Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 71 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

Capítulo 10: São eles que estão dizendo...

CAPÍTULO 10

SÃO ELES QUE ESTÃO DIZENDO...

COMO RECONHEÇO QUE MINHA PALAVRA não vale nada, selecionei frases, trechos de livros, discursos e pronunciam entos que dão m aior credibilidade ao que foi exposto até aqui.

“Por trás do trono há algo m aior do que o próprio rei” (William Pitt, parlam entar inglês, em 1770).

“O m undo é governado por personagens bem diferentes do que im aginam aqueles que não estão por trás dos bastidores” (Benj am in Disraeli, Prim eiro Ministro do Reino Unido, em 1844).

“Nossa organização m ilitar atual parece m uito pouco com tudo o que pôde ser conhecido por qualquer um de m eus antecessores em épocas de paz, ou m esm o pelos que lutaram na II Guerra ou no conflito da Coréia. A conj unção de um im enso establishment m ilitar e um a grande indústria de arm as é nova na experiência norte-am ericana. Sua influência - econôm ica, política e m esm o espiritual - é sentida em cada cidade, em cada câm ara estadual, em cada escritório do governo federal. Não devem os deixar de com preender suas graves im plicações. Precisam os nos proteger contra a conquista de influência, intencional ou não, pelo com plexo industrial-m ilitar”(Dwight D. Eisenhower, 34º Presidente dos EUA, em seu discurso de despedida, em 1961).

“Na política, nada acontece por acidente. Se acontece, pode apostar que assim foi planej ado” (Franklin Delano Roosevelt, 32º Presidente dos EUA).

“A palavra ‘secreto’ é repugnante em um a sociedade livre e som os um povo intrínseca e historicam ente avesso às sociedades secretas. Decidim os, há m uito tem po atrás, que os perigos de ocultar excessivos e inj ustificáveis atos pertinentes foram m uito m ais perigosos do que o perigo que citaram para j ustificá-los. Ainda hoj e não há m uita oposição à am eaça que são as sociedades secretas e das restrições arbitrárias dessas. Ainda hoj e há reduzidos valores garantindo a sobrevivência da nossa nação. Se as nossas tradições não sobrevivem com tudo isso, existe um perigo m uito grave de um a necessidade anunciada de se aum entar a segurança, que será aproveitada por aqueles que estão ansiosos por expandir seu significado, chegando até os lim ites da censura e encobrim ento, e eu farei tudo que tiver ao m eu alcance para im pedi-los, e que nenhum funcionário de m inha adm inistração, sej a seu grau alto ou baixo, civil ou m ilitar, interprete as m inhas palavras nessa noite com o j ustificativa para censurar ou para suprim ir a dissensão ou para encobrir nossos erros, nem para reter da im prensa ou do público os fatos que eles m erecem ter conhecim ento.

“Existe um a conspiração m onolítica e im piedosa ao redor do m undo, à qual nós nos opom os, que conta com m eios secretos de converterm os à sua causa, para assim , aum entar sua esfera de influência, com o a infiltração ao invés da invasão, a subversão ao invés das eleições, a intim idação ao invés da livre escolha, guerrilhas noturnas ao invés de exércitos de dia. É um sistem a que conseguiu recrutar um a vasta fonte de recursos hum anos e m ateriais, dentro de um a m áquina de alta eficiência, que com bina operações m ilitares, diplom áticas, de serviços de inteligência, econôm icas, científicas e políticas. Seus planos e a execução dos m esm os não vêm a público, não são publicados; os seus erros se enterram e não aparecem em prim eira página, seus dissidentes são silenciados e não abalados; nenhum gasto é questionado; nenhum rum o é inspecionado; nenhum segredo revelado.

