Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 70 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

O futuro é uma prisão

De qualquer form a, os avanços conquistados pela tecnologia são m esm o incríveis e tornam -se ainda m ais im pressionantes ou até m esm o assustadores quando lem bram os que é um a característica das sociedades hum anas desenvolverem suas grandes tecnologias tendo em vista um conflito. O radar, o subm arino, a energia nuclear são exem plos de invenções criadas para a guerra, assim com o as m icroondas, a Internet e o ultra-som ; avião e com putador são outros exem plos de produtos civis com origem m ilitar.

A Nova Ordem Mundial será um a ditadura totalitária técnico-científica, que usará de toda tecnologia visando o controle e a doutrinação. Robôs, Vants (Veículo Aéreo Não-Tripulado ou drones), câm eras, sensores, satélites, chips, e hardwares de alta capacidade serão controlados por softwares dotados de algoritm os capazes de cruzar inform ações de todas estas fontes. O buscador do Google, por exem plo, j á utiliza algoritm os de busca avançada capazes de m anipular, cruzar e classificar bilhões de inform ações, gerar m ilhões de resultados seguindo ordem cronológica, de im portância, por idiom a, por localização e vários outros fatores pré-determ inados em m enos de um segundo. Im agine alim entar essa capacidade analítica com todas as inform ações disponíveis na Internet e nos sistem as de vigilância. Isso não é im possível. Evidentem ente, conectar todas estas fontes a um m esm o sistem a é um processo caro e dem orado. Acontece que tem gente com m uito dinheiro se em penhando neste trabalho há m uito tem po. São inteligências bastante hum anas. E com m uito poder.

O futuro é uma prisão

No Admirável mundo novo de Huxley os “excluídos” da sociedade, ou selvagens, com o eram cham ados, viviam fora dos lim ites das cidades, literalm ente à m argem dos benefícios e tam bém da opressão cotidiana dos m oderninhos. Na vida real não terem os esta opção. O isolam ento j á com eçou para os dissidentes, m as será apenas um estágio, que será sucedido pela elim inação ou encarceram ento de todos que resistirem às novas regras de conduta. Diariam ente novas leis estão sendo prom ulgadas com este intuito.

Além da cultura de patrulham ento do pensam ento que j á foi enraizada em nossa sociedade, fato dem onstrável pela quantidade de form ulários e cadastros que nos exigem diariam ente, o controle sobre as condutas hum anas, que j á é o m aior de toda História, tende a crescer com o aprim oram ento e o barateam ento das tecnologias em pregadas.

Os sistem as de vigilância estão cada dia m ais integrados e as tecnologias de que dispõem estão pelo m enos 25 anos à frente dos produtos com erciais. Não será preciso m uito m ais tem po para fechar o cerco e centralizar o controle. As estruturas j á foram criadas e boa parte dos sistem as estão im plantados e conectados por m eio da própria Internet.

A Internet, por exem plo, tem um a j anela de tem po para ser útil. Depois se tornará a Teletela de George Orwell. Num futuro não m uito distante as pessoas serão obrigadas a ter câm eras em casa. Por “questões de segurança”, evidentem ente. Assim com o a tecnologia dos sensores de m ovim ento, do tipo “Kinect”, estará em todos os utensílios dom ésticos. E todas estas inform ações estarão centralizadas em um gigantesco banco de dados, operado por softwares de altíssim a precisão. Não é profecia, é dedução.

Para escurecer ainda m ais o futuro próxim o, não podem os nos esquecer da onipresença dos chips de identificação por radiofreqüência (RFID), que vêm evoluindo desde a Segunda Guerra e j á estão nas em balagens, nos autom óveis, nos soldados, anim ais de estim ação, e serão obrigatórios para os am ericanos que pretenderem utilizar o serviço público de saúde. A im plantação dos chips com eçou em 2013.