está pior que uma velha, só resmunga. Já desconfiava que era louca.
— Louca é a tua mãe, e só para lhe deixar avisado irei no meu carro. — Tento pôr um fim naquela conversa ridícula.
— Ah, mas não vai não. Depois de lá, voltaremos para a empresa, não há necessidade.
— De novo essa palhaçada? Vou em meu carro e acabou. — Mas que merda… eu não vim de carro.
Antes que eu percebesse, estava encurralada na parede fria do elevador. Seus braços ao lado da minha cabeça e eu presa ao meio dele. Sua respiração está descompassada, mas o sorriso em seu rosto é um tanto provocante. Seu terno cinza maculado o deixava ainda mais bonito de perto; seus cabelos bem penteados me davam uma vontade enorme de bagunçar; o aroma de seu perfume me deixa louca. Nunca senti tanto desejo por uma pessoa tão canalha, mas não admitiria isso jamais em voz alta. Meu coração está acelerado e meu rosto ganha uma coloração avermelhada, pela trairagem dos meus pensamentos. Porque isso estava ocorrendo tantas vezes?
— Você vai em meu carro, estou lhe dando uma ordem — ele mantém sua voz firme.
— Ordem? Estou em horário de almoço, agora você não é o meu chefe.
— Ah, eu sou sim! Ainda faltam 40 minutos para seu horário de almoço, então ainda sou seu chefe. Mas, se não quiser, posso te convencer… — Ele chega bem próximo a meus lábios, sinto sua respiração quente e instintivamente fecho meus olhos. — Fechou os olhos por quê? — Ouço seu sussurro em meu ouvido.
Abro os olhos e ele já está em seu lugar, logo em seguida, as portas do elevador se abrem… Eu queria que ele me beijasse, mas seria uma loucura me entregar a todo esse jogo. Seria uma grande burrada. Me recomponho e caminho quieta até seu carro. Todo o trajeto até o restaurante foi silencioso. De vez em quando o olhava de soslaio, mas ele não esbanjava nenhuma emoção.. Chegamos a um restaurante de fachada vermelha muito elegante e o manobrista abre minha porta. O Sr. Corppin deixa a chave do carro com ele e vem para o meu lado, segurando minha mão me ajudando a sair do carro. Seu rosto esboçava uma emoção diferente, a qual eu não sabia decifrar, talvez estava com bom humor novamente. Isso só me dá mais certeza de que ele era completamente bipolar. Caminhamos para o Hall de entrada e uma mulher de cabelos escuros nos recebeu com um sorriso largo, mas logo desfaz quando me vê.
— Boa tarde Sr. e Sra. Corppin. Como estão? Queiram me acompanhar, tenho uma ótima mesa para vocês dois num lugar mais reservado. — Sra. Corppin? Como assim? Percebo que estamos de mãos dadas ainda, tiro minha mão da sua e coro no mesmo instante. Já ia esclarecer que não era Sra. Corppin quando ele fala:
— A Sra. Corppin e eu estamos muito bem, obrigado —fala dando ênfase ao Sra. Corppin.
Seria bem interessante se eu cogitasse a ideia, mais está aí uma coisa que nunca aconteceria, não mesmo. A única coisa que pude fazer foi olhar para a mulher e sorrir. Caminhamos até nossa mesa, era uma cabine muito bonita e bem decorada. Era realmente um local reservado. Aposto que isso aqui é restaurante para amantes, assim os outros não ficam olhando ou prestando atenção em suas conversas. Ele, cavalheiro como sempre — até parece. — puxa a cadeira para que eu sente; A moça cujo nome no crachá diz ser Débora nos entrega o cardápio e se retira.
— Porque mentiu? — finjo certa irritação. Esse cara só faz merda.
— Apenas gostei da ideia, Sra. Corppin. E também queria te irritar.
— Não me chame assim... Ei, você é casado?
— E se eu fosse? Qual seria o problema? Não estamos fazendo nada de errado, estamos? — Ele arqueia sua sobrancelha.
— Problema algum, seria ótimo se você fosse casado, pelo menos teria a quem te entregar. Você me irrita tanto… — Respiro fundo. — Você ainda não me respondeu, é casado? Foi por isso que ela me chamou de Sra. Corppin?
— Te irrito? Pelo menos isso. E não, não sou casado. Nem sei de onde ela tirou isso, provavelmente porque estávamos de mãos dadas. — Relaxei visivelmente com sua resposta.
— Hum… Entendi. — Ele apenas sorriu para mim com um ar de graça. Bufo com o olhar dele.
— Você fica muito bonita quando está irritada e com ciúmes.
— E quem disse que estou com ciúmes? E de quem eu estaria? — Me faço de desentendida e olho para os lados, como se estivesse procurando por alguém. Ele dá uma linda risada, jogando a cabeça para trás. — Nem te conheço direito, porque teria ciúmes?
— E ainda tem um ótimo senso de humor.
— Ah, fala sério. — Reviro os olhos.
Seu semblante mudou na mesma hora. O que foi agora?
— Não faça isso. — Sua voz soa calma e fria.
— Isso o que? — Pergunto sem entender do que ele se referia.
— Nada, esquece.
— Porque todas as vezes que te pergunto algo, me manda esquecer?
— Porque não tem importância, apenas esqueça. — Ele já estava irritado.
E lá estava a tensão entre nós de novo. Pego o cardápio sobre a mesa e corro os olhos por ele. Agora me vejo sem fome, mas era necessário comer, não tomei café pela manhã. Pedi um Yakisoba com frango, rolinho primavera e sushi; ele pede o mesmo e um vinho para acompanhar.
— E então, você morava em Milão, não é?
— Sim. — Ele responde curto e grosso.
— Me conta um pouco sobre lá.
— Você nunca foi?
— Não, nunca tive a oportunidade, nem tempo — minto, eu não tinha era dinheiro mesmo.
— Entendo, é uma província linda, a mais populosa de toda a Itália, e seus pontos turísticos são lindos. Há muita coisa para se ver e que não tive como ir por causa das ocupações que eu tinha na filial de lá — fala com certa admiração.
— E quem ficou à frente da outra?
— Um dos sócios de meu pai, de nossa confiança.
— Entendo, não sente saudades de lá?
— Na verdade não, encontrei coisas melhores por aqui. — Ele me fixa.
— Ah… — Baixo os olhos, envergonhada.
— Vermelho cai muito bem em você. — Ele sorri.
— É, você já disse, obrigada. — Tento acabar com a conversa.
— Hum... já? Não me lembro. Mas só confirma que o que eu digo é verdade.
— Ou não.
— Então, me diga... de onde você é?
— Orlando. Morei lá até meus 16 anos.
— E porque saiu de lá? — Ele apoia seus cotovelos sobre a mesa.
— Meus pais morreram num acidente de carro e tive que ir para Atlanta, morar com minha tia.
— E como veio parar em Chicago?
— As coisas com minha tia estavam difíceis, minha criação era diferente e simplesmente não nos dávamos bem. Estava recém-formada em arquitetura e queria novas conquistas, foi aí que resolvi vir para cá. Fui morar com uma amiga e comecei a trabalhar na empresa do seu pai.
— E por que não ingressou na sua carreira de arquitetura? — Para que tanta curiosidade?
— Porque não achei nada na minha área. Quem iria querer contratar uma arquiteta recém-formada sem nenhuma experiência? Eu precisava de dinheiro e a empresa de seu pai uma funcionária. Vi grandes oportunidades e achei melhor agarrá-las do que ficar em algo que seria talvez incerto. A vaga na época era bem acirrada, tive que passar por 5 etapas e no final consegui. Mas eu ainda quero ter a oportunidade de ser uma arquiteta reconhecida. — Sorrio ao imaginar.
— Aposto que será uma ótima arquiteta.
— Obrigada. — Sorrio de lado.
Nossos pratos já haviam chegado e eu não tinha percebido. Começo a comer em silêncio. Ele me olha atento, parecia que a qualquer momento eu me partiria ao meio. A comida estava uma delícia, e o vinho dava um toque a mais, bem suave e saboroso.
Termino de comer e peço licença para ir ao banheiro. Passo no caixa e pago o nosso almoço, era claro que não deixaria ele pagar o que eu comi, prefiro pagar o meu e o dele. Vou ao banheiro, olho minha maquiagem e retoco o batom, que já não existia mais, saindo do banheiro logo em seguida. Debora estava ao lado de Maycon, conversando enquanto um garçom retirava os pratos. Essa mulher não desiste mesmo, hein?
— Vamos querido? Ainda temos muito o que fazer hoje. — Coloco a mão no ombro de Maycon e lhe dou uma piscada o mais sexy e sacana que pude. Ele pareceu não entender muito, mas logo entrou no jogo.
— Sim amor, só vou pedir a conta. — Tento agir normalmente depois de ouvi-lo me chamar de amor.
— Eu já paguei, vamos. — O sorriso dele fica engraçado.
— Sim, vamos. — Segura em minha mão e dá um aceno breve para Débora, que fica toda sem graça com nossa ceninha. Saímos e logo ele gargalha.
— Mas o que foi aquilo?
— Eu tinha uma reputação a zelar lá dentro, ela estava dando em cima de você e eu, como Sra. Corppin, não podia deixar barato, não é mesmo?
— Tem toda razão. — Ele ainda ria muito. — E que história é esse de que você pagou a conta? — E parou de rir, ficando completamente sério. Credo, tenho que me acostumar com essas mudanças súbitas de humor dele.
— Achei melhor... não gosto de ninguém pagando nada meu.
— Então sofremos do mesmo problema, não repita mais. Eu tenho dinheiro e posso pagar, você não precisa gastar o seu dinheiro comigo.
— Tá bom, “rico”.
— Você e suas piadinhas ainda vão se dar mal comigo.
—Vou? Não perco por esperar.
— Você está me desafiando?
— Estou sim e, afinal, seus 40 minutos de chefe já acabaram. Tchau.
Um táxi estava parado mais na frente, corro até ele e entro. Vejo ele na calçada me encarando de cara fechada enquanto o táxi parte. Dou uma volta pelo parque, tomo sorvete e vejo algumas crianças brincando. Quando dá meu horário, pego um táxi e volto para a empresa. Entro no elevador lembrando do acontecimento de mais cedo e, como se fosse pouco, o cara que perturba os meus pensamentos passa pelas portas. Me mantive centrada em tudo o que iríamos fazer pela tarde, repassando na mente.
— Você está mordendo os lábios, posso saber por quê?
— Oi? Ah, eu... tenho mania de morder os lábios enquanto penso. Por que, te incomoda? — Levanto uma das sobrancelhas.
— Não, só me dá vontade de fazer isso...
Ele segura meus braços com força no alto da minha cabeça, sinto seus lábios nos meus. Sua boca é quente, seu gosto é embriagante. Sua língua adentra em minha boca procurando pela minha, fico meio relutante, mesmo querendo beijá-lo. Perco a razão e o nosso beijo fica ávido, desesperado, como se nós dois precisássemos disso para viver, estávamos cheios de desejo.
Com uma mão, segura as minhas, e a outra, acaricia os meus cabelos, depois, meu pescoço. Ele deixa meus lábios e beija meu pescoço, suspirando para sentir o cheiro do meu perfume. Dá um último beijo em meus lábios e então se afasta. Eu ainda tentava recuperar meu fôlego, não sabia o que dizer, mas mesmo que eu quisesse, não daria tempo, as portas do elevador se abriram. Ele estende o braço para a frente para que eu passe primeiro, mas nem sei se conseguiria andar. Minhas pernas estão trêmulas, mas, para minha surpresa, consegui caminhar tranquilamente. Falo com Cheila, que já aguardava por mim, para começarmos a trabalhar e me sentei em meu lugar.
— Senhoritas, tenham um bom trabalho. Sairemos em 30 minutos, tenho algumas coisas para resolver e depois iremos a filial. E Srta. Williams... seu batom está todo borrado. — Ele vai para sua sala. Mas que filho da puta! Não sei onde enfiar minha cara. Vou no banheiro correndo e arrumo meu batom. Volto para minha mesa e o telefone toca.
— Marketing Corporation, diretoria — digo no telefone.
— Já limpou seu batom borrado? — Ele dá risada.
— Por que você fez isso? — Tento manter a calma.
— Para você nunca mais fugir de mim, boneca.
— Boneca? Boneca é o escambau. Vai procurar algum trabalho, que você está cheio e eu não tenho dúvidas. — Irritada, bato o telefone em sua cara. Não estou nem aí que ele é meu chefe.
Nossa tarde, digamos que foi... tranquila, conhecemos todos da empresa filial e fizemos reuniões de lucros e prestações de serviços. Sr. Corppin não falou nada comigo em momento algum, e o que precisava, ele mesmo fazia. Me senti meio excluída das coisas.
Um jovem muito bonito que é sócio, estava todo saliente para o meu lado. Até que é bonito, super educado e um verdadeiro cavalheiro. Sr. Guilbert beijava minha mão, sempre me dava atenção e pedia minha opinião sobre algo. Não sei ao certo, mais o Sr. Corppin não gostou muito, porém, não dei importância.
Fiz questão de mostrar o quanto entendia sobre o assunto e dei minha opinião, deixando bem claro o quanto era inteligente. Olhei para ele de relance e ele aparentava estar me admirando, prestando atenção a cada palavra minha. Logo após, tivemos uma reunião fora da filial com todos os sócios, para deixar claro algumas coisas da nova presidência e para ele conhecer a todos. E então, voltamos a empresa. Deixo algumas tarefas prontas e, como já estava no meu horário, pego minhas coisas e sigo para o elevador. Novamente, lá está ele, indo na mesma direção que eu. Será que ele fica me esperando para irmos embora juntos? Não é possível. Entro no elevador e ele também.
— Parece que alguém gostou muito de suas opiniões. — Olha seu relógio de pulso.
— Parece que sim. Já que meu chefe não se interessa, alguém se interessou, não é mesmo?
— Me interesso com a opinião de meus funcionários. — Ele olha fixo para mim.
— Só se for para saber se é bom de cama.
— Pare com isso, é claro que me interesso!
— Ah, passou a tarde inteira me ignorando, sem nem deixar fazer o meu trabalho, porque você mesmo estava fazendo. Nem me dirigiu a palavra, estava me sentindo inútil nas reuniões. Pelo menos alguém viu algo diferente do que você viu em mim.
Estou super irritada com ele. Me beijou sem minha permissão, depois faz de conta que nada aconteceu e ainda vem com essa?
— Cuidado com o que fala, mocinha.
— Cuidado? Você vai fazer o que? — Aí merda, que arrependimento, tinha que ser boca solta e falar tudo o que vem na cabeça?
— Não me provoque, Srta. Williams. Faria você se arrepender de ter essa boca sem freio.
Resta me calar, já falei besteira demais. As portas se abriram, saio e fico esperando o meu táxi chegar.
— Diana?
— Não temos tanta intimidade assim, vamos manter as formalidades, Sr. Corppin. — Me viro e ele está logo atrás, dá breves passos até mim com um olhar faminto. Vou recuando até bater com a bunda na lataria gelada de um carro que tinha no estacionamento. Não tenho como correr, ele já está próximo demais.
— Posso te beijar? — sussurra em meu ouvido e desce para meu pescoço, beijando-o. Ele cola o seu corpo no meu e sinto sua rigidez na calça.
Ele sobe lentamente para meus lábios e novamente nos beijamos, algo em meu ventre reage, nunca senti tanto tesão em apenas um beijo. Sua mão percorria do meu cabelo até as costas parando na minha bunda. Ele a aperta com força e me espreme ainda mais no carro com seu pau encostado em mim. Eu transaria com ele ali mesmo, mas não podíamos. Me afasto dele e largo uma bofetada em seu rosto.
— Eu não te dei permissão! — Digo com uma certa irritação e caindo na real de que eu não podia fazer isso.
— Você é louca? Estava me beijando agora. — Ele passa a mão no rosto.
— Eu não vou cair nessas suas investidas baratas. E nunca mais me beije, está me ouvindo? — Ouço o bip no meu celular me avisando que o meu táxi havia chegado, dou as costas a ele e vou embora.
Por que ele mexe tanto comigo? Me irrita tanto sem nem fazer esforço? Só de pensar nele já fico com raiva.