Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 37 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

Capítulo 7: Personagens

CAPÍTULO 7

PERSONAGENS

Os influenciadores

A IMPLANTAÇÃO DE UM GOVERNO MUNDIAL contou com m ilhares de colaboradores voluntários ou involuntários, liderados por algum as centenas que, por sua vez, agiam sob orientação de idéias geradas por algum as dezenas de pessoas.

Nem todos estes personagens tinham pleno conhecim ento da conseqüência de suas idéias, um dado que pode am enizar, m as nunca elim inar sua culpa. Podem os pegar com o exem plo três pensadores geniais, que apesar de possuírem intelecto privilegiado e capacidade acim a da m édia, com eteram erros no início de seu raciocínio e sua genialidade colaborou para transform ar um erro pessoal em doutrinas equivocadas, porém influentes, cuj os desdobram entos com eçam a trazer conseqüências gravíssim as a toda hum anidade.

Mesm o em um a tosca sim plificação com o esta é possível perceber com o erros geniais com etidos há séculos influenciaram profundam ente a m entalidade atual. Um m onge franciscano nascido William of Ockham, conhecido com o G uilherme de Ockham, discípulo do grande Duns Scott, form ulou um a regra que passou a “coordenar” o processo científico. Segundo a sua Navalha de Ockham apenas a hipótese que possua a explicação m ais sim ples deve ser considerada. Com esse “m étodo” toda análise da realidade torna-se superficial e sim plória, j á que é evidente a correlação de causas sim ultâneas com o regra da constituição da realidade. O tam bém católico René Descartes, por influência da física de Galileu, declara que só se deve acreditar naquilo que podem os provar. E o protestante Immanuel Kant se esquece da abstração inicial e passa a acreditar que é possível separar a razão da em oção, dando a esta últim a um a im portância tão decisiva quanto a m etafísica.

Os desdobram entos óbvios da assim ilação destas idéias na intelectualidade foram o em pobrecim ento cultural generalizado, a desvalorização do testem unho pessoal e principalm ente a relativização dos conceitos, das virtudes, dos pecados, da hierarquia e do conhecim ento da realidade, o que afastou o hom em da possibilidade de conhecer a Verdade. O relativism o, pior conseqüência destes erros ilustres, sem pre serve de instrum ento de poder, pois diante de um conceito relativo, seu significado passará a ser aquele que interessar aos poderosos de plantão.

Outros personagens, no entanto, contribuíram tão decisivam ente quanto os três anteriores na form ação desta “cosm ovisão” que vai perm itir a destruição paulatina da civilização, m as fogem desse epíteto de “arquitetos ingênuos” porque sabiam , ao m enos até certo ponto, das conseqüências possíveis da eventual aplicação das suas idéias.

Um exem plo: o gênio alem ão G eorg Wilhelm Friedrich Hegel dem onstra que controlando tese e antítese é possível determ inar a síntese resultante. Um a filosofia que parece encontrar ressonância no pensam ento do pragm ático patriarca da fam ília Rothschild, para quem “a única m aneira de controlar um conflito é controlar os dois lados do conflito”.