Gatilhos Mentais
27 – Se… Então
“Você tem essa vida agora à sua disposição, está aqui na sua frente.
Você só conseguiu isso porque tomou a decisão correta agora. Você não precisa mais ficar preso num trabalho que você não gosta. Qual o custo de você continuar a sua vida como está agora?
Você sabe qual é a melhor decisão. E você sabe que já tomou essa decisão, e você está pronto para dar esse passo agora.”
Uma comunicação com esse sentido, com esse tom, cria um contraste emocional da vida atual com a vida futura.
Quando você faz o seu cliente imaginar o futuro, você cria uma vontade muito grande para que seu cliente queira ter essa vida que ele acabou de imaginar.
É como ativar a escassez, o medo da perda.
Lembre-se: o cérebro não sabe a diferença entre a imaginação, uma memória e um fato real.
Por isso, se você trabalha junto desse future pace, imaginar o futuro, o contraste da vida atual…
Você tende novamente a conseguir fazer o movimento de “cutucar a dor e buscar o prazer” no momento que é mais importante: no momento da venda, que é justamente no final da sua mensagem.
27 – SE… ENTÃO
Agora continuando com os gatilhos da lógica.
Existe uma estrutura muito poderosa que você pode usar na sua comunicação que é a do “Se… Então…”
Essa estrutura é muito simples.
Entenda o seguinte: se você usar essa técnica, você convencerá seu cliente.
Escrevi essa frase acima de forma proposital para você entender o efeito.
Faz parte do nosso cérebro lidar com hipóteses e possibilidades.
Quando nós apresentamos essa estrutura do “se” (se “tal” possibilidade é verdade)… então “isso” é uma consequência.
Por mais que nós tentemos lutar contra isso, é uma estrutura inata dentro do nosso cérebro.
Se você usar essa frase várias vezes, você vai criar argumentos lógicos para manter a conexão com seu cliente e ajudar a justificar a escolha que ele acabou de tomar. (veja como usei novamente a estrutura)
Essa construção de frase é poderosa e é tão simples quanto isso.
Gosto de usar essa estrutura do “Se… Então…” na abertura das minhas cartas de vendas, por exemplo:
“Se você quer saber como criar uma comunicação altamente persuasiva, continue vendo atentamente essa mensagem.”
Veja como ocultei a palavra “então”.
Porque essa estrutura é tão poderosa, tão inerente dentro de nós, que você pode omiti-la sem problemas.
Em cartas e vídeos de vendas gosto de usar essa estrutura do “Se… Então…”
em mais 2 situações: no momento da transição da história para fazer a introdução da oferta.
Costumo dizer algo parecido com o seguinte: