Introdução à Nova Ordem Mundial
A revolução cultural
A Igrej a Católica é um alvo m uito im portante para todas as ideologias totalitárias. Mesm o com m em bros da sua cúpula envolvidos nos planos ou indiferentes às suas conseqüências, a instituição continua a ser um obstáculo no cam inho do governo global e deve oferecer resistência à Nova Ordem Mundial. Independente da postura de seus líderes atuais, sua tradição foi dissem inada através de vinte séculos e perm anece na cultura e na m oral de todo o m undo ocidental. Guardadas as proporções, pode-se dizer o m esm o das dem ais denom inações cristãs.
Para se ter um a idéia da m anipulação contra a Igrej a Católica, por exem plo, praticam ente ninguém sabe que ela m antém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 j ardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 j ardins de infância. Na Am érica: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 j ardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos; 60 orfanatos; 90 j ardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 leprosários; 7.970 asilos; 2.370 j ardins de infância.
A revolução cultural
PARA QUE FOSSE POSSÍVEL EVOLUIR um plano destas dim ensões sem que houvesse um a resistência instransponível, outro plano, ainda m ais elaborado foi preciso, e este teve sua im plantação ainda m ais lenta.
O que podem os cham ar de revolução cultural é um conj unto de fenôm enos, em sua origem não espontâneos, criados, fom entados ou dirigidos para provocar m odificações em todos os níveis da sociedade ocidental. Da sim ples destruição da linguagem e da inversão dos valores, passando pela destruição da tradição e indo até a m odificação dos j uízos sobre as condutas, toda um a rede de ataques é em preendida sim ultaneam ente, de form a a causar profundas m odificações na sociedade. Estas m odificações estão ancoradas em m udanças culturais anteriores e acum ulam -se para influenciar outras inovações, form ando desta m aneira um a m entalidade de aceitação e conform ism o diante da nova cosm ologia, do novo “zeitgeist”, do novo “espírito do tem po”.
Engenharia social
ASSIM COMO UM ENGENHEIRO CIVIL planej a e executa um a obra cuidando de cada um a das partes que com põe o edifício, um engenheiro social dedica seu tem po a estudar cada um a das partes envolvidas na criação de um a civilização. Da m esm a form a que não foi um engenheiro sozinho que planej ou Dubai, são centenas, talvez m ilhares de engenheiros sociais que estão incum bidos de construir a civilização vindoura.
Cada aspecto da sociedade é analisado, proj etado e executado