Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 22 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

As idéias maléficas

Com este panoram a é razoável supor que valores com o individualidade, livre-arbítrio e privacidade estão condenados a desaparecer em breve, substituídos por prom essas irrealizáveis de segurança, igualdade, j ustiça social e outras palavras de ordem adoradas pelos tiranos.

As idéias maléficas

UMA ANÁLISE MAIS PROFUNDA tendo com o foco seu obj etivo final perm ite visualizar um a m esm a essência no núcleo central dos ideais com unistas, socialistas, nazistas, fascistas e, por alguns aspectos, até os anarquistas. Todas estas ideologias, cada um a ao seu m odo, tentam destruir os pilares da civilização para então im por um novo e am plo conj unto de regras à sociedade, visando elim inar as diferenças intrínsecas às pessoas e coibir o livre-arbítrio por m eio da expansão do controle sobre todas as condutas hum anas. A m eta é hom ogeneizar pra facilitar o controle.

Quase todas as pessoas im aginam estas ideologias com o sendo propostas que pretendem adm inistrar a sociedade de um a m aneira diferente, m as depois de algum estudo fica fácil entender que nada é m ais falso do que essa virtuosa vontade de m elhorar o m undo. Nenhum a destas idéias se sustenta no plano prático. Mesm o antes do fracasso absoluto de todas as tentativas com unistas, por exem plo, os líderes destes m ovim entos j á sabiam de antem ão que seu plano econôm ico fracassaria, m as nada m udaram porque não se tratava de um plano econôm ico ou adm inistrativo, m as sim um brutal e desum ano plano de tom ada do poder. Sim ples assim .

Se nos livram os dos nazistas e o com unism o “oficial” desm oronou, resta ainda o socialism o, o m ais perigoso dos inim igos do Ocidente, que tom ou de assalto praticam ente todas as forças políticas do m undo e restringiu o debate público a duas faces de um a m esm a m oeda.

Nas tribunas m ais im portantes do Ocidente em nossos dias só existem duas forças disputando e dividindo o poder. Marxistas revolucionários, que hoj e representam um m isto de com unism o sindical com fascism o, debatem calorosam ente com a social-dem ocracia, que eles cham am de “neoliberalism o”, m as na verdade são nada m ais, nada m enos, que socialistas fabianos que desej am im plantar praticam ente as m esm as idéias com diferenças m etodológicas. Longe da fachada, a disputa é m ais um a vez para saber “quem ” vai im plantar e não “o que” será im plantado.

Na propagação destas idéias, que deveriam ser cham adas sim plesm ente de “estratégias para a tom ada do poder”, está a raiz de quase todos os m ales que acom etem a sociedade ocidental. Os ideais socialistas que norteiam todas as ideologias coletivistas estão por trás de m uitas das artim anhas colocadas em prática para destruir a nossa civilização.