“Nenhum presidente devia tem er a inspeção pública de seu program a, porque dessa inspeção vem a com preensão, vem o apoio ou a oposição, e am bos são necessários. Não estou pedindo à im prensa que apóie a adm inistração, m as peço a sua aj uda na trem enda tarefa de alertar o povo am ericano, e tenho a inteira confiança na resposta e na dedicação dos nossos cidadãos. Eu não poderia suprim ir a controvérsia de seus leitores. Eu lhes agradeço. Essa adm inistração tem a intenção de ser sincera quanto aos seus erros. Com o disse um sábio: “um erro não chega a ser um erro, até que você se recuse a corrigi-lo”. Tem os a intenção de aceitar total responsabilidade por nossos erros, e a esperança que vocês nos apontem os erros quando não os perceberm os. Em tese, nenhum a adm inistração em nenhum país pode triunfar, e nenhum a república sobreviver, e é por isso que o legislador ateniense Solo decretou que é um crim e para qualquer cidadão não recorrer de controvérsia, e é por isso que nossa im prensa foi protegida pela Prim eira Em enda, a única im prensa na Am érica especificam ente protegida pela Constituição, não prim ariam ente para entreter e divertir, não para acentuar o trivial e o sentim ental, não para sim plesm ente dar ao público o que ele quer, m as para inform ar, desvendar, refletir e indicar nossos perigos e nossas oportunidades, para indicar nossas crises e nossas escolhas, para dirigir, m oldar, educar e às vezes enfurecer a opinião pública. Isso significa um a am plitude de análises de notícias internacionais. Dessa form a, o m ais distanciado não estará distante; se encontrará m ais à m ão e local. Isto significa um a atenção m ais am pla e um a m elhor com preensão das notícias, bem com o um a m elhora nas transm issões e, finalm ente, significa que o governo em todos os níveis, deve ter a obrigação de proporcionar a inform ação m ais com pleta possível, até m esm o além dos lim ites m ais estreitos da segurança nacional. E dessa m aneira, na im prensa e nesses arquivadores de acontecim entos hum anos, guardiões da consciência e m ensageiros das notícias, buscam os a form a e a assistência, confiantes de que com sua aj uda o hom em será para o que nasceu ser: livre e independente” (John Fritzgerald Kennedy, 35º Presidente dos EUA, em discurso duas sem anas antes de ser assassinado, em 1961).

“Todo aquele que controla o volum e de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e com ércio, e quando percebem os que a totalidade do sistem a é facilm ente controlada, de um a form a ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisarem os que nos expliquem com o se originam os períodos de inflação e depressão” (Jam es Abram Garfield, 20º presidente am ericano, em 1881, um a sem ana antes de ser assassinado).

“O Conselho de Relações Exteriores é um a parte central da sociedade am ericana que foi originada na Inglaterra. O CFR, j unto com o Movimento de União Atlântica e o Concílio Atlântico dos Estados Unidos, acredita que as fronteiras nacionais devem ser elim inadas e que um só governo m undial deve ser estabelecido. O que os Trilaterais (referente à Com issão Trilateral) realm ente tentam é a criação de um poder econôm ico de proporções globais, superior ao poder político de qualquer nação ou estado envolvido. Com o líderes e criadores deste sistem a, eles governarão o m undo. Desde m eu ponto de vista, a Com issão Trilateral representa um esforço coordenado por tom ar o controle e consolidar os quatro centros do poder: político, m onetário, intelectual e eclesiástico” (Barry Goldwater, senador dos EUA, em seu livro With no apologies, de 1979).

“Por trás dos governos m íopes que dividem e descontrolam os negócios hum anos, existe e cresce um a verdadeira força em favor da unidade do m undo e da ordem m undial” (H. G. Wells, um planej ador e eufórico defensor de um a sociedade m aterialista com governo m undial totalitário).

“Aquele que não reparar que na Terra se está levando a cabo um a grande em presa, um im portante plano no qual colaboram os com o servos fiéis, está cego” (Winston Churchill, Prim eiro Ministro da Inglaterra).

“A atual j anela para a oportunidade para que talvez um a Ordem Mundial interdependente e verdadeiram ente pacífica se construa, não estará aberta durante m uito tem po. Estam os à beira de um a transform ação global. Tudo o que necessitam os é um a grande crise e as nações não apenas aceitarão a Nova Ordem Mundial, m as pedirão por ela” (David Rockefeller, durante um j antar dos em baixadores das Nações Unidas).

“Nós tem os à nossa frente a oportunidade de criar, para as gerações futuras, a Nova Ordem Mundial. Um m undo onde a lei, e não a lei da selva, irá governar sobre todas as nações” (George H. W. Bush, 41º Presidente dos EUA, em 1990).

