In memoriam: urbanismo, literatura e morte
Referências
ABREU, A. A fabricação do imortal. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.
ADONIAS FILHO. A sabedoria da idade. Discurso em comemoração do 70º- aniversário de Itajuípe-Ba. Cacau Letras, Itabuna, n. 4,mar.1985.
_____. Sul da Bahia, chão de cacau. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
_____. As velhas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
ADONIAS FILHO; AMADO, J. A nação grapiúna. Rio de Janeiro: Edições Tempo Brasileiro, 1965
ADONIAS FILHO. Os servos da morte. Rio de Janeiro: Editora José Olímpio, 1964.
_____. Corpo vivo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1962.
AGUIAR, D. V. Descrições práticas da província da Bahia. Rio de Janeiro: Cátedra; Brasília, DF: INL, 1979.
ALBERTI, V. Literatura e autobiografia: a questão do sujeito na narrativa. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4. n. 7, p. 66-81, 1991.
ALBUQUERQUE JR., D. M. A invenção do Nordeste e outras artes. Recife: FJN, Ed. Massagana; São Paulo: Cortez, 2001.
ALMEIDA, G. A. Notas sobre a evolução de Ilhéus. Revista Especiarias, Ilhéus, ano 2, n. 3-4, 2000.
ALMEIDA, M. do C. E. A Victoria da renascença baiana, a ocupação do distrito e sua arquitetura na Primeira República (1890-1930). 1997. Dissertação (Mestrado em Arquitetura). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1997.
AMADO, J. O menino grapiúna. 22. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. Ilustrações de Floriano Teixeira.
______. Gabriela, cravo e canela: crônica de uma cidade do interior. 88. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. Ilustrações de Di Cavalcanti.
AMADO, J. Discursos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1993.
______. Terras do sem fim. 38. ed. Rio de Janeiro: Record: 1978. Ilustrações de Clóvis Graciano.
______. São Jorge dos Ilhéus. 10. ed. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1964.
______. Cacau. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 1982. Ilustrações Santa Rosa.
AMARAL, B. do. História da Bahia. Salvador, s.n., 1919.
ANDRADE-BREUST, A. D. Itabuna, história e estórias. Ilhéus: Editus, 2003.
ANDRADE, J. D. Dicionário histórico e ilustrado de Itabuna. Itabuna: Colorgraf, 1986.
ARAÚJO, J. de S. Dionísio & Cia. na moqueca de dendê. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.
ARIÈS, P. História da morte no ocidente. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.
______. Images de l’homme devant la mort. Paris: Editions du Seuil, 1983.
AUGEL, M. P. A visita de Maximiliano da Áustria a Ilhéus. Salvador: CEB/UFBA, 1981.
AUGRAS, M. Todos os santos são bem-vindos. Rio de Janeiro: Palas, 2005.
BACZKO, B. Les imaginaires sociaux. Mémories et espoirs colletifs. Paris: Payot, 1984.
BARICKMAN, B. J. Um contraponto baiano: açúcar, fumo, mandioca e escravidão no Recôncavo, 1780-1860. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
BENEVOLO, L. História da cidade. São Paulo: Perspectiva, 1997.
BERTUCCI, L. M. Influenza, a medicina enferma. Campinas: Unicamp, 2004.
BONDAR, G. A cultura de cacau na Bahia. São Paulo: Empresa Gráfica Revista dos Tribunais, 1938.
BRANDÃO, A.; ROSÁRIO, M. Estórias da história de Ilhéus. Ilhéus: Edições SBS, 1970.
BERBERT DE CASTRO, E. Formação econômica e social de Ilhéus. Ilhéus: Prefeitura Municipal de Ilhéus, 1981.
BONNET, J-C. Les morts illustres. In: Nora, P. Les lieux de mémoire II: La Nation. Paris: Gallimard, 1986.
BORGES DE BARROS, F. Memória sobre o município de Ilhéus. Ilhéus: Prefeitura Municipal de Ilhéus, 1981.
______. Ilhéos, documentos que interessam à sua história. Salvador: Imprensa Oficial do Estado, 1933.
BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
BREFE, A. C. F. A cidade das memórias: São Paulo dos relatos memorialistas. Revista História, São Paulo, v. 15, p. 161-174, 1996.
BRITO, R. de S. O livro de Ilhéos. Rio de Janeiro: Tipografia Linconl, 1923.
BURKE, P. O mundo como teatro. Lisboa: Difel, 1992.
CALDEIRA, C. Fazendas de cacau na Bahia. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 1954.
CAMPOS, A. A. A terceira devoção do setecentos mineiro: o culto a São Miguel e Almas. 1994.Tese (Doutorado em História)– Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1994.
CAMPOS, J. da. Crônica da capitania de São Jorge dos Ilhéus. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Cultura, 1981.
CARDOSO, J. B. Literatura do cacau: ficção, ideologia e realidade em Adonias Filho, Euclides Neto, James Amado e Jorge Amado. Ilhéus: Editus, 2006
CARVALHO, J. M. de. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
CASTELLO, J. Realismo sensualista. Revista Entre Livros, São Paulo, ano 2, n. 16, ago. 2006.
CATROGA, F. O céu da memória: cemitério romântico e culto cívico dos mortos. Coimbra: Livraria Minerva Editora, 1999.
CHALHOUB, S. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
______. Trabalho, lar e botequim. São Paulo: Brasiliense, 1986.
CHALHOUB, S.; PEREIRA, L. (orgs.). A história contada: capítulos da história social da leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998, p. 8
CHARTIER, R. Literatura e História. Topoi, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 197-216, jan.-dez.2000.
COSTA, E. V. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: s.n., 1997.
COSTA, I. T. M.; GONDAR, J. Memória e espaço. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000.
COSTA, J. P. Terra, suor e sangue: lembrança do passado da região cacaueira. Salvador: EGBA, 1995.
COSTA LIMA, L. Pensando nos trópicos: dispersa demanda II. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
DANTAS, B. et alli. Os povos indígenas do nordeste brasileiro. In: CUNHA, M. da. História dos índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1998
DANTAS, J. de A. Documentário histórico ilustrado de Itabuna. Itabuna: Proplan, 1986.
