Era um garoto: o soldado brasileiro de Hitler
Agradecimentos
Agradeço muito a Ignez Brenck e Ricardo Brenck, por confiarem em mim, permitindo que eu contasse a história de Horst neste livro. Estendo o sentimento aos outros filhos e familiares. Devo demais a Maria do Carmo Brenke e seu marido, Paulo Rubens Pereira Diniz. Tanto os perturbei, com entrevistas sem fim, visitas que se repetiam, perguntas que tanto lhes exigiam, que os dois se tornaram meus amigos. Agradeço também a Flávio Vieira, José Pinheiro e Edmar Salles, por vasculharem a memória em busca do amigo Horst, em busca de conversas de décadas atrás. Muito obrigado a Victor e Sinhá, meus pais, pelo apoio; e a Bruna Ferrara e Luisa Damasceno, pela paciência.
Não sou capaz de agradecer o bastante a Peter Steger, em Erlangen; a Vitaly Gurinovich, em Vladimir; e a Gicu Manole e Ioan J. Popescu, em Sighetu Marmaţiei. Do mesmo modo, a Oleg Gureev, Piotr Stanek, Ute Schimidt, Alfons Rujner, Wolfgang Morel, Méri Frotscher Kramer, René Gertz, Michaela Stork, Débora Bendocchi, Victor Sterzik, Karla Guerra, Carina Von Bismarck e Arthur Guerra, sempre prestativos e gentis durante os quase dois anos de investigação. Fico feliz de ter encontrado José Eduardo Gonçalves, Arnaud Vin e Eduardo Soares durante a caminhada. Sou grato ainda pela ajuda dos amigos jornalistas Branco di Fátima, Diego Moura, Eduardo Murta, Gabriela Garcia, Guilherme Paranaíba Gouveia, Humberto Trajano, Laila Braghero, Lucas Pavanelli, Luiza Muzzi e Pedro Hilário.