Introdução à Nova Ordem Mundial
Relatório Iron Mountain
Além de falharem com provadam ente, as ações propositivas fom entam a divisão da sociedade, elim inam o m érito e desvalorizam as glórias das conquistas individuais. Se não bastassem estas conseqüências, ainda am plificam a burocracia estatal, j á que para cada nova lei, centenas, às vezes m ilhares, de novos burocratas passam a ocupar as fileiras do Estado todo poderoso.
Um exem plo claro da ineficácia das ações propositivas está na explosão da crim inalidade ocorrida desde que ações políticas substituíram ações policiais. O crescim ento da violência é sim ultâneo às restrições ao poder policial, à im plantação de m edidas “socioeducativas” em substituição ao rigor da lei e ao fortalecim ento (e enriquecim ento) das ONGs que lutam pela “causa da paz”.
Cotas, exceções e dem ais benefícios específicos dados às “m inorias” são usados não para solucionar problem as sociais, m as para fortalecer o poder do governo sobre os cidadãos, destruir os valores vigentes e preparar o am biente para a im plantação da m ais totalitária de todas as ditaduras da História.
Se as m inorias beneficiadas e alguns ativistas podem ter sua responsabilidade atenuada devido ao desconhecim ento do plano, o m esm o não se pode dizer dos planej adores e financiadores. Os sociólogos am ericanos Richard Cloward e Frances Piven, discípulos de Saul Alinsky e, portanto, de Antonio Gram sci, são exem plos de pensadores que conheciam m uito bem a conseqüência de suas idéias. Os dois criaram um a série de técnicas para sobrecarregar e im plodir o serviço público dos EUA, explorando e inventando lacunas entre as leis e a realidade. Esta safadeza, que ficou conhecida com o Estratégia Cloward-Piven, tornou-se o parâm etro para todas as táticas que visam inchar a burocracia estatal com o intuito final de prom over o caos, de onde acreditam que em ergirá a Nova Ordem Mundial.
Com o o presente dos gregos, os m ales trazidos pelas ações afirm ativas não são “erros”, “efeitos colaterais” ou “resíduos”, com o querem seus defensores, são bom bas de efeito retardado, arm as de guerra que foram m inuciosam ente planej adas para im plodir todos os alicerces da nossa sociedade.
Relatório Iron Mountain
EM 1954 UM GRUPO DE CIENTISTAS das m ais variadas especialidades foi cham ado a participar de um proj eto m irabolante. Passada a Segunda Guerra Mundial, os EUA desfrutavam de um a hegem onia representada não apenas pela capacidade bélica dem onstrada no cam po de batalha, m as tam bém pela puj ante econom ia e pela produção cultural que j á dom inava o m undo do entretenim ento.
Os profissionais m ais consagrados em suas áreas foram selecionados para um a pesquisa m inuciosa e cara. Os recursos vieram do Pentágono e contaram com a consultoria de grandes em presas e organizações com o Fundação Rockefeller e Instituto Hudson, além dos serviços de inteligência e todas as entidades governam entais ligadas à ciência, segurança e espionagem . Oficialm ente a idéia era descobrir quais as atitudes deveriam ser tom adas nas próxim as décadas de form a a m anter e am pliar a hegem onia econôm ica, cultural e m ilitar dos Estados Unidos da Am érica.