Introdução à Nova Ordem Mundial
Em outubro de 2001
Todo homem tem o desejo de conhecer.
Aristóteles
NO MÊS DE OUTUBRO DE 2001, ainda perplexo com o atentado às torres gêm eas do World Trade Center, curioso principalm ente sobre as suas causas, conversava com um am igo quando ele m e m ostrou um e-mail que acabara de receber. Tratava-se de um link para um site francês, que disponibilizava um a grande quantidade de fotos dos escom bros dos prédios e tam bém do Pentágono. Muitas delas destacavam algum detalhe e traziam legendas com perguntas que pareciam difíceis de responder utilizando a versão oficial que naquele m om ento se cristalizava.
Fui pra casa e sem conseguir responder àquelas perguntas, fui tom ado pela dúvida. A partir daquela noite m ergulhei no assunto o quanto pude e com o tem po encontrei m uitas outras fontes que m encionavam a possibilidade dos atentados terem ocorrido de form a diferente da versão oficial
Várias teorias surgiram tentando explicar a tragédia de 2001, indicando algum as discrepâncias na versão oficial. Muitas delas foram respondidas com argum entos sólidos, algum as sem a m esm a firm eza e outras continuam ainda sem resposta. Do choque entre estas várias versões, encontrei apenas um fator coincidente. Toda e qualquer teoria “alternativa” sobre os atentados de 11 de setem bro, das m ais bizarras às m ais razoáveis, têm com o principal ponto de ataque o governo norte-am ericano. As m ais difundidas avançam sobre o Estado, a nação e algum as até contra o povo norte-am ericano.
Essa convergência para um m esm o inim igo com um , vinda das m ais diferentes teorias, das m ais diversas origens, fez brotar naturalm ente a pergunta latina “cui bono”?
Partindo da busca pelos beneficiários, m udei o foco e percebi que o falatório contra a versão oficial do atentado beneficiava as m esm as forças que provavelm ente idealizaram , financiaram ou participaram de algum a form a daquele ato covarde.
A seqüência da pesquisa sobre os atentados às torres gêm eas e ao Pentágono revelou algo ainda m ais perturbador: quase todas as notícias ocultadas ou visivelm ente distorcidas estavam relacionadas a um conj unto de idéias que de certa form a centralizavam todas as dem ais ações. Um a espécie de conceito gerador, abstrato, efêm ero e quase im perceptível quando analisam os os fatos atom isticam ente. Esse epicentro só fica evidente pela análise de conj unto dos fatos, que então revela claram ente a existência dessa causa originária.
Sem deixar de lado a busca pelas causas dos atentados, passei a am pliar a pesquisa e dirigir m inha atenção para tem as que antes pareciam bem dispersos e abstratos.
Desde então tenho tentado entender esse conj unto aparentem ente caótico de fenôm enos relacionados à Nova Ordem Mundial, que identifiquei com o núcleo central e decisivo do m om ento histórico que tinha possibilitado o m aior atentado terrorista de todos os tem pos. Revelar o pouco que aprendi sobre os m étodos, os truques, os personagens e a rede de poder e influência desta “idéia” que m otiva as principais iniciativas políticas, econôm icas e legislativas de todo o globo terrestre é o obj etivo deste trabalho, que não pretende encerrar o assunto, afinal m esm o que eu fosse m uito m elhor do que sou, ainda assim não conseguiria resum ir em um livro tudo aquilo que ainda não conseguiram colocar em um a biblioteca.