In memoriam: urbanismo, literatura e morte

André Luiz Rosa Ribeiro · Capítulo 27 de 27

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In memoriam: urbanismo, literatura e morte

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Notes

 

1. RIBEIRO, A. L., 2005.

↩

2. HALBWACHS, 1990, p. 81.

↩

3. REIS, 1997, p. 133.

↩

4. Sobre o assunto ver MAHONY, 1996, e RIBEIRO, A. L., 2001.

↩

5. HÉRITIER, 1989.

↩

6. VALADARES, 1972.

↩

7. No ano de 1759 a capitania de São Jorge dos Ilhéus foi extinta

e transformada em comarca subordinada à da Bahia. Ambas formariam, somadas à de Jacobina, o território da Província da Bahia.

↩

8. SCHWARTZ, 1988.

↩

9. SILVA; LINHARES, 1981.

↩

10. DIAS, 2007.

↩

11. SILVA; LINHARES, 1981, p. 86-87.

↩

12. DIAS, 2007, p.116.

↩

13. DIAS, 2007, p. 117.

↩

14. SCHWARTZ, 1988.

↩

15. BARICKMAN, 2003, p. 137-138.

↩

16. DIAS, op. cit., p. 147.

↩

17. MORTON, 1978.

↩

18. LIMA, A. P., 2006.

↩

19. LISBOA, 1913-1918.

↩

20. MORTON, op. cit.

↩

21. CAMPOS, J., 1981.

↩

22. DIAS, op. cit., 2007.

↩

23. VIEGAS, 2003.

↩

24. MAHONY, op. cit. 1996.

↩

25. DIAS, op. cit.

↩

26. SCHWARTZ, 2001.

↩

27. CAMPOS, 1981.

↩

28. Ibidem.

↩

29. APEBa, SJ, CJI, 1836-7, maços 2395-1 e 2397.

↩

30. CAMPOS J., 1981.

↩

31. PRADO JÚNIOR, 1989.

↩

32. CAMPOS J., 1981.

↩

33. DIAS, 2007.

↩

34. CAMPOS J., 1981.

↩

35. APEBa, SCP, Série Diversos, Ofício do Ouvidor da Comarca de

Ilhéus Enviado ao Conde dos Arcos, Governador Geral da Bahia, 4/7/1815, maço 230 e CAMPOS J., 1981.

↩

36. CAMPOS, op.cit.

↩

37. SOUSA M., 2001.

↩

38. DANTAS B., 1998.

↩

39. MARCIS, 2004.

↩

40. DIAS, 2007.

↩

41. CAMPOS J., op. cit.

↩

42. ABN, Coleção Documentos Históricos, v. 43. pp. 50-51.

↩

43. DIAS, 2007.

↩

44. PARAÍSO, 1982.

↩

45. MOTT, 1998.

↩

46. BAHIA, 1988.

↩

47. MAHONY, op. cit.

↩

48. Ver DUARTE R., 2002, p. 267-288, e PRATT, 1999, p. 31 e ss.

↩

49. Sobre o assunto ver WIED-NEWIED, 1989.

↩

50. BARICKMAN, 2003.

↩

51. CALDEIRA, 1954.

↩

52. CAMPOS J., 1981.

↩

53. Sobre o assunto ver TAVARES, 1915; e BORGES DE

BARROS, 1981.

↩

54. DEAN, 1996.

↩

55. BERBERT DE CASTRO, 1981, p. 47.

↩

56. MATTOSO, 1992.

↩

57. ABPI. FERREIRA CÂMARA, M. Ensaios de descripção fízica

e econômica da comarca de São Jorge dos Ilhéus. Memórias econômicas da Academia das Sciências de Lisboa. 1 (1789), pp. 304, 307 e 310.

↩

58. Id, Ibid, pp. 310 e 317.

↩

59. APEBa, SCP, Câmara de Ilhéus, maços nn. 5540 e 5459.

↩

60. CAMPOS J., 1981.

↩

61. BARÃO DE SÃO LOURENÇO, 1869.

↩

62. BONDAR, 1938, p. 28.

↩

63. GUERREIRO DE FREITAS, 1979.

↩

64. DANTAS, 1866; APEBa, SJ, CJI, maço 2400.

↩

65. MAHONY, 2001.

↩

66. APEBa, SJ, Inventários Post-Mortem de Ilhéus.

↩

67. MAHONY, 1996.

↩

68. CAMPOS J., 1981.

↩

69. APEBa, SCP, Registro Eclesiástico de Terras do Município de

São Jorge dos Ilhéus (1857-1863), maço 4713.

↩

70. BAHIA, 1988.

↩

71. MAHONY, 1996.

↩

72. APEBa, SJ, CJI, Eduardo Catalão ao Presidente da Província,

1887, maço 2404.

↩

73. BERBERT DE CASTRO, 1981.

↩

74. Ibidem, p.51.

↩

75. AUGEL, 1981, p. 13.

↩

76. EDELWEISS, 1976, p. 26.

↩

77. AUGEL, op.cit.

↩

78. OLIVEIRA, 2007.

↩

79. Ibidem, 2007; MAHONY, 1996 .

↩

80. OLIVEIRA, 2007.

↩

81. Ibidem, 2007.

↩

82. WILDBERGER, 1942.

↩

83. ZEHNTNER, 1914.

↩

84. OLIVEIRA, 2007 .

↩

85. WILDBERGER, op. cit.

↩

86. GÓES, 1937.

↩

87. CARDOSO, J. Ilhéus, a pérola da Bahia. In: CAMPOS,

Crônica, p. 444.

↩

88. Id, 1981.

↩

89. APEBa, SJ, Câmara de Ilhéus, 1823-1887, maços 1316 e ss.

↩

90. AMARAL, 1919.

↩

91. MAHONY, 1996.

↩

92. Ibidem, 1996.

↩

93. CHALHOUB, 1986, p. 170.

↩

94. CEDOC. Gazeta de Ilhéos, 15/8 e 15/9/1901; e 8/1/1903.

↩

95. BARROS, F. B. de. Ilhéus, documentos que interessam à

sua história. Salvador, Imprensa Oficial do Estado, 1933.

↩

96. PESAVENTO, 1997.

↩

97. HAROUEL, 1998.

↩

98. PEIXOTO, 1999.

↩

99. RELPH, 1987.

↩

100. HAROUEL, op. cit., p. 68.

↩

101. BENEVOLO, 1997.

↩

102. LANA, 1997.

↩

103. LEMOS, C. História da casa brasileira. São Paulo: Contexto,

1989, p. 46.

↩

104. ALMEIDA, 1997.

↩

105. COSTA, E. V. Da monarquia à república: momentos

decisivos. São Paulo: s.n., 1997, p. 200.

↩

106. MATTOSO, 1992.

↩

107. BORGES DE BARROS, 1981.

↩

108. LAVIGNE, 1968.

↩

109. PESSOA, 1937, p. 6.

↩

110. RIBEIRO; CARDOSO, 1997.

↩

111. FALCON, 1995, p. 37.

↩

112. PEREIRA FILHO, 1959, p. 68.

↩

113. PESAVENTO, 1998, p. 24.

↩

114. RAMA, 1985, p. 17.

↩

115. Grupo de bacharéis formado por João Mangabeira, Eusínio

Lavigne e Mário Pessoa, em Ilhéus, e Olinto Leone, Laudelino Lorens e Claudionor Alpoim, em Itabuna.

↩

116. MANGABEIRA, 1979, p. 62.

↩

117. FALCON, op. cit.

↩

118. COSTA, 1995.

↩

119. BORGES DE BARROS, 1981, p. 96.

↩

120. PESSOA, 1994, p. 30.

↩

121. CAMPOS J., 1981, p. 395.

↩

122. ILHÉUS, 1925.

↩

123. PESSOA, 1994, p. 71.

↩

124. SOUZA R., 1998, p. 76.

↩

125. CAMPOS J., 1981, p. 405.

↩

126. BRITO, 1923, p. 32.

↩

127. Ibidem, p. 32.

↩

128. Ibidem, p. 32.

↩

129. API. Diário da Tarde, “Agripino Grieco”, n. 22/03/1935, p. 1

↩

130. BREFE, 1996.

↩

131. WOLF, 2005.

↩

132. VIANA, 1986.

↩

133. ZORZO, 2001.

↩

134. APEBa. SJ, Leis do Estado da Bahia: Contratos, 1906.

↩

135. VIANA, op. cit.

↩

136. CAMPOS J., 1981.

↩

137. VIANA, 1986.

↩

138. ANDRADE-BREUST, 2003.

↩

139. GONÇALVES, O. R. O jequitibá da taboca. Salvador:

Imprensa Oficial, 1960, p. 162.

↩

140. ANDRADE-BREUST, op. cit., p. 117.

↩

141. INSTITUTO…, 1938.

↩

142. BARROS, 1981.

↩

143. LAVIGNE, 1968, p. 163.

↩

144. WIED-NEUWIED, 1989, p. 359-360.

↩

145. Ibidem, p.359-360.

↩

146. Ibidem, p.359-360.

↩

147. Ibidem, p.359-360.

↩

148. Ibidem, p.359-360.

↩

149. CEDOC. Correio de Ilhéus. “A catedral: continua a demolição

da capela de São Sebastião”, n. 897, 28/5/1927, p. 1.

↩

150. CEDOC. Correio de Ilhéus, “A catedral”, n. 1010, 18/2/1928, p.

1.

↩

151. ACDI, Correspondência da Cúria Diocesana, Cartas dos Bispos

de Ilhéus, 1915-1957.

↩

152. ACDI. Correspondência da Cúria Diocesana, Carta de Salomão

da Silveira ao Professor Arquimedes Memória, 23/12/1931.

↩

153. API. Diário da Tarde, n. 1129, 28/12/1931, p. 2.

↩

154. COSTA, 1995.

↩

155. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, p. 17.

↩

156. Ibidem, p. 121-122.

↩

157. GONÇALVES, O jequitibá da taboca; ANDRADE, 1968;

SANTOS, F. B. dos. Memória de Chico Benício. Rio de Janeiro: Gráfica Portinho Cavalcanti Ltda., 1985; COSTA, 1995.

↩

158. ROCHA, 2003.

↩

159. ANDRADE-BREUST, 2003.

↩

160. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, p. 91.

↩

161. Ibidem, p. 57.

↩

162. Ibidem.

↩

163. ROCHA, 2003.

↩

164. FOLLIS, 2004.

↩

165. ANDRADE-BREUST, 2003.

↩

166. Ibidem, p. 131.

↩

167. MACEDO, 2005.

↩

168. ROCHA, 2003.

↩

169. Embora tenhamos procurado trabalhar com as primeiras

edições, isto só foi possível em relação às obras de Adonias Filho. Com respeito a Jorge Amado utilizamos as seguintes edições: Cacau (8. ed., 1969), Terras do Sem Fim (33. ed., 1978), São Jorge dos Ilhéus (10. ed., 1964), Gabriela Cravo e Canela (88. ed., 2003) e O Menino Grapiúna (22. ed., 2004).

↩

170. CHALHOUB, 2003, p. 92.

↩

171. O termo grapiúna aparece pela primeira vez em Maria Bonita

(1914), de Afrânio Peixoto, romance ambientado no município de Canavieiras. Deriva das palavras tupi “gra” = pássaro / asa, “una” = preta e “i” = água. Literalmente: ave negra que vive à beira d água. A letra “p” entraria como uma corruptela. Com Amado e Adonias, passou a designar os habitantes da região cacaueira do sul da Bahia. Atualmente, o termo foi apropriado pelos habitantes do município de Itabuna.

↩

172. CARDOSO, J., 2006.

↩

173. GOLDSTEIN, 2003.

↩

174. FRANCESCHI, 1997, p. 45.

↩

175. ARAÚJO, 2003.

↩

176. CHALHOUB; PEREIRA, 1998.

↩

177. Ver ALBUQUERQUE JÚNIOR., 2001 e CHARTIER, 2000.

↩

178. COSTA LIMA, 1991.

↩

179. Ver principalmente Cacau, Terras do Sem Fim e O Menino

Grapiúna.

↩

180. LE GOFF, 1994.

↩

181. BOSI, 1994, .

↩

182. Ibidem, 1994.

↩

183. Ibidem, 1994.

↩

184. Ver Terras do Sem Fim, principalmente o capítulo “A mata”, e

Corpo Vivo, parte I.

↩

185. GUIMARÃES, 2001.

↩

186. Ver principalmente Terras do sem fim e Gabriela.

↩

187. CASTELLO, 2006.

↩

188. ADONIAS FILHO; AMADO. A nação grapiúna. Rio de Janeiro:

Edições Tempo Brasileiro, 1965, p, 32.

