O Diário da Escrava Amada

Anelise Vaz · Capítulo 26 de 56

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O Diário da Escrava Amada

Capítulo 29 · Viagem à praia

(Parte 2)

 

E mais um dia de trabalho acabou. Pois é, estava lendo na hora do almoço de novo.

Voltei para casa e aproveitei o tempo com Kazuko e Takumi. Antes de dormir, fui continuar a leitura, mas a minha esposa reclamou, claro que brincando:

– Não sei porquê deixei você encontrar isso. Não larga nunca!

– Culpa sua mesmo! – respondi – Quem mandou escrever um diário? Sabe que isso desperta curiosidade em qualquer um.

– Sei disso. – se virou para dormir – Só não fique até muito tarde, tem que acordar cedo amanhã.

Não evitei de rir. Fiz um cafuné nela e abri o diário. Era uma outra anotação da madrugada.

 

"Querido diário,

É madrugada agora. É o único momento possível para escrever. Eu e Makoto ficamos juntos o dia todo. E hoje foi um ótimo dia também, não sabia que viajar era bom assim. E a "fantasia" do Makoto me ajudou a evitar tantos olhares e o resto do preconceito que existem para mim normalmente. Basta andar de mãos dadas com ele, e também, claro, não ligar para quem está a minha volta.

Fomos à praia de manhã de novo e como era mais cedo, estava mais vazia. Tão bom poder tomar um banho naquela água gelada. No finalzinho da manhã voltamos a casa, já que iríamos almoçar no polo comercial de lá. Fui me banhar antes, para tirar a areia e o sal do corpo. Enquanto me distraí cantarolando, eis que Makoto entra, me assustando:

– Posso ir com você?

Apenas assenti. Ele tirou as roupas e entrou no chuveiro. Obviamente, acabou acontecendo alguma coisa. Uns amassos breves e fizemos no chão do banheiro mesmo. A única coisa que incomodou foi o gelo que chão estava. Quando gozou, ele deu uma baforada quente no meu pescoço e apertou minha coxa com vontade. Um suspiro de alívio na sequência. Tinha pensado em ir me trocar, mas percebi que teria que retornar para a ducha e ri.

– Que foi, Kazuko? – ele indagou

– Parece que vamos voltar ao banho.

Ele só concordou.

Depois nos vestimos e saímos. Não demoramos a escolher o restaurante no centro daquela pequena cidade. Escolhemos um que servia frutos do mar e comeríamos peixe. Era um salmão delicioso e ficamos um tempo conversando por lá. Depois decidimos dar uma volta, para consumir e comprar algo. Havia muitas lojas e uma enorme variedade de coisas, que iam de meras lembrancinhas até roupas. Acabei comprando uma coisa que se chama canga, que é só um pedaço de pano grande, mas é totalmente versátil. A vendedora e Makoto acharam engraçadas as minhas reações."

Realmente foi engraçado. Imagine uma criança vendo um brinquedo novo e muito legal.

Foi exatamente isso!

"Comprei também algumas roupas e Makoto também.

Já era o final da tarde quando paramos e sentamos para tomar sorvete, dos grandes.

– Não morda o sorvete, Kazuko.

– Comendo com colher nem tem como. – respondi brincando

– Vai querer voltar ou vamos fazer algo por aqui durante a noite?

– Se tiver algum lugar legal para ir... Tô com vontade de dançar. Mas, se não quiser ir, tudo bem.

– Sua ideia é boa! – ele sorriu e chamou o atendente dali – Ei, sabe onde tem um lugar para ir à noite por aqui? Tem muito tempo que não venho.

– Tem uma boate muito boa umas ruas abaixo. É um ambiente legal para um casal!

Ele explicou o caminho e agradecemos. Já tinha anoitecido, chegamos e já estava razoavelmente cheia. Escolhemos uma mesa, mas sem antes esquecer de pôr as compras e outros pertences no guarda-volumes. A pista ainda não estava aberta, então bebemos um drink leve enquanto esperávamos. Passou um tempo e finalmente uma música começou a tocar. Aquilo indicava que a pista de dança estava liberada e logo encheu também.

Eu sei que dançava no centro de escravos todas as noites, porém eu estava junto das minhas amigas e não tenho vergonha com pessoas conhecidas. Só que não conhecia ninguém ali, sabia que ficariam observando meu jeito de dançar, que é deveras estranho. Estava entre a vontade e o medo. Makoto, então, chamou:

– Você não queria dançar, querida?

Será que dá para não me chamar assim?

– É muita gente, Makoto.

– E você tá com vergonha?

Assenti.

– Vem, vou contigo. – levantou-se.

– Mas... Mas...

– Sem "mas". - me puxou para perto dele – É só se concentrar em mim.

Makoto me arrastou pro meio da pista e fez uns passos estranhos para me animar. Acabei entrando na pilha dele e fiz uns passos bizarros também. A gente gargalhou durante uma música inteira com isso. E quando a seguinte começou, eu resolvi que dançaria a sério. E puxei Makoto para minha dança sensual, ou uma tentativa de.

Fiz como não fazia tinha muito tempo, só deixei a música me levar e estranhamente, ele me acompanhou. Primeira vez que dancei em par e com alguém do sexo oposto.

Várias músicas depois, já cansada, saímos. Pegamos nossas coisas e voltamos. O passeio e a dança deram fome, comemos um lanche rápido e subimos para dormir, sem esquecer de tomar banho antes."

Ver a Kazuko dançando de novo me fez lembrar uma das maiores razões de tê-la comprado e aquilo acabou me afetando, da forma que vocês estão pensando.

Eu estava desesperado para ela sair do banho e irmos logo ao que interessava. Só que não expus isso diretamente.

"Sai vestindo uma camisola e um roupão. Makoto estava olhando a paisagem na sacada. Aproximei-me dele:

– Distraído com o mar e o céu?

Depois de um pequeno susto, respondeu:

– Sim. Estava te esperando.

– Hoje foi divertido! – falei parando ao lado dele.

– Foi sim! Fiquei até um pouco cansado.

– Eu também. Vamos dormir?

– Vamos! Mas antes... – me puxou e me beijou

Continuamos até cair na cama. Ele estava meio com pressa, pelo que eu percebi. Pediu para eu mesma tirar minha roupa e ele tirou a dele. E bem, foi um pouco rápido demais. Só cinco minutos, no máximo. No final, quando Makoto se ajeitou na outra metade da cama, me senti estranha, talvez vazia. Não de uma forma depressiva. E só aquela sensação de ser usada e posta de lado, o que me acomete muito. Fiquei olhando para o teto, quieta.

– Kazuko, o que foi?

– Nada! Só...

– Foi rápido demais? – ele me interrompeu e eu assenti – Desculpe! É que te ver dançando hoje me fez lembrar de uma coisa.

Ele mudou o tom no final da frase e mudou a fala.

– Porque você me comprou! – afirmei – Não precisa disfarçar, eu sou a escrava no final de tudo. É isso mesmo que eu sou. Essa fantasia que inventou é só algo para tentar me agradar e me fazer esquecer, talvez até descarregar um pouco a sua consciência. Mas estamos mentindo, não para os outros, mas para nós mesmos.

Ele ficou mudo. Era a forma dele de concordar. Então, soltei:

– Vou à varanda para tomar um ar."

Realmente fiquei sem reação, foi um tapa na cara. Tem momentos em que ela joga as coisas dessa forma. E é quando menos esperamos. Sempre!

Fiquei um tempo deitado na cama, matutando aquilo que ela dissera. Logo, decidi ir lá para fora com ela.

"Um pouco depois, Makoto me abraçou por trás e apoiou o queixo no meu ombro. Eu ia falar, mas ouvi antes:

– Se você quer ser minha escrava, será a minha escrava.

– Eu já sou, Makoto. – retruquei.

– Estou falando agora e aqui. Vamos acabar com essa nossa fantasia maluca, ou melhor, minha fantasia maluca.

– Pelo menos mantenha até o final da viagem. Foi a sua ordem.

– Estou retirando-a agora, Kazuko. – com tom de autoridade"

Essa foi uma das poucas vezes que nos comportamos como dono e escrava mesmo.

"Virei-me para ele.

– Por favor, não faça isso. Bem ou mal, eu estou me divertindo.

– Agora está se divertindo? Não pareceu quando falou lá no quarto.

Ele resolveu ser o meu dono justo logo? Deve ter ficado puto pelo que eu disse. Resolvi ser sincera:

– Eu só não me diverti... Ainda agora.

– Quer dizer que o sexo foi ruim?

– Não. Só foi rápido. – a última palavra saiu mais aguda do que esperava.

– Culpa sua. – Makoto mudou sua feição, sorrindo – Me deixou com vontade!

– Até parece que fiz de propósito.

– E fez! Ficou me chamando para perto e ainda se assanhou nas minhas pernas. Não tinha como!

– Mas... Fazia parte da dança.

– Não! Fazia parte da sua sedução, provavelmente uma dança de acasalamento. – fiz careta – Eu vou te dar o que quer!

Pegou-me pela cintura e me beijou com vontade. Arrastou-me para o quarto de novo e tirou a única peça que vestira de novo: a calcinha. Ele acariciou, apertou, lambeu e mordiscou meus seios, alternando entre um e outro. Depois vieram dois dedos lá embaixo, que brincaram um pouco comigo. E eu fui surpreendida, outra vez, pela língua de Makoto passando pelo meu clitóris. Lambia, mordia e chupava aqui e ali. Mas ela não permitiu que eu fosse ao ápice.

– Não vai gozar sozinha, amor.

Amor? Amor?! Isso está indo longe demais!

Penetrou com uma facilidade e fez os movimentos de vai-vem habituais. Depois de alguns minutos, parou e me chamou:

– Será que podemos fazer de outro jeito?

– E qual seria?

Ajeitou-me, me fazendo ficar igual a um cachorro, ou como dizem: de quarto. E continuou dali. E eu gemi mais alto em cada estocada que ele dava. E consequentemente, gozamos juntos.

– Satisfeita agora?

Eu não tinha forças para responder, o que ele entendeu como sim. Larguei-me na cama e apaguei em segundos. Só levantei para escrever aqui. Voltarei a dormir agora.

Até!"

Fechei o diário, desliguei as luzes e também dormi rápido.

Capítulo 30

Viagem à praia

(Parte 3)

 

Fiquei muito ocupado no trabalho no dia seguinte, tive que reler muitos processos e fazer petições. Então, só pude ler o diário quando voltei para casa. Kazuko se prontificou em ajudar Keiko a terminar o jantar e Takumi brincava sentado no tapete da sala. Em alguns momentos, engatinhava para pegar o brinquedo que ele jogava para trás.

Não pude evitar de rir. Era algo engraçado e muito fofo!

Estava alternando minha visão entre as linhas do diário e Takumi, me sentindo um camaleão.

E comecei a ler a última anotação da viagem.

"Querido diário,

Acabamos de chegar da viagem, a volta foi tão longa quanto a ida. E na véspera dessa volta, cheguei muito cansada e dormi profundamente.

Makoto resolveu ser o meu marido no último dia que passamos lá. Acordei com o café da manhã na cama e com ele me chamando carinhosamente. Eu resmunguei um bom dia.

– E café na cama? – completei.

– Você merece, querida.

Fiz careta.

– Só não me chame assim, por favor.

– Mas esses vocativos também fazem parte.

– Eu não gosto deles.

– Como quer que te chame então?

– Kazuko! Eu te chamarei pelo nome também.

– Ok! – sorriu – Agora vamos comer logo que eu tô com fome.

Comemos e ficamos em casa pela manhã. Conversando e acabou rolando uns amassos também. Houve um momento em que ficou sentado e encostado na cabeceira da cama, comigo em cima dele. Estávamos vestidos tá? Fiquei impressionada, porque, normalmente, até esta altura já era para termos transado. Não que eu não quisesse, mas é que normalmente é assim.

Ele soprou minha franja, o que me fez sentir cócegas. Depois colocou-a para o lado e sorriu para mim. Isso era realmente um comportamento de casal, porque eu sorri em resposta. Em seguida, ele me jogou na cama e continuamos. E ocorreu o que queríamos.

Fizemos o almoço juntos e comemos. Durante a tarde, fomos mais uma vez à praia. Só que em vez de ficarmos sentados, resolvemos caminhar com os pés na água e de mãos dadas. Vimos muitas pessoas, crianças correndo, fazendo castelos de areia e catando conchas. E me permiti fazer isto também, era uma mais linda que a outra. Só restou a Makoto rir.

– Quando eu era pequeno fazia isto também – falou – E levava para casa.

– Ou seja, você está me chamando de infantil. – ironizei

– Não. – se abaixou ao meu lado – Só me lembra minha infância. – pegou uma – Aqui, guarde essa.

Continuamos andando e as conchas iam para a bolsa que carregava, com um lanche. Ele me disse que iríamos a outro lugar. Chegamos à "ponta" da praia, onde era uma colina, subimos por uma trilha feita pela passagem de outras pessoas por ali. Não andamos muito até a descida começar e no final havia outra praia, vazia. Ela era muito mais bonita do que a estávamos antes. Bem menor, sendo circundada por algumas colinas em volta dela. Era um trecho de areia que se juntava com o mar na ponta.

Chegamos e adorei ver as ondas batendo na praia. Sentamos e logo fomos dar um mergulho. Eu me senti bem mais à vontade por estarmos apenas nós dois.

– Gostou daqui? – Makoto indagou.

– Sim! – sorri – Vamos ficar até...

– O pôr-do-Sol. – completou – Ele é lindo aqui!

– Mas como iremos embora? Ficará escuro.

– Tem uma saída por ali quando a maré abaixa. – apontou para um dos lados, que dava na praia de onde viemos.

Alternamos entre a areia e a água, beliscando a comida que trouxemos. Então, Makoto me roubou um beijo, deitando-me sob a toalha estendida. Sim, era um outro sinal.

– Aqui? – soltei

– É! – ia falar "alguém pode ver", mas ele me interrompeu – Não vem ninguém aqui, ainda mais essa hora.

Não tive como retrucar. A parte de baixo do meu biquíni foi tirada. Foi um pouco rápido, mas adrenalina e tensão de ser pega deixara diferente e eletrizante. Makoto acabou jogado em cima do meu corpo e arfando de novo. E me esmagando com o peso dele.

– Pode sair de cima de mim?

– Abre um espaço então. – reclamou

Ajeitou-se na toalha que era grande o suficiente para os dois. Soltou em seguida:

– Desculpe por isso, Kazuko.

– Por que pede desculpa por realizar outra fantasia sua?

– Eu fico com peso na consciência depois que faço.

– Ei! Eu estou aqui para isso ou não? Lembra da promessa do casamento?

Ele assentiu e mandou eu me vestir.

– Mas tire a parte de cima. - terminou colocando a bermuda e desamarrando o meu biquíni

Eu mal tinha me acostumado a usar duas peças e agora tinha que usar apenas uma. E não é algo confortável quando seus seios ficam sacudindo fora de controle. E sim, ele fez eu ir na água depois disso. Bem ou mal, foi divertido.

E o Sol resolveu encontrar com as águas e começar a dar lugar as estrelas e a Lua. Makoto e eu sentamos para assistir. Não pude deixar de me lembrar em que situação estávamos quando vimos o Sol se pôr da última vez.