DEAN, W. A ferro e fogo: a história e a devastação da mata atlântica brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DIAS, M. H. Economia, sociedade e paisagens da capitania e comarca de Ilhéus no período colonial. 2007. Tese (Doutorado em História)– Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2007
DUARTE, E. de A. Jorge Amado: romance em tempo de utopia. Rio de Janeiro: Record, 1996.
DUARTE, R. H. Olhares estrangeiros: viajantes no vale do Mucuri. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 22, n. 44, 2002.
EDELWEISS, F. Ensaios biográficos. Salvador: CEB/UFBA, 1976.
FALCON, G. Os coronéis do cacau. Salvador: Ianamá, 1995.
FOLLIS, F. Modernização urbana na Belle Époque paulista. São Paulo: Editora UNESP, 2004.
FRANCESCHI, F. de (org.). Jorge Amado. Cadernos de Literatura Brasileira, São Paulo, v. , n. 3, 1997.
FREIRE, J. Ordem médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal, 1989.
FUCHS, W. Le immagini della morte nella societá moderna. Turim: Einaudi, 1973.
GIRADERT, R. Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
GOLDSTEIN, I S. O Brasil best seller de Jorge Amado: literatura e identidade nacional. São Paulo: SENAC, 2003.
GUERREIRO DE FREITAS, A. F. (org.). Testemunhos para a história: Sá Barretto. Ilhéus: Editus, 2001.
_____. Os donos do fruto de ouro.1978. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais)– Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1978.
GUERREIRO DE FREITAS, A. F.; PARAÍSO, M. H. B. Caminhos ao encontro do mundo: a capitania, os frutos de ouro e a princesa do sul. Ilhéus: Editus, 2001.
GUIMARÃES, L. M. P. Memórias partilhadas: os relatos dos viajantes oitocentistas e a ideia de “civilização do cacau”. História, Ciências, Saúde, Rio de Janeiro, UERJ, v. 8, p. 1059-1070, 2001. Suplemento.
HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990.
HALLA, R. D. Imigração e adaptação dos sírios libaneses na região cacaueira, o caso de Ilhéus: 1910-1950. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em História) Departamento de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 1996.
HAROUEL, J-L. História do urbanismo. São Paulo: Papirus, 1998.
HEINZ-MOHR. G. Dicionário dos símbolos: imagens e sinais da arte cristã. São Paulo: Editora Paulus, 1994.
HÉRITIER, F. Parentesco. In: Enciclopédia Einaudi, v. 20, Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1989.
HERTZ, R. La muerte y la mano derecha. Madrid: Alianza, 1990.
HOBSBAWN, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
KOURY, M. G. P. (org.). Imagem e memória: ensaios de antropologia visual. Rio de Janeiro: Garamond, 2001.
LANA, A. L. A cidade controlada: Santos (1870-1913). In: RIBEIRO, L. C.; PECHMAN, R. M. Cidade, povo e nação: gênese do urbanismo moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
LAVIGNE, E. Paz e humanismo. Rio de Janeiro: O cruzeiro, 1968. ______. Regionalismo literário. Rio de Janeiro: Gernasa, 1969.
LE GOFF, J. História e memória. Campinas-SP: Editora da UNICAMP, 1994.
LEJEUNE, P. Le pacte autobigraphique. Paris: Seuil, 1975.
LEMOS, C. História da casa brasileira. São Paulo: Contexto, 1989
LIMA, A. P. dos S. O discurso iluminista de Balthasar da Silva Lisboa. In: Anais do III Encontro Regional de História: Poder, Cultura e Diversidade – ANPUH-BA, 2006.
LIMA, J. de A. Explicação didática da Santa Missa. Salvador: Mensageiro da Fé, 1951.
LYNCH, K. A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
MACEDO, J. R. Espelho de cidade: fotografia e espaço urbano. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 23., Londrina, 2005. Anais… Londrina: [s.n.], 2005.
MACEDO. J. O. de. Santa Casa de Misericórdia de Itabuna: uma história edificante. Itabuna: Colorgraf, 1985.
MACHADO, R. Nada do que é urbano lhe é estranho. Rio de Janeiro: Graal, 1978.
MAHONY, M. A. Instrumentos necessários: escravidão e posse de escravos no sul da Bahia no século XIX, 1822-1889. Revista Afro-Ásia, Salvador, n. 25-26, p. 95-139, 2001.
MAHONY, M. A. The world made cacao: society, politics and history in southern Bahia, Brazil (1882-1919). 1996. Tese (Doutorado em História)– Faculty of the Graduate School of Yale University, Yale University, New Haven, 1996.
______. Afro-brazilians, land and the question of social mobility in southern
Bahia, 1880-1920. In: KRAAY, H. (org.). Afro-brazilians culture & politics: Bahia, 1790-1990. New York: M. E. Sharp, 1998. MANGABEIRA, F. João Mangabeira: República e socialismo no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
MARANHÃO, J. L. de S. O que é a morte. São Paulo: Brasiliense, 1987.
MARCIS, T. A hecatombe de Olivença: construção e reconstrução da identidade étnica, 1904. 2004. Dissertação (Mestrado em História)– Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2004.
MARIANI, B. S. C. Os primórdios da imprensa no Brasil (ou: de como o discurso jornalístico constrói memória). In: PUCCINELLI, E. (org.). Discurso fundador – a formação do país e a construção de identidade nacional. Campinas: Pontes Editores, 2001.
MARTINS, O. S. B. H. Pequeno ritual romano. Rio de Janeiro: Edições Lúmen Christi, 1958.
MATTOSO, K. de Q. Bahia no século XIX, uma província no império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.
______. Família e sociedade na Bahia no século XIX. São Paulo: Corrupio,
1988.
_________. Bahia: a cidade do Salvador e seu mercado no século XIX. São Paulo: Secretaria Municipal de Educação e Cultura, 1978.
MORTON, F. W. O. The Royal timber in late colonial Bahia. Hispanic American Historical Review, Trinity, n. 58, n. 1, p. 41-61, fev. 1978.
