Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 69 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

De Pavlov ao Facebook

Instituto Tavistock é um daqueles tentáculos que só passam os a conhecer quando j á não exercem tanto poder. Parece que ainda existe atualm ente, m as com um foco com pletam ente diferente, tem até um site, onde afirm a um a (re)fundação.

Apesar do fim do Tavistock, duvido m uito que o interesse pelo estudo das técnicas de controle m ental tenha desaparecido de todas as m entes poderosas. Na verdade o que vej o é precisam ente o contrário.

De Pavlov ao Facebook

Com o o obj etivo é controlar, nada m elhor do que as tecnologias que hoj e perm item fiscalizar e catalogar o com portam ento de m ilhões de pessoas ao m esm o tem po. A Internet trouxe o m eio m aterial onde os experim entos de controle puderam avançar e se aperfeiçoar de m aneira antes inim aginável.

A Internet nasceu Arpanet, um proj eto m ilitar norte-am ericano surgido nos anos 50 que tinha com o obj etivo declarado a interligação de com putadores m ilitares via telefone. O Pentágono criou um sistem a de com partilham ento que sem pre, sem pre, sem pre deixa rastro.

A chegada dos e-mails, dos buscadores, dos aplicativos de m ensagens e das redes sociais não apenas am pliou o alcance da vigilância, m as tam bém facilitou a classificação dos usuários. Hoj e é possível selecionar o indivíduo por suas preferências políticas, por seus gostos pessoais – o que evidencia o seu nível cultural -, sua localização, classe social, idade, tim e, sexo, estado civil e até questões aparentem ente m ais subj etivas com o crenças e princípios m orais entram na equação. Aplicando a estes dados as leis da estatística e cruzando inform ações por m eio de algoritm os m uito com plexos, é possível identificar um rebelde entre m ilhões. O Big Brother de 1984 tinha a Teletela com o m étodo de vigilância e doutrinação. Google, Twitter, Orkut, Foursquare, Sky pe, MSN, Instagram , LinkedIn, Facebook e m uitos outros fazem as previsões m acabras de George Orwell se parecerem com brincadeiras de criança.

Vírus, hackers, crackers, trojans, malware, phishing, e aplicativos espiões e de vigilância de toda espécie são hoj e elem entos com uns ao dia-a-dia das pessoas, e ninguém m ais percebe que estes são potenciais controladores e em um a eventual necessidade podem ser utilizados por quem detém o controle sobre o tráfego de inform ações. A espionagem praticada por Obam a é apenas a ponta do iceberg.

“Inteligência” artificial

DE FATO, NÃO EXISTE nem pode existir um a inteligência descolada da consciência, portanto nesse sentido inteligência artificial só pode ser usada com o figura de linguagem . Feita a ressalva, podem os afirm ar que o estudo das soluções com putacionais evoluiu não apenas a capacidade e a velocidade em um a escala im pressionante, m as tam bém elevou as possibilidades de utilização a cam pos outrora inim agináveis. Mesm o não sendo inteligentes, supercom putadores atuais são capazes de reproduzir m uitas capacidades hum anas, com precisão e am plitude m ultiplicadas centenas ou m ilhares de vezes. Algum as m áquinas j á podem criar outras m áquinas tão eficientes quanto elas. Nada disso, no entanto, faz destas m áquinas seres “inteligentes”. Por trás de toda tecnologia sem pre haverá a intenção hum ana, derivada da consciência, e só esta possui inteligência.