↩

189. AMADO, 2004, p. 43-44.

↩

190. Ibidem, p. 45.

↩

191. LEJEUNE, 1975.

↩

192. ALBERTI, 1991.

↩

193. ADONIAS FILHO e AMADO, A nação grapiúna, p. 34.

↩

194. DUARTE E., 1996.

↩

195. AMADO, 2003, p. 56.

↩

196. Ibidem, p. 12.

↩

197. Ibidem, p. 12.

↩

198. Ibidem, p. 13.

↩

199. Ibidem, p. 15.

↩

200. Ibidem, p. 72.

↩

201. Ibidem, p. 23.

↩

202. Ibidem, p. 15.

↩

203. Ibidem, p. 14.

↩

204. ADONIAS FILHO; AMADO, 1965, p. 30.

↩

205. Ibidem, p. 23.

↩

206. ADONIAS FILHO, A. 1985, p. 1.

↩

207. PARANHOS, 1989.

↩

208. ADONIAS FILHO, 1975, p. 7.

↩

209. VIEIRA, 1990.

↩

210. QUEIROZ, R. de. In: Prefácio de As Velhas.

↩

211. AMADO, 1978, p. 117.

↩

212. Ibidem, p. 23

↩

213. Ibidem, p. 31.

↩

214. Ibidem, p. 34.

↩

215. Ibidem, p. 25.

↩

216. Amado, 2004, p. 187.

↩

217. Idem, p. 53.

↩

218. Idem, p. 187.

↩

219. Idem, 1978, p. 26.

↩

220. Ibidem, p. 30.

↩

221. AMADO, 1978, p. 98.

↩

222. Ibidem, p. 97.

↩

223. Idem, 2003, p. 327.

↩

224. Ibidem, p. 280.

↩

225. AMADO, 1978, p. 72.

↩

226. Ibidem, p. 68.

↩

227. ADONIAS FILHO, 1962, p. 5.

↩

228. Ibidem, p. 9.

↩

229. Ibidem, p. 10-20.

↩

230. CEDOC. Jornal de Ilhéos, “Edital de citação”, n. 350, 6/4/1919,

p.2.

↩

231. AMADO, 1978, p. 106.

↩

232. Ibidem, p. 257.

↩

233. CEDOC. A Época, “O banditismo”, n. 18, 17/03/1918, p.1.

↩

234. O primeiro membro da família a se radicar no sul da Bahia foi

Antônio Fernandes Badaró, oriundo das Lavras da Chapada Diamantina (atual Mucugê), todos os seus descendentes diretos nasceram no município de Ilhéus.

↩

235. AMADO, 1978, p. 64.

↩

236. Ibidem, p. 210.

↩

237. Ibidem, p. 88.

↩

238. Ibidem, p. 56.

↩

239. Ibidem, p. 103-104.

↩

240. Ibidem, p. 68.

↩

241. Ibidem, p. 266.

↩

242. Ibidem, p. 247.

↩

243. Ibidem, p. 112.

↩

244. Ibidem, p. 109.

↩

245. CEDOC. Jornal de Ilhéus, “Está cumprida a missão do senhor

doutor Francisco Drummond?”, n. 334, 23/2/1919, p.2.

↩

246. Id. A Época, “As ocorrências de Ilhéus”, n. 38, 11/08/1918, p.1.

↩

247. Ibidem, p.1.

↩

248. Id. Jornal de Ilhéus, “Morticínio”, n. 341, 2/2/1919, p.2.

↩

249. AMADO, 1978, p. 210.

↩

250. Ibidem, p. 211.

↩

251. Idem, 2003, p. 56.

↩

252. Idem, 1964, p. 150.

↩

253. Ibidem, p. 71.

↩

254. Correio de Ilhéus, 29/05/1929, n. 1049, p.2.

↩

255. AMADO, [20--], p. 176.

↩

256. Idem, 2003, p. XIV.

↩

257. Id, Ibidem.

↩

258. Ibidem, p. 14.

↩

259. Ibidem, p. 208.

↩

260. Ibidem, p. 41.

↩

261. Ibidem, p. 61.

↩

262. Ibidem, p. 92.

↩

263. Ibidem.

↩

264. Ibidem, p. 370.

↩

265. Ibidem, p. 119.

↩

266. Ibidem, p. 211.

↩

267. Ibidem, p. 333.

↩

268. Ibidem, p. 334.

↩

269. ADONIAS FILHO, 1976, p. 78.

↩

270. Ibidem, p. 43.

↩

271. Ibidem, p. 78.

↩

272. Ibidem.

↩

273. Ibidem, p. 33.

↩

274. HOBSBAWN, 1988.

↩

275. CEDOC. Jornal de Ilhéus, “Em caixões descobertos”, 3/2/1918,

n. 328, p. 1.

↩

276. Ibidem.

↩

277. Ibidem, A peste, n.328, 27/10/1918, p. 2.

↩

278. BERTUCCI, 2004.

↩

279. CEDOC. Jornal de Ilhéus. “A influenza”, nn. 329 e 331,

10/11/1918 e 24/11/1918.

↩

280. Ibidem.

↩

281. Ibidem, “Empastelamento”, n.47, 1/6/1913, p. 2.

↩

282. Id. Ibid. “As benemerências do mangabeirismo”, n. 350,

6/4/1919, p. 2.

↩

283. Id. Ibid. “O maior dos suplícios”, n. 342, 9/2/1919, p. 2.

↩

284. AFEBC. A Luta, “Morticínio do Itariri”, n. 225, 10/11/1906, p. 2.

↩

285. ABREU, 1996.

↩

286. BONNET, 1986.

↩

287. FUCHS, 1973.

↩

288. WITTER, J. S. “Os anúncios fúnebres (1920-1940). In:

MARTINS, J. de S. A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: Hucitec, 1983, p. 85-8.

↩

289. CATROGA, 1999.

↩

290. CEDOC. Correio de Ilhéus. “Procissão dos Passos”, n. 715,

25/1/1926, p. 2.

↩

291. Ibidem.

↩

292. Ibidem “Doutor Fortunato Galo”, n. 101, 28/1/1922, p. 2.

↩

293. Ibidem “Festas religiosas”, n. 851, 5/2/1927, p.1.

↩

294. CEDOC. Diário da Tarde, “Falecimento”, n.514, 20/11/1929, p.

1.

↩

295. Ibidem Gazeta de Ilhéus, “Major Félix Cardoso”, n. 118,

26/6/1902, p. 1.

↩

296. Ibidem Correio de Ilhéus, “Dona Antônia Alves”, n. 771,

13/6/1926, p. 2.

↩

297. Ibidem “Coronel Gabino Kruschewsky”, n. 646, 12/9/1925, p. 1.

↩

298. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 298, 20/2/1929, p. 3.

↩

299. “Falecimentos”, n. 982, 3/7/1931, p. 3.

↩

300. Gazeta de Ilhéus, “Óbito”, n. 276, 24/12/1903, p. 2.

↩

301. “Coronel Ernesto Sá”, n. 284, 13/03/1904, p. 2.

↩

302. Jornal de Ilhéus, “Anúncios”, n. 32, 16/2/1913, p. 2.

↩

303. RIBEIRO, Dione Pereira Rosa Ribeiro: depoimento [maio 2007].

CEDOC/UESC.

↩

304. PACHECO, Maria Albertina Gouveia Pacheco: depoimento [

ago. 2007]. CEDOC/UESC.

↩

305. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Manoel de Góes Bittencourt, n. 27,

7/7/1901, p. 2.

↩

306. Correio de Ilhéus, “Milton Pessoa”, n. 1089, 1/9/1928, p. 1.

↩

307. Ibidem. “Em plena juventude”, n. 1090, 4/9/1928, p.1.

↩

308. Diário da Tarde, “Enterramentos”, n. 164, 4/9/1928, p. 2.

↩

309. Ibidem “Guttemberg Berbert de Castro”, n. 138, 2/5/1922, p. 2.

↩

310. Ibidem “Trechos”, n. 142, 11/5/1922, p. 2.

↩

311. Artigo reproduzido pelo Correio de Ilhéus em 22/12/1925, n.

689, p. 1.

↩

312. CEDOC. Correio de Ilhéus, “Á Gl.. do Gr.. Arch.. do Univ.”., n.

597, 21/5/1925, p. 2.

↩

313. Id. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 322, 20/3/1929, p. 2.

↩

314. Id. Correio de Ilhéus, “Coronel José das Neves”, n. 947,

24/9/1927, p. 1.

↩

315. CATROGA, op. cit.

↩

316. MARTINS,1958, p. 173-177.

↩

317. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Indiretas”, n. 119, 29/6/1902, p. 1.

↩

318. Id. Ibid. “Edith Carvalho”, n. 201, 30/4/1903, n. 201, p. 2.

↩

319. Id. Jornal de Ilhéus, “Falecimento”, n. 27, 12/01/1913, p. 2.

↩

320. AFEBC. A Luta, “Pêsames”, n. 108, 19/12/1904, p. 2.

↩

321. CEDOC. Correio de Ilhéus, “Lucrécia Alves”, 13/3/1923, n. 267,

p. 2.

↩

322. Id. Ibid, “Dona Josefa Queiroz”, n. 794, 4/9/1926, p. 1.

↩

323. Id. Gazeta de Ilhéus, “Óbito”, n. 272, 31/1/1904, p. 2.

↩

324. CATROGA, op. cit., p. 171.

↩

325. BONNET, op. cit.

↩

326. CARVALHO, 1990.

↩

327. CEDOC. Diário da Tarde, “Falecimentos”, n. 1253, 20/6/1932, p.

2.

↩

328. Id. Correio de Ilhéus, “Coronel Rodolfo Vieira”, n. 485,

21/8/1924, p. 1.

↩

329. Id. A Época, “Falecimento”, n. 2, 17/11/1918, p. 2.

↩

330. Id. Jornal de Ilhéus, “Francisco Badaró”, n. 330, 17/11/1918, p.

1.

↩

331. Id. Jornal de Ilhéus, “Coronel Antônio Badaró”, n. 86, 8/3/1914,

p. 1.

↩

332. Id. Correio de Ilhéus, “Falecimentos”, n. 784, 8/4/1926, p. 2.

↩

333. Id. Ibid. “Joaquim Isidoro de Oliveira”, n. 754, 1/6/1926, p. 1.

↩

334. APC. Moção de Pesar, Sessão Ordinária da Câmara Municipal

de Canavieiras de 17/9/1917.

↩

335. CEDOC. Gazeta de Ilhéus, “Nova Fase”, n. 90, 20/3/1902, p. 2.

↩

336. GUERREIRO DE FREITAS, 2001 e SILVEIRA, Alfredo Amorim

da: depoimento [maio 2007], CEDOC-UESC.

↩

337. CEDOC. Diário da Tarde, “Desapareceu uma grande figura da

tradição ilheense”, n. 4222, 9/7/1942, p. 1.

↩

338. Id. Correio de Ilhéus, “Dona Alice Pessoa de Amorim”, n.366,

3/11/1923, p. 2.

↩

339. Id. Diário da Tarde, “Desapareceu uma figura marcante de

Ilhéus”, n. 2919, 9/2/1938, p. 1.

↩

340. Id. Ibid., “Os funerais do coronel Misael Tavares”, n. 2921,

11/2/1938, p. 1.

↩

341. Id. Ibid. “Chegou o corpo do coronel Misael Tavares”, n. 2922,

12/2/1938, p. 1.

↩

342. Id. Ibid. “O enterramento do coronel Misael Tavares”, n. 2923,

14/2/1938, p. 1.

↩

343. Id. Correio de Ilhéus, “Os sinos da Vitória”, n.1167, 13/3/1929, p.

1.

↩

344. RODRIGUES, 1983.

↩

345. HERTZ, 1990.

↩

346. URBAIN, 1978.

↩

347. RODRIGUES, op. cit., p. 130.

↩

348. CAMPOS, A., 1994.

↩

349. REIS, 1997.

↩

350. Ibidem, 1991..

↩

351. PECHMAN, 1996.

↩

352. MACHADO, 1978.

↩

353. FREIRE, 1989.

↩

354. HAROUEL, 1998.

↩

355. REIS, 1991.

↩

356. CATROGA, 1999.

↩

357. Sobre o assunto ver ARIÈS, O homem diante da morte.

↩

358. REIS, 1991.

↩

359. Ibidem.

↩

360. MARCÍLIO, M. L. “A morte de nossos ancestrais”. In: MARTINS,

op cit, p. 74.

↩

361. APC. Registro do Expediente Interno da Intendência, n. 345,

Secularização dos Cemitérios, 1890.