MOTT, L. Os índios no sul da Bahia: população, economia e sociedade, 1740-1854. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1998.
OLIVEIRA, W. F. de. A saga dos suíços no Brasil, 1557-1945. Joinville: Editora Letradágua, 2007.
PARANHOS, M. da C. Adonias Filho, representação épica da forma dramática. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1989.
PARAÍSO, M. H. B. Caminhos de ir e vir e caminho sem volta: índios, estradas e rios no sul da Bahia. Universidade Federal da Bahia. 1982. Dissertação (Mestrado em História)– Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador,1982.
PECHMAN, R. M. “O urbano fora do lugar?” In: RIBEIRO, L. C.; PECHMAN, R. M. (orgs.). Cidade, povo e nação: gênese do urbanismo moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
PEIXOTO, N. B. Paisagens urbanas. São Paulo: SENAC – Marca d’Água, 1996.
PEREIRA FILHO, C. Ilhéus, terra do cacau. Rio de Janeiro: Andes, 1959.
PÉREZ-RIOTA, J. Diccionario de symbolos y mitos. Madrid: Editorial Tecnos, 1997.
PESAVENTO, S. J. Entre práticas e representações: a cidade do possível e a cidade do desejo. In: RIBEIRO, L. C. & PECHMAN, R. (org.). Cidade, povo e nação: gênese do urbanismo moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
______. Em busca de uma outra história: imaginando o imaginário. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 15, n. 29,1998.
PESSOA, M. de C. No tempo de Mário Pessoa. Salvador: EGBA, 1994.
PRADO JÚNIOR, C. A formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1983.
PRATT, M. L. Os olhos do império: relatos de viagem e transculturação. Bauru, EDUSC, 1999.
RAMA, A. A cidade das letras. São Paulo: s. n., 1985.
RELPH, E. A paisagem urbana moderna. Lisboa: Edições 70, 1987.
REIS, J. J. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras 1991.
______. O cotidiano da morte no Brasil oitocentista. In: ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil: Império. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v. 2.
RIBEIRO, A. L. R. Memória e identidade: reformas urbanas e arquitetura cemiterial na região cacaueira, 1880-1950. Ilhéus: Editus, 2005.
_____. Família, poder e mito: o município de São Jorge dos Ilhéus (1880-1912). Ilhéus: Editus, 2001.
RIBEIRO, L. C.; CARDOSO, A. L. Da cidade à nação: gênese e evolução do urbanismo no Brasil. In: RIBEIRO, L. C.; PECHMAN, R. (org.). Cidade, povo e nação: gênese do urbano moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
RIBEIRO, L. C. Transparências, empréstimos e traduções na formação do urbanismo no Brasil. In: RIBEIRO, L. C.; PECHMAN, R. (org.). Cidade, povo e nação: gênese do urbano moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
ROCHA, L. B. O centro da cidade de Itabuna: trajetória, signos e significados. Ilhéus: EDITUS, 2003.
RODRIGUES, J. C. O tabu da morte. Rio de Janeiro: Achiamé, 1983.
ROUANET, S. P. A cidade iluminista. In: SCHIAVO, C.; ZETTEL, J. (org.). Memória, cidade e cultura. Rio de Janeiro: EdUERJ: Iphan, 1997.
SALES, F. Memória de Ilhéus. São Paulo: GRD, 1981.
SCHWARTZ, S. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru: EDUSC, 2001.
_____. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
SILVA F. C. T.; LINHARES, M. I. História da agricultura brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1981.
SINGER, P.; CARDOSO, F. H. A cidade e a política. In: ______. A cidade e o Campo. São Paulo: Cebrap,1972. (Cadernos do CEPRAP 7).
SOUSA, M. A. S. de. A conquista do sertão da Ressaca: povoamento e posse da terra no interior da Bahia. Vitória da Conquista: Edições UESB, 2001.
SOUZA, R. S. A. A cidade e sua sombra: conformação urbana contemporânea e exclusão sócio espacial em cidades de médio porte: Ilhéus-Bahia.1998. Dissertação (Mestrado em Arquitetura)– Faculdade de Arquitetura, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1998.
THOMAS, L-V. La muerte, una lectura cultural. Barcelona: Paidós, 1991.
______. La mort aujourd’hui. Paris: Antropos, 1977.
URBAIN, J-D. La societé de conservation: étude sémiologique des cemitières de l’occident. Paris: Payot, 1978.
VALADARES, C. do P. Arte e sociedade nos cemitérios brasileiros. Um estudo da arte cemiterial ocorrida no Brasil desde as sepulturas de igrejas e as catacumbas de ordens e confrarias até as necrópoles secularizadas. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Cultura, 1972. 2 v.
VASCONCELOS. P. de A. Salvador, transformações e permanências (1549-1999). Ilhéus: Editus, 2001.
VIANA, I. L. A estrada de ferro de Ilhéus a Conquista e a lavoura do cacau. 1986. Dissertação (Mestrado em História)– Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1986.
VIEGAS, S. D. de M. SocialidadesTupi: identidade e experiência vivida entre os índios-caboclos, Bahia-Brasil. 2003.Tese (Doutorado em Antropologia Social)– Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra. 2003.
VIEIRA, E. S. A posse de terras no sul da Bahia na literatura de Adonias Filho. 1990. Dissertação (Mestrado em História), Pontíficia Universidade Católica de São Paulo, 1990.
COSTA, E da C. Urbanização no Brasil do século XX. In: ______. Da monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: s.n., 1977.
WIED-NEUWIED, M. Viagem ao Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1989.
WILDBERGER, A. Notícia histórica de Wildberger & Cia.1829-1942. Salvador: Tipografia Beneditina, 1942.
WOLF, G. H. Trilhos de ferro, trilhas de barro. Passo Fundo: UPF, 2005.
ZIEGLER, J. Les vivants et les morts. Paris: Seuil, 1975.
ZORZO, F. A. Ferrovia e rede urbana na Bahia, 1870-1930. Feira de Santana: UEFS, 2001.
Notes
1. RIBEIRO, A. L., 2005.
↩
2. HALBWACHS, 1990, p. 81.
↩
3. REIS, 1997, p. 133.
↩
4. Sobre o assunto ver MAHONY, 1996, e RIBEIRO, A. L., 2001.
↩
5. HÉRITIER, 1989.
↩
6. VALADARES, 1972.
↩
7. No ano de 1759 a capitania de São Jorge dos Ilhéus foi extinta
e transformada em comarca subordinada à da Bahia. Ambas formariam, somadas à de Jacobina, o território da Província da Bahia.
↩
8. SCHWARTZ, 1988.
↩
9. SILVA; LINHARES, 1981.
↩
10. DIAS, 2007.
↩
11. SILVA; LINHARES, 1981, p. 86-87.
↩
12. DIAS, 2007, p.116.
↩
13. DIAS, 2007, p. 117.
↩
14. SCHWARTZ, 1988.
↩
15. BARICKMAN, 2003, p. 137-138.
↩
16. DIAS, op. cit., p. 147.
↩
17. MORTON, 1978.
↩
18. LIMA, A. P., 2006.
↩
19. LISBOA, 1913-1918.
↩
20. MORTON, op. cit.
↩
21. CAMPOS, J., 1981.
↩
22. DIAS, op. cit., 2007.
↩
23. VIEGAS, 2003.
↩
24. MAHONY, op. cit. 1996.
↩
25. DIAS, op. cit.
↩
26. SCHWARTZ, 2001.
↩
27. CAMPOS, 1981.
↩
28. Ibidem.
↩
29. APEBa, SJ, CJI, 1836-7, maços 2395-1 e 2397.
↩
30. CAMPOS J., 1981.
↩
31. PRADO JÚNIOR, 1989.
↩
32. CAMPOS J., 1981.
↩
33. DIAS, 2007.
↩
34. CAMPOS J., 1981.
↩
35. APEBa, SCP, Série Diversos, Ofício do Ouvidor da Comarca de
Ilhéus Enviado ao Conde dos Arcos, Governador Geral da Bahia, 4/7/1815, maço 230 e CAMPOS J., 1981.
↩
36. CAMPOS, op.cit.
↩
37. SOUSA M., 2001.
↩
38. DANTAS B., 1998.
↩
39. MARCIS, 2004.
↩
40. DIAS, 2007.
↩
41. CAMPOS J., op. cit.
↩
42. ABN, Coleção Documentos Históricos, v. 43. pp. 50-51.
↩
43. DIAS, 2007.
↩
44. PARAÍSO, 1982.
↩
45. MOTT, 1998.
↩
46. BAHIA, 1988.
↩
47. MAHONY, op. cit.
↩
48. Ver DUARTE R., 2002, p. 267-288, e PRATT, 1999, p. 31 e ss.
↩
49. Sobre o assunto ver WIED-NEWIED, 1989.
↩
50. BARICKMAN, 2003.
↩
51. CALDEIRA, 1954.
↩
52. CAMPOS J., 1981.
↩
53. Sobre o assunto ver TAVARES, 1915; e BORGES DE
BARROS, 1981.
↩
54. DEAN, 1996.
↩
55. BERBERT DE CASTRO, 1981, p. 47.
↩
56. MATTOSO, 1992.
↩
57. ABPI. FERREIRA CÂMARA, M. Ensaios de descripção fízica
e econômica da comarca de São Jorge dos Ilhéus. Memórias econômicas da Academia das Sciências de Lisboa. 1 (1789), pp. 304, 307 e 310.
↩
58. Id, Ibid, pp. 310 e 317.
↩
59. APEBa, SCP, Câmara de Ilhéus, maços nn. 5540 e 5459.
↩
60. CAMPOS J., 1981.
↩
61. BARÃO DE SÃO LOURENÇO, 1869.
↩
62. BONDAR, 1938, p. 28.
↩
63. GUERREIRO DE FREITAS, 1979.
↩
64. DANTAS, 1866; APEBa, SJ, CJI, maço 2400.
↩
65. MAHONY, 2001.
↩
66. APEBa, SJ, Inventários Post-Mortem de Ilhéus.
↩
67. MAHONY, 1996.
↩
68. CAMPOS J., 1981.
↩
69. APEBa, SCP, Registro Eclesiástico de Terras do Município de
São Jorge dos Ilhéus (1857-1863), maço 4713.
↩
70. BAHIA, 1988.
↩
71. MAHONY, 1996.
↩
72. APEBa, SJ, CJI, Eduardo Catalão ao Presidente da Província,
1887, maço 2404.
↩
73. BERBERT DE CASTRO, 1981.
↩
74. Ibidem, p.51.
↩
75. AUGEL, 1981, p. 13.
↩
76. EDELWEISS, 1976, p. 26.
↩
77. AUGEL, op.cit.
↩
78. OLIVEIRA, 2007.
↩
79. Ibidem, 2007; MAHONY, 1996 .
↩
80. OLIVEIRA, 2007.
↩
81. Ibidem, 2007.
↩
82. WILDBERGER, 1942.
↩
83. ZEHNTNER, 1914.
↩
84. OLIVEIRA, 2007 .
↩
85. WILDBERGER, op. cit.
↩
86. GÓES, 1937.
↩
87. CARDOSO, J. Ilhéus, a pérola da Bahia. In: CAMPOS,
Crônica, p. 444.
↩
88. Id, 1981.
↩
89. APEBa, SJ, Câmara de Ilhéus, 1823-1887, maços 1316 e ss.
↩
90. AMARAL, 1919.
↩
91. MAHONY, 1996.
↩
92. Ibidem, 1996.
↩
93. CHALHOUB, 1986, p. 170.
↩
94. CEDOC. Gazeta de Ilhéos, 15/8 e 15/9/1901; e 8/1/1903.
↩
95. BARROS, F. B. de. Ilhéus, documentos que interessam à
sua história. Salvador, Imprensa Oficial do Estado, 1933.
