Bilionário Revelado: Marcus
Capítulo 18
Ele jogou os sapatos para o lado, endireitou o corpo e puxou-me gentilmente para que eu levantasse. — Vou ficar ao seu lado caso fique tonta de novo.
— Não acho que acontecerá de novo. Eles não costumam acontecer tão juntos. Mas eu ainda gostaria da sua ajuda. — Minhas mãos estavam tremendo quando comecei a desabotoar a blusa.
Marcus afastou minhas mãos e começou a soltar os botões. — Deixe que eu faço isso.
— Quer tomar banho comigo, Marcus? — Eu não estava sofrendo de nenhum efeito além de estar cansada. Agora que liberara o estresse que se acumulara, eu estava bem.
Eu aprendera com a terapia que os ataques de pânico não me matariam, mas um lunático quase tirara a minha vida mais cedo. Talvez fosse o lembrete de como a vida podia ser frágil que me fizera ter vontade de conseguir exatamente o que eu queria.
— Por quê? Você disse que ficaria bem — relembrou ele ao puxar a blusa dos meus ombros.
— Porque eu quero que você tome banho comigo — confessei. — Você me perguntou se eu precisava de alguma coisa. A única coisa de que realmente preciso é você.
Marcus
E u não sabia se conseguiria vê-la nua e não querer trepar com ela. Ora, eu não conseguia nem vê-la vestida sem querer o mesmo.
Depois que ela me deixara muito assustado mais cedo naquela noite e, poucos minutos antes, estivera suando muito e esforçando-se para respirar, minha necessidade de estar dentro dela era ainda mais forte.
Odiei o fato de ela ainda sentir efeitos do tempo como prisioneira, mas era compreensível. Ela fora muito corajosa e eu sabia que a investigação mais recente devia tê-la afetado muito.
Eu queria deixá-la segura e protegida.
Porém, também queria vê-la gozar para mim.
Ela estava oferecendo e eu me senti impotente para recusar. Mas... —
Dani, não vou tirar vantagem de você agora. Foi um dia realmente estressante. A sua adrenalina ainda está alta.
Observei enquanto ela tirava a saia. — A forma como preciso de você não tem nada a ver com adrenalina, Marcus. Está lá. Sempre esteve lá. Eu só tentei ignorar. Mas, quando percebi esta noite que poderia morrer em questão de segundos, entendi que, às vezes, tenho que parar de ser cautelosa. Tenho que pedir o que preciso.
Ela tinha razão. Nossa conexão instantânea que começara anos antes enquanto nós dois estivéramos em locais perigosos sempre estivera presente. Eu quisera Dani por um tempo muito longo, mas os dois tinham
optado por ignorar isso. Ora, eu chegara ao ponto em que não conseguia mais controlar meu desejo e estava cansado de lutar contra ele.
Ela era irmã do meu melhor amigo. Dani deveria estar fora do meu alcance. No entanto, eu não tinha como negá-la naquele momento. — Não quero que você se arrependa disso — falei com sinceridade.
Segurando a cintura da minha calça, ela disse: — Eu nunca me arrependerei de você.
— Isto não será só um caso para nenhum de nós dois — avisei. —
Ficaremos juntos e veremos como as coisas andarão dali em diante. Não vamos nos separar até que nós dois estejamos prontos para isso.
— Ok — concordou ela prontamente.
— Não poderemos recuar — avisei.
— Não me importo — murmurou ela ao liberar o par de seios mais perfeito que eu já vira ao puxar o sutiã sobre a cabeça e soltá-lo no chão.
— Então foda-se — murmurei. Meus olhos passearam pelo corpo cheio de curvas que agora estava quase nu, exceto pelas meias e uma calcinha minúscula. — Eu nunca disse que era santo e certamente não me sinto um agora. Se você me quer, sou seu.
— Eu quero você — respondeu ela quase imediatamente.
— Então que Deus nos ajude — disse eu, pegando-a nos braços para que pudesse carregá-la para a cama.
— Eu provavelmente estou fedida — avisou ela. — Eu estava toda suada.
— Não está — garanti. Ela tinha o doce perfume do pecado para mim.
A angústia entre nós se dissipou e eu não conseguia pensar em nada além de como parecia certo ter o corpo dela contra o meu, pele contra pele.
Eu a abaixei gentilmente sobre a cama. Não podia me mover depressa demais. — Você esteve com alguém desde que aqueles filhos da puta estupraram você?
Eu tinha certeza de qual era a resposta à minha pergunta, mas tinha que perguntar a ela mesmo assim. Se eu fosse o primeiro para ela depois do incidente do sequestro, tínhamos que fazer tudo devagar e com calma.
— Não. Eu não quis mais ninguém. Só estive com dois caras antes e ninguém desde que fui estuprada pelos terroristas. Agora, o único homem que eu quero é você.
Merda! O que diabos eu poderia dizer? Estava feliz por ser o primeiro cara que ela quisera em muito tempo, mas também estava com receio de Dani
ainda não estar pronta para estar com alguém.
Tirei a calça jeans e joguei-a no chão. — Dani, tem certeza de que está pronta para isso?
Eu já estava de pau duro, mas ele endureceu ainda mais quando os olhos dela passearam pelo meu corpo como se ela quisesse me devorar.
— Estou muito mais do que pronta. Por favor, Marcus — pediu ela com tom vulnerável.
Deitei ao lado dela e, em seguida, fiquei sobre ela enquanto encontrava seu olhar cheio de desejo. — Jesus! Você é tão linda — disse eu com voz rouca.
Estremeci quando ela colocou as mãos no meu peito para acariciar os músculos. Em seguida, as mãos desceram para os meus bíceps.
Parei por um momento, apenas absorvendo a sensação das mãos dela no meu corpo. Eu quisera isto por tanto tempo que era quase surreal.
Finalmente, abaixei a cabeça para beijá-la.
No minuto em que ela se abriu para a minha exigência, eu soube que estava totalmente perdido. Eu sentira desejo por aquela mulher por tanto tempo que meu corpo estava tenso enquanto me segurava.
Aceitei tudo o que ela me deu e pedi mais.
Finalmente, levantei a cabeça e enterrei o rosto no pescoço dela, devorando a pele macia enquanto a ouvia gemer. Tudo o que eu queria era explorar o belo corpo dela, fazer com que gemesse mais alto.
— Marcus — disse ela com a voz ofegante quando coloquei a boca sobre um dos mamilos, determinado a garantir que ela não pensasse em mais ninguém, exceto em mim.
Minha! Ela sempre esteve destinada a ser minha.
Ouvi e observei as reações dela com cuidado, sem querer fazer com que entrasse em pânico. Não havia chance alguma de eu não saborear aquela experiência, mas meu pênis insistia para que me apressasse.
— Isto é tão gostoso, Marcus — disse ela com a voz trêmula.
— Pois está prestes a ficar muito melhor — respondi, endireitando o corpo por um instante para tirar a tanga que ela vestia.
Ela ajudou, levantando as nádegas enquanto eu tirava o pequeno pedaço de seda de seu corpo.
Caralho! Um movimento errado e o traseiro dela teria aparecido sob a minissaia. Só o que ela precisaria fazer era dobrar o corpo do jeito errado.
— Tenho um relacionamento de amor e ódio com estas coisas —
resmunguei, jogando a calcinha para fora da cama.
Ouvi quando ela reprimiu uma risada. Tive certeza de que ela sabia exatamente o que eu estava pensando quando disse: — Quer que eu tire as meias?
Elas iam até quase o topo das coxas, presas por uma faixa preta de renda.
— Não — decidi. — Fique com elas.
Corri a mão pelas coxas dela, adorando a sensação sedosa das meias, mas foi muito melhor quando cheguei à pele macia exposta.
Ela deu um salto, mas não se afastou quando abaixei o corpo entre suas coxas. Meu coração estava acelerado enquanto eu explorava a pequena faixa de pele sensível acima das meias com os polegares. Em seguida, coloquei o dedo em seu calor sedoso, separando as dobras, e sendo recebido por uma umidade que me fez prender a respiração.
Meu Deus! Ela realmente me quer.
A boceta dela estava molhada, quente e mais do que pronta para meu pênis insistente. Mas eu o ignorei. O que eu realmente queria era sentir o gosto dela, devorar seus fluidos até ficar satisfeito.
Ouvi-a gemer quando enterrei meu rosto entre suas coxas, lambendo cada centímetro da boceta doce com a língua e pressionando o clitóris de leve.
— Ai, meu Deus, Marcus. Isso.
Depois dessas palavras desesperadas, ela agarrou meus cabelos, pedindo-me que a fizesse explodir de prazer.
Não me apressei, lentamente aumentando a tensão no corpo dela ao estimular cada vez mais o minúsculo feixe de nervos, o que sabia que a faria gozar.
Ela ergueu os quadris, um movimento feito unicamente para tentar se satisfazer. Ela esfregou o corpo contra minha boca, silenciosamente insistindo para que lhe desse mais.
Eu me embriaguei no gosto dela e no embalo erótico de seus quadris que encontravam cada movimento da minha língua.
Ela estava desesperada ao pedir: — Faça-me gozar, Marcus. Por favor, faça-me gozar.
Eu não queria parar, mas percebi a tensão na voz dela e a última coisa que queria era deixá-la confusa. Haveria tempo suficiente mais tarde para uma
gratificação mais demorada. Por enquanto, eu só queria lhe dar tudo o que ela queria.
Concentrei-me no pequeno botão latejante, passando a língua sobre ele com força e deixando que Dani voasse um pouco mais alto.
Ela puxou ainda mais meus cabelos e minha boca fez cada vez mais pressão enquanto eu a ouvia respirar depressa.
Goze para mim, Dani. Vamos. Solte-se.
Continuei a provocar o clitóris, mas usei a outra mão para penetrar o canal dela, usando um dedo para abri-la e, em seguida, dois para satisfazê-la.
Ela se contorcia sob minha boca, com a respiração pesada e rápida, quando senti seu corpo enrijecer. Um grito estrangulado saiu dos lábios dela quando senti as paredes internas de seu canal contraindo-se nos meus dedos.
— Isso. Assim. Isso. — O entoar dela era incoerente e perdi quaisquer outras palavras que talvez ela tivesse dito. A única coisa que eu conseguia ouvir, alto e claro, era a aceitação dela do orgasmo.
Eu estava suando ao imaginar aquele canal apertado e escorregadio em volta do meu pênis.
O canal dela se contraiu em volta dos meus dedos e seu corpo começou a tremer quando o orgasmo a atingiu com toda a força. Ela arqueou as costas e empurrou os quadris, com os dedos agarrando violentamente meus cabelos.
Lambi o fluxo de fluido que saiu da boceta dela, saboreando cada gota.
— Meu Deus, Marcus. O que diabos foi isso? — exclamou ela quando seu corpo começou a relaxar.
Eu me movi para cima pelo corpo dela lentamente. — Acredito que isso se chama orgasmo — informei a ela.
— Eu já tive orgasmos. Eu me masturbo. Mas isso foi... diferente.
Tentei com todas as forças não pensar nela masturbando-se. Era uma imagem que, a partir de agora, provavelmente ficaria perpetuamente impressa no meu cérebro.
Deitei ao lado dela enquanto Dani recuperava o fôlego, movendo um dos meus dedos lambuzados para seus lábios. — É esse o seu gosto — disse eu, observando quando ela abriu a boca e chupou meu dedo.