Gatilhos Mentais

Gustavo Ferreira · Capítulo 18 de 36

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Gatilhos Mentais

15 – Empatia

mentais) para vê-la, ele traz uma explicação de 18 minutos sobre o

tema, e

completa perfeitamente esse gatilho.

15 – EMPATIA

Sempre recebo perguntas sobre “qual o melhor gatilho para vender para o meu público”, “qual gatilho para vender esse produto” .

Você já entendeu que não é uma questão de qual o “melhor gatilho”.

Falo desde o começo que o que importa é a sua estratégia de negócios e a estrutura da sua comunicação como um todo.

Se há um gatilho que realmente aumenta a sua probabilidade, a sua chance de ter vendas, é o gatilho mental da Empatia.

Sabe aquelas pessoas que você encontra na rua, no trabalho, ou mesmo na sua escola ou faculdade e “o santo não bate”?

Ou você vê uma pessoa na televisão e você gosta mais dela, ou você desgosta de determinado ator ou apresentador…

Porque essa conexão, esse “santo”, está ligado à sua empatia com ela.

Na prática o que isso significa?

Quando você desenvolve empatia com o seu cliente, quando ele passa a gostar de você, de como você fala, como você se comporta, e mesmo como você se posiciona, as suas chances de vender aumentam.

Por isso você precisa ser coerente e consistente na sua comunicação. Com isso as pessoas realmente entendem o valor da sua mensagem e da sua missão.

Quanto mais você se mostrar autêntico na sua abordagem, no seu trabalho, na sua comunicação, mais empatia você tende a desenvolver.

Mas como você desenvolve empatia?

Primeiro de uma forma inconsciente, dentro de você. Você precisa, antes de tudo, ter um desejo sincero de ajudar o seu cliente.

E você não precisa falar isso abertamente, mas se você tem essa convicção dentro de você, naturalmente agirá em benefício dele, e ele vai sentir isso.

É um movimento inconsciente, mas que faz muita diferença.

Você pode “aplicar” empatia em seu próprio atendimento pessoal.

Quando nós vamos em uma loja e vemos um vendedor carrancudo, de cara fechada, existe uma tendência de nós não gostarmos dele.

Uma atitude corporal positiva, falar com uma voz suave, com um sorriso no rosto, e mesmo atender um telefone ou responder um e-mail com um sorriso, também gera esse movimento inconsciente de conexão.

Perceba como mesmo se o seu cliente não está em contato direto com você, ele sente o seu desejo sincero de ajudá-lo.

Por isso os gatilhos mentais são inconscientes, são atalhos. As pessoas percebem e agem em níveis inconscientes de ação e reação.

Outra forma que você tem de desenvolver empatia ao longo da sua comunicação, é você cumprimentar o seu cliente.

Por exemplo, nos meus e-mails sempre faço o cumprimento “Caro Amigo”, ou “Cara Amiga”, e finalizo com “À Sua Riqueza e Felicidade”.

Novamente, são pequenos detalhes sutis, mas que aumentam a conexão emocional. Porque tudo isso é a tradução do meu Grande Porque.

É a minha coerência na minha comunicação.

Você também precisa colocar esses pequenos detalhes na comunicação que você cria para a sua empresa.

Se você usa vídeos, você pode gravar com um sorriso. Lembre-se que você está falando com uma pessoa, há um ser humano vendo o seu vídeo.

E se você mostra o seu rosto em fotos, procure mostrar o seu rosto sorrindo porque o sorriso é uma linguagem universal.

Quanto mais elas sorriem, mais relaxadas ficam.

Se você consegue transmitir essa sensação para o seu cliente, novamente as vendas acontecem.

Alguns copywriters dizem que você não pode fazer o seu cliente sorrir enquanto está vendendo.

Eu concordo em partes.

Você não precisa fazer o seu cliente dar risada, gargalhada (isso que diminui vendas).

Você precisa transmitir uma sensação de realização, de conforto, para dar suporte à decisão que seu cliente acabou de tomar ao comprar o seu produto ou serviço.

Se você transmite essa sensação de conforto, o seu cliente tende a comprar mais de você.

E novamente, não é para fazer seu cliente rir, é para fazê-lo se sentir confortável e confiante que você é a pessoa que vai entregar o que ele precisa e vai transformar a vida dele.