Introdução à Nova Ordem Mundial
Eugenia, esterilização e controle populacional
A im agem assustadora de Huxley, no entanto, não está m uito distante das inform ações que circulam fora da im prensa dom inada pelos grandes anunciantes. Na Internet, por exem plo, é possível encontrar coisas assustadoras sobre a indústria farm acêutica, sobre a periculosidade das vacinas e de alguns m edicam entos altam ente recom endados pela classe m édica. Quando analisam os com o funciona a divulgação dos produtos entre os m édicos, quem patrocina os congressos e periódicos, e cruzam os estes dados com a concentração absurda deste m ercado, fica fácil prever com o o totalitarism o “científico” vai controlar nossa alim entação e tornar a nossa m edicação com pulsória.
Os ilum inados acreditam deter o poder divino do conhecim ento, e portanto sua ciência infalível pode e deve agir sobre toda cabeça hum ana, de livre e espontânea obrigação.
Eugenia, esterilização e controle populacional
QUANTO MAIS AVANÇAMOS NOS DETALHES envolvidos nesse desenrolar de fatos que levou e continua levando a hum anidade para o abism o, m ais nos assustam os com a crueldade, a ganância e a falta de sensibilidade destes que pretendem governar todos os atos das nossas vidas.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a abertura dos cam pos de concentração nazistas, o m undo conheceu alguns dos m ais horríveis crim es que a hum anidade foi possível de com eter. Diante daquela experiência indescritível de m orte, dor e desespero, ninguém m ais queria ser associado àquela m onstruosidade e a eugenia deixou de ser um a palavra agradável. Mudaram então para genética, m as os obj etivos dos seus financiadores nunca m udou um m ilím etro.
A eugenia j á existia antes de Hitler, e foi levada à Alem anha m uito antes do bigodinho idiota aparecer para a História. A fam ília Rockefeller j á patrocinava o Congresso Mundial de Eugenia em 1913, criou alguns institutos nos EUA e Europa e chegou a financiar estudos que viabilizariam a esterilização das africanas. Existem rum ores de que alguns proj etos do tipo foram iniciados em Recife.
Todas as idéias de controle populacional são debatidas desde pelo m enos o final do século XVIII por Thomas Malthus, outros m agnatas ingleses e m ais tarde am ericanos, foram im plantadas com obj etivos políticos e hoj e a Europa vê sua desintegração devido a essa insistência no controle de natalidade.
A população do m undo, hoj e, é de cerca de sete bilhões de habitantes. Sem dúvida, é m uita gente. Dá a im pressão de que todos os problem as no m undo, com o m iséria, fom e, doenças, estão relacionados à superpopulação. Isso não é verdade. Durante m uito tem po tam bém acreditei nesta bobagem , cheguei a escrever sobre isso e aproveito para renegar o que pensei naquele m om ento. Eu estava errado porque olhava superficialm ente para o assunto. Existe realm ente um a população m uito acim a do ideal em alguns lugares do globo, m as quando analisam os isso concretam ente, sem desvios ideológicos, fica evidente que tudo não passa de um a m entira – m ais um a – e sua intenção está diretam ente relacionada com o controle e o poder de um futuro governo m undial.