Introdução à Nova Ordem Mundial
Nações e soberanias
Um dos m aiores problem as reside na falta de inform ação. Assim com o dizia Aristóteles, só existe um bem , o saber, e apenas um m al, a ignorância. Com a ignorância total e absoluta sobre os verdadeiros cam inhos da política, a m assa raciocina com base em dados falsos, o que costum a levar a equívocos m esm o os de m elhor intelecto. Quem está acostum ado a se inform ar exclusivam ente pela im prensa está no escuro, tom ando decisões influenciadas por estím ulos que desconhece e que tendem a influenciá-lo cada vez m ais.
A m aior prova da total ignorância do panoram a internacional se encontra nas análises políticas que circulam na im prensa oficial. Quase toda im prensa brasileira, por exem plo, raciocina com o se ainda estivéssem os no pós-guerra. Para eles o com unism o, o socialism o e o fascism o são sistem as econôm icos identificados sim plesm ente por nações. Cheguei a ler análises tão distantes da realidade que m ais pareciam os telej ornais encenados pelos Trapalhões ou nos antigos program as do Jô Soares e do Chico Anísio.
Muitos ainda não perceberam que o com unism o e o socialism o deixaram de focar na econom ia, j á que com provaram na prática sua inviabilidade, e passaram a ter com o alvo a cultura, seguindo os m oldes da estratégia gram sciana com a paciência dos socialistas fabianos.
Com o suporte aos ideais coletivistas, os donos do poder incentivaram diversas “filosofias” que afastam as pessoas da realidade e dim inuem sua capacidade cognitiva. Algum as destas idéias, com o o positivism o, construtivism o, desconstrutivism o e assem elhados, em pestearam as universidades com o único obj etivo de doutrinar, dificultar a com preensão e lim itar a capacidade de raciocínio dos doutrinados.
Costum o diferenciar estas idéias em dois grupos: as m uitas filosofias que centralizam sua ação no m undo das idéias e as poucas que colocam a realidade com o ponto de partida e chegada do pensam ento. As prim eiras eu descarto logo que percebo a desconexão com a realidade e/ou com a História, as principais e m ais evidentes características das pseudofilosofias.
Nações e soberanias
NÃO DEVEMOS MAIS RACIOCINAR colocando as nações, os governos de estado, com o os agentes m ais influentes e decisivos na im plantação das estruturas globais que vão perm itir a Nova Ordem Mundial.
Desde o advento das grandes instituições globalistas, dos conglom erados privados de im enso poder econôm ico e das im pagáveis dívidas públicas, o poder decisório que antes era apenas influenciado pelos titãs das finanças e da econom ia passou a ser totalm ente dirigido por estes.
Diante deste deslocam ento do centro do poder real, toda análise fundada superficialm ente no cam po diplom ático do j ogo entre as nações está condenada ao erro desde seu nascedouro. Criticar o “im perialism o am ericano” por ser causa de ações globalizantes, por exem plo, chega a ser um identificador de alto nível de ignorância política por parte do seu em issor.