– Da última vez que fizemos isso, estava grávida ainda.

– Sim. – concordou, me abraçando – Eu sei que fica se culpando pelo que aconteceu, só que acho que não era para ser, Kazuko. Eu fico imaginando como ficariam as coisas entre nós depois que o bebê nascesse.

– Mesmo assim, você não entende o que eu passei quando perdi. Sei que era um filho que não queria, mas era meu.

– Nosso, Kazuko. – me corrigiu – Nunca farei ideia disso, mas estarei aqui, para o que precisar."

E eu mantenho esta minha palavra até hoje. Estou sempre junto dela, em tudo o que precisa. Somos companheiros um do outro.

"Sorri, agradecendo. E não conversamos mais até retornarmos à casa onde nos hospedamos.

– Gostou do passeio?

– Sim, Makoto. Mesmo ficando seminua numa praia deserta.

Rimos. Ficou silêncio e nos olhamos. Atracamo-nos em um beijo, que acabou nos levando até o sofá. E foi ali mesmo. Quando acabou, ficamos largados, nus, tentando recuperar o fôlego. Demorou um pouco para tal. Comemos algo, tomamos banho e fomos dormir.

– Sabe que voltamos amanhã, né? – Makoto perguntou

– É amanhã, já? Perdi a noção do tempo.

– É bom viajar, né?

– Sim! Eu queria ficar mais tempo.

– Eu também. Mas meu pai alugou a casa pra amanhã. Podíamos até ficar, mas eu quis que nessa viagem fosse apenas nós dois. Alias, o aniversário dele está chegando.

– E fomos convidados.

– Intimados, na verdade. Família é assim!

Eu ri. Assim, nos viramos e dormimos.

Acordei com a luz me perturbando e Makoto despertou quase que ao mesmo tempo praticamente. Tomamos um café rápido e saímos. Ele colocou música e passamos a volta cantando no carro. Pelo menos, até chegarmos aos limites de Ioma.

O carro ficou quieto e uma inquietação se instaurou em mim. Senti que a "fantasia" estava chegando ao fim. Eu ia me divorciar de Makoto e voltaria a ser a Kazuko escrava.

Finalmente chegamos e subimos com as malas para o apartamento. Ele abriu a porta e disse:

– Viajar é bom, mas pisar em casa é melhor ainda.

Eu não consegui conter a breve e grande chateação e logo ele notou, simplesmente por dirigir o olhar para mim.

– Que foi?

– Agora tudo volta ao normal, não é?

– O que está querendo dizer?

Levantei a mão esquerda, mostrando a aliança que ele colocara no meu dedo anelar dias atrás.

– Podemos prolongar isso mais um pouquinho. Até amanhã!

– Não é esse o problema.

– E qual o problema então?

– Tudo. Tudo é o problema."

Eu entendi imediatamente o que ela quis dizer. Mas não poderia resolver imediatamente.

"– Sabe que não posso fazer nada quanto a isso.

– Eu sei. E você também não o quer. – falei tentando conter as lágrimas que insistiram em vir e não conseguia segurar

Makoto não respondeu. Secou meu rosto e pegou na minha mão. Deu-me um beijo calmo. Levou-me para o quarto em seguida.

E aconteceu igual na primeira noite da viagem. Sem pressa, sem conversa e sem aquela de dono e escrava. Era só o Makoto e a Kazuko.

Tomamos banho juntos e comemos depois. Então, vim para o quarto para poder escrever. Pelo menos, tenho esses momentos de privacidade, porque ele me dá. Sabe que preciso disso.

E nós já nos "divorciamos", as alianças estão guardados no escritório.

Agora voltarei a fazer companhia a Makoto na sala.

Até!"

Fechei o diário e fui acudir Takumi, que por muito pouco não bateu com a cabeça na mesinha de centro. Emendei isso com uma brincadeira e vi o seu sorriso e ouvi sua risada.

Fiquei cuidando dele até a hora do jantar.