↩
96. PESAVENTO, 1997.
↩
97. HAROUEL, 1998.
↩
98. PEIXOTO, 1999.
↩
99. RELPH, 1987.
↩
100. HAROUEL, op. cit., p. 68.
↩
101. BENEVOLO, 1997.
↩
102. LANA, 1997.
↩
103. LEMOS, C. História da casa brasileira. São Paulo: Contexto,
1989, p. 46.
↩
104. ALMEIDA, 1997.
↩
105. COSTA, E. V. Da monarquia à república: momentos
decisivos. São Paulo: s.n., 1997, p. 200.
↩
106. MATTOSO, 1992.
↩
107. BORGES DE BARROS, 1981.
↩
108. LAVIGNE, 1968.
↩
109. PESSOA, 1937, p. 6.
↩
110. RIBEIRO; CARDOSO, 1997.
↩
111. FALCON, 1995, p. 37.
↩
112. PEREIRA FILHO, 1959, p. 68.
↩
113. PESAVENTO, 1998, p. 24.
↩
114. RAMA, 1985, p. 17.
↩
115. Grupo de bacharéis formado por João Mangabeira, Eusínio
Lavigne e Mário Pessoa, em Ilhéus, e Olinto Leone, Laudelino Lorens e Claudionor Alpoim, em Itabuna.
↩
116. MANGABEIRA, 1979, p. 62.
↩
117. FALCON, op. cit.
↩
118. COSTA, 1995.
↩
119. BORGES DE BARROS, 1981, p. 96.
↩
120. PESSOA, 1994, p. 30.
↩
121. CAMPOS J., 1981, p. 395.
↩
122. ILHÉUS, 1925.
↩
123. PESSOA, 1994, p. 71.
↩
124. SOUZA R., 1998, p. 76.
↩
125. CAMPOS J., 1981, p. 405.
↩
126. BRITO, 1923, p. 32.
↩
127. Ibidem, p. 32.
↩
128. Ibidem, p. 32.
↩
129. API. Diário da Tarde, “Agripino Grieco”, n. 22/03/1935, p. 1
↩
130. BREFE, 1996.
↩
131. WOLF, 2005.
↩
132. VIANA, 1986.
↩
133. ZORZO, 2001.
↩
134. APEBa. SJ, Leis do Estado da Bahia: Contratos, 1906.
↩
135. VIANA, op. cit.
↩
136. CAMPOS J., 1981.
↩
137. VIANA, 1986.
↩
138. ANDRADE-BREUST, 2003.
↩
139. GONÇALVES, O. R. O jequitibá da taboca. Salvador:
Imprensa Oficial, 1960, p. 162.
↩
140. ANDRADE-BREUST, op. cit., p. 117.
↩
141. INSTITUTO…, 1938.
↩
142. BARROS, 1981.
↩
143. LAVIGNE, 1968, p. 163.
↩
144. WIED-NEUWIED, 1989, p. 359-360.
↩
145. Ibidem, p.359-360.
↩
146. Ibidem, p.359-360.
↩
147. Ibidem, p.359-360.
↩
148. Ibidem, p.359-360.
↩
149. CEDOC. Correio de Ilhéus. “A catedral: continua a demolição
da capela de São Sebastião”, n. 897, 28/5/1927, p. 1.
↩
150. CEDOC. Correio de Ilhéus, “A catedral”, n. 1010, 18/2/1928, p.
1.
↩
151. ACDI, Correspondência da Cúria Diocesana, Cartas dos Bispos
de Ilhéus, 1915-1957.
↩
152. ACDI. Correspondência da Cúria Diocesana, Carta de Salomão
da Silveira ao Professor Arquimedes Memória, 23/12/1931.
↩
153. API. Diário da Tarde, n. 1129, 28/12/1931, p. 2.
↩
154. COSTA, 1995.
↩
155. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, p. 17.
↩
156. Ibidem, p. 121-122.
↩
157. GONÇALVES, O jequitibá da taboca; ANDRADE, 1968;
SANTOS, F. B. dos. Memória de Chico Benício. Rio de Janeiro: Gráfica Portinho Cavalcanti Ltda., 1985; COSTA, 1995.
↩
158. ROCHA, 2003.
↩
159. ANDRADE-BREUST, 2003.
↩
160. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, p. 91.
↩
161. Ibidem, p. 57.
↩
162. Ibidem.
↩
163. ROCHA, 2003.
↩
164. FOLLIS, 2004.
↩
165. ANDRADE-BREUST, 2003.
↩
166. Ibidem, p. 131.
↩
167. MACEDO, 2005.
↩
168. ROCHA, 2003.
↩
169. Embora tenhamos procurado trabalhar com as primeiras
edições, isto só foi possível em relação às obras de Adonias Filho. Com respeito a Jorge Amado utilizamos as seguintes edições: Cacau (8. ed., 1969), Terras do Sem Fim (33. ed., 1978), São Jorge dos Ilhéus (10. ed., 1964), Gabriela Cravo e Canela (88. ed., 2003) e O Menino Grapiúna (22. ed., 2004).
↩
170. CHALHOUB, 2003, p. 92.
↩
171. O termo grapiúna aparece pela primeira vez em Maria Bonita
(1914), de Afrânio Peixoto, romance ambientado no município de Canavieiras. Deriva das palavras tupi “gra” = pássaro / asa, “una” = preta e “i” = água. Literalmente: ave negra que vive à beira d água. A letra “p” entraria como uma corruptela. Com Amado e Adonias, passou a designar os habitantes da região cacaueira do sul da Bahia. Atualmente, o termo foi apropriado pelos habitantes do município de Itabuna.
↩
172. CARDOSO, J., 2006.
↩
173. GOLDSTEIN, 2003.
↩
174. FRANCESCHI, 1997, p. 45.
↩
175. ARAÚJO, 2003.
↩
176. CHALHOUB; PEREIRA, 1998.
↩
177. Ver ALBUQUERQUE JÚNIOR., 2001 e CHARTIER, 2000.
↩
178. COSTA LIMA, 1991.
↩
179. Ver principalmente Cacau, Terras do Sem Fim e O Menino
Grapiúna.
