Introdução à Nova Ordem Mundial
Engenheiros sociais
NÃO É POSSÍVEL ESTABELECER UM ATOR PRINCIPAL neste teatro que se transform ou a política internacional. Muitos foram os engenheiros do m undo totalitário que nos aguarda, m as podem os elencar os principais, sej a do ponto de vista da originalidade das suas idéias, sej a pela influência que exerceram sobre os agentes políticos contem porâneos. Desde o início da m odernidade com eçam a surgir grupos políticos que discutem suas posições e interesses longe da luz dos parlam entos e tribunais. Com a Revolução Francesa estas sociedades secretas passam a se enraizar nas novas nações européias e após o século XIX espalham sua influência feito praga nos governos e em presas em todo o globo.
Se j á é difícil trabalhar com inform ações confiáveis sobre estas sociedades m esm o após o século XVIII, que dirá rastrear estas origens antes da Idade Moderna. Desta form a, vou indicar algum as pessoas (não todas) que de um a form a ou de outra contribuíram decisivam ente para estruturar o sistem a de onde em ergirá a Nova Ordem Mundial, que, para sim plificar, é um governo m undial totalitário, controlado por um a elite cuj o poder transcende até m esm o a com preensão da m aioria. Para não se perder na História, vam os nos ater, neste prim eiro m om ento, aos m ais recentes, cuj os conceitos ainda não se em baralharam com a cosm ovisão reinante, e suas conseqüências são m ais facilm ente identificáveis.
Escola de Frankfurt
UM GRUPO DE PENSADORES MARXISTAS que apesar da alegada independência sem pre trabalhou com o intuito de infiltrar os ideais coletivistas nas universidades am ericanas e européias. O grupo foi financiado ao m esm o tem po por socialistas fabianos e pela URSS, e era form ado por ricos m im ados, parasitas sociais, burocratas ideólogos e outros tipos acostum ados a viver às custas da sociedade que tanto criticavam . A Escola de Frankfurt e seus m em bros têm responsabilidade direta pela decadência m oral da sociedade.
Mais do que divulgadores das idéias m arxistas na Europa e na Am érica, Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Max Horkheim er e seus com parsas foram am plificadores destes ideais destrutivos. Com o perceberam a falência do m odelo revolucionário soviético antes m esm o da sua com pleta instalação, a idéia de um a m udança na tática j á era debatida por alguns intelectuais m arxistas europeus. A não adesão dos proletários ao proj eto de socialism o m undial forçou o m arxism o a m udar o discurso, que lentam ente passou a priorizar as questões culturais em detrim ento das econôm icas.
A transição do foco do discurso m arxista se com pletou logo após a Segunda Guerra, e se consolidou com o um escape, um disfarce para m arcar um a posição distante daquele regim e assassino. O proletariado saiu de cena e o revolucionário passou então a ser “o j ovem ”.
O autor do livro Eros e civilização, por exem plo, fez tudo o que estava ao seu alcance para destruir os valores que ainda estavam presentes nos j ovens. Pregou o sexo irresponsável, o uso indiscrim inado das drogas e incentivou o conflito de gerações, colocando filhos contra pais pela prim eira vez na História. Fingindo preocupação com problem as sociais, inseria de form a obscura seus obj etivos políticos. Este truque se tornou m étodo m uito aplicado pela revolução cultural. As idéias de seus com panheiros Theodor Adorno e Max Horkheimer são talvez m enos ostensivas, m as nem por isso m enos m aléficas.