Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 10 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

Cristianismo

Assim com o os com unistas, líderes e ativistas islâm icos radicais espalhados por todo o planeta contam (ao m enos por enquanto) com o dinheiro fácil dos banqueiros globalistas. Acredito – e espero – que este trabalho aj ude a explicar as razões destas “parcerias”.

Basta um pouco de análise para perceber que alguns fatores dificultam a im plantação de qualquer um a das três estratégias e, portanto, sua destruição está na ordem do dia dos m egalom aníacos das três frentes:

Cristianismo

A RELIGIÃO QUE CONDENOU A ESCRAVIDÃO e defende a igualdade entre todos os hom ens im pede que algum líder sej a idolatrado. Nesta sim ples sentença reside toda um a resistência a qualquer form a de governo m undial pretendida pelas forças que hoj e disputam a hegem onia m undial.

Um a das poucas certezas que tenho sobre a Nova Ordem Mundial é que a destruição do cristianism o é o ponto central de todo o plano, é a verdadeira questão que deve ser com preendida e com batida. A perspectiva, a m otivação e os m étodos da Nova Ordem Mundial são absolutam ente anticristãos.

Soberanias nacionais

COM A EUROPA DOMADA PELA UNIÃO EUROPÉIA, e a Am érica Latina cam inhando para o m esm o ideal de “com unidade”, restam apenas duas soberanias relevantes que ainda resistem (até quando?) aos encantos do governo global: Israel e EUA.

Sej am com unistas, islâm icos ou bilionários, para im plantar seus planos, não basta o poder sobre as instituições da nossa sociedade, é necessário destruir as instituições e o que estas sim bolizam , é preciso inverter os valores e rebaixar a capacidade racional da m aioria, corrom pê-la com esm olas e desm oralizá-la com vulgaridades. Só com um a civilização destruída se pode im plantar outra. O próprio David Rockefeller diz que a Nova Ordem vai em ergir do caos. Pior: diz ele ainda que para a população aceitar a Nova Ordem Mundial, falta apenas a crise certa.

O obj etivo não declarado é a destruição da sociedade ocidental em que vivem os, baseada nos valores, crenças e costum es, que form aram nossas personalidades. Com todos os seus defeitos, a civilização que surgiu na Europa sobre as bases da m oral cristã, do pensam ento grego e do direito rom ano é a m ais avançada, j usta e próspera civilização que a história hum ana conheceu.

A urgência em destruir os pilares da civilização ocidental, portanto, é apenas um desdobram ento lógico do que está nos parágrafos anteriores. E quais são esses pilares?

1. A alta cultura, 2. A ordem j urídica e 3. O cristianism o. E a dinâm ica é esta:

1. A alta cultura, 2. A ordem j urídica e 3. O cristianism o. E a dinâm ica é esta: enfraquecendo a prim eira, corrom pendo a segunda e com batendo o terceiro. Sem parar.

Algum a dúvida sobre estarem fazendo exatam ente isso a cada m inuto, m esm o enquanto você lê esse texto? Pense bem :

1) Em um país onde se faz apologia ao erro em livro didático, nem é preciso falar m ais nada sobre educação e cultura; vale apenas ressaltar que o Brasil não tem o m onopólio da estupidez, com o diz Olavo de Carvalho;

2) Leis contraditórias e inconstitucionais estão sendo aprovadas a cada dia em todo o m undo, sob coordenação da ONU e com o único obj etivo de destruir os edifícios j urídicos que sustentam a soberania de um país – o alvo é exatam ente este: as soberanias nacionais;

3) O cristianism o, que fundou o que existiu de m elhor no Ocidente, tornou-se alvo dos m ais vulgares ataques: de um a inversão histórica sobre as cruzadas à m ultiplicação, por m il ou até dezenas de m ilhares, dos núm eros de m ortes na Inquisição, são constantes os absurdos na im prensa, em livros didáticos e, claro, na prova do ENEM. Ninguém no m undo, hoj e, é m ais discrim inado do que o cristão. O seguidor da religião do perdão, além de ter sua m oral diariam ente atacada, convive tam bém com ataques à sua vida. Na Índia, na China, no Paquistão, no Irã, na Arábia Saudita, no Catar e em m uitos países da África, entre eles o Egito e a Costa do Marfim , por exem plo, cristãos estão sendo m ortos, diariam ente, e a im prensa não divulga. Um a católica foi condenada à m orte no Paquistão por afirm ar a divindade de Jesus Cristo e nenhum j ornal brasileiro deu essa notícia. Na Arábia Saudita um a protestante foi surrada com ordem j udicial, na rua, na frente de seus filhos porque estava carregando um a Bíblia “visível”. E um guia turístico de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi deportado do Egito porque tam bém carregava no carro um exem plar das Sagradas Escrituras. Nenhum destes exem plos, colhidos entre infinitos outros, provocou algum abaixo assinado ou protesto com personalidades artísticas ou políticas, nenhum a m anifestação na Avenida Paulista.

As três forças têm obj etivos sim ilares no curto prazo, m as suas am bições são bem particulares.

Os com unas querem fazer do m undo um a im ensa União Soviética, só que agora acreditam que vai dar certo porque “educaram ” a população conform e ensinou Antonio Gram sci. Mudaram as m oscas.,.

Os islâm icos seguem a idéia de que todo hom em deve ser islam izado ou será eternam ente um infiel, que não m erece sua plena com panhia. Seu plano, bem claro, é im plantar a sharia, a lei religiosa islâm ica em todos os cantos da terra, para com pletar a umma, a com unidade islâm ica. Apedrej am entos, enforcam entos e decapitações passam a ser artifícios de punição oficiais para crim es religiosos ou de ordem m oral.

Além de suas corporações, institutos e fundações, os banqueiros, ou o

Consórcio,[ 2 ] que atualm ente avançam com m ais desenvoltura rum o ao seu intento totalitário, utilizam a ONU e seus tentáculos para enraizar novas instituições e enfraquecer as estruturas das nações. Reunidos em grupos com o Clube Bilderberg ou Clube de Rom a e com instrum entos com o CFR, Com issão Trilateral e Diálogo Interam ericano, m obilizam governos, ONGs e conglom erados privados para im por paulatinam ente as etapas da sua estratégia: derrubar todas as barreiras à im plantação do socialism o fabiano, planej ado por figurões da alta sociedade com o Sidney Webb, Albert Pike, David Rockefeller, H.G. Wells e Cecil Rhodes, e por figurinhas obscuras com o Aleister Crowley e Helena Blavatsky.

Atualm ente, com o os obj etivos de curto prazo coincidem , banqueiros financiam com unistas e islâm icos em busca da destruição da civilização ocidental. China, Rússia e outros blocos com influência m arxista contribuem com os interesses dos globalistas quando utilizam os tentáculos de seus governos para espalhar leis e regulam entos sobre toda e qualquer conduta hum ana. Os islâm icos contribuem com os globalistas e m arxistas ao enfraquecer a identidade da sociedade ocidental e rachar a estrutura m ilenar fundada sobre a m oral cristã. Os globalistas, cuj a filosofia pode ser cham ada de social-dem ocracia ou socialism o fabiano, financiam as forças concorrentes na esperança de um dia, após a desestabilização resultante da im plantação das suas idéias, esperam ver em ergir a Nova Ordem Mundial que vai perpetuar o poder da dinastia em um m undo sem outras fam ílias. No entanto, esta esperança de vitória futura tam bém é alim entada por m arxistas e pelos seguidores de Maom é.

Neste livro tratarem os principalm ente dos financiadores, desta elite financeira m undial, das pessoas, fam ílias e organizações que ocupam o m ais alto degrau na pirâm ide do poder, seus agentes, sua rede de influência e seus m étodos. Os gurus com unistas, no entanto, não foram esquecidos.

As próxim as páginas oferecem os subsídios para dem onstrar que a civilização ocidental, se pretende continuar existindo, deve prim eiro perceber quem são seus reais inim igos e quais são seus planos. Quem se aprofundar nos tópicos com entados ou citados adiante, certam ente vai descobrir que existem ainda m uitos outros fatos relacionados à im plantação da Nova Ordem Mundial que perm anecem nas som bras. Os agentes deste desenrolar histórico são poderosos e violentos, m as cabe àqueles que ainda acreditam na liberdade, no m érito e na Verdade orientar seus am igos e fam iliares, pois logo não poderem os fazer nem isso.

[ 2 ] Consórcio é um term o utilizado pelo filósofo Olavo de Carvalho para se referir aos banqueiros globalistas.