Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 72 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

Conclusões

É o cristianismo, idiota!

DEIXEI ESSA OBSERVAÇÃO PARA O FINAL por ser o m ais im portante de tudo que escrevi, e porque para a sua perfeita com preensão são necessários todos os tópicos anteriores.

Escrever esse livro, na verdade, não deu m uito trabalho. Tive um trabalho anterior m uito grande, m as m esm o este não foi tão duro porque logo no início percebi que encontrar a Verdade é a m elhor experiência possível a um ser hum ano. Com o acredito que o Espírito Santo é a luz que ilum ina as inteligências e que a busca da Verdade está diretam ente relacionada a Deus, todo esforço em preendido neste sentido é recom pensado por Ele, a cada um de um a m aneira diferente. No m eu caso, na form a de entendim entos que eu nunca poderia ter alcançado sem a Sua aj uda.

À m edida que avancei m inha interpretação, que, repito, está léguas de distância de abarcar toda a realidade, foi surgindo um senso de responsabilidade que se firm ou com o tem po. Hoj e tenho certeza que é m inha obrigação repassar o que aprendi, principalm ente depois que percebi que não apenas a m oral e os valores que o representam , m as o próprio cristianism o é o alvo prioritário e final de toda esta em preitada.

De tudo que pesquisei nos últim os dez anos, m esm o quando inicialm ente a trilha parecia levar a outro lugar, cheguei sem pre a um único e m esm o ponto. Todos os artifícios utilizados para a im plem entação de um a nova civilização são tam bém m ecanism os para aprisionar as idéias cristãs dentro de estereótipos condenáveis pela nova cultura, que a cada dia conquista m ais espaço.

A Nova Ordem Mundial será, antes de tudo, anti-cristã. A espiral repressora que nos leva a esta sufocante realidade avança sem enfrentar resistência e utiliza de m ecanism os com o o politicam ente correto, a m oda e o m edo. Ela é feita de constrangim ento e isolam ento crescentes que levarão, sem som bra de dúvida, a perseguições e condenações contra todos que defenderem as palavras e os exem plos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Culpa da imprensa!

TODAS AS PROFISSÕES TÊM SUA IMPORTÂNCIA na sociedade, m as a im prensa tem um papel tão decisivo que vai além das outras categorias profissionais porque garante a liberdade de expressão a todas as dem ais categorias e, desta form a, reafirm a a im portância e a igualdade de todos.

Sem liberdade de expressão não existe dem ocracia. Um a im prensa dependente dos poderes constituídos j á é o suficiente para a derrocada de todo sistem a dem ocrático. De nada adiantam eleições livres se os eleitores não tiverem acesso às verdades que circulam , definem e direcionam o poder. De nada adiantam os três poderes independentes se a im prensa pender para um deles.

Desde o surgim ento da im prensa existem j ornalistas cooptados pelo poder político ou econôm ico. Com o é um a atividade hum ana e os hum anos estão suj eitos a desvios de caráter, é triste, m as é inevitável que na im prensa isso tam bém aconteça. Tam bém é inevitável e natural certo viés ideológico, certa influência das preferências do repórter, do j ornalista, do editor ou do dono da em presa. Essa tendência com um a todos os autores deixa de ser natural quando a realidade é abandonada em nom e de um a agenda.

A form a bem sim ples de provar que a im prensa deixou de cum prir sua função de inform ar a realidade está na uniform idade das notícias. Jornais, revistas, redes de televisão e portais de Internet repetem praticam ente as m esm as notícias, com um m esm o tratam ento e quase sem pre lhes dando a m esm a im portância e um m esm o j uízo de valor.

Diariam ente chegam à redação de um a agência de notícias entre 1000 e 1500 fatos, e destes o editor seleciona cerca de 50 que terão m ais destaque. A chance de todas as agências de notícias e órgãos de im prensa de todo o m undo destacarem as m esm as notícias por pura coincidência m e parece um tanto absurda.

Outro dado interessante e que pode aj udar a com preender o m ecanism o de controle da inform ação é a grande concentração existente nos conglom erados de com unicação. Poucos setores do m undo estão tão concentrados em poucas m ãos com o a m ídia. Em 2003 houve um a grande tem porada de com pras, quando vários grupos de com unicação foram com prados e a concentração chegou ao seu m áxim o histórico. Abrindo um parêntesis, estas negociações coincidem com a publicação de artigos científicos surpreendentes sobre a altíssim a capacidade de persuasão das em issões televisivas.

Hoj e o poder m undial da com unicação está dividido entre poucos grupos e m uitas vezes os acionistas de um a em presa são donos tam bém dos seus concorrentes. Agências de notícias com o Reuters, BBC, Associated press, France press representam pelo m enos 90% das notícias de cunho internacional e são controladas pelos m esm os acionistas que tam bém controlam grupos com o Disney, CBS, Warner, Universal, Vivendi, News. Não tenho este dado, m as acredito que j untos estes grupos controlam m ais de 80% do m undo da inform ação e entretenim ento.

Parte da im prensa está m entindo porque tem propósitos m ais am plos, ligados aos grupos em presariais controlados pelos m esm os acionistas, além da agenda globalista que os une. David Rockefeller chegou inclusive a fazer um discurso, que está transcrito neste livro, agradecendo aos grandes órgãos de im prensa dos EUA por silenciar durante décadas toda elaboração da Nova Ordem Mundial. Os Rockefeller sabem m uito bem que o povo não ficaria contente em saber que estão planej ando seu futuro sem o seu consentim ento.