Nos bastidores da Nintendo: O jeito Wii de reinventar negócios e transformar clientes em fãs
Obrigado, Mario, Mas Nossas Notas
OBRIG ADO, MARIO, MAS NOSSAS NOTAS
E AG RADECIMENTOS ESTÃO EM OUTRO CASTELO
Brincadeirinha.
Espero que não soe com o vanglória quando afirm o que este livro poderia ter o dobro do tam anho. Existe m uita coisa sobre o Mario por aí, m as nem tudo faz a história da Nintendo avançar. Muito do m eu trabalho editorial foi cortar linhas, parágrafos e, em dois casos, capítulos inteiros que se revelaram afluentes distantes dem ais do rio. Esses dois capítulos estão disponíveis em
<www.superm ariobook.com>, se você quiser se aprofundar m ais na relação da Nintendo com o Japão em seus prim eiros dias e no fascinante e m uito reservado hom em que batizou o Mario, Mario Segale. Pense neles com o se fossem conteúdo disponível para download, para usar um term o dos j ogos.
Listei a m aioria dos livros consultados nas referências, m as a lista de sites que consultei provavelm ente ocuparia m etade do livro. Praticam ente toda pergunta que m e fiz, sobre fatos ou análises a respeito da Nintendo, alguém j á havia perguntado e outro alguém j á havia respondido. Graças a eles, tive acesso a um a grande abundância de dados com os quais pude m e divertir. O com eço do Capítulo 23, por exem plo, crescia diariam ente. Só porque encontrei cem cam isetas diferentes do Mario não quer dizer que todas elas tenham de ser descritas.
Parece haver um pacto entre os usuários da Wikipédia: eles a usam , m as nunca adm item o fato. Eu reconheço de bom grado que não apenas consultei com o tam bém im prim i e revisei (com base horária) duas páginas da Wikipédia – um a sobre as aparições do Mario ordenadas por ano e outra sobre os j ogos do Miy am oto, tam bém classificada da m esm a form a. É m uito difícil encontrar um erro na Wikipédia; eu m e tornei um especialista em Mario e na Nintendo e som ente encontrei discrepâncias m enores envolvendo datas de lançam ento. O estigm a persiste, no entanto, e, assim , não usei um a fonte da Wikipédia se pudesse achar a m esm a inform ação de outra form a.
Entre outros sites que visitei para consultar inform ação estão 1up.com , businessweek.com , slate.com , newy orker.com , vintagecom puting.com , oxfordam ericanm ag.org, industry gam ers.com , kokatu.com e j oy stiq.com . Sites de fãs da Nintendo (m iy am otoshrine. com , gonintendo.com , n-sider.com , zeldauniverse.net, entre outros) foram grandes portais para encontrar a cobertura de m om entos antigos da Nintendo e ignorados pelo Google. Eu gostaria de evocar especialm ente Gam eSpot.com , que publicou um a série com pleta da história do Mario; VGChartz.com , onde encontrei a m aioria das cifras das vendas deste livro; e a série Iwata Asks, da própria Nintendo, por m eio da qual pude observar executivos da com panhia fazendo análises retrospectivas francas sobre o que dava certo e errado durante o desenvolvim ento.
Muitas vezes, as pessoas foram as m elhores fontes. Algum as em prestaram livros, outras aj udaram com traduções e outras (bem , som ente um a) se apresentaram com o voluntárias para colocar bigode e m acacão verm elho para fazer um vídeo prom ocional. Obrigado a Justin Brennan, Philip Jan, John Merrim an, Kristin Linsday, Benj Edwards, Deanna Talam antez, Alison Holt Brum m elkam p, Candace Sm art, Mikkel Paige Mihlrad, Konstantin Karpeny uk, Jam es Brennan e Vinnie Nardiello. Jeannette Fee, Sean Ry an e Cy nthia Ry an foram os prim eiros leitores e fizeram edições tão boas que fiquei com vergonha de não ter pensado neles antes. Tam bém teve aquele cara num a Gam estop no shopping e aquele outro cara em outra Gam estop no m esm o shopping... As pessoas querem falar quando descobrem que você está escrevendo um livro sobre o Mario.
Meus pais poderiam ter deduzido US$ 200,00 dos im postos de 1987 se soubessem que eu escreveria este livro. Obrigado a Kathleen Ry an e Dennis Ry an por resistirem ao im pulso de com prarem um Atari 5200 para o Natal e, assim , m e iniciarem em m eu em preendim ento literário. E a Brendan Ry an, Bridgette Parker e, novam ente, a Sean Ry an, três irm ãos que am o m ais a cada ano que passa.
Fiz o possível para que os profissionais da Portfolio e da Penguin não lam entassem a decisão de publicar um livro sobre videogam es. Obrigado a Em ily Angell, Christy D’Agostini, Maureen Cole, Faren Bachelis, Linda Cowen, Daniel Lagin, Dan Donohue, Jennifer Tait, Eric Mey ers e à m inha editora, Courtney Young. Sem todos vocês, o m undo nunca ficaria sabendo sobre o Hotel Mario. E obrigado à m inha agente, Ly nn Johnston, que agendou m inha prim eira entrevista, com sua filha, aluna da quinta série, logo depois de venderm os a ideia do livro.
Eu dediquei este livro a Bill Rudowski. Quem é ele? Ele venceu o leilão da dedicatória deste livro, com toda receita sendo encam inhada à Child’s Play, que doa brinquedos e j ogos a hospitais infantis. Obrigado a ele, Laura Whalen, Ed By rne, Jim i Cullen, Andrew Melzinek e todos os dem ais que passaram no eBay para participar da m ontanha-russa que é um leilão.
As diversas pessoas que conheci ao longo dos anos na Nintendo – nos escritórios de Redm ond e Ky oto – e na assessoria de im prensa Golin Harris, foram m uito generosas e auxiliaram bastante, arranj ando entrevistas, fornecendo cópias de críticas de m ateriais, m e apresentando as instalações, até m arcando um a entrevista com Shigeru Miy am oto. Contudo, a Nintendo é um a em presa com peculiaridades e um a delas é não colaborar com a im prensa no que tange a livros. Então, praticam ente todo aquele acesso secou quando contei a eles que estava trabalhando em algo m ais longo do que um a reportagem para revista. Assim , o tem po que passei dentro do Reino do Cogum elo não foi oficial.
Já agradeci a Cindy Ry an por sua edição antes, coisa que ela faz em m eus proj etos escritos desde antes de nos casarm os. Ela tam bém é a responsável por com prar nosso Wii, passando pelo Pit of 100 Trials, m e derrotando sem a aj uda de cascos verm elhos e vencendo vários j ogos para NES na aldeia Animal Crossing de Qwerty. Ela tam bém trouxe duas princesas a nossas vidas, Sy lvia e Holly, o que faz dela um a heroína duas vezes m aior do que o Mario. Eu diria m ais coisas m aravilhosas sobre ela, m as estou ficando sem opções de expressá-las usando o j argão do videogam e. Aqui está m ais um a: m inha vida é super por causa de você.