↩
180. LE GOFF, 1994.
↩
181. BOSI, 1994, .
↩
182. Ibidem, 1994.
↩
183. Ibidem, 1994.
↩
184. Ver Terras do Sem Fim, principalmente o capítulo “A mata”, e
Corpo Vivo, parte I.
↩
185. GUIMARÃES, 2001.
↩
186. Ver principalmente Terras do sem fim e Gabriela.
↩
187. CASTELLO, 2006.
↩
188. ADONIAS FILHO; AMADO. A nação grapiúna. Rio de Janeiro:
Edições Tempo Brasileiro, 1965, p, 32.
↩
189. AMADO, 2004, p. 43-44.
↩
190. Ibidem, p. 45.
↩
191. LEJEUNE, 1975.
↩
192. ALBERTI, 1991.
↩
193. ADONIAS FILHO e AMADO, A nação grapiúna, p. 34.
↩
194. DUARTE E., 1996.
↩
195. AMADO, 2003, p. 56.
↩
196. Ibidem, p. 12.
↩
197. Ibidem, p. 12.
↩
198. Ibidem, p. 13.
↩
199. Ibidem, p. 15.
↩
200. Ibidem, p. 72.
↩
201. Ibidem, p. 23.
↩
202. Ibidem, p. 15.
↩
203. Ibidem, p. 14.
↩
204. ADONIAS FILHO; AMADO, 1965, p. 30.
↩
205. Ibidem, p. 23.
↩
206. ADONIAS FILHO, A. 1985, p. 1.
↩
207. PARANHOS, 1989.
↩
208. ADONIAS FILHO, 1975, p. 7.
↩
209. VIEIRA, 1990.
↩
210. QUEIROZ, R. de. In: Prefácio de As Velhas.
↩
211. AMADO, 1978, p. 117.
↩
212. Ibidem, p. 23
↩
213. Ibidem, p. 31.
↩
214. Ibidem, p. 34.
↩
215. Ibidem, p. 25.
↩
216. Amado, 2004, p. 187.
↩
217. Idem, p. 53.
↩
218. Idem, p. 187.
↩
219. Idem, 1978, p. 26.
↩
220. Ibidem, p. 30.
↩
221. AMADO, 1978, p. 98.
↩
222. Ibidem, p. 97.
↩
223. Idem, 2003, p. 327.
↩
224. Ibidem, p. 280.
↩
225. AMADO, 1978, p. 72.
↩
226. Ibidem, p. 68.
↩
227. ADONIAS FILHO, 1962, p. 5.
↩
228. Ibidem, p. 9.
↩
229. Ibidem, p. 10-20.
↩
230. CEDOC. Jornal de Ilhéos, “Edital de citação”, n. 350, 6/4/1919,
p.2.
↩
231. AMADO, 1978, p. 106.
↩
232. Ibidem, p. 257.
↩
233. CEDOC. A Época, “O banditismo”, n. 18, 17/03/1918, p.1.
↩
234. O primeiro membro da família a se radicar no sul da Bahia foi
Antônio Fernandes Badaró, oriundo das Lavras da Chapada Diamantina (atual Mucugê), todos os seus descendentes diretos nasceram no município de Ilhéus.
↩
235. AMADO, 1978, p. 64.
↩
236. Ibidem, p. 210.
↩
237. Ibidem, p. 88.
↩
238. Ibidem, p. 56.
↩
239. Ibidem, p. 103-104.
↩
240. Ibidem, p. 68.
↩
241. Ibidem, p. 266.
↩
242. Ibidem, p. 247.
↩
243. Ibidem, p. 112.
↩
244. Ibidem, p. 109.
↩
245. CEDOC. Jornal de Ilhéus, “Está cumprida a missão do senhor
doutor Francisco Drummond?”, n. 334, 23/2/1919, p.2.
↩
246. Id. A Época, “As ocorrências de Ilhéus”, n. 38, 11/08/1918, p.1.
↩
247. Ibidem, p.1.
↩
248. Id. Jornal de Ilhéus, “Morticínio”, n. 341, 2/2/1919, p.2.
↩
249. AMADO, 1978, p. 210.
↩
250. Ibidem, p. 211.
↩
251. Idem, 2003, p. 56.
↩
252. Idem, 1964, p. 150.
↩
253. Ibidem, p. 71.
↩
254. Correio de Ilhéus, 29/05/1929, n. 1049, p.2.
↩
255. AMADO, [20--], p. 176.
↩
256. Idem, 2003, p. XIV.
↩
257. Id, Ibidem.
↩
258. Ibidem, p. 14.
↩
259. Ibidem, p. 208.
↩
260. Ibidem, p. 41.
↩
261. Ibidem, p. 61.
↩
262. Ibidem, p. 92.
↩
263. Ibidem.
↩
264. Ibidem, p. 370.
↩
265. Ibidem, p. 119.
↩
266. Ibidem, p. 211.
↩
267. Ibidem, p. 333.
↩
268. Ibidem, p. 334.
↩
269. ADONIAS FILHO, 1976, p. 78.
↩
270. Ibidem, p. 43.
↩
271. Ibidem, p. 78.
↩
272. Ibidem.
↩
273. Ibidem, p. 33.
↩
274. HOBSBAWN, 1988.
↩
275. CEDOC. Jornal de Ilhéus, “Em caixões descobertos”, 3/2/1918,
n. 328, p. 1.
↩
276. Ibidem.
↩
277. Ibidem, A peste, n.328, 27/10/1918, p. 2.
↩
278. BERTUCCI, 2004.
↩
279. CEDOC. Jornal de Ilhéus. “A influenza”, nn. 329 e 331,
10/11/1918 e 24/11/1918.
↩
280. Ibidem.
↩
281. Ibidem, “Empastelamento”, n.47, 1/6/1913, p. 2.
↩
282. Id. Ibid. “As benemerências do mangabeirismo”, n. 350,
6/4/1919, p. 2.
