Gatilhos Mentais

Gustavo Ferreira · Capítulo 30 de 36

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Gatilhos Mentais

27 – Se… Então

“Você tem essa vida agora à sua disposição, está aqui na sua frente.

Você só conseguiu isso porque tomou a decisão correta agora. Você não precisa mais ficar preso num trabalho que você não gosta. Qual o custo de você continuar a sua vida como está agora?

Você sabe qual é a melhor decisão. E você sabe que já tomou essa decisão, e você está pronto para dar esse passo agora.”

Uma comunicação com esse sentido, com esse tom, cria um contraste emocional da vida atual com a vida futura.

Quando você faz o seu cliente imaginar o futuro, você cria uma vontade muito grande para que seu cliente queira ter essa vida que ele acabou de imaginar.

É como ativar a escassez, o medo da perda.

Lembre-se: o cérebro não sabe a diferença entre a imaginação, uma memória e um fato real.

Por isso, se você trabalha junto desse future pace, imaginar o futuro, o contraste da vida atual…

Você tende novamente a conseguir fazer o movimento de “cutucar a dor e buscar o prazer” no momento que é mais importante: no momento da venda, que é justamente no final da sua mensagem.

27 – SE… ENTÃO

Agora continuando com os gatilhos da lógica.

Existe uma estrutura muito poderosa que você pode usar na sua comunicação que é a do “Se… Então…”

Essa estrutura é muito simples.

Entenda o seguinte: se você usar essa técnica, você convencerá seu cliente.

Escrevi essa frase acima de forma proposital para você entender o efeito.

Faz parte do nosso cérebro lidar com hipóteses e possibilidades.

Quando nós apresentamos essa estrutura do “se” (se “tal” possibilidade é verdade)… então “isso” é uma consequência.

Por mais que nós tentemos lutar contra isso, é uma estrutura inata dentro do nosso cérebro.

Se você usar essa frase várias vezes, você vai criar argumentos lógicos para manter a conexão com seu cliente e ajudar a justificar a escolha que ele acabou de tomar. (veja como usei novamente a estrutura)

Essa construção de frase é poderosa e é tão simples quanto isso.

Gosto de usar essa estrutura do “Se… Então…” na abertura das minhas cartas de vendas, por exemplo:

“Se você quer saber como criar uma comunicação altamente persuasiva, continue vendo atentamente essa mensagem.”

Veja como ocultei a palavra “então”.

Porque essa estrutura é tão poderosa, tão inerente dentro de nós, que você pode omiti-la sem problemas.

Em cartas e vídeos de vendas gosto de usar essa estrutura do “Se… Então…”

em mais 2 situações: no momento da transição da história para fazer a introdução da oferta.

Costumo dizer algo parecido com o seguinte: