Os dialetos românicos ou neolatinos na África, Ásia e América

2. Cantiga dos cururueiros de Matto-grosso

Chi, cha.

 

2. Cantiga dos cururueiros de Matto-grosso

 

Em cima d'aquelle morro

Siá dona

Tem um pé de jatobá.

Não ha nada mais pió

Ai, siá dona,

Do que um home se casá.

 

3. Desafio dos cururueiros

 

Eu passei o Parnahyba, Dizem que a muyé é farça Navegando numa barça, Tão farça como papé, Os peccados vem da saia, Mas quem vendeu Jesus Christo.

Mas não pode vir da carça. home, não foi muyé.

 

4. 7.

Quando mozo vai ni rua, Zi eu vi, ũa baráta Camiza cheia di renda. No capóte di vóvó, Quitanda sei a qui reva: Quando eu fui prá pegálla Por fóça que acha venda. Báteu ázas e vóó.

 

5. 8.

Zi criorinha dim Ba'ía. Minha Avó quando é di noite Za não come bacai'ao; Custumava-se a banhá, Come só óvátáfá Quando entra na gaméra Cucu, farinha di páo. Começa rogo a chorá...!