↩

362. CATROGA, op. cit..

↩

363. URBAIN, op. cit..

↩

364. APEBa, SJ, CJI, 1853-1859, maço 2398.

↩

365. APEBa, SJ, CJI, 27/10/1855, maço 2397.

↩

366. APEBa, Relação das Capelas da Comarca de Ilhéus.

Comunicação do Juiz de Direito, 30/11/1853, maço 2397.

↩

367. APEBa, SJ, CJI, 18/10/1855, maço 2397.

↩

368. APEBa, SJ, CJI, 3/01/1855, maço 2397.

↩

369. APEBa, SJ, CJI, 15/12/1855, maço 2397.

↩

370. APEBa, SJ, CJI, 12/05/1856, maço 2397.

↩

371. APEBa, SJ, CJI, 20/04/1856, maço 2397.

↩

372. Ibidem.

↩

373. APEBa, SJ, CJI, 29/05/1856, maço 2397.

↩

374. Ibidem.

↩

375. APEBa, SJ, CJI, 12/04 e 2/06/1856, maço 2397.

↩

376. APEBa, SJ, CJI, 30/09/1859, maço 2397.

↩

377. APC. Atas da Câmara da Vila de Canavieiras, Sessões

Ordinárias, 1886-1888.

↩

378. Ibidem, Sessões Ordinárias,10 e 12/10/1888.

↩

379. Ibidem, Atas do Conselho Municipal de Canavieiras, Sessão

Ordinária de 20/9/1892.

↩

380. GONÇALVES, O jequitibá da taboca, pp. 115 e 120..

↩

381. MACEDO, J. O., 1985.

↩

382. CAMPOS J., 1981.

↩

383. BORGES DE BARROS, 1981.

↩

384. Ibidem, p. 102.

↩

385. CEDOC. Gazeta de Ilhéos, n. 61, 10/11/1902, p. 1.

↩

386. Id. Ibid, 2/11/1913, p. 1.

↩

387. Idem.

↩

388. Id. Jornal de Ilhéus, n. 56. 12/04/1908, p. 1

↩

389. Id. Ibid. n. 69, 13/11/1913, p. 1.

↩

390. Código de Posturas de Ilhéus. Lei Municipal 277, de 1 de

outubro de 1924. Impresso, pp. 158-165.

↩

391. Id, Ibid, artigos 665 e 666.

↩

392. Idem. artigo 674.

↩

393. Idem. Artigos 667 e 668.

↩

394. MARANHÃO, 1987, p. 38.

↩

395. ARIÈS, 1983.

↩

396. BURKE, 1992.

↩

397. RODRIGUES, 1983.

↩

398. VALADARES, 1972..

↩

399. KOURY, 2001, p. 13.

↩

400. Ibidem, p. 68.

↩

401. CATROGA, 1999.

↩

402. MATTOSO, 1992, p.172.

↩

403. HALLA, 1996.

↩

404. ASCM: Túmulo da família Habib.

↩

405. HEINZ-MOHR, 1994.

↩

406. Ibidem., p. x.

↩

407. PÉREZ-RIOTA, 1997.

↩

408. CIRLOT, J. E. A dictionary of simbols. London: Routledge &

Kegan Paul, 1978.

↩

409. CHEVALIER & GHEERBRANT, Dicionário de símbolos: mitos,

sonhos; CIRLOT, A dictionary; HEINZ-MOHR, 1994.

↩

410. LIMA, De morcegos e caveiras a cruzes e livros, p. 106.

↩

411. VOVELLE, Imagens e imaginário, p. 331.

↩

412. Sobre o assunto ver AUGRAS, M. Todos os santos são bem-

vindos. Rio de Janeiro: Palas, 2005.

↩

413. VALADARES, 1972.

↩

414. Ibidem, p. 1091.

↩

415. HEINZ-MOHR, op. cit.; e CIRLOT, A dictionary of simbols.

↩

416. Este símbolo está reproduzido no vitral das escadarias da

Associação Comercial de Ilhéus, da qual o coronel Tavares foi sócio remido e presidente.

↩

417. O túmulo mede 5, 40 m. de largura por 4, 40 m. de

comprimento - Área total: 23, 76 m2.

↩

418. VALADARES, 1972, p. 1078.

↩

419. HEIZ-MOHR, 1994.

↩

420. CATROGA, 1999, p. 108.

↩

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André Luiz Rosa Ribeiro

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