Gatilhos Mentais
15 – Empatia
mentais) para vê-la, ele traz uma explicação de 18 minutos sobre o
tema, e
completa perfeitamente esse gatilho.
15 – EMPATIA
Sempre recebo perguntas sobre “qual o melhor gatilho para vender para o meu público”, “qual gatilho para vender esse produto” .
Você já entendeu que não é uma questão de qual o “melhor gatilho”.
Falo desde o começo que o que importa é a sua estratégia de negócios e a estrutura da sua comunicação como um todo.
Se há um gatilho que realmente aumenta a sua probabilidade, a sua chance de ter vendas, é o gatilho mental da Empatia.
Sabe aquelas pessoas que você encontra na rua, no trabalho, ou mesmo na sua escola ou faculdade e “o santo não bate”?
Ou você vê uma pessoa na televisão e você gosta mais dela, ou você desgosta de determinado ator ou apresentador…
Porque essa conexão, esse “santo”, está ligado à sua empatia com ela.
Na prática o que isso significa?
Quando você desenvolve empatia com o seu cliente, quando ele passa a gostar de você, de como você fala, como você se comporta, e mesmo como você se posiciona, as suas chances de vender aumentam.
Por isso você precisa ser coerente e consistente na sua comunicação. Com isso as pessoas realmente entendem o valor da sua mensagem e da sua missão.
Quanto mais você se mostrar autêntico na sua abordagem, no seu trabalho, na sua comunicação, mais empatia você tende a desenvolver.
Mas como você desenvolve empatia?
Primeiro de uma forma inconsciente, dentro de você. Você precisa, antes de tudo, ter um desejo sincero de ajudar o seu cliente.
E você não precisa falar isso abertamente, mas se você tem essa convicção dentro de você, naturalmente agirá em benefício dele, e ele vai sentir isso.
É um movimento inconsciente, mas que faz muita diferença.
Você pode “aplicar” empatia em seu próprio atendimento pessoal.
Quando nós vamos em uma loja e vemos um vendedor carrancudo, de cara fechada, existe uma tendência de nós não gostarmos dele.
Uma atitude corporal positiva, falar com uma voz suave, com um sorriso no rosto, e mesmo atender um telefone ou responder um e-mail com um sorriso, também gera esse movimento inconsciente de conexão.
Perceba como mesmo se o seu cliente não está em contato direto com você, ele sente o seu desejo sincero de ajudá-lo.
Por isso os gatilhos mentais são inconscientes, são atalhos. As pessoas percebem e agem em níveis inconscientes de ação e reação.
Outra forma que você tem de desenvolver empatia ao longo da sua comunicação, é você cumprimentar o seu cliente.
Por exemplo, nos meus e-mails sempre faço o cumprimento “Caro Amigo”, ou “Cara Amiga”, e finalizo com “À Sua Riqueza e Felicidade”.
Novamente, são pequenos detalhes sutis, mas que aumentam a conexão emocional. Porque tudo isso é a tradução do meu Grande Porque.
É a minha coerência na minha comunicação.
Você também precisa colocar esses pequenos detalhes na comunicação que você cria para a sua empresa.
Se você usa vídeos, você pode gravar com um sorriso. Lembre-se que você está falando com uma pessoa, há um ser humano vendo o seu vídeo.
E se você mostra o seu rosto em fotos, procure mostrar o seu rosto sorrindo porque o sorriso é uma linguagem universal.
Quanto mais elas sorriem, mais relaxadas ficam.
Se você consegue transmitir essa sensação para o seu cliente, novamente as vendas acontecem.
Alguns copywriters dizem que você não pode fazer o seu cliente sorrir enquanto está vendendo.
Eu concordo em partes.
Você não precisa fazer o seu cliente dar risada, gargalhada (isso que diminui vendas).
Você precisa transmitir uma sensação de realização, de conforto, para dar suporte à decisão que seu cliente acabou de tomar ao comprar o seu produto ou serviço.
Se você transmite essa sensação de conforto, o seu cliente tende a comprar mais de você.
E novamente, não é para fazer seu cliente rir, é para fazê-lo se sentir confortável e confiante que você é a pessoa que vai entregar o que ele precisa e vai transformar a vida dele.