Introdução à Nova Ordem Mundial
Mesmer, Kardec e Crooker
Enquanto um a parte se infiltra sem alarde no governo, nas instituições e órgãos de pressão, outra parte faz o trabalho aparente, divulgando as idéias principalm ente entre os acadêm icos, universitários e j ornalistas.
Quanto aos prim eiros, são os intelectuais orgânicos, que j á fazem parte da m áquina e funcionam com o engrenagem . Apesar da sua influência, sua presença não é ostensiva e por isso são difíceis de rastrear. Ocupam cargos políticos ou altos postos nas estatais e ONGs financiadas pelo governo ou pelas fundações internacionais. Com dinheiro e cargos para negociar, form am os “form adores de opinião”.
Estes últim os são m ais conhecidos, seu trabalho é visível e freqüentem ente são enaltecidos por seus pares e pela im prensa. São os cham ados intelectuais “independentes”, que ao contrário dos “intelectuais orgânicos”, não se alinham ou não costum am se alinhar publicam ente a nenhum grupo político para não perder sua aura de independência e m anter sua credibilidade. E m esm o quando ele adm ite sua sim patia ou ela torna-se evidente dem ais, alega algum m otivo pragm ático que é im ediatam ente aceito e defendido por seus colegas.
A ação destes agentes é constante e abrangente. Trabalham diariam ente para m odificar padrões sociais e im por novos parâm etros de análise da realidade. Preparam o terreno para a im plantação dos ideais defendidos abertam ente pela ideologia que com ungam em público ou em segredo.
A enorm e abrangência torna o plano ingovernável com o um todo. Ele só funciona quando operado por células cuj a estrutura segue a form a piram idal. Um a pirâm ide dentro de outra pirâm ide e assim sucessivam ente. Na pirâm ide hierárquica, os divulgadores estão logo abaixo dos planej adores, engenheiros e arquitetos. É im possível listar todos. Mesm o um a lista dos m ais influentes seria interm inável. São legiões de professores, pseudo-filósofos, j ornalistas, escritores, artistas e sociólogos. Muitos sociólogos!
Mesmer, Kardec e Crooker
FRANZ ANTON MESMER É O INVENTOR DA HIPNOSE, a ciência pouco conhecida e m uito explorada. Quando surgiu, em m eados do século XVIII, era cham ada de m esm erism o, por ter surgido dos estudos de Mesm er, e tam bém de “Magnetismo animal”, com o preferia seu autor.
No com eço os estudos sobre a hipnose tinham seu foco no cam po da saúde e da espiritualidade. Com o tem po e os aprim oram entos que sofreu nestes m ais de 100 anos, passou a ser um a ciência de persuasão e condicionam ento, que funciona m esm o quando diluída e à distância, por m eio de im agens e sons, sem a necessidade da presença do hipnotizador.
Assim com o algum as interpretações do pensam ento de Alan Kardec, as idéias de Mesm er serviram com o ponto de partida para estudos que acabaram por encontrar novos cam pos de pesquisa e até m esm o novas tecnologias.