In memoriam: urbanismo, literatura e morte

André Luiz Rosa Ribeiro · Apêndice

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In memoriam: urbanismo, literatura e morte

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Universidade Estadual de Santa Cruz

 

 

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro - Reitora

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André Luiz Rosa Ribeiro

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Guilhardes de Jesus Júnior

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Lurdes Bertol Rocha

Nelson Dinamarco Ludovico

Rita Jaqueline Nogueira Chiapetti

Samuel Leandro Oliveira de Mattos

Silvia Maria Santos Carvalho

André Luiz Rosa Ribeiro

 

In memoriam

 

urbanismo, literatura e morte

 

Ilhéus - Bahia

 

2017

©2017 by André Luiz Rosa Ribeiro

 

Direitos desta edição reservados à

EDITUS - EDITORA DA UESC

 

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de dezembro de 2004.

 

PROJETO GRÁFICO, DIAGRAMAÇÃO E CAPA

Alencar Júnior

 

FOTO DA CAPA

André Luiz Rosa Ribeiro

 

REVISÃO

Gabriela Amorim de Santana

Genebaldo Ribeiro

 

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

 

R484

 

Ribeiro, André Luiz Rosa

 

In memoriam [livro eletrônico]: urbanismo, literatura e morte / André Luiz Rosa Ribeiro. – Ilhéus, BA: Editus, 2017. 8.350 Kb; EPUB

 

ISBN: 978-65-86213-88-1

 

1. Ilhéus (BA) – História. 2. Zoneamento – Itabuna (BA). 3. Morte – Aspectos sociais. 4. Cemitérios – Aspectos simbólicos. 5. Memória coletiva – Bahia. I. Título.

CDD 981.42

 

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Tel.: (73) 3680-5028

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EDITORA FILIADA À

 

Versão digital: dezembro de 2022.

Dedico à

 

Domingos Rosa de Mattos

 

Gilmar Rodrigues Santos (Tata Munanganga)

 

José Loyola Ribeiro

 

Manoel Carlos Amorim de Almeida

 

Mário de Castro Pessoa

 

Raymundo Kruschewsky Ribeiro (Barão de Popoff)

 

Raymundo Pacheco Sá-Barretto

 

in memoriam

Agradecimentos

 

Aos professores e funcionários do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Santa Cruz, pelo convívio profícuo.

 

Ao corpo docente do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia, em especial aos professores Antônio Guerreiro, João Reis, Maria Hilda Paraíso e Lina Aras.

 

A Professora Ligia Bellini, por dividir comigo este livro.

 

Aos professores Evergton Souza, Elaine Norberto, Janete Macêdo, Maria Luiza Nora e Jorge Araújo pelas importantes considerações a respeito deste trabalho.

 

Ao professor Durval França Filho, pelo auxílio na pesquisa do acervo cemiterial de Canavieiras.

 

Aos funcionários do Arquivo Público da Bahia, em Salvador; do Centro de Documentação e Memória Regional da Universidade Estadual de Santa Cruz (Cedoc), Fórum Epaminondas Berbert de Castro, Arquivo Público Municipal e Cúria Diocesana, em Ilhéus, e da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, pela preciosa colaboração.

 

À Ilza Rodrigues (Mameto Mucalê), pela mão forte na hora precisa.

 

Aos meus irmãos, Anna Lívia e Paulo de Tarso, e ao meu filho Guilherme José, pelos laços que nos unem.

A vida dos mortos está na memória dos vivos.

Cícero

Table of Contents / Sumário /

 

Tabla de Contenido

 

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Introdução

Capítulo I – A comarca de São Jorge dos Ilhéus, 1760-1860

Economia colonial: a produção de farinha e a extração de

madeira

Aldeias, estradas e lavouras: o papel do trabalho indígena

na comarca dos Ilhéus

Inventários post mortem, registros eclesiásticos e o plantio

do cacau

A participação estrangeira na economia cacaueira

Terra, violência e poder

Capítulo II – Urbanismo e modernização no sul da Bahia

De vila à cidade: a Ilhéus do século XIX

Urbanismo e modernidade

The State e a catedral: ícones do progresso sul baiano

Itabuna, a cidade dos grapiúnas

Capítulo III – Morte e narrativa

História, memória e literatura no Sul da Bahia

O imaginário da morte na região cacaueira

A luta do Sequeiro: a morte como protagonista

As descontinuidades da memória grapiúna

Capítulo IV – Memória e “civilização”: o exemplo dos mortos

ilustres

A morte “pedagógica” e a “civilização” do cacau

O declínio do sagrado e a ascensão do individualismo

Os ritos de separação entre os vivos e os mortos

Cortejos, missas e luto: a passagem para a “eternidade”

Funerais, política e sociedade

Os funerais dos coronéis Pessoa e Tavares: a apoteose

do indivíduo

Capítulo V – Os espaços cemiteriais e as representações da

morte no sul da Bahia

O processo de emergência do cemitério a céu aberto:

novas formas do morrer

Construções e reformas cemiteriais no sul da Bahia

O cemitério como espaço de identidade familiar

Símbolos funerários e memória social

Considerações finais

Fontes

Referências