Amor & gelato

Jenna Evans Welch · Capítulo 30 de 32

Páginas do PDF

Amor & gelato

Agradecimentos

Ele se aproximou de mim.

— Ei, o que foi? Você está chorando?

Balancei a cabeça, abrindo os olhos devagar e sorrindo para ele.

— Não, não é nada.

Mas era alguma coisa. Eu não queria estragar o momento explicando a Ren, mas de repente eu via aquele momento de fora e não queria que ele nunca, jamais (jamais) terminasse. Eu sujara meu rosto de Nutella, e meu primeiro amor verdadeiro estava deitado ao meu lado, e a qualquer minuto as estrelas desapareceriam para dar lugar a um novo dia, e pela primeira vez em muito tempo, eu mal podia esperar para ver o que esse dia traria.

E aquilo era importante.

Agradecimentos

Antes de Amor & gelato, eu tinha apenas uma vaga noção de quantas pessoas são necessárias para fazer um livro. No fim das contas, é muita gente. Montes.

Pilhas. Bandos. Então aqui está minha melhor tentativa de representar esse número.

Meu primeiro agradecimento tem que ir para meus pais, e em especial para minha mãe, Keri DiSera Evans, por me dar a Itália. Aqueles dois anos ampliaram meu mundo enormemente e foram pura magia. Obrigada por nunca se conformar com o status quo. Você é minha heroína.

Obrigada a meu pai inspirador, Richard Paul Evans, que não apenas me levou ao abismo da carreira literária, como também me empurrou lá de cima. Só posso sonhar em escrever tantos livros ou tocar tantas vidas quanto você. Obrigada por não me deixar desistir. (Obrigada, obrigada, obrigada.) Estou fazendo de tudo para recompensá-lo com netos superengraçados.

Um obrigada especial a você, meu filho, Samuel Lawrence Welch. Recebi a notícia de que Amor & gelato seria um livro de verdade poucos minutos depois de você soprar a velinha do seu primeiro bolo de aniversário, e ainda não consigo acreditar que tenho a oportunidade de viver meus dois sonhos ao mesmo tempo. Obrigada por fazer com que eu arranjasse tempo para brincar de carrinho e ler livros bobos. E você está certo: lápis deveriam ser usados para desenhar trenzinhos, não para escrever finais. Eles podem esperar. (Agora, para o Sam adulto: você precisava de um sinal de que pode realizar seu maior e mais assustador sonho? Este é seu sinal. Vá em frente, Sammy Bean.) Obrigada a minha eterna amiga/parente/fada madrinha Laurie Liss. Eu tive muita sorte de ter você na minha vida e me sinto ainda mais sortuda por tê-la como agente. Eu simplesmente não poderia amá-la mais do que já amo.

Obrigada por acreditar em mim.

Obrigada, obrigada a todo mundo da Simon Pulse, e em especial a minhas brilhantes editoras Fiona Simpson e Nicole Ellul. Esta história não teria acontecido sem vocês. Obrigada por se animarem com Lina e Ren e me mostrarem o que estava e o que não estava dando certo (do jeito mais delicado possível) e por me ajudarem a encontrar minha voz. Sinceramente, não tenho como agradecer por me ajudarem a escrever um livro que amo. Então apenas obrigada.

Obrigada aos meus amigos da Escola Americana Internacional de Florença,

em particular a Ioiana Luncheon, a garota de carne e osso que foi criada no cemitério americano de Florença. Obviamente pensei muito em você e nas suas corridas pelo cemitério ao longo dos anos. Obrigada pela ajuda com as traduções e a verificação dos fatos. Você foi maravilhosa. (E também peço desculpas ao atual administrador do cemitério americano de Florença. Fiquei um pouquinho empolgada demais com minha visita e não tive a intenção de causar problemas nem atrapalhar o jantar da sua família. Toda vez que penso nisso, sinto vontade de morrer.)

Um agradecimento de coração ao garoto de quatorze anos que me chamou para sair enquanto eu estava trabalhando no livro na Millcreek Library. Eu estava com dificuldade para escrever naquele dia e você mudou tudo. Além do mais, perdoo você por gritar “Ela é VEEELHA!” para seus amigos. Tenho certeza de que você não fez por mal.

Deixei o melhor para o final, obrigada a você, David Thomas Welch, meu marido. Você é extremamente talentoso, gentil e forte e me apoiou muito.

Obrigada por acreditar que eu ia conseguir mesmo quando eu não acreditava.

Obrigada por todo o peso extra que carregou para me permitir realizar meu sonho. Obrigada por escutar todas as direções malucas que a história poderia ter tomado e por permitir que Lina e Ren morassem na nossa casa como se fossem pessoas de verdade. (E eles são, não é?) Mas, sobretudo, obrigada por me escolher. Em dezembro faz treze anos que sentei no seu carro e criei coragem para dizer: “Humm, oi. Você quer ficar mais um pouco?” Fico muito feliz por você ter aceitado.