Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 64 de 81

Páginas do PDF

Introdução à Nova Ordem Mundial

Capítulo 9: Controle, controle e mais controle

CAPÍTULO 9

CONTROLE, CONTROLE E MAIS CONTROLE

Não espere que a solução venha do governo.

O governo é o problema.

RONALD REAGAN

UMA CONSEQÜÊNCIA RECORRENTE DE TODAS AS AÇÕES propositivas é a expansão do controle do governo sobre o indivíduo. A perda da liberdade, da privacidade e de outros direitos fundam entais estão diretam ente ligados à criação de novas leis que pretendem controlar todas as condutas hum anas. Além de am pliar e interligar os m ecanism os de controle, novas legislações e novos organism os são criados para gerir de form a sistem ática a vida de todos.

Ao criar um direito específico que beneficia alguém , cria-se tam bém um a obrigação a todos os dem ais. Muito longe de resolver problem as, a experiência dem onstra que a m aioria das ações propositivas am plia a burocracia, em perra a eficiência e cria novos canais de corrupção. Um a única lei é responsável pela contratação de centenas de pessoas, às vezes m ilhares. Um exército de burocratas para im plantar, fiscalizar, corrigir e fazer valer a nova regra im posta.

O Leviatã

TENHO A OPINIÃO, RETIRADA DA OBSERVAÇÃO DA REALIDADE e da História, de que todos os problem as sociais, ou pelo m enos sua im ensa m aioria, são oriundos de um gigante cruel, que devem os m anter adorm ecido o m áxim o que conseguirm os j á que sua m orte nos é im possível. Esse Leviatã, que cresce sem parar, alim enta-se de si m esm o e se hospeda sem convite em todas as instituições, todos os órgãos, e, se não tom arm os cuidado, no ritm o que anda estará dentro de nossa casa em pouco tem po.

O Estado, o Leviatã da m odernidade, o m onstro escondido por trás de toda burocracia, nas leis, nos gabinetes e salas de reunião, no fundo de todo envelope e no rodapé de cada m em orando, está se tornando incontrolável.

Enquanto as pessoas não se desvencilharem do hábito covarde de recorrer ao Estado para resolver seus problem as particulares, o poder desse m onstro não deixará de crescer, alim entando-se, inclusive, de si m esm o.

Muito fácil perceber o m onstro, m ais difícil enxergar quem segura a coleira. Um a destas m ãos certam ente se encontra na sim biose entre o poder governam ental e as corporações privadas, que nada m ais são que extensões das grandes fortunas e seus tentáculos. Um exem plo óbvio desta obscura relação é o prédio da ONU estar sobre um terreno da fam ília Rockefeller, outro é o caso do Halton House, um palácio no sul da Inglaterra, herdado por Lionel Nathan de Rothschild e cedido à RAF (Roy al Air Forces), que hoj e faz dele um de seus centros de inteligência e treinam ento de altos oficiais.

Esta m istura confusa e prom íscua de poder privado com poder público não é exclusividade de ingleses e am ericanos. Em todos os países iniciativas desta espécie são incentivadas, com o é o caso das Parcerias Público-Privadas, tão festej adas no Brasil.