Os dialetos românicos ou neolatinos na África, Ásia e América
Capítulo 6
6. 9.
Zi criorinha dim Ba'ía Zi um gustinho lhe quero dá Quando vai lává ó má, Dá minha bunda quábráda Deixáram as água turva, Québra a bunda, mexe bunda
Sendo ellas um cristá. Québra a bunda de Sinhá.
Québra a bunda, mexe bunda
Québra a bunda di iá-iá.
10.
O negra trás café, chá e pão torrado,
Para dar ó sôr pintor: vae pintar o meu sobrado.
De verde amarello e incarnado;
Onde eu faço o meu gingado.
11. 15.
Minha mulatinha, Sô Mané diz que não qué Meu muracujá Que o rato caia no mé, A maré é boa, As alegria dos Cabanos Vamous embarcá É matá os pápa mé. Á beira do rio, Olé! Olé! Á borda do má:
Eu sou artilheiro
Que sei atirá. 16. Peixinho do rio,
Camarão do má:
Minha mulatinha Esta vai por despedida Diz-me o teu nome. Por dentro d'esta liminha. —Eu mi chamo botão Ora viva Sinhá Dona Do calção do home. Sinhá Insolencia Zephina.
Marca o passo, moça, barabos!
12. Patury não se come sem limão, As mulata me chamão cidadão.