Introdução à Nova Ordem Mundial
Capítulo 2: A natureza do objeto
CAPÍTULO 2
A NATUREZA DO OBJETO
A NOVA ORDEM MUNDIAL É UM CONJUNTO de iniciativas que visam à im plantação de um governo m undial estruturado em cam adas, m as centralizado em um a entidade global – talvez a ONU, talvez um a que venha a ser criada. Deste centro sairão organizações específicas com ram ificações em todos os países. Boa parte desta estrutura j á existe, está distribuída entre os m ilhares de organism os estatais nacionais e internacionais e pelas organizações não-governam entais reunidas sob o guarda-chuva da ONU; outras estão sendo criadas sem a participação dos parlam entos e governos locais, às vezes com o com pleto desconhecim ento destes.
Para o sucesso desta nova ordem que está sendo im plantada é im portante que toda um a nova realidade sej a criada para que não surj am incoerências culturais entre a população e a nova form a de controle social. Para que a cultura não sej a um em pecilho, é necessário m odificar todos os hábitos e costum es enraizados na sociedade. Com o este não é um plano novo, é possível encontrar iniciativas no sentido de destruir os valores ocidentais há m ais de um século. A concentração destes ataques, no entanto, tem acelerado a cada década.
Nos anos de 1920, m uitas das idéias hoj e im plantadas j á estavam nas conversas reservadas de aristocratas europeus convencidos de que tinham a solução para o m undo. Aldous Huxley, por exem plo, participante de algum as destas reuniões, percebeu não apenas com o seriam im plantadas, m as as suas conseqüências nefastas e as deixou gravadas no seu Admirável mundo novo. Outros, confiantes nos planos nascentes, os cham ados socialistas fabianos, j á planej avam aspectos e detalhavam o seu utópico funcionam ento em seus livros, com o H.G. Wells. Mais tarde, George Orwell foi outro inglês que percebeu a arapuca que estavam arm ando para o povo do futuro (nós!).
A Nova Ordem Mundial será um a ditadura global, totalitária, socialista, culturalm ente coletivista, com valores próprios e com pletam ente diferentes dos valores praticados atualm ente pela m aioria da população. Esta Nova Ordem estará ancorada num sistem a financeiro internacional sem lastro algum , em regras totalitárias supostam ente científicas, com todas as atitudes hum anas controladas pelo Estado, este controlado por um a elite política, e acim a desta um grupo de endinheirados que controla as corporações, o sistem a financeiro e a m ídia. A corda que guia os bonecos.
Por controlarem os bancos, controlam os investim entos, o crédito e o valor das m ercadorias e serviços; financiando os partidos se m isturam ao Estado; suas fundações, institutos e universidades influenciam a opinião pública, publicam artigos científicos, incentivam m ovim entos e cam panhas; com sua m ídia hom ogênea prom ovem hábitos e revolucionam valores no m esm o ritm o que seus conglom erados privados engolem a concorrência por usufruírem de sua prom íscua relação com o Estado. Um ciclo perfeito.
O que vai diferenciar esta nova ditadura das suas antecessoras, além da dim ensão, serão algum as características do socialism o fabiano, com o a presença de um capitalism o sem i-privado oficial, diferente do m ercado negro soviético e m ais próxim o da China atual. Em outras palavras, um a ditadura totalitária com unista controlada por banqueiros, ou sej a, um paraíso onde todos são iguais, m as algum as pessoas são m ais iguais do que as outras, exatam ente com o queriam os porcos de A Revolução dos Bichos.
A partir de instalada, a nova ditadura vai elim inar toda e qualquer oposição verdadeira e só perm itirá desvios dentro de um a rota pré-estabelecida. Executando a idéia de que controlar todos os lados de um conflito é a única form a de controlar um conflito, com o declarou o próprio Lord Am shel May er Rothschild, um dos proem inentes idealizadores do “proj eto”.