Os dialetos românicos ou neolatinos na África, Ásia e América

Capítulo 17

—Chiáu, ó rapariga! 17. —Que pede, ó sinhó!

—Chiáu quer vir cumigo?

—Sen surda, sinhó, Minha caboca bónita —Chiaú, eu do dinheiro, Sapateia no tijolo, —Percebo, sinhó. Que a barra do teu vestido —Então, ven ja cumigo. É prata e parece ouro. —Já, já, vou, sinhó.

 

13. 18.

—Minha gente não inore

Ai a viola está com fóme

Este meu cantar baixão!

E a prima está c'uma dô,

Estou com o peito cerrado.

Minha gente venhão vê

D'um marvado catarrão.

Que bahiano gemedô.

—Senhô mestre cantadô,

Ai que me mandou cantá,

Quero que me dê por conta

Ai os peixe que tem no má. 19.

Ai os peixe que tem no má

 

conta. Que aprendeu a lussophia, Qual é a ave que avôa Ai as estrellas que tem no E que dá leite quando cria? céo. Ai quero que me dê por Diga lá, Senhó Doutô, Carrego no meu chapéo,

—Você me mandou cantá

Ai pensando que eu não

sabia, 20. Eu não sou cumo a cigarra

Que no cantá leva o dia.

Por favô, Senhô doutô,

Me adecifre esta conta

14. Vinte e cinco guardanapos

Com dois gintem em cada ponta?

Ai! sô mestre cardereiro Sim senhô, eu advinho Metta a mão na mêladura, Sem fartá nem um dé réis,