Uma prova do céu
Agradecimentos
Quero agradecer, em primeiro lugar, à minha família querida por ter estado tão próxima no momento mais sofrido dessa experiência, enquanto estive em coma. A Holley, minha esposa há mais de 30 anos, e a nossos filhos maravilhosos Eben IV e Bond, que tiveram um papel fundamental para me trazer de volta, e para que eu compreendesse a minha experiência. Também como parte de minha família querida, incluo nestes agradecimentos meus amados pais Betty e Eben Alexander Jr., e minhas irmãs Jean, Betsy e Phyllis, que fizeram o pacto de (junto com Holley, Bond e Eben IV) segurar minha mão em uma corrente de 24 horas, durante os 7 dias em que estive em coma, garantindo que nunca me faltasse o toque de seu amor. Betsy e Phyllis fizeram papel de sentinela ao passar várias noites acordadas comigo durante o clímax da minha psicose da UTI (quando eu não dormia nunca) e naqueles primeiros dias e noites tensos depois que fui transferido para a Unidade Intermediária de Neurociência. Peggy Dale (irmã de Holley) e Sylvia White (amiga de Holley há 30 anos) também participaram da vigília permanente no meu quarto da UTI. Eu não teria voltado do coma sem o esforço amoroso dessa gente. Para Dayton e Jack Slye que ficaram sem a sua mãe Phyllis enquanto ela estava comigo. Holley, Eben IV, mamãe e Phyllis também me ajudaram a editar e avaliar minha história.
Agradeço à minha família biológica, e em especial à minha irmã que partiu, também chamada Betsy, a qual nunca encontrei nesta vida.
Aos meus médicos, competentes e abençoados no Hospital Geral de Lynchburg, principalmente os doutores Scott Wade, Robert Brennan, Laura Potter, Michael Milam, Charlie Joseph, Sarah e Tim Hellewell, e muitos outros.
Às extraordinárias enfermeiras e funcionárias do hospital: Rhae Newbill, Lisa Flowers, Dana Andrews, Martha Vesterlund, Deanna Tomlin, Valerie Walters, Janice Sonowski, Molly Mannis, Diane Newman, Joanne Robinson, Janet Phillips, Christina Costello, Larry Bowen, Robin Price, Amanda Decoursey, Brooke Reynolds e Erica Stalkner. Eu estava em coma e recolhi estes nomes com minha família, portanto, me perdoe se você me assistiu e eu omiti seu nome.
Aos amados pastor Michael Sullivan e Susan Reintjes, que tiveram papel fundamental em meu retorno.
John Audette, Raymond Moody, Bill Guggenheim e Ken Ring, pioneiros da comunidade de quase morte, cuja influência sobre mim tem sido incomensurável (sem mencionar a assistência editorial excelente de Bill).
Aos mentores e líderes do movimento “Virginia Consciousness”, como os Drs. Bruce Greyson, Ed Kelly, Emily Williams Kelly, Jim Tucker, Ross Dunseath e Bob Van de Castle.
À minha agente literária enviada por Deus, Gail Ross, e seus maravilhosos sócios Howard Yoon e outros na Agência Ross Yoon.
A Ptolemy Tompkins, por suas contribuições acadêmicas sobre o pós-morte, e por seu talento especial de redator e editor que foi usado para adaptar as minhas experiências para um livro, sempre com respeito máximo por elas.
A Priscilla Painton, vice-presidente e editora-executiva, e Jonathan Karp, vice-presidente executivo e editor na Simon & Schuster, pela visão e paixão extraordinárias de tentar fazer deste mundo um lugar muito melhor.
A Marvin e Terre Hamlisch, amigos maravilhosos, cujo entusiasmo e dedicação constantes me ajudaram a atravessar um momento difícil.
A Terri Beaver e Margaretta McIlvaine por sua admirável ponte entre a cura e a espiritualidade.
A Karin Newell por compartilhar suas pesquisas e ensinamentos sobre consciência profunda e como “Ser o amor que você é”, e aos outros operadores de milagre do Instituto Monroe, em Faber, na Virgínia, especialmente a Robert Monroe pela busca incessante do que é, e não somente do que deveria ser; a Carol Sabick de la Herran e Karen Malik, que me procuraram; e a Paul Rademacher e Skip Atwater, que me receberam tão bem naquela comunidade generosa nas montanhas etéreas da Virgínia. Também a Kevin Kossi, Patty Avalon, Penny Holmes, Joe e Nancy “Scooter” McMoneagle, Scott Taylor, Cindy Johnston, Amy Hardie, Loris Adams, e todos os meus camaradas Viajantes do Portal no Instituto Monroe com quem convivi em fevereiro de 2011, aos meus facilitadores (Charleene Nicely, Rob Sandstrom, e Andrea Berger) e aos camaradas participantes da Lifeline (e facilitadores Franceen King e Joe Gallenberger) em julho de 2011.