↩
283. Id. Ibid. “O maior dos suplícios”, n. 342, 9/2/1919, p. 2.
↩
284. AFEBC. A Luta, “Morticínio do Itariri”, n. 225, 10/11/1906, p. 2.
↩
285. ABREU, 1996.
↩
286. BONNET, 1986.
↩
287. FUCHS, 1973.
↩
288. WITTER, J. S. “Os anúncios fúnebres (1920-1940). In:
MARTINS, J. de S. A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: Hucitec, 1983, p. 85-8.
↩
289. CATROGA, 1999.
↩
290. CEDOC. Correio de Ilhéus. “Procissão dos Passos”, n. 715,
25/1/1926, p. 2.
↩
291. Ibidem.
↩
292. Ibidem “Doutor Fortunato Galo”, n. 101, 28/1/1922, p. 2.
↩
293. Ibidem “Festas religiosas”, n. 851, 5/2/1927, p.1.
↩
294. CEDOC. Diário da Tarde, “Falecimento”, n.514, 20/11/1929, p.
1.
↩
295. Ibidem Gazeta de Ilhéus, “Major Félix Cardoso”, n. 118,
26/6/1902, p. 1.
↩
296. Ibidem Correio de Ilhéus, “Dona Antônia Alves”, n. 771,
13/6/1926, p. 2.
↩
297. Ibidem “Coronel Gabino Kruschewsky”, n. 646, 12/9/1925, p. 1.
↩
298. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 298, 20/2/1929, p. 3.
↩
299. “Falecimentos”, n. 982, 3/7/1931, p. 3.
↩
300. Gazeta de Ilhéus, “Óbito”, n. 276, 24/12/1903, p. 2.
↩
301. “Coronel Ernesto Sá”, n. 284, 13/03/1904, p. 2.
↩
302. Jornal de Ilhéus, “Anúncios”, n. 32, 16/2/1913, p. 2.
↩
303. RIBEIRO, Dione Pereira Rosa Ribeiro: depoimento [maio 2007].
CEDOC/UESC.
↩
304. PACHECO, Maria Albertina Gouveia Pacheco: depoimento [
ago. 2007]. CEDOC/UESC.
↩
305. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Manoel de Góes Bittencourt, n. 27,
7/7/1901, p. 2.
↩
306. Correio de Ilhéus, “Milton Pessoa”, n. 1089, 1/9/1928, p. 1.
↩
307. Ibidem. “Em plena juventude”, n. 1090, 4/9/1928, p.1.
↩
308. Diário da Tarde, “Enterramentos”, n. 164, 4/9/1928, p. 2.
↩
309. Ibidem “Guttemberg Berbert de Castro”, n. 138, 2/5/1922, p. 2.
↩
310. Ibidem “Trechos”, n. 142, 11/5/1922, p. 2.
↩
311. Artigo reproduzido pelo Correio de Ilhéus em 22/12/1925, n.
689, p. 1.
↩
312. CEDOC. Correio de Ilhéus, “Á Gl.. do Gr.. Arch.. do Univ.”., n.
597, 21/5/1925, p. 2.
↩
313. Id. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 322, 20/3/1929, p. 2.
↩
314. Id. Correio de Ilhéus, “Coronel José das Neves”, n. 947,
24/9/1927, p. 1.
↩
315. CATROGA, op. cit.
↩
316. MARTINS,1958, p. 173-177.
↩
317. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Indiretas”, n. 119, 29/6/1902, p. 1.
↩
318. Id. Ibid. “Edith Carvalho”, n. 201, 30/4/1903, n. 201, p. 2.
↩
319. Id. Jornal de Ilhéus, “Falecimento”, n. 27, 12/01/1913, p. 2.
↩
320. AFEBC. A Luta, “Pêsames”, n. 108, 19/12/1904, p. 2.
↩
321. CEDOC. Correio de Ilhéus, “Lucrécia Alves”, 13/3/1923, n. 267,
p. 2.
↩
322. Id. Ibid, “Dona Josefa Queiroz”, n. 794, 4/9/1926, p. 1.
↩
323. Id. Gazeta de Ilhéus, “Óbito”, n. 272, 31/1/1904, p. 2.
↩
324. CATROGA, op. cit., p. 171.
↩
325. BONNET, op. cit.
↩
326. CARVALHO, 1990.
↩
327. CEDOC. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 1253, 20/6/1932, p.
2.
↩
328. Id. Correio de Ilhéus, “Coronel Rodolfo Vieira”, n. 485,
21/8/1924, p. 1.
↩
329. Id. A Época, “Falecimento”, n. 2, 17/11/1918, p. 2.
↩
330. Id. Jornal de Ilhéus, “Francisco Badaró”, n. 330, 17/11/1918, p.
1.
↩
331. Id. Jornal de Ilhéus, “Coronel Antônio Badaró”, n. 86, 8/3/1914,
p. 1.
↩
332. Id. Correio de Ilhéus, “Falecimentos”, n. 784, 8/4/1926, p. 2.
↩
333. Id. Ibid. “Joaquim Isidoro de Oliveira”, n. 754, 1/6/1926, p. 1.
↩
334. APC. Moção de Pesar, Sessão Ordinária da Câmara Municipal
de Canavieiras de 17/9/1917.
↩
335. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Nova Fase”, n. 90, 20/3/1902, p. 2.
↩
336. GUERREIRO DE FREITAS, 2001 e SILVEIRA, Alfredo Amorim
da: depoimento [maio 2007], CEDOC-UESC.
↩
337. CEDOC. Diário da Tarde, “Desapareceu uma grande figura da
tradição ilheense”, n. 4222, 9/7/1942, p. 1.
↩
338. Id. Correio de Ilhéus, “Dona Alice Pessoa de Amorim”, n.366,
3/11/1923, p. 2.
↩
339. Id. Diário da Tarde, “Desapareceu uma figura marcante de
Ilhéus”, n. 2919, 9/2/1938, p. 1.
↩
340. Id. Ibid., “Os funerais do coronel Misael Tavares”, n. 2921,
11/2/1938, p. 1.
↩
341. Id. Ibid. “Chegou o corpo do coronel Misael Tavares”, n. 2922,
12/2/1938, p. 1.