“A única incógnita no nosso tem po não é se o Governo Mundial será alcançado ou não, senão se será alcançado pacificam ente ou com violência. Queira ou não, terem os um governo m undial. A única questão é saber se será por concessão ou por im posição” (Jam es Paul Warburg, m em bro do CFR, em um a com issão do Senado dos EUA).

“A estrutura que deve desaparecer é a nação” (Edm ond de Rothschild, em 1934).

“O conceito de soberania nacional têm sido im utável, por um principio sagrado das relações internacionais. É um principio que cederá lentam ente e enfaticam ente aos novos im perativos da cooperação am biental global” (Com issão das Nações Unidas para o Governo Global de 1999).

“Um sistem a bancário m undial foi tram ado aqui. Um super-estado, controlado por banqueiros internacionais, atuando em conj unto para escravizar o m undo para seu próprio prazer. O FED usurpou o governo” (Louis Thom as Mcfadden, parlam entar am ericano, em 1913, logo após a prom ulgação do Federal Reserve Act, que criou o FED).

“Os im périos econôm icos internacionais estão interessados em prom over o endividam ento dos governos. Quanto m ais alta é a divida, m ais caros são os interesses. Mas adem ais podem exigir do presidente de turno privilégios fiscais, m onopólios de serviços ou contratos de obras. Se este não aceitar, provocarão sua queda, prom ovendo distúrbios e greves que, ao em pobrecer a nação lhes obriga a abdicar ante o que pedem ” (Carrol Quigley, no livro Tragedy and hope).

“A nossa grande nação industrial é controlada por seu sistem a de crédito. Nosso sistem a de crédito é privatizado e concentrado. O crescim ento da nação e, portanto, de todas as nossas atividades, está nas m ãos de poucos, que necessariam ente, por suas próprias razões, aniquilam a liberdade econôm ica tornando os EUA um péssim o país, dos piores e totalm ente controlados governos do m undo civilizado. Não é um governo de livre opinião, não é um governo do voto consensual da m aioria, m as um governo da vontade e opressão de pequenos grupos de hom ens dom inantes” (Thom as Woodrow Wilson, 28º Presidente dos EUA, arrependido após seu governo ter im plantado o Federal Reserve Act).

“Sob o Federal Reserve Act, o pânico é criado cientificam ente, obtido com o um núm ero de um a equação m atem ática” (Charles Lindberg, parlam entar am ericano, em 1920).

“Sem pre tentei tornar cada desastre um a oportunidade” (John D. Rockefeller, patriarca da fam ília, início do século XX).

“Nós vam os fazer o Ocidente tão corrupto a ponto de feder” (Willi Münzenberg, com unista alem ão).

“Estados Unidos são o alvo e a oficina central. Um a vez dom inados os Estados Unidos, o resto do m undo será fácil de dom inar” (Larry Bates, econom ista e autor do livro The new economic disorder).

“Um a sociedade com o esta será dom inada por um a elite cuj o poder político estará baseado em um sentim ento de superioridade científica. Esta elite buscará todos os m eios para conseguir seus fins políticos, tais com o as novas técnicas para influenciar o com portam ento das m assas, assim com o para conseguir o controle e a subm issão da sociedade” (Zbigniew Brezinsky, Conselheiro de Segurança Nacional durante o governo Carter (1977-1981), m em bro da Com issão Trilateral, do CFR e assessor da fam ília Rockefeller, em seu livro Between two ages).

“Perm ita-m e em itir e controlar o dinheiro de um a nação e não m e im porto com quem faz suas leis” (May er Am schel Rothschild, patriarca da fam ília européia, século XVIII).

“Rumo a uma iminente Nova Ordem Mundial” (Título de docum ento oficial enviado ao congresso por George H. W. Bush em 1991).

“Usando técnicas psicológicas para educar as crianças, serem os capazes de produzir um a convicção inabalável de que a neve é preta” (Bertrand Russel, influente pensador do século XX).

“Os oficiais econôm icos dos m aiores países devem com eçar a pensar em term os de gerenciar um a só econom ia m undial, j unto com o gerenciam ento de relações econôm icas internacionais entre os países” (A Reforma das instituições internacionais, relatório da Com issão Trilateral, de 1976).