Aos meus amigos e críticos, Jay Gainsboro, Judson Newbern, Dr. Allan Hamilton e Kitch Carter, que leram as versões originais e se solidarizaram com meu desapontamento por não conseguir harmonizar a minha experiência espiritual com a neurociência. Judson e Allan foram esplêndidos ao me ajudarem a reconhecer a autenticidade e o valor da minha experiência sob o ponto de vista cético/científico, e Jay, da mesma forma, sob o ponto de vista místico/científico.
Aos meus camaradas exploradores da consciência profunda e da Unidade, como Elke Siller Macartney e Jim Macartney.
Às minhas companheiras de experiências de quase morte, Andrea Curewitz, por seus excelentes conselhos editoriais, e Carolyn Tyler, por sua carinhosa orientação do meu entendimento.
A Blitz e Heidi James, Susan Carrington, Mary Horner, Mimi Sykes e Nancy Clark, cuja fé e coragem diante da perda incomensurável me ajudaram a valorizar meu dom.
A Janet Sussman, Martha Harbison, Shobhan (Rick) e Danna Faulds, Sandra Glickman, e Sharif Abdullah, parceiros de viagem que conheci em 11/11/2011, por termos compartilhado juntos as sete visões de um brilhante futuro para toda a humanidade.
Tenho muitas outras pessoas a agradecer, inclusive os muitos amigos que durante o meu período mais difícil compareceram com atitudes, orações e conselhos que ajudaram minha família, e posteriormente me ajudaram a contar esta história: Judy e Dickie Stowers, Susan Carrington, Jackie e Dr. Ron Hill, Drs. Mac McCrary e George Hurt, Joanna e Dr. Walter Beverly, Catherine e Wesley Robinson, Bill e Patty Wilson, DeWitt e Jeff Kierstead, Toby Beavers, Mike e Linda Milam, Heidi Baldwin, Mary Brockman, Karen e George Lupton, Norm e Paige Darden, Geisel e Kevin Nye, Joe e Betty Mullen, Buster e Lynn Walker, Susan Whitehead, Jeff Horsley, Clara Bell, Courtney e Johnny Alford, Gilson e Dodge Lincoln, Liz Smith, Sophia Cody, Lone Jensen, Suzanne e Steve Johnson, Copey Hanes, Bob e Stephanie Sullivan, Diane e Todd Vie, Colby Proffitt, e às famílias Taylor, Reams, Tatom, Heppner, Sullivan e Moore – e muitas outras.
A Deus, minha gratidão especial e infinita.
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Muitas vidas, muitos mestres Muitas vidas, muitos mestres
Brian Weiss
Com mais de 2 milhões de exemplares vendidos no mundo, Muitas vidas, muitos mestres se tornou um marco ao contar uma história real que mais parece ficção: um médico de renome que coloca sua carreira em jogo ao se ver diante de evidências de reencarnação.
Psiquiatra e pesquisador consagrado, o Dr. Brian Weiss viu suas crenças e sua carreira virarem pelo avesso ao tratar de Catherine, uma paciente com fobias e ataques de ansiedade. Durante uma sessão de hipnose, ela falou de traumas sofridos em vidas passadas que pareciam ser a origem se seus problemas.
Cético, o Dr. Weiss não acreditou no que estava presenciando até que Catherine começou a narrar fatos da vida dele que ela jamais poderia conhecer e a transmitir mensagens de espíritos altamente desenvolvidos – os Mestres – sobre a vida e a morte.
Transformado por essa experiência, ele supreendeu a comunidade científica ao publicar esse livro que demonstra o potencial curativo da terapia de vidas passadas, tornando-se a referência mundial nesse tipo de tratamento.
Para muitos, a maior contribuição de Muitas vidas, muitos mestres foi apresentar os princípios da reencarnação a milhões de pessoas que, por falta de oportunidade ou por preconceito, nunca teriam acesso a essa rica e transformadora filosofia espiritual.
Emocionante e inspirador, esse livro já ajudou pessoas de todo o mundo a superar a dor de suas perdas e a adquirir uma nova compreensão da vida e da morte.