↩
342. Id. Ibid. “O enterramento do coronel Misael Tavares”, n. 2923,
14/2/1938, p. 1.
↩
343. Id. Correio de Ilhéus, “Os sinos da Vitória”, n.1167, 13/3/1929, p.
1.
↩
344. RODRIGUES, 1983.
↩
345. HERTZ, 1990.
↩
346. URBAIN, 1978.
↩
347. RODRIGUES, op. cit., p. 130.
↩
348. CAMPOS, A., 1994.
↩
349. REIS, 1997.
↩
350. Ibidem, 1991..
↩
351. PECHMAN, 1996.
↩
352. MACHADO, 1978.
↩
353. FREIRE, 1989.
↩
354. HAROUEL, 1998.
↩
355. REIS, 1991.
↩
356. CATROGA, 1999.
↩
357. Sobre o assunto ver ARIÈS, O homem diante da morte.
↩
358. REIS, 1991.
↩
359. Ibidem.
↩
360. MARCÍLIO, M. L. “A morte de nossos ancestrais”. In: MARTINS,
op cit, p. 74.
↩
361. APC. Registro do Expediente Interno da Intendência, n. 345,
Secularização dos Cemitérios, 1890.
↩
362. CATROGA, op. cit..
↩
363. URBAIN, op. cit..
↩
364. APEBa, SJ, CJI, 1853-1859, maço 2398.
↩
365. APEBa, SJ, CJI, 27/10/1855, maço 2397.
↩
366. APEBa, Relação das Capelas da Comarca de Ilhéus.
Comunicação do Juiz de Direito, 30/11/1853, maço 2397.
↩
367. APEBa, SJ, CJI, 18/10/1855, maço 2397.
↩
368. APEBa, SJ, CJI, 3/01/1855, maço 2397.
↩
369. APEBa, SJ, CJI, 15/12/1855, maço 2397.
↩
370. APEBa, SJ, CJI, 12/05/1856, maço 2397.
↩
371. APEBa, SJ, CJI, 20/04/1856, maço 2397.
↩
372. Ibidem.
↩
373. APEBa, SJ, CJI, 29/05/1856, maço 2397.
↩
374. Ibidem.
↩
375. APEBa, SJ, CJI, 12/04 e 2/06/1856, maço 2397.
↩
376. APEBa, SJ, CJI, 30/09/1859, maço 2397.
↩
377. APC. Atas da Câmara da Vila de Canavieiras, Sessões
Ordinárias, 1886-1888.
↩
378. Ibidem, Sessões Ordinárias,10 e 12/10/1888.
↩
379. Ibidem, Atas do Conselho Municipal de Canavieiras, Sessão
Ordinária de 20/9/1892.
↩
380. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, pp. 115 e 120..
↩
381. MACEDO, J. O., 1985.
↩
382. CAMPOS J., 1981.
↩
383. BORGES DE BARROS, 1981.
↩
384. Ibidem, p. 102.
↩
385. CEDOC. Gazeta de Ilhéos, n. 61, 10/11/1902, p. 1.
↩
386. Id. Ibid, 2/11/1913, p. 1.
↩
387. Idem.
↩
388. Id. Jornal de Ilhéus, n. 56. 12/04/1908, p. 1
↩
389. Id. Ibid. n. 69, 13/11/1913, p. 1.
↩
390. Código de Posturas de Ilhéus. Lei Municipal 277, de 1 de
outubro de 1924. Impresso, pp. 158-165.
↩
391. Id, Ibid, artigos 665 e 666.
↩
392. Idem. artigo 674.
↩
393. Idem. Artigos 667 e 668.
↩
394. MARANHÃO, 1987, p. 38.
↩
395. ARIÈS, 1983.
↩
396. BURKE, 1992.
↩
397. RODRIGUES, 1983.
↩
398. VALADARES, 1972..
↩
399. KOURY, 2001, p. 13.
↩
400. Ibidem, p. 68.
↩
401. CATROGA, 1999.
↩
402. MATTOSO, 1992, p.172.
↩
403. HALLA, 1996.
↩
404. ASCM: Túmulo da família Habib.
↩
405. HEINZ-MOHR, 1994.
↩
406. Ibidem., p. x.
↩
407. PÉREZ-RIOTA, 1997.
↩
408. CIRLOT, J. E. A dictionary of simbols. London: Routledge &
Kegan Paul, 1978.
↩
409. CHEVALIER & GHEERBRANT, Dicionário de símbolos: mitos,
sonhos; CIRLOT, A dictionary; HEINZ-MOHR, 1994.
↩
410. LIMA, De morcegos e caveiras a cruzes e livros, p. 106.
↩
411. VOVELLE, Imagens e imaginário, p. 331.
↩
412. Sobre o assunto ver AUGRAS, M. Todos os santos são bem-
vindos. Rio de Janeiro: Palas, 2005.
↩
413. VALADARES, 1972.
↩
414. Ibidem, p. 1091.
↩
415. HEINZ-MOHR, op. cit.; e CIRLOT, A dictionary of simbols.
↩
416. Este símbolo está reproduzido no vitral das escadarias da
Associação Comercial de Ilhéus, da qual o coronel Tavares foi sócio remido e presidente.
↩
417. O túmulo mede 5, 40 m. de largura por 4, 40 m. de
comprimento - Área total: 23, 76 m2.
↩
418. VALADARES, 1972, p. 1078.
↩
419. HEIZ-MOHR, 1994.
↩
420. CATROGA, 1999, p. 108.
↩
Você terminou In memoriam: urbanismo, literatura e morte
André Luiz Rosa Ribeiro
Livros como este
-
Ordem imperial e aldeamento indígena: Camacãns, Gueréns e Pataxós do Sul da Bahia
-
Arraiais e vilas d'el rei: espaço e poder nas Minas setecentistas
-
Brasília, metropolização e espaço vivido
-
As nagôs estão na rua: cartografia afro-baiana de Belmonte
-
Gilberto Freyre e José Lins do Rego
-
Índios e caboclos: a história recontada
Depois do livro
Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.