“Necessitam os um am plo apoio para estim ular a fantasia do público… Para isso devem os oferecer cenários de horror, realizar declarações dram áticas e sim ples, e não perm itir m uitas dúvidas… Cada um de nós deve decidir onde está o equilíbrio entre efetividade e honestidade” (Stephen Schneider, professor de clim atologia de Stanford e autor de relatórios do IPCC).

“A Era Tecnotrônica vai desenhando paulatinam ente um a sociedade cada vez m ais controlada. Essa sociedade será dom inada por um a elite de pessoas livres, de valores tradicionais, que não duvidarão em realizar seus obj etivos m ediante técnicas depuradas com as que influenciarão no com portam ento do povo, e controlarão e vigiarão com todo detalhe a sociedade, até o ponto em que chegará a ser possível estabelecer um a vigilância quase perm anente sobre cada um dos cidadãos do planeta” (Zbigniew Brzezinski, Conselheiro de Segurança Nacional de Jim m y Carter, no livro Between two ages: America’s role in the Technetronic Era).

“Os m ilitares são apenas anim ais estúpidos usados com o peões na política externa” (Henry Kissinger, Secretário de Estado nos governos Nixon e Ford).

“Ironicam ente as próprias inovações que tornaram possíveis o aum ento dram ático do bem estar das pessoas, tam bém estão criando novos problem as, porque aum entam a perspectiva de um desastre catastrófico com o am biente em que vivem os. O rápido crescim ento m undial da exportação dos suprim entos de energia e água é um caso de preocupação profunda” (David Rockefeller em um discurso no CFR).

“Tenho m aneiras de fazer dinheiro que você não sabe” (John D. Rockefeller, em várias oportunidades).

“A única m aneira de controlar um conflito é controlar os dois lados do conflito” (May er Am schel Rothschild).

“Se algum dia os am ericanos perm itirem que os bancos controlem a em issão de sua m oeda, os bancos e as corporações que crescerão em volta deles os privarão de todas as propriedades, até que um dia seus filhos despertarão um dia sem casas no continente que ocuparam seus pais” (Thom as Jefferson, 3º Presidente dos EUA).

“Aqueles que fabricam e em item o dinheiro e os créditos são precisam ente aqueles que dirigem as políticas governam entais e possuem em suas m ãos o destino do povo” (Reginald McKenna, presidente do The Midlands Bank of England).

“Sinceram ente, acredito, igual a você, que os poderes bancários são m ais perigosos que os exércitos arm ados” (Thom as Jefferson, em um a carta a John Adam s).

“Hoj e em dia nos Estados Unidos tem os efetivam ente dois governos que estão em operação. Tem os o governo devidam ente constituído e tem os um governo independente no Sistem a de Reserva Federal, ao qual não é possível controlar nem coordenar, e é ele que m anipula os poderes m onetários outorgados ao Congresso pela Constituição” (Wright Patm an, presidente do House Banking Com m ittee).

“Estam os gratos ao The Washington post, ao The New York times, à Time magazine e a outras publicações cuj os diretores estiveram presentes nas nossas reuniões e respeitaram as suas prom essas de discrição durante quase quarenta anos. Ter-nos-ia sido im possível desenvolver o nosso plano para o m undo se tivéssem os estado suj eitos aos holofotes da atenção pública durante esses anos. Mas o processo está agora m uito m ais sofisticado e preparado para avançar rum o a um governo m undial. A soberania supranacional de um a elite intelectual e banqueiros m undiais é certam ente preferível à autodeterm inação nacional praticada nos últim os séculos” (David Rockefeller, em discurso no Clube Bilderberg).

“Não ataquem os tanques e nem com batam os soldados, corrom pam as m entes” (Antonio Gram sci).

“Devem os olhar para o passado e dar algum crédito ao prim eiro verdadeiro radical. De todas as nossas lendas, m itologias e histórias (e quem sabe onde a m itologia term ina e a história com eça — ou m esm o, qual é o que?), o prim eiríssim o radical conhecido pelo hom em que se rebelou contra o sistem a o fez de form a tão eficaz que pelo m enos conseguiu seu próprio reino — Lúcifer” (Saul Alinsky, dedicatória da prim eira edição do livro Rules for radicals, de 1971).

