Mussum Forévis: samba, mé e trapalhões
Filmografiazis
¡Buenas noches, Año Nuevo! (longa-metragem), direção Julián Soler, México, 1964, 112 minutos. O Trapalhão no Planalto dos Macacos (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Brasil,
06/12/1976, 86 minutos.
O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Brasil,
19/12/1977, 82 minutos.
Os Trapalhões na Guerra dos Planetas (longa-metragem), direção de Adriano Stuart, Brasil,
18/12/1978, 98 minutos.
O Rei e os Trapalhões (longa-metragem), direção de Adriano Stuart, Brasil, 13/01/1980, 126
minutos.
Os Três Mosqueteiros Trapalhões (longa-metragem), direção de Adriano Stuart, Brasil,
28/06/1980, 98 minutos.
O Incrível Monstro Trapalhão (longa-metragem), direção de Adriano Stuart, Brasil, 12/01/1981,
90 minutos.
O Mundo Mágico dos Trapalhões (longa-metragem), direção de Silvio Tendler, Brasil,
02/07/1981, 94 minutos.
Os Saltimbancos Trapalhões (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Dedé Santana e Adriano
Stuart, Brasil, 21/12/1981, 100 minutos.
Os Trapalhões na Serra Pelada (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Brasil, 16/12/1982, 80
minutos.
Os Vagabundos Trapalhões (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Brasil, 24/06/1982, 90
minutos.
Atrapalhando a Suate (longa-metragem), direção de Dedé Santana e Victor Lustosa, Brasil,
12/12/1983, 98 minutos.
A Filha dos Trapalhões (longa-metragem), direção de Dedé Santana, Brasil, 20/12/1984, 98 minutos.
Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (longa-metragem), direção de Dedé Santana e Victor Lustosa,
Brasil, 21/06/1984, 94 minutos.
Os Trapalhões no Reino da Fantasia (longa-metragem), direção de Dedé Santana, Brasil,
29/06/1985, 80 minutos.
Os Trapalhões no rabo do cometa (longa-metragem), direção de Dedé Santana, Brasil, 1985,
08/01/1986, 80 minutos.
Os Trapalhões e o Rei do Futebol (longa-metragem), direção de Carlos Manga, Brasil,
26/06/1986, 78 minutos.
Os Fantasmas Trapalhões (longa-metragem), direção de J. B. Tanko, Brasil, 18/12/1987, 95
minutos.
Os Trapalhões no Auto da Compadecida (longa-metragem), direção de Roberto Farias, Brasil,
25/06/1987, 95 minutos.
Os Heróis Trapalhões: Uma Aventura na Selva (longa-metragem), direção de José Alvarenga Jr.,
Brasil, 23/06/1988, 88 minutos.
O Casamento dos Trapalhões (longa-metragem), direção de José Alvarenga Jr., Brasil,
14/02/1988, 90 minutos e 38 segundos.
A Princesa Xuxa e os Trapalhões (longa-metragem), direção de José Alvarenga Jr., Brasil, 1989,
112 minutos.
Os Trapalhões na Terra dos Monstros (longa-metragem), direção de Flávio Migliaccio, Brasil,
1989, 90 minutos.
Uma Escola Atrapalhada (longa-metragem), direção de Antônio Rangel, Brasil, 29/06/1990, 97
minutos.
O Mistério de Robin Hood (longa-metragem), direção de José Alvarenga Jr., Brasil, 14/12/1990,
90 minutos.
Os Trapalhões e a Árvore da Juventude (longa-metragem), direção de José Alvarenga Jr. e Vicente Amorim, Brasil, 27/05/1991, 88 minutos.
Acervo pessoal
O elenco de "Samba, carnaval y mujer" grava programa de TV no México, em
1965.
Acervo pessoal
No México, Mussum começou as brincadeiras com palavras em outros
idiomas.
Acervo pessoal
"Querida mãe, a coisa até agora, graças a Deus, vai bem. Junto com o meu
pedido de sua benção, vai o desejo de que providencie uma TV. Manda brasa
que a grana tem que dar, coroa."
(Cartão-postal de Mussum para a mãe, Dona Malvina, enviado do México em
1965).
Acervo pessoal
Após shows incendiários em Acapulco, os Modernos do Samba passaram a ser
chamados de Los Siete Diablos de La Batucada.
Acervo pessoal
"Meu sonho, ou melhor, o nosso sonho: no retorno seremos três".
(Cartão-postal de Mussum para a mulher, Leny de Castro, então grávida,
enviado do México em 1965).
Acervo pessoal
"Minha preta, cheguei bem. Todos bem, graças a Deus.
Aguardo notícias depressa sobre as novidades de nosso filho."
(Cartão-postal de Mussum para a mulher, Leny de Castro, então grávida,
enviado de Porto Rico, em 1965).
Acervo pessoal
No palco da TV Globo, ao lado dos Originais do Samba, Carlinhos do Reco-Reco
foi chamado de Muçum pela primeira vez por Grande Otelo.
Acervo pessoal
Junto de Jair Rodrigues e Elza Soares, Mussum (ao fundo) participou de
shows memoráveis na TV Record.
@AirGomes/CPdoc/FuturaPress
Acervo pessoal
Preterido pelos percussionistas mais virtuosos, o recoreco de Mussum virou
diferencial para Os Originais do Samba.
Acervo pessoal
Nos bastidores do festival Midem, em Cannes, Jair Rodrigues e Os Originais do Samba posam misturados aos integrantes da banda britânica Mungo Jerry.
Acervo pessoal
Mussum faz pose nos bastidores do XII Festival de La Cancion, no Chile, em
1971.
Acervo pessoal
Na credencial do festival Midem, monsieur Antonio Carlos Bernardes Gomes
representou o Brésil.
Acervo pessoal
Em Cannes, Jair e os Originais fizeram executivos endinheirados sambar em
cima das mesas.
Acervo pessoal
"Preta, já estou por dentro do francês. Desde segunda-feira nos encontramos em Paris. Maré mansa, muito conhaque e saudades mil desse meu Brasil. Um beijão em toda a família. Se tivermos tudo certo, ainda iremos a Estocolmo,
Holanda e, finalmente, Portugal."
(Cartão-postal de Mussum para a mulher, Leny de Castro, enviado da França,
em 1971).
Acervo pessoal
"Uma linda taverna. O resto é horrível. Ninguém entende ninguém. Falam-se
todos, ouvem, mas nada de falar, fala nada. Beijos na família. Ass.: O lindão da
Europa!"
(Cartão-postal de Mussum para a mulher, Leny de Castro, enviado da
Holanda, em 1971).
Acervo pessoal
Em 03 de novembro de 1972, Mussum e Neila entrariam como noivos na
Paróquia Santo Ivo, uma discreta igreja próxima ao Parque do Ibirapuera, em
São Paulo.
Acervo pessoal
Mussum recebe o cumprimento de seu sogro, Sr. Anísio, que, no começo,
achava preocupante ver a filha casada com um sambista.
Acervo pessoal
O casamento entre Neila e Caco, como Mussum era chamado pela família da
esposa, duraria 23 anos.
Acervo pessoal
Junto de Jair Rodrigues e Clara Nunes, então namorada do cantor, Os Originais do Samba rodaram com sucesso o Brasil e a América Latina.
Acervo pessoal
O cuidado com figurino e coreografias tornou -se marca registrada dos
Originais e ajudou o grupo a fazer sucesso na televisão.
©Paulo Salomão/Acervo Abril Comunicação SA
Da esquerda para a direita: Bidi, Rubão, Lelei, Mussum, Chiquinho e Bigode. Com esta formação, Os Originais do Samba gravaram seus maiores sucessos
Acervo pessoal
Mussum visita Alexandro, seu terceiro filho, nascido em agosto de 1976.
© Adir Meira/Agência O Globo
Em 1974, na TV Tupi, "Os Trapalhões" transformam-se em fenômeno
nacional.
Acervo pessoal
Em cena, no filme "O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão", de 1977.
© J. Ferreira da Silva/Acervo Abril
Em sátiras musicais, Os Trapalhões esculhambaram três décadas de MPB.
Acervo pessoal
O então senador José Sarney faz homenagem ao quarteto em Brasília.
© Adir Meira/Agência O Globo
No carnaval do Rio, ao lado de Neila, Mussum ostenta seu bigode de férias.
© Carlos Chicarino/Agência Estado
O quarteto de palhaços filma em Serra Pelada, em 1980, no meio dos 30 mil
garimpeiros que tentavam a sorte em uma cava de 50 quilômetros
quadrados nas profundezas do estado do Pará.
© Ricardo Chaves/Acervo Abril Comunicação SA
Em cena como o homem-tonel de "Os Trapalhões e o Mágico de Oroz".
© Tadashi Nakagami/Folhapress
Mussum, Maluf e Chocolate em evento da corrida presidencial de 1984.
© Agência O Globo
Durante a separação, Mussum, Dedé e Zacarias lançam "Atrapalhando a
Suate".
Acervo pessoal
A trupe dos trapalhões posa ao lado de Zico, amigo e ídolo de Mussum.
© Raimundo Neto/Agência O Globo
Momento descontraído nas gravações de "Os Heróis Trapalhões", de 1988.
Acervo pessoal
A partir da segunda metade dos anos 1980, Mussum intensificou sua
participação em trabalhos sociais, atuando na escola de samba para jovens
Mangueira do Amanhã.
© Leonardo Aversa/Agência O Globo
Participando de uma campanha nacional contra as cáries, do Ministério da
Saúde.
© Luiz Carlos Leite/Folhapress
Apesar da morte de Zacarias, os trapalhões decidem continuar a rotina de
shows e gravações como trio.
Acervo pessoal
Acervo pessoal
Mussum costumava passar seus momentos de descanso passeando de lancha
pelo arquipélago de Angra dos Reis (RJ) ao lado de familiares e amigos, como
Renato Aragão.
© Paulo Rubens Fonseca/Agência O Globo
Com o quadro "Vila Vintém", de 1992, a Globo tentou reformular "Os
Trapalhões".
Acervo Pessoal
© Jorge Cysne/Acervo Abril Comunicação SA
"Querido Mussum, estive aqui neste hospital para fazer uns exames. Sei que você não pode receber visitas, então, deixei este bilhete para que você saiba que estou torcendo por você. Espero que você melhore logo, para continuar
fazendo suas trapalhadas, com carinho".
(Recado deixado no quarto do Mussum
no hospital Beneficência Portuguesa,
pela menina Thalita Morel, de 7 anos.)
JÚLIO CESAR
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juliocwmaciel@gmail.com
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Juliano Barreto