É assim que se perde a guerra do tempo
Agradecimentos
Max: É costumeiro começar os agradecimentos mencionando como “este livro não existiria sem…”, mas eu suspeito que este livro, particularmente, teria encontrado um jeito de existir contra qualquer adversidade. Todavia! Tantas pessoas prepararam o caminho e deram forma a este volume final. Amal: Tantas pessoas! E embora talvez seja de bom-tom agradecer a G. Lalo por produzir o papel incrivelmente lindo que estimulou estes escritores com mais tinta do que tempo nas mãos (DESCULPE) a começar uma lenta correspondência… estes agradecimentos estão, talvez, para além do escopo até mesmo deste projeto. Vamos seguir para nossos amigos e família!
M: Muito da nossa Guerra do tempo foi composta no gazebo de um benfeitor anônimo, e essa é uma frase que eu sempre quis digitar. Todos os agradecimentos e glórias para este indivíduo. Eu diria que ele sabe quem é, mas ele não sabe. Talvez tenha sido… VOCÊ?
A: Shh, nós já falamos demais! Mas, de verdade, obrigada, A. B. — tantos dos pássaros e abelhas em torno do gazebo entraram na história, e somos gratos pelo empréstimo deles.
M: Minha esposa, Stephanie Neely, é uma constante fonte de força, encorajamento, alegria e bom humor, sem os quais a arte cai no silêncio, e ela me trouxe de volta à vida em diversas ocasiões. Ela é aquilo sem o qual não há nada. Eu te amo, Steph!
A: Meu marido, Stu West, passou os primeiros anos do nosso relacionamento proclamando em alto e bom som o seu ódio por a) novelas e b) trabalhos de coescrita, então quase nem consigo expressar quão feliz e agradecida eu estou que ele tenha posto esses preconceitos de lado para amar este livro sem reservas. Seu entusiasmo carinhoso e apoio incessante são um bálsamo e um lar. Shukran habibi!
M: Como qualquer livro, este aqui teve muitos guias. Os pais de Amal, Leila Ghobril e Oussama El-Mohtar, toleraram generosamente a nossa ocupação da mesa da sala de estar com notas cheias de pontos de exclamação e cantorias de músicas de Steven Universe; Kelly e Laura McCullough providenciaram uma hospitalidade essencial, e machados de arremesso.
A: Um profundo e querido agradecimento a DongWon Song e a Navah Wolf, agente e editora (respectivamente), ambos mais do que extraordinários, por aceitar essa criatura literária tão estranha e nos ajudar a dar forma e refiná-la. Este livro não seria o que é sem eles. Celebrem-nos intensamente! Um amoroso agradecimento também a Felicity Maxwell, por sua generosa expertise em Bess of Hardwick.
M: É preciso uma comunidade para transformar um pobre manuscrito em um belo e forte livro. Nosso agradecimento fascinado e sincero a nossa editora-gerente Jeannie Ng, que manteve nosso instável projeto de viagem no tempo no cronograma; a nossa editora de texto Deanna Hoak, por seus olhos de águia e paciência gentil; a nossa produtora Elizabeth Blake-Linn, que de muitos modos invisíveis tornou este livro mais prazeroso de segurar e ler; a Greg Stadnyk, que fez um design surpreendente para a sobrecapa norte-americana, que nós dois amamos; e a nossa publicitária Darcy Cohan, por seu incansável trabalho.
A: Finalmente, caro leitor, nós dedicamos este aqui a você, de verdade. Livros são cartas em garrafas, jogadas nas ondas do tempo, de uma pessoa que está tentando salvar o mundo para outra.
Continuem lendo. Continuem escrevendo. Continuem lutando. Nós ainda estamos aqui.
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