“Sim , m uitas pessoas m orrerão quando a Nova Ordem Mundial for estabelecida, m as será um m undo bem m elhor para aqueles que sobreviverem ” (Henry Kissinger).

“Não existe m elhor prova desse conceito fantástico de um governo m undial do que essa fam ília, os Rothschilds, estabelecidos em cinco países de regim es diferentes, poderosos em cada um , em estreitíssim as relações de negócios com pelo m enos três desses governos, e sem que guerras e conflitos entre essas nações j am ais tenham , nem ao m enos por algum m om ento, abalado aquela firm e solidariedade entre banqueiros” (Hannah Arendt, pensadora alem ã).

“Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuj a única intenção é acam par em torno da adm inistração federal am ericana com sua aristocracia m onetária perigosa para as liberdades do país” (Andrew Jackson, 7º Presidente dos EUA, ao expulsar um a delegação de banqueiros internacionais da Casa Branca).

“A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os m eios violentos possíveis para m anter o controle sobre governos através da em issão de m oeda” (Jam es Madison, 4º Presidente dos EUA) .

“O conceito de soberania nacional têm sido im utável, por um principio sagrado das relações internacionais. É um principio que cederá lentam ente e enfaticam ente aos novos im perativos da cooperação am biental global” (Com issão das Nações Unidas para o Governo Global – 1999).

 

“Se eu fosse escolher o discurso que m e deu m ais prazer e satisfação em

“Se eu fosse escolher o discurso que m e deu m ais prazer e satisfação em m inha carreira política, seria m eu discurso na beira do lago no Bohem ian Club em j ulho de 1967. Por que esse discurso tradicionalm ente foi confidencial, não recebeu publicidade na época. Mas de m uitas m aneiras im portantes ele m arcou a prim eira etapa na m inha cam inhada para a presidência” (Richard Nixon, 37º Presidente dos EUA, em seu livro Memórias, de 1978).

“A Prim eira Guerra Mundial deve decorrer de form a a perm itir que os Illum inati derrubem o poder dos Czares da Rússia e garantir que esse país se torne um bastião do com unism o ateísta. As divergências causadas pelos agentes Illum inati entre a Alem anha e a Inglaterra serão usadas para fom entar esta guerra. No final da guerra, o com unism o será criado e usado de form a a destruir outros governos e ainda para enfraquecer as religiões.

“A Segunda Guerra Mundial deve ser fom entada por form a a tirar vantagem das diferenças entre os fascistas e os sionistas políticos. Esta guerra tem de surgir de form a a que o nazism o sej a destruído e o sionism o político se torne forte suficiente para instituir um Estado soberano de Israel na Palestina. Durante a Segunda Guerra Mundial, o com unism o internacional tem de se tornar forte suficiente de form a a contrabalançar a cristandade, o qual deverá então ser refreado e contido em cheque, até ao m om ento em que nós voltarem os a necessitar dele para o derradeiro cataclism o social.

“A Terceira Guerra Mundial tem de ser fom entada de form a a tirar vantagem das diferenças causadas pelos agentes Illum inati entre os sionistas políticos e os líderes do m undo Islâm ico. Esta guerra tem de ser conduzida de form a a que o Islã (Mundo Árabe Muçulm ano) e o sionism o político (Estado de Israel) se destruam m utuam ente. Entretanto as outras nações, m ais um a vez divididas nesta m atéria serão constrangidas a lutar até ao ponto de com pleta exaustão física, m oral, espiritual e econôm ica.

“Nós irem os então libertar os niilistas e os ateus, e então irem os provocar um form idável cataclism o social em que todo o seu horror m ostrará claram ente a todas as nações as conseqüências do ateísm o absoluto, origem de selvaj aria e agitação sangrenta.

