A história de Eva: Como a meia-irmã de Anne Frank sobreviveu ao Holocausto

Encarte

Esquerda: Eu no colo de Mutti e m eu irm ão, Heinz, em Viena, em 1930

Direita: Pappy com vinte anos

A casa em Viena onde vivem os até 1935

Pappy e Mutti pouco após se conhecerem , em 1920.

Meu pai está com 18 anos e m inha m ãe, com 15

Heinz, Mutti e eu com roupas tirolesas, no Tirol, em 1935

Com Heinz e Mutti, num lago austríaco, em 1933

Na praia na Bélgica, em 1939: (esquerda) Pappy e Mutti; (direita) Heinz, Mutti e

eu

Na praia na Bélgica, em 1939: eu, Heinz e um a am iga refugiada

Jacky e eu em Bruxelas, vestidos com o príncipe e princesa

Em Bruxelas, em 1939: Kitty (outra am iga refugiada), Heinz, Jacky e eu

 

No j ardim da pensão em Bruxelas: (esquerda) sozinha; (direita) com Heinz.

Heinz e eu em Bruxelas

Esquerda: Heinz tocando violão em frente ao nosso apartam ento, em 1941

Direita: Um a foto m inha tirada na escola, em 1940

A Merwedeplein, em Am sterdã. Vivíam os no lado esquerdo, os Franks viviam no

direito

Heinz, Mutti e eu em Am sterdã, no verão de 1940

Na m inha bicicleta, na Merwedeplein, com a am iga Jenny, em 1941

 

O passaporte de Pappy. Em 1940, o passaporte do m eu pai teve que ser trocado

por um alem ão. Hom ens j udeus tiveram o nom e “Israel” acrescentado a seus

nom es e as j udias, o nom e “Sara”

Um retrato de Mutti pintado por Pappy enquanto estava na clandestinidade.

Um a das m uitas pinturas feitas na clandestinidade por Heinz. Ela m ostra o próprio Heinz estudando num quarto im aginário. Pappy escondeu todas as pinturas em baixo do assoalho do quarto deles e, após a guerra, Mutti e eu

conseguim os recuperá-las

Um a natureza-m orta que eu pintei sob orientação da Sra. Reitsm a, em 1948

A am iga Franzi (com a m ala na m ão), que conheci num a prisão holandesa e que

foi m inha com panheira em Birkenau. Essa foto dela foi tirada em 1942, com o

irm ão (esquerda) e a irm ã (direita), am bos m ortos nos cam pos, um am igo

(direita) – Herm an Pos, que m ais tarde se tornaria um renom ado violinista – e

duas sobrinhas que sobreviveram à guerra na clandestinidade

Com a Sra. De Bruin, num a visita a Pappy e Heinz, em 1943

A linha do trem para Birkenau

Na ram pa: ao chegar, hom ens e m ulheres eram separados e, então, divididos em

duas colunas (abaixo), um a destinada ao cam po e a outra às câm aras de gás

Vista aérea de um a parte do cam po

Dentro de um barracão em Birkenau

Um a pilha de óculos no cam po de triagem conhecido com o "Canadá", onde eu

trabalhei no verão de 1944

A cerca eletrificada em Auschwitz

Um dos portões do principal cam po de Auschwitz

A m ochila costurada por Mutti para carregar nossos pertences no regresso da

Rússia para Am sterdã

A cam isa m ilitar russa dada a nós em Odessa pelo Exército Verm elho

Esta sou eu provando-a em 1988

Franzi após a guerra, em 1950

Minni – eu tirei esta foto quando ela nos visitou na Holanda, em 1950

No Prinsengracht, em 1950, durante o intervalo para alm oço enquanto eu

 

trabalhava num estúdio fotográfico nas proxim idades

Meu casam ento, em Am sterdã, em 1952: (esquerda para direita) Mutti, Otto

Frank, eu, m eu m arido Zvi, a m ãe de Zvi e m inha avó, Helen

Com Zvi, na nossa prim eira casa, em Cricklewood, noroeste de Londres, em

1954

Em 1962, na varanda da casa dos Franks em Basle, onde Mutti viveu – Mutti,

vovó e eu com m inhas três filhas, a bebê Sy lvia, Jacky (centro) e Caroline

O casam ento de Mutti e Otto, em Am sterdã, em 1953

Mutti e Otto, em 1961

Na praia na Cornualha: Caroline, Jacky, Otto, Mutti e Sy lvia

Mutti e Minni (esquerda), em Israel, em 1970

O m em orial para m em bros da Congregação Judaica Liberal de Am sterdã que

foram vítim as do Holocausto.

O m em orial fica no cem itério j udaico, fora da cidade. Os nom es estão inscritos

em am bos os lados

Um detalhe do m em orial, m ostrando os nom es de Pappy e Heinz e da fam ília

Frank

Um detalhe do m em orial, m ostrando os nom es de Pappy e Heinz e da fam ília

Frank