Amazônia: expansão do capitalismo
Projeto Radar da Amazônia (RADAM)
As Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (ELETROBRÁS) ficam como
agente executivo do Comitê. Os estudos programados por este
Comitê serão financiados pela FINEP S.A. (Financiadora de Estudos
de Projetos S.A.) do Ministério do Planejamento e Coordenação
Geral. No Relatório de 1971 constam os resultados de alguns
estudos que indicam um potencial superior a 5 milhões de
quilowatts:
Os trabalhos realizados compreenderam o estudo dos
mercados de energia elétrica a serem supridos em 1985 e o
inventário das possibilidades de aproveitamento hidrelétrico
para esse suprimento, abrangendo os seguintes pólos de
desenvolvimento e as respectivas áreas de influência:
Belém, Santarém e Monte Alegre (Pará)
Macapá (Amapá)
Manaus e Tefé (Amazonas)
Boa Vista (Roraima)
Porto Velho (Rondônia)
Rio Branco (Acre)
Nos trabalhos de inventário foram examinados 26 rios da
Amazônia, sendo que em 11 se localizaram locais de
aproveitamento. Estes trabalhos foram custeados pela
ELETROBRÁS em montante superior a Cr$ 10 milhões.115
Projeto Radar da Amazônia (RADAM)
O Projeto RADAM foi criado em 1970 pelo Departamento Nacional
de Produção Mineral do Ministério de Minas e Energia. É
incorporado ao PIN. Tem como objetivos levantar os elementos básicos necessários a um planejamento racional do aproveitamento