“Então por todo o lado, os cidadãos, obrigados a se defender eles próprios contra as m inorias revolucionárias, irão exterm inar esses destruidores da civilização, e a m ultidão, desiludida com o cristianism o, cuj os espíritos ficarão a partir desse m om ento sem com passo ou direção, ansiosos por um ideal, m as sem saber para onde direcionar essa adoração, irão receber a verdadeira luz da m anifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, trazida finalm ente aos olhos do público. Esta m anifestação será resultado de um m ovim ento reacionário geral no qual se seguirá a destruição da cristandade e do ateísm o, am bos conquistados e exterm inados ao m esm o tem po” (Albert Pike, em carta a Giuzeppe Mazzini, em 15 de agosto de 1871. O conteúdo foi transcrito pelo Cardeal Caro y Rodriguez de Santiago do Chile, em 1925, ocasião em que a carta esteve em exposição no Museu Britânico. Mesm o assim , no entanto, soa estranha a m enção ao nazism o, parecendo se referir ao Partido Nacional Socialista do Trabalhador Alem ão – NAZI, na sigla em alem ão -, fundado em 1920, m as a existência do m ovim ento nacional socialista alem ão é anterior à carta).

“Alguns chegam a acreditar que fazem os parte de um a conspiração secreta que trabalha contra os m elhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando a m inha fam ília e a m im com o “internacionalistas”, e de conspirar com outros em todo o m undo para form ar um a estrutura econôm ica e um a política global m ais integrada - um m undo, se preferir assim . Se essa é a acusação, eu sou culpado, e m e orgulho disso” (David Rockefeller, em seu livro Memórias, de 2002).

“Inúm eras pessoas vão odiar a Nova Ordem Mundial. E m orrerão protestando contra ela” (H.G. Wells, em seu livro intitulado A Nova Ordem Mundial, de 1939).

“A verdade é que os hom ens estão cansados de liberdade” (Benito Mussolini).

“Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado” (Benito Mussolini).

“Eu m e portei secretam ente e furtivam ente com o qualquer conspirador. Nós sabíam os que se vazasse qualquer inform ação de que estávam os im pondo ao Congresso am ericano um a nova legislação bancária, não teríam os a m enor chance de sua aprovação” (Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante da fam ília Rockefeller).

“No período preparatório para a Nova Ordem Mundial, haverá um desarm am ento obrigatório. Não será opcional. Nenhum país receberá a perm issão de produzir ou organizar qualquer arm am ento para propósitos destrutivos ou para infringir a segurança das outras nações” (Alice Bailey, no livro, The externalisation of the hierarchy, de 1940).

“A bom ba atôm ica não pertence às três nações que a aperfeiçoaram ... pertence às Nações Unidas para uso (ou am eaça de uso) quando qualquer nação tom ar um a ação agressiva” (Alice Bailey, escritora).

“Buscando um novo inim igo para recobrar a unidade de ação, nos ocorreu a idéia de que a poluição, a am eaça do aquecim ento global, o déficit de água potável, a fom e e coisas assim cum pririam m uito bem essa tarefa” (Clube de Rom a).

“Minhas três m etas fundam entais seriam reduzir a população m undial a uns 100 m ilhões de habitantes, destruir o tecido industrial e procurar que a vida selvagem , com todas suas espécies, se restabelecesse em todo o m undo” (Dave Forem an, fundador de Earth First!).

“Tem os que conduzir este assunto do aquecim ento global. Ainda que a teoria do aquecim ento global estej a errada, estarem os fazendo o correto em term os de política econôm ica e am biental” (Tim othy Wirth, ex-Subsecretario de Estado dos EUA e Presidente da UN Foundation).

“Não im porta o que é a verdade. Só im porta o que as pessoas acreditem que sej a a verdade” (Paul Watson, fundador do Greenpeace).

“A extinção da espécie hum ana não só é inevitável, com o é um a boa coisa”(Christopher Manes, Earth First!).

“A única m aneira de conseguir que a sociedade m ude de verdade é assustar as pessoas com a possibilidade de um a catástrofe” (Daniel Botkin, acadêm ico e ativista am biental am ericano apaixonado por folclore!).

“Requer-se um a Nova Ordem Mundial para m anipular a crise da m udança clim ática” (Gordon Brown, Prim eiro Ministro Britânico).

“A elite globalista não é apenas um a vaga classe social de capitalistas e banqueiros. É um a entidade organizada, com existência contínua há m ais de um século, que se reúne periodicam ente para assegurar a unidade dos seus planos e a continuidade da sua execução, com a m inúcia e a precisão científica com que um engenheiro controla a transm utação do seu proj eto em edifício” (Olavo de Carvalho, em seu debate com